25/11/2025
Nossa militância agradece a Comuna do Arvoredo por ter aberto suas portas para receber o aniversário de 30 anos da FAG. Um agradecimento especial ao Espaço Cultural Maria Maria, que desde o início topou sediar o evento, e ao Coletivo Catarse por todo o apoio técnico e logístico.
A Comuna é um espaço autogestionário que há quase 17 anos resiste em meio ao concreto do Centro Histórico. Território de moradia de compas de luta, espaço de trabalho cooperativo do Coletivo Catarse, do Maria Maria e de outras tantas iniciativas coletivas e ecológicas que acolhe, a Comuna ajuda a escrever uma história de resistência de Porto Alegre, da qual também nos orgulhamos de tomar parte.
Sementes de Liberdade: FAG celebra 30 anos de Anarquismo na Comuna do Arvoredo - Coletivo Catarse
O vermelho e o negro pintaram a Maria Maria Espaço Cultural, junto à Comuna do Arvoredo, no Centro Histórico de Porto Alegre, no sábado, 23 de novembro. O espaço, que tem as lutas feministas e antirra***tas como pilares, acolheu a celebração memorável das três décadas da Federação Anarquista Gaúcha (FAG).
Ao entardecer, a militância libertária se reuniu nas calçadas em frente à Maria Maria, com banquinha de livros e camisetas, faixas, bandeiras e cartazes que estampavam o lema: “30 ANOS SEMEANDO SOCIALISMO LIBERTÁRIO”.
Um jogral cons muitas vozes marcou o início da atividade, ecoando pelas calçadas e atraindo o olhar dos passantes. Dentro da garajona, como também é chamado o espaço, seguiu o ato político com falas de Lorena e Carmen. As manifestações das companheiras da FAG navegaram pela história da organização, relembrando marcos e conquistas das últimas três décadas:
“Nossa memória é instrumento de luta. Quando olhamos para trás, para a história do que nos moldou, vemos a face calejada de lutadores e lutadoras do povo oprimido. (…) Somos frutos desses fragmentos de memória, das resistências populares na América Latina e no Brasil, das greves gerais, das insurreições populares, das lutas dos povos originários, camponeses, quilombolas, das favelas e periferias, dos lombos que não se curvaram à dominação.”
Federação Anarquista Gaúcha
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