19/08/2015
O primeiro impacto por causa do engavetamento do Projeto de Lei que cria a O.S. já foi sentido na cidade de Poço Redondo
A Casa de Acolhimento da cidade de Poço Redondo, situada na capital sergipana Aracaju, fechou suas portas nesta terça-feira, 18/08, por falta de funcionário que executa o trabalho de cozinheiro. Na quarta-feira, 19/08, a UPA: Unidade de Pronto Atendimento em Poço Redondo não terá médico plantonista para atender a população.
A informação foi prestada pelo Secretário Municipal de Administração, Marcelo Araújo, ao site Revista Canindé que lamentou a situação afirmando que ela se agravará se o Projeto que cria a O.S. não for colocado para ser votado pela Casa. Anteriormente o Prefeito Roberto Araújo (PT) já havia falado sobre o assunto que agora se realiza.
Os seis Vereadores: Pinho de Santa Rosa (PMDB) e os demais Parlamentares Messias de Maneca (PSD), José Aufredo – Vice-presidente da Mesa Diretora na Câmara Municipal -, Luiz Alberto, José Augusto do MST (PT) e Alex Feitosa apóiam a criação do Projeto que se encontra engavetado pela Presidenta Maria José que vem segurando e fazendo manobras para protelar a votação. Enquanto isso um número de pessoas que executam seus serviços com dignidade estão aguardando a oportunidade de ter um emprego num dos Municípios de maiores dificuldades administrativas do Estado de Sergipe. O álibi usado pela Câmara é de que ele está em análise. Já se vão mais de quarenta dias. A indignação já provocou manifestação pela população e com toda certeza haverá desgaste.
A função pelo cidadão que prestava seus serviços no local era executada através de contrato com a empresa e aguardava a criação da nova Organização Social pela Câmara Municipal, via Projeto de Lei da Prefeitura Municipal que está engavetado na Presidência da Vereadora Maria José.
O site obteve a informação de que ao mês a “A Casa de Acolhimento” atendia cerca de quinhentas pessoas, ou seja, um grande número de pessoas do Município de Poço Redondo que se dirigia para capital onde são atendidas com encaminhamento aos médicos e outros razões de ordem sociais que não são possíveis no Município. São pessoas simples, humildes e pouca condição financeira. O serviço existe há vários anos.
Da redação/Adeval Marques
Com informação do Secretário Municipal de Administração, Marcelo Araújo