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Via  Trabalho ORGANIZAÇÃO SOCIAL

Qual Phoenix...
17/06/2022

Qual Phoenix...

06/10/2020
01/10/2020

“(...) a luta emancipatória é travada não apenas em nome do futuro, mas também em nome das gerações derrotadas; a memória dos ancestrais escravizados e de seus combates é uma das grandes fontes de inspiração moral e política do pensamento e da ação revolucionários”.

Walter Benjamin em suas teses "Sobre o conceito de história" (1940)

Por isso, temos que tirar poesia do futuro (Marx) e não operar olhando apenas o retrovisor

Fazer dinheiro somente com forças produtivas desenvolvidas e domínio de meios de produção. Eis o que a classe trabalhado...
01/10/2020

Fazer dinheiro somente com forças produtivas desenvolvidas e domínio de meios de produção. Eis o que a classe trabalhadora tem que entender e executar. O resto é papo-cabeça.

Essência do feminismo e da luta de classe!
01/10/2020

Essência do feminismo e da luta de classe!

Nossa candidata em Recife. Ela é gente competente e capaz. Na câmara de vereadores fará toda a diferença. Sabemos!
01/10/2020

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29/07/2020

Não basta que a classe trabalhadora tome o poder estatal e crie normas melhores, em prol dos trabalhadores. Na realidade, o direito e o Estado são, ao mesmo tempo, produtos e constituintes das rela…

25/07/2020
AÇÃO PERFORMÁTICA!“As ações destes movimentos, em certa medida, circunscrevem-se no âmbito de uma ação performática. Por...
21/07/2020

AÇÃO PERFORMÁTICA!
“As ações destes movimentos, em certa medida, circunscrevem-se no âmbito de uma ação performática. Por quê?
A ação performática é uma tática preferencial da esquerda organizada, hoje. A ação performática esconde um sujeito político que não segue regras e os seus sentimentos invocam serem verdadeiros, porém guardam uma incoerência entre seus procedimentos e os atos subsequentes à sua invocação. É a ação de um sujeito que opera sem desdobramentos consequentes. É uma ação efêmera, concentrada no tempo presente, com uso extraordinário do espaço e simuladora de radicalidade. Daí que, os movimentos e partidos de esquerda estariam priorizando a metodologia de realização de eventos, nos marcos da ação performática, como substitutivo do trabalho militante e continuado em suas bases sociais. Razão pela qual as ações performáticas se assemelham à ação direta, em sua aparência, de tal modo que simulem radicalidade e vitalidade e, assim, entrem nas pautas midiáticas, sem que necessariamente representem ameaça real à ordem. A ação performática serve de recurso para simular uma organização política ativa. Ela é a expressão da política como evento, não preservando compromisso com a consolidação de uma nova cultura efetivada na sociedade, algo bastante difícil de ser implementado e uma das mais árduas tarefas de transformação radical da realidade imposta pelo capital e sua sociabilidade. É uma inversão da típica característica para a qual chamou a atenção Maquiavel: não basta ser, tem que parecer. De forma trágica a esquerda está refém da inversão de valores para a constituição de uma nova sociabilidade e adotam a seguinte prática: tem que parecer, mesmo que não seja. A expressão da política como evento, caso da ação performática deve, ainda, ser considerada pelo crivo crítico das situações que cria: Subjaz o conceito de que a ação decorre cada vez mais da gestão de informação, de capacidade de decisão, apoiados na crença de uma auto-organização, sem instrumentos de mediação. Deriva daí a ideia de que a indeterminação deve ser situada como um objetivo da ação política, mais do que como algo já situado na vida social real. Ou seja, algo que basta a si mesma e que prescinde de um agente social real. Neste sentido a política passa a ser uma ação de retroalimentação de seus próprios domínios e que torna irrelevante um ser social concreto e a realidade que o determina. Aqui, sob este conceito, o sujeito revolucionário é despido de qualquer perspectiva instituinte de realidade posto que ele esteja voltado ao seu próprio reconhecimento e não se propõe a ser um instrumento de transformação e sim o alvo da própria ação refletida em si mesmo;
Por outro lado, e em sentido contrário, outras ações podem se caracterizar pela ação do sujeito político não pela perseverança no ser, ele mesmo e apenas para si, mas no acontecimento que é medido pela duração e pela não identidade e pela não autoproclamação de si mesmo, antes visa remodelar a prática de agentes sociais presentes na sociedade e com condições de serem influenciados a intervirem em sua realidade e as modificar estruturalmente. Deste modo, nos marcos da ação performática, os partidos e movimentos sociais convertem a luta contra hegemônica em luta por reconhecimento e suas crises ideológicas em crise de identidade. A ação política que desenvolvem objetiva articular os segmentos sociais que desejam um retorno à situação de reconhecimento de direitos e estima social, através da aquisição de autoconfiança, autorrespeito e autoestima. Por esta razão a luta é enquadrada pelo reconhecimento no campo das lutas sociais que procuram “conservar ou aumentar seu poder de dispor de determinadas possibilidades de reprodução”. Compreende-se a ação performática como ação destinada a recuperar herança identitária em face do desrespeito social. Assim, o evento é exaltado, mesmo que diminuto e a efetivação pretendida seja mera casualidade, não latência. Dito de outra forma: são ações que podem acontecer sob a perspectiva do acaso. Então, três perguntas são necessárias:
1 - Como concebê-la nos marcos de uma ação verdadeiramente revolucionária, a luta por reconhecimento?
2 - Como a entrada em ação dirigida a outros e mediante a repetição que se manifesta não por via de uma cena, mesmo que efêmera, mas por via da palavra produzirá efeitos reais na sociedade sem a mediação das relações materiais de produção?
3 - Como a reprodução social será garantida se o foco se concentra na ação performática?
Respondemos: Na capacidade de melhor explorar a relação disjuntiva, hoje, entre a luta econômica e a luta política, conjugando-as à luta e o empoderamento social, buscando compreender as formas mais consequentes de articulação entre esses campos da ação revolucionária. Não superada esta situação aqui descrita será jogada para as calendas gregas soluções estruturais para a realidade de todos os segmentos sociais sob domínio do capital”.

(Ação Performática: sintoma de uma crise política - Reprodução e adaptação livre do texto de autoria de Clarissa Gurgel – excerto do livro PARA ALÉM DA REFORMA AGRÁRIA)

Essencial. Falta a superação do estado. Vamos nesta direção.
21/07/2020

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12/07/2020

A edição do livro “Coronavírus: o trabalho sob fogo cruzado”, de Ricardo Antunes, lança um olhar lúcido e realista sobre a tragédia dos e das trabalhadoras antes, durante e depois da pa…

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