02/04/2024
Companheirada, do PT, essa tem sido minha prosa narrativa, tendo a modéstia de escritor, e também, alegrias e sorrisos a vaidade da virtude ao escrever a minha medíocre passagem pelo Congresso Nacional . Wagner Vinicius A Lemos,
essa noite de 21 de setembro, do ano 2023.
Acrescentei argumentos, discurso direto, verbos de elocução, perguntou, respondi, e períodos, narrativa do realismo literário que aprendi, lendo José de Alencar, escritor e ex senador da República do Brasil; e sem presunção leituras do escritor, Fiodor Dostoievisk, o Crime e Castigo, romance de leitura obrigatória para quem quiser tornar-se romancista.
O realismo literário, aprendi narrar o enredo descritivo, com detalhes na narrativa, ou verbalização de fatos e acontecimentos narrados. E também, deverão aprender os verbos e pronomes, advérbios, para poder se aventurar a escrever.
W3 Sul Brasília. Um a parte, vossa excelência!
José Genuíno, o deputado guerrilheiro,
conversa com Wagner no café da câmara dos deputados,
no Congresso Nacional.
Uma tarde, era mês de maio. Percorria, atravessava salões, comitês e congressos, sobre o tapete verde amplo da câmara dos deputados, quando avistei o parlamentar e as duas jornalistas. Era o deputado do PT, o José Genuíno. Estava no tapete verde, da câmara dos deputados, na companhia da jornalista do gabinete do senador Bezerra. Depois de avistar o deputado, me despedi de Patrícia e me dirigia a elas.
Aquela tarde conheci pessoalmente, o deputado federal guerrilheiro José Genoíno do PT. Era o ano de 1997, eu estava lá no Congresso Nacional para trabalhar fotografar. O parlamentar depois de falar brevemente, me cumprimentou, me convidava para o café no salão verde da câmara; El estava acompanhado à mesa de duas jornalistas que não tenho a lembrança de seu nome completo.
A jornalista mui distinta, simpática era Mirian Leitão. E a outra, somente se perguntar ao deputado Genuíno, depois desses vinte cinco anos, para saber seu nome. Era muito alegre e satisfeito, porque desempenhava minha virtude e habilidade ao fotografar, naquele espaço de debate político nacional, casa do povo brasileiro, da democracia e justiça social; mas também, por conhece-los e poder conversar poucos minutos em presença daquelas que eram pessoas queridas, louvadas nas páginas da estória do Brasil.
Depois de pesquisar tive o conhecimento que elas fizeram parte desde os tempos do regime militar, a ditadura ao combater o arbítrio, a prepotência como sendo sua defesa, a democracia, a luta pelo país democrático. Se tivesse o conhecimento da estória da jornalista Leitão, lhe perguntaria sobre sua ação no Rio de Janeiro, em combater o Estado arbitrário de exceção.
Desculpe-me leitores, meu enredo, a narrativa não tendo fundamento firme e seriedade.
O parlamentar estava acompanhado com duas jornalistas do comitê da imprensa da câmara dos deputados. José Genoíno era deputado federal pelo partido dos trabalhadores, o PT; do estado de São Paulo. O deputado José Genoíno, contou-me, sentado à mesa, enquanto eu tomava a xícara de café, que era militante comunista e também, participou ativamente no movimento revolucionário, a guerrilha do Araguaia.
Com efeito, o ilustre deputado, não entrara em detalhes, como era as ações de seus companheiros, no campo de luta armada, no cerrado. Estava surpreso e ao mesmo tempo admirado, por saber que contemplava o guerrilheiro que esteve enfrentando os soldados nom tempo ditadura militar. Era tempos difíceis aqueles, meu pai contava, porque havia sido preso político, em Cuiabá, no Mato Grosso.
- Companheiro, Wagner. Então o senhor, veio vindo de Mato Grosso, ?
Perguntou-me aquele homenzarrão, vestido com terno riscado, sapatos de cromo alemão, o relógio elegante.
- Deputado Genoíno, muito prazer, sou o Wagner fotografo, e venho de Mato Grosso, sim senhor!... trabalho há alguns meses, no gabinete do senador Carlos Bezerra, o Charles Lemos, é meu irmão e trabalha lá.
-Está trabalhando no gabinete, fotografando, Wagner?
-Estou morando na pensão na W3 Sul, e trabalho de fotógrafo no gabinete do senador Carlos Bezerra.
-Conhece as jornalistas, camarada? Ele ao dizer, me apresentava as duas jornalistas, que sentaram a mesa. Veio o garçom, trouxe os cafés, tomávamos enquanto, falava poucas palavras, que se resumiram as circunstancias que me levaram a aventurar na viagem para a capital do país.
-Não senhor, deputado, camarada comunista. É agradável prazer em conhecê-las. O deputado famoso, de muita modesta convidou-me, o sertanejo do cerrado de Mato Grosso, metido a ser fotógrafo do parlamento, a fazer parte na mesa, na companhia distinta das belas, no café. – depois de responder essas palavras, me mantive em silêncio, não dizendo besteiras para não tornar-se desagradável, inconveniente a ponto de pedirem para se retirar. Com efeito, confesso a leitores(as), estava mui tímido e embaraçado de frente as belas musas, e discreto ao extremo. E satisfeito, prestava atenção as palavras em poucos minutos que permanecemos na conversa amistosa e produtiva, com o guerrilheiro do Araguaia.
-O partido lá, os comunistas de João Amazonas, na Cuiabá, no Mato Grosso, tem arregimentado forças para causas populares? -perguntou o parlamentar do PT, enquanto, dava tragos ao cigarro preto.
As mulheres me olharam como se tivessem sob o encanto de meu modo de agir de sertanejo, de homem de Mato Grosso.
-O partido é combativo e popular. A campanha eleitoral, pode eleger na Cuiabá, o professor Gilney Viana, deputado federal, o senhor o conhece, faz parte de seu partido. Há muitos militantes importantes no quadro do partido, nobre deputado. Depois de terminar os goles a xícara de café, resolvo fazer a única pergunta, ao comunista, que esteve no campo guerrilheiro, na luta em movimento, enfrentando o Exército brasileiro, pelos cerrados de Goiás, na guerrilha do Araguaia.
Nesse momento resolvi perguntar sobre a guerrilha:
-O deputado federal Genoíno, me desculpe. O senhor enfrentou mesmo o exército, na guerrilha, aqui em Goiás?
– Não enfrentei o exército. Os camaradas fizeram um levante no Estado de Goiás, com a resolução para não deixar o país, na ditadura militar.