19/07/2021
O Partido Socialismo e Liberdade do Município de Ponte Nova vem a público expressar seu repúdio a tentativa de imputar a uma filiada do PSOL atitudes que a mesma não teve e, ainda, o fez buscando criminalizar um posicionamento político, plenamente amparado na Constituição Federal.
Tem sido recorrentes os ataques caluniosos de carácter violento nas redes sociais sofridos por esta militante do partido, assim como de qualquer cidadã ou cidadão que assuma um posicionamento crítico frente à dura realidade que nosso povo tem enfrentado.
A filiada foi indevidamente acusada de utilizar-se de um suposto cargo público, de professora, para fazer “militância”. Cabe ressaltar que esta companheira não é professora, assim como, não possui vínculos com a escola citada.
Na ocasião do ocorrido, que serviu de base *enganosa* para os ataques, a filiada estava apenas apoiando mulheres/pessoas que exerciam seu direito de posicionamento crítico com relação ao Governo. Tratava-se de familiares de vítimas do COVID-19 na cidade, que devem ter seu direito de viver seu luto como luta defendido e preservado.
Diante do absurdo criado pela tentativa de calar nossa filiada, o PSOL vem afirmar seu compromisso com o direito de manifestação política de cada cidadã e cidadão de nossa cidade e reafirmar que repudiamos os esforços de impedir nosso povo de exigir seus direitos.
Diante do exposto, uma dúvida permanece: a filiada não era professora da escola e sequer portava um cartaz, tendo apenas se disposto a atender o pedido de tirar uma foto de alguém que se manifestava. No entanto, ela era a única mulher negra no local. Terá esse fato influenciado na atitude de quem a expôs nas redes sociais?
Por fim, manifestamos nossa solidariedade a companheira, Maísa Sabino e repúdio a tentativa de intimidação à uma mulher que não têm fugido à luta pela garantia de direitos do povo e consequentemente pelo fim desse desgoverno que segue nos matando de Covid, de bala ou de fome.
Não nos calarão!