Democracia Socialista PT - Pelotas/RS

Democracia Socialista PT - Pelotas/RS Pagina destina em divulgar as ações da Tendência Interna do PT/Pel - Democracia Socialista.

✨ *Boas Festas!*Que a alegria seja coletiva, a esperança organizada e a luta compartilhada. Seguimos construindo, juntos...
29/12/2025

✨ *Boas Festas!*

Que a alegria seja coletiva, a esperança organizada e a luta compartilhada. Seguimos construindo, juntos e juntas, um futuro de igualdade social, diversidade e liberdade plena. 🌻✊

03/12/2025

Assista ao convite e participe.

Encontro dos Mandatos dos vereadores do PT Pelotas, com a Militância do Campo Popular.Presença do Deputado Elvino Bohn G...
03/12/2025

Encontro dos Mandatos dos vereadores do PT Pelotas, com a Militância do Campo Popular.

Presença do Deputado Elvino Bohn Gass e o Vereador Ivan Duarte e Ronaldo Quadrado .

Quinta-feira, 4 de dezembro, às 19hs no Sindicato da Alimentação

Ocorrendo em Pelotas o Encontro Regional Litoral Sul do PT onde será eleito o novo Coordenador ou Coordenadora, além do ...
22/11/2025

Ocorrendo em Pelotas o Encontro Regional Litoral Sul do PT onde será eleito o novo Coordenador ou Coordenadora, além do grupo diretivo da região.

A Democracia Socialista está disputando com sua chapa para a composição da coordenação na defesa do Orçamento Participativo, da unidade de Esquerda, e no fortalecimento da luta popular para importante disputa do ano de 2026.

20/11/2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira (14) para receber a denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e torná-lo réu na Corte.

Eduardo é acusado de tentar interferir, fora do país, no julgamento de um processo que envolve o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR) isso configura o crime de coação no curso do processo, que consiste em ameaçar ou agredir alguma das partes de um processo judicial – juízes, testemunhas, advogados, vítimas ou réus, por exemplo – para tentar interferir no resultado.

As contradições da mídia...
20/11/2025

As contradições da mídia...

Quando Lula foi preso, o Estadão defendeu que um ex-presidente deveria cumprir pena como qualquer outro cidadão.
Agora, diante de Bolsonaro, o mesmo jornal afirma que ele merece “tratamento especial” e até prisão domiciliar.

Mudou o princípio ou mudou apenas o réu?
A coerência f**a para depois.

Extermínio e esperança: capitalismo, racismo estrutural e a força da auto-organizaçãoPlúvia OliveiraAs recentes chacinas...
18/11/2025

Extermínio e esperança: capitalismo, racismo estrutural e a força da auto-organização

Plúvia Oliveira

As recentes chacinas nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, não podem ser tratadas como episódios isolados de “combate ao crime organizado”. São expressões de um projeto político mais profundo: o da dominação territorial e simbólica sobre as populações negras e pobres, sustentado por uma lógica militarizada que serve tanto a interesses internos quanto a estratégias internacionais de controle. Em território nacional, a chacina é parte de uma resposta do bolsonarismo após decretada a prisão da principal liderança que movimenta o centro das ideias políticas da extrema-direita, bem como um elemento que traduz o “não recuo” frente às eleições de 2026, por isso as nossas mobilizações e direcionamentos seguem rumo à derrubada do projeto político de morte e encarceramento que eles querem para nós.

Na agenda global, a ofensiva militarizada contra territórios populares no Brasil dialoga com a política de dominação imperial conduzida pelos Estados Unidos na América Latina. A retórica da “guerra às dr**as” e do “combate ao terrorismo” tem sido instrumentalizada como justif**ativa para a intervenção — direta ou indireta — em países como Venezuela, por todo o mar do Caribe. Foram 16 embarcações destruídas e bombardeadas em alto mar. O último ataque matou três pessoas, sustentado na narrativa de combate ao narcotráfico, mesmo sem qualquer elemento que demonstrasse a possibilidade de haver dr**as nas embarcações. Quando dizemos que isso tudo é parte de um projeto político de dominação, perpassa também o elemento da exploração dos nossos bens-comuns e escancara o conflito capital versus vida que coloca o lucro acima de tudo. A Venezuela possui a maior reserva de petróleo do mundo, estimada em 303 bilhões de barris (159 litros cada) e, como sabemos, o comércio internacional tem o Petróleo como prioridade para se fazer negócios e, para os Estados Unidos sob comando trumpista, não importa quantas vidas sejam tiradas pelo caminho.

Recentemente, Paraguai e Argentina, que hoje estão sob governos de direita, passaram a classif**ar facções como grupos terroristas, alinhando-se à lógica imperialista de demonizar a imagem da periferia e do povo negro para ter licença para matar e dominar os territórios. Afinal, o projeto de dominação do império estadunidense se constrói a partir da dominação cultural, intelectual e, de forma mais concreta, pelo território. O que se projeta é uma rede continental de controle, na qual as periferias urbanas, comunidades rurais e as fronteiras nacionais são tratadas como zonas de exceção, laboratórios para a repressão e a vigilância.

No plano interno, o Brasil vive um aprofundamento desse projeto. Projetos de lei que fortalecem o aparato repressivo tramitam no Congresso, impulsionados por uma bancada de direita militar cada vez mais organizada e influente, como o que foi apro vado na Argentina e no Paraguai – leia mais sobre geopolítica e imperialismo no portal Brasil de Fato. A categoria dos “autos de resistência” — eufemismo que há décadas encobre execuções sumárias de pessoas negras e pobres — segue sendo instrumento de legitimação de chacinas, enquanto a mídia tradicional reproduz o discurso da guerra, naturalizando a violência e desumanizando os corpos negros.

Em 2018, o assassinato de Marielle Franco marcou uma inflexão estratégica do movimento negro, porque sempre soubemos que essa era uma ameaça contra a nossa organização e fizemos a escolha estratégica de recuar para nos mantermos vivos e vivas. O assassinato de Marielle buscou silenciar o movimento negro e feminista, que ampliou o alcance através da denúncia da atuação criminosa da milícia no Rio de Janeiro, que sustenta a direita e extrema-direita que hoje ocupa, também, o parlamento. Essa tentativa de nos silenciar, recebeu uma resposta direta nas urnas com a vitória de diversos quadros negros qualif**ados nas eleições de 2020 e 2024. Marielle mostrou que o povo preto desse país faz política e transforma vidas. Eu sou parte disso.

Este ano o Brasil recebe a COP 30, em Belém do Pará e o racismo ambiental se expressa na sua forma mais cruel, nesse mesmo projeto de domínio e extermínio. Ele se manifesta quando as populações negras e periféricas são sistematicamente expostas aos impactos socioambientais das políticas de exploração e negligência estatal. Nas cidades, isso se traduz na concentração de comunidades negras em áreas de risco, sem acesso a saneamento básico e sujeitas a desastres ambientais cada vez mais frequentes. No campo, o racismo ambiental aparece na expansão do agronegócio e na contaminação de territórios tradicionais por agrotóxicos e mineração predatória. Essa violência ambiental não é apenas efeito colateral do capitalismo, mas parte estruturante de uma política que escolhe quem pode viver e quem pode morrer, subordinando a natureza e os corpos radicalizados à lógica do lucro e da acumulação.

A chacina que ocorreu no Rio de Janeiro é também um reflexo direto desse racismo ambiental, pois revela como o Estado age de forma seletiva e violenta nos territórios onde o descaso do poder público frente à educação ambiental, a falta de infraestrutura e o abandono social já configuram formas cotidianas de extermínio. Na mesma periferia onde o esgoto corre a céu aberto e o lixo se acumula nas encostas, a presença policial chega não para garantir direitos, mas para consolidar o controle pelo medo e pela morte. O racismo ambiental e a militarização, como parte constitutiva do racismo como opressão estruturante do sistema capitalista e patriarcal são, portanto, faces de uma mesma engrenagem de dominação, que transforma o território negro em campo de guerra e o corpo negro em alvo. Denunciar essa conexão é essencial para compreender que a luta por justiça ambiental é também uma luta contra o genocídio da população negra.

Findada a COP 30, entramos nas vésperas das próximas eleições e só voltamos o olhar para o debate racial neste país a partir de uma operação que resultou em pelo menos 132 mortes — entre civis e agentes de segurança — na periferia do Rio de Janeiro, em comunidades historicamente negras e empobrecidas. Tal cifra — que marca o mais letal massacre policial da história recente do estado do Rio — não é um incidente isolado, mas expressão de um padrão que revela o CEP dos corpos exterminados: da periferia. Por exemplo, em 2023 o Brasil registrou mais de 6.000 mortes em intervenções policiais, das quais 82,7% eram de pessoas pretas ou pardas (dados publicados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública). Esse dado impõe uma convicção urgente: nossos movimentos sociais, parlamentares e o próprio governo Lula precisam tratar a luta antirracista como centro do programa político-estatal antes das mortes, no cotidiano e na elaboração de políticas públicas efetivas, com orçamento garantido para implementação. Ou seja: antirracismo não como discurso de emergência, mas como linha estratégica, que orienta juventude, segurança pública, educação, habitação e reparação.

A realidade das operações militares ostensivas, criminosas e violentas não é isolada do Rio de Janeiro. Na última semana, ocorreram operações em territórios periféricos de Mossoró, no bairro Alto do Sumaré e Nova Mossoró, sem qualquer transparência que justifique a motivação ou apresente os métodos, apenas com notícias em torno do número de atingidos e armas apreendidas, afinal, são esses dados que fazem o atual modelo de segurança pública considerar as operações como exitosas.

Em um cenário como esse, vem à tona a análise que fazemos sobre a chegada da Penitenciária Federal em Mossoró, mexendo com todas as peças do contexto de um município do interior que, a partir disso, foi colocada em uma nova realidade ao precisar lidar com o crime organizado no dia-a-dia da cidade. O Brasil tem cinco penitenciárias federais e uma delas controla a dinâmica e a vida em uma cidade pequena, no interior do estado, que tem conexão com diversos outros municípios menores e pouco se fala sobre o que signif**a a chegada de toda a estrutura social que acompanha a penitenciária. Essa também é uma lógica capitalista de expansão de mercado do crime organizado através do tráfico, por isso, o debate em torno da descriminalização das dr**as precisa levar em conta toda a lógica estruturante, que funciona a partir de um caminho mercadológico já conhecido. Faz parte do comportamento estratégico do capitalismo avançar das grandes capitais para o Brasil profundo, controlando, também, as periferias das cidades de médio porte, as comunidades rurais que a cercam e os territórios de reforma agrária.

Nesse sentido, tudo se conecta. A chacina que aconteceu nas comunidades Penha e Alemão estão servindo como um modelo a ser implementado em outros estados sob governos de direita, que utilizam esses instrumentos letais, como é a polícia militar, para sustentar o projeto político que garante a manutenção do poder. A nível estadual, sob governo petista no Rio Grande do Norte, temos a segurança que esse modelo de morte não será implementado. Construímos, enquanto Partido das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, a compreensão de que a violência com mira na periferia e nos corpos negros, é uma questão de classe.

A compreensão do debate racial como um debate de classe, é construída a partir de elementos básicos do que sustenta ou do que é sustentado pelo sistema capitalista e patriarcal. É isso que a Marcha Mundial das Mulheres apresenta desde sua fundação, como surgiu, em diversos momentos, no debate de divisão sexual e racial do trabalho e como apresenta, agora, em preparação para a Marcha das Mulheres Negras que deve dar como resposta, uma mobilização massiva nas ruas de Brasília no dia 25 de novembro. É doloroso e revoltante que o nosso momento de luta, reencontro e de esperança seja pautado por morte, mas é essencial que estejamos organizadas frente à ofensiva da direita sobre nossas vidas e que o nosso discurso esteja alinhado pelo fim do sistema capitalista que tenta, a todo modo, nos dividir e que a marcha seja um marco nas mobilizações nacionais do país e do mundo com capacidade de virar a conjuntura.

Portanto, a Marcha das Mulheres Negras precisa pautar, no centro do debate, a reivindicação de um orçamento amplo para o Ministério de Igualdade Racial, que dê condições reais para implementação de políticas públicas voltadas ao povo preto desse país. Nesse sentido, a nossa auto-organização não pode perder de vista a construção de um movimento feminista, popular e antissistêmico que traga, no centro do debate, a luta antirracista, como é o feminismo da Marcha Mundial das Mulheres, especialmente a partir da capacidade de construir o debate racial olhando para a raiz estruturante do problema: a classe.

O desafio agora é ampliar o horizonte desse debate: incorporar o tema racial como questão estrutural da democracia brasileira, não apenas como agenda do povo negro. O 20 de novembro — Dia da Consciência Negra — que em 2025 será feriado pelo segundo ano, precisa reafirmar esse papel, mobilizando a classe trabalhadora como um todo para enfrentar o modelo de segurança pública que se sustenta na eliminação de uma parte dela e pelo fim da escala 6×1, que precariza, ao longo da história a vida e o trabalho das pessoas negras e pobres desse país.

Nesse sentido, o governo federal tem responsabilidades decisivas. Investigar as operações que resultaram em massacres, distinguir o que foi extermínio do que foi resistência à prisão, e fortalecer políticas como o plano Juventude Negra Viva são passos urgentes. É preciso também garantir orçamento real para o Ministério da Igualdade Racial e enfrentar o debate sobre a desmilitarização da polícia, rompendo com a lógica de guerra que trata cidadãos como inimigos internos.

As universidades, os meios de comunicação e as plataformas digitais também devem ser responsabilizados por sua parte nesse processo. As big techs lucram com a disseminação de imagens de violência, transformando o sofrimento em espetáculo e consolidando uma linguagem simbólica que normaliza o genocídio. É essa estética da brutalidade que alimenta o discurso político da extrema-direita, convertendo a morte em mensagem e o medo em método de governo.

Reorganizar a pauta da segurança pública exige inteligência, sensibilidade e coragem política. Exige também reconhecer que a luta contra o extermínio da juventude negra é, no fundo, uma luta pela reconstrução democrática do país. A chacina no Rio não é apenas uma política de segurança — é um espelho de que projeto de nação está sendo construído, e a quem ele serve. O nosso dever é fortalecer a auto-organização e construir os caminhos para desmantelar a lógica do sistema capitalista que coloca o extermínio como método de dominação e acúmulo de riquezas. Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!

Plúvia Oliveira é Gestora Ambiental, Militante da Marcha Mundial das Mulheres e Vereadora pelo PT de Mossoró/RN

Publicado em 17/11/2025

https://democraciasocialista.org.br/exterminio-e-esperanca-capitalismo-racismo-estrutural-e-a-forca-da-auto-organizacao/

06/08/2025

🚨 VERGONHA NA CÂMARA! 🚨

Os bolsonaristas estão impedindo a sessão pra tentar anistiar um criminoso que atentou contra o presidente Lula e o Ministro Alexandre de Moraes!

Enquanto isso, nós queremos votar:

✅ Isenção do IR pra quem ganha até R$ 5 mil
✅ Taxação dos bilionários e big techs 💰
✅ Fim da escala 6x1 — mais dignidade no trabalho!

Mas eles fazem chantagem e até aplaudem o Trump, prejudicando o Brasil! 😠

🗣️ De que lado você está?
👉 Do lado de quem defende criminosos
OU
👉 Do lado do povo que quer um Brasil melhor! 🇧🇷

Por Elvino Bohn Gass

🚩 _*QUEM MANDA NO BRASIL É O POVO BRASILEIRO*_*Amanhã, às 17h, no Chafariz do Calçadão* estaremos junto à Frente Brasil ...
01/08/2025

🚩 _*QUEM MANDA NO BRASIL É O POVO BRASILEIRO*_

*Amanhã, às 17h, no Chafariz do Calçadão* estaremos junto à Frente Brasil Popular, centrais sindicais e demais movimentos sociais construindo um grande ato pela soberania nacional e defesa do Estado brasileiro diante das sanções econômicas do governo americano e do avanço da extrema direita do Brasil e do mundo contra a classe trabalhadora.

_*Pega teu mate, tua voz e tua coragem e vem pra tua com a Kizomba!*_ ✊🏾🔥💛
https://www.instagram.com/reel/DMyzeHtMNlW/?igsh=bDJjcXBoY280YjN1

22/07/2025

Entenda a diferença!

Lula foi perseguido, perdeu a família, foi preso e nunca vendeu sua inocência, nem recorreu à chantagem. Confiou na justiça. Resistiu. Já Bolsonaro chantageia, ameaça, sabota. Agora quer transformar o povo em escudo para fugir da cadeia. Golpista, terrorista, traidor do Brasil: é o bolsoterrorismo em ação. Chegou a hora de agir: DEFENDA O BRASIL!✊🇧🇷

https://www.instagram.com/p/DMLKIsMAYLQ/?igsh=bHpjZmp6ZTE2djZp Nota de Pesar — Movimento KizombaÉ com imensa dor e trist...
16/07/2025

https://www.instagram.com/p/DMLKIsMAYLQ/?igsh=bHpjZmp6ZTE2djZp

Nota de Pesar — Movimento Kizomba

É com imensa dor e tristeza que o Movimento Kizomba recebe a notícia do grave acidente ocorrido na BR-153, em Porangatu (GO), envolvendo dois ônibus da Universidade Federal do Pará (UFPA), que se dirigiam ao 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia.

Entre sonhos, debates e esperanças, companheiras e companheiros viajavam rumo ao maior encontro do movimento estudantil da América Latina, levando em seus corações a vontade de transformar o Brasil por meio da educação.

Infelizmente, vidas de jovens e trabalhadores que carregavam o futuro foram interrompidas de forma trágica. Nos solidarizamos profundamente com as famílias, amigas, amigos, companheiras e companheiros de militância e com toda a comunidade da UFPA neste momento de imensa dor.

A União Nacional dos Estudantes está em diálogo com as autoridades e prestando todo o apoio necessário às vítimas e aos seus familiares.

Reafirmamos que perder uma de nós, um de nós, é perder parte de toda a força coletiva que constrói diariamente o movimento estudantil brasileiro.

Presentes, hoje e sempre.

Kizomba rumo ao CONUNE! 🚩✊🏽O CONUNE é o maior congresso estudantil do Brasil e acontecerá em Goiânia entre os dias 16 e ...
11/07/2025

Kizomba rumo ao CONUNE! 🚩✊🏽

O CONUNE é o maior congresso estudantil do Brasil e acontecerá em Goiânia entre os dias 16 e 20 de Julho! Um espaço de debates, formação e construção coletiva da luta pela educação pública.

Estamos levando mais de 60 estudantes do Rio Grande do Sul, mas precisamos de ajuda!

A inscrição custa R$ 150 e garante alojamento e alimentação durante o evento.

💡Adote um militante!
Com uma doação, você garante que um jovem participe do congresso e leve a voz de Porto Alegre até lá.

Toda ajuda é bem-vinda e qualquer valor de contribuição ajudará!

INFORMAÇOES DE COMO DOAR NO DIRECT DA KIZOMBA PELOTAS.
https://www.instagram.com/kizombapelotas?igsh=dDhiMWpoYjBlcXF4

Mylena Farias
Coordenação Nacional Kizomba

🥁 CONSTRUIR UMA NOVA CULTURA POLÍTICA PARA TRANSFORMAR O BRASIL 🥁

Endereço

Pelotas, RS

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DS Pelotas

A Democracia Socialista é uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores. Fundada em 1979, ela participou ativamente do processo de construção do PT e procura, desde então, dialogar com seus militantes na busca pela construção de um partido socialista, democrático, internacionalista, feminista e anti-racista, ecossocialista, defensor da ética pública e do republicanismo. A DS teve origem na fusão dos grupos políticos que militavam em torno da publicação do jornal Em Tempo, um dos maiores veículos alternativos dos anos de resistência à ditadura. Em dezembro de 1979, já integrando ativamente o movimento pró-fundação do PT, a maior parte dos militantes que participavam da publicação do Em Tempo reuniu-se em São Paulo para organizar o congresso de fundação da Democracia Socialista. Com a criação do PT, no ano seguinte, o grupo passou a atuar politicamente dentro do partido, tornando-se oficialmente uma tendência interna em 1986. No que diz respeito a sua atuação no PT, a DS atualmente se dedica a construção do Muda PT, que constitui um movimento mais amplo, de luta por um partido socialista e democrático. Além da atuação partidária, a DS também tem atuação na construção dos movimentos sociais. No movimento sindical, os militantes da corrente se organizam em torno da CUT Socialista e Democrática, a CSD. Já no movimento estudantil, seus militantes se aglutinam no movimento Kizomba.

Em Pelotas, estamos organizados nos movimentos de Trabalhadores de diversas categorias, na Universidade Federal e na luta em defesa do Lula Livre.

Fonte: https://www.facebook.com/democracia.socialistapt/