O GRUPAMENTO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS da Polícia Civil gaúcha foi o primeiro grupo tático do Brasil, e um dos primeiros do mundo (anterior, inclusive, ao esquadrão SWAT de Los Angeles, pioneiro nos EUA, criado em 1970), apto à realização de atividades de polícia não-convencionais. O GOE foi criado em 22 de maio de 1967, no Governo Euclides Triches, pelo então Superintendente dos Serviços Policiais,
Ten. Este, por seu turno, foi escolhido, em 27 de dezembro de 1968, pelo Boletim nº 52/68, como patrono do outrora Grupo de Operações Especiais, o que muito honra os policiais que servem ou serviram neste órgão. Desde então, este Grupamento tem se consolidado como órgão de apoio operacional da Polícia Civil, tendo passado a ser, a partir de 14 de julho de 2005, Divisão do Departamento de Polícia Metropolitana. O GOE conta, atualmente, com diversos setores, dentre os quais, o Serviço Policial Operacional (SPO), encarregado do traslado dos presos dos órgãos policiais de POA e região metropolitana até as respectivas Casas Penais; Grupo de Resgate e Intervenção (GRI), responsável pela resolução de situações alto risco, tais como cumprimento de mandados de prisão envolvendo criminosos de alta periculosidade, gerenciamento de crise, contraterrorismo e cumprimento de mandados de busca e apreensão em locais conflagrados;
Casa de Custódia Policial (CCP), carceragem onde são mantidos os presos policiais. Conta o GOE, ainda, com uma Secretaria, onde são elaborados os atos administrativos, Serviço de Adestramento (SA), setor responsável pelo treinamento e capacitação do efetivo; e com batedores motociclistas e um veículo blindado, capaz de suportar confrontos de expressiva envergadura. O GRUPAMENTO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS, ao longo de seus 49 anos, construiu um histórico irretocável de trabalho, dedicação e profissionalismo no trato com as questões da Segurança Pública. Atualmente, pode ser qualificado como um segmento "multimissão”, estando introjetado na mente de seus integrantes que não há tarefa impossível de ser cumprida.