27/01/2026
POLÍTICA 📢 | O histórico político, econômico e social do Rio Grande do Norte está marcado por uma desigualdade social e a prevalência de uma economia primária e de serviços. Essa situação não adveio por obra da natureza. É fruto das escolhas feitas por forças políticas conservadoras que dirigiram o estado por décadas – e que, por concepção, se apropriaram dele como se fosse sua propriedade.
Desde então, o Rio Grande do Norte padece de um projeto estratégico para seu desenvolvimento. Suas riquezas e seus potenciais econômicos – em particular, o mineral e o energético –, quando explorados, atendiam aos interesses imediatos de uma elite política e empresarial. Era um modelo concentrador de renda e desprovido de um planejamento de longo prazo a serviço dos interesses do povo potiguar. Essa lacuna pretérita acumulou-se ao longo do tempo e constitui, até aos dias atuais, o maior obstáculo para que o estado não destrave sua matriz econômica e alcance o bem-estar da população.
A resultante desse processo político-histórico foi o colapso administrativo, fiscal e orçamentário do Rio Grande do Norte ao final de 2018, situação que levou a governadora Fátima Bezerra, recém-eleita, a decretar o estado de calamidade financeira. Esse pesado entulho foi deslocado pela nova gestão, mas seus efeitos repercutem até hoje sobre as condições fiscal e orçamentária do governo. É imprescindível resgatar essa origem e seus responsáveis para que a verdade sobressaia contra as narrativas de puro marketing eleitoral em curso.
por Divanilton Pereira
📸 Ricardo Stuckert/PR
___
📲 Leia a matéria completa em: www.vermelho.org.br | Link na Bio ⤴
📰 Siga o @oportalvermelho e fique por dentro de tudo que acontece na política nacional e internacional