Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região - CUT

Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região - CUT O Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região foi fundado em 1937 e recebeu a Carta de reconhecimento do Ministério do Trabalho em 1943.

Desde a sua fundação até 1986, a entidade não defendeu princípios classistas. Em 1986, com a deflagração de uma das maiores greves da categoria bancária, a direção da entidade na época omitiu-se de conduzir as atividades dos trabalhadores e trabalhadoras. Durante o período de greve um grupo de bancários (as) da base assumiu a responsabilidade de organizar - através de comissões - a luta pelos dire

itos dos trabalhadores (as). Após a greve, estes bancários (as) criaram uma chapa de oposição, que venceu as eleições sindicais seguintes. Esta eleição marcou o início de um processo de transformação no Sindicato dos bancários de Passo Fundo e Região. A entidade, antes omissa com relação às causas dos trabalhadores e burocrática passou a exercer sua função democrática, representativa e classista, marcada por uma gestão transparente. No início dos anos 90 foi instituída estatutariamente a Diretoria Colegiada e proporcional, que passou a administrar o Sindicato sem a figura do presidente. A base territorial e representativa do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região abrange as cidades de Passo Fundo, Lagoa Vermelha, Sananduva, Tapejara, Sertão, Ernestina, Ciríaco, David Canabarro, Água Santa, Charrua, Caseiros, Ibiaçá, Coxilha, Gentil, Mato Castelhano, Mulitemo e Santo Expedito do Sul.

17/01/2024
17/01/2024

Uma semana cheia de coisas boas
para todos nós!



17/01/2024

Pensamento oriental.

Leituras Livres

16/05/2019

Presidente da União Nacional dos Estudantes e dirigentes de DCEs falam sobre a mobilização desta quarta-feira em defesa da educação

GREVE DOA BANCÁRIOS - AUMENTO REAL OU NADA FEITOConstruímos já a maior greve do século XXI. Só no estado já são 1.100 lo...
21/10/2015

GREVE DOA BANCÁRIOS - AUMENTO REAL OU NADA FEITO
Construímos já a maior greve do século XXI. Só no estado já são 1.100 locais de trabalho paralisados.
Precisamos de 14 dias de greve para fazer os banqueiros negociarem. Ontem saíram dos 5,5% oferecidos na última mesa que tivemos de negociação até então, que fora lá nos idos 25/09, e nos ofereceram 7,5 de aumento. falamos não na mesa ainda. A categoria bancária que trabalha para além de sua condição física e mental, é só olhar o número de adoecimentos entre os bancários, não pode aceitar rebaixamento salarial.
Remarcaram reunião para hoje as 11 horas, ainda na manhã de hoje pediram para passar para as 14 horas, chegaram as 15 horas e nos ofereceram 8,75%. Falamos em alto e bom tom novamente não, não aceitaremos nada abaixo da inflação, queremos aumento real. Remarcaram para amanhã dia 22/10 as 14 horas de novo.(sera que vão chegar na hora?).
Não podemos acreditar que o sistema financeiro que aumentou seu lucro em mais de 27% neste último semestre em relação ao anterior, que só os 5 maiores bancos tiveram mais de 37 BILHÔES, isso mesmo 37 Bilhões de lucro, depois de pagar tudo sobrou 37 Bi, terá a cara de pau de não atender nossa necessidade real de aumento diante do aumento diário do custo de vida, nossa necessidade real de mais funcionários para termos melhores condições de trabalho e saúde, com redução das tais metas absurdas.
Estes banqueiros não fabricam dinheiro se tá lá é porque saiu de cá. Saiu do setor produtivo, da industria, do comercio e serviço e foi parar nos cofres destes banqueiros. Enquanto a nós trabalhadores sobram achatamento salarial desemprego e a crise, aos banqueiros que subiram suas tarifas 8 vezes mais que a inflação sobram benesses. Não pagam impostos não e ainda ganham bilhões do nosso dinheiro, dos nossos impostos com os títulos da dívida pública, estima-se que a cada 1% de aumento na taxa Selic são repassados mais de 30 bilhões aos banqueiros! Cada família de multimilionário que aplica nos títulos da dívida levam mais de 50 mil por dia dos nossos impostos!
Por tudo isso seguiremos firmes e em greve até a vitória!

20/10/2015

Amanhã tem negociação com Fenaban
Os bancários e bancárias estão em luta desde o dia 6/10. O silencio ensurdecedor da Fenaban foi quebrado este final de tarde.
A Federação Nacional dos Bancos não pode mais ficar caladas diante da maior greve da categoria do século XXI.
Amanhã as 16 horas inicia-se a nova rodada de negociação com os banqueiros.
Aqueles que contabilizam bilhões de lucro por semestre, dinheiros que sai das economias locais direto para o bolso de meia dúzia de acionistas, não podem nos negar melhores salários, mais empregos e melhores condições de trabalho. Afinal banqueiro não fabrica dinheiro, se tá lá é porque saiu daqui.
Na única reunião que teve para discutir cláusulas econômicas nos ofereceram redução salarial, metade da inflação.
Vergonhoso para o único setor da economia que cresce e como cresce. Os 5 maiores bancos tiveram mais de 37 Bilhões de lucro nos primeiros seis meses do ano.
Falamos NÃO em alto e bom tom. Agora esperamos que criem vergonha na cara e façam uma proposta descente. Porque enquanto nós nos expomos na greve e a sociedade paga não tendo acesso a serviços bancários eles nadam em dinheiro.
GREVE ATÉ A VITÓRIA!

09/10/2015

Categoria amplia paralisação em todo o País e aguarda o fim do silêncio da Fenaban

05/08/2015

Informativo Bimensal do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região - CUT.

NOTA DE ESCLARECIMENTO - BANCOS DESCUMPREM DECISÃO JUDICIALO Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região e a Federaç...
03/08/2015

NOTA DE ESCLARECIMENTO - BANCOS DESCUMPREM DECISÃO JUDICIAL

O Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região e a Federação dos Bancários do Rio Grande do Sul esclarecem a população em geral e aos trabalhadores bancários que os Bancos que estiverem abrindo agências para atendimento ao público estarão descumprindo a ordem judicial que determina a não abertura das mesmas confirmada a inexistência de policiamento ostensivo nas ruas das cidades do Rio Grande do Sul.

A inexistência de policiamento ostensivo é reconhecida pelas próprias autoridades policiais de forma pública. A inexistência de policiamento ostensivo é vista e sentida nas ruas pelos cidadãos. A não circulação de viaturas e policiais no número habitual e em diversos locais da cidade caracteriza a inexistência de policiamento ostensivo, fundamental para o funcionamento das agências bancárias.

A orientação das entidades sindicais é de que os gerentes dos bancos que insistirem na abertura das agências sejam notificados pelos sindicatos do descumprimento da decisão judicial e da sua responsabilização em caso da ocorrência de algum evento violento atingindo os trabalhadores.

Em Passo Fundo, nenhuma viatura saiará do quartel até o fim do dia. Apoiamos a luta dos servidores públicos.

Colegas...Campanha por + Empregados para a Caixa + CAIXA para o Brasil. Entre nesta campanha trocando sua foto de capa d...
31/07/2015

Colegas...

Campanha por + Empregados para a Caixa + CAIXA para o Brasil. Entre nesta campanha trocando sua foto de capa do FACEBOOK pela imagem neste post. Dia 06/08, mais atividades.

CARTA AOS CLIENTE E USUÁRIOS DA CAIXA

Faltam empregados nas agências da Caixa Econômica Federal de todo o país. Devido a esse problema, trabalhadores do banco enfrentam inúmeros problemas. Entre eles, sobrecarga e adoecimento. Para se ter uma ideia, cerca de 1.200 bancários são afastados todos os meses por problemas de saúde. Muitos deles são da Caixa.

Mas essa falta de empregados não afeta apenas a categoria. Os brasileiros, de forma geral, são muito prejudicados. As enormes filas nas agências, enquanto vários guichês de atendimento estão vazios, é apenas um dos exemplos. E isso não combina com a importância que a Caixa tem na vida de milhões de pessoas, sobretudo das mais carentes.

A Caixa tem mais de 80 milhões de correntistas e poupadores. Além disso, é no banco que são pagos, todos os dias, milhões de benefícios do Bolsa Família, seguro-desemprego, P*S, abono salarial e as aposentadorias e pensões do INSS. Em média, cada agência tem 17 trabalhadores. Mas há muitas funcionando com cinco ou menos. É desumano!

Tudo é ainda mais absurdo quando se avalia os números financeiros da Caixa. Em 2002, o lucro líquido do banco foi de R$ 2 bilhões. No ano passado, foram R$ 6,7 bilhões. Só entre janeiro e março de 2015, mais de R$ 1,5 bilhão. Resultados que vieram graças ao empenho dos empregados e à confiança que milhões de brasileiros depositam há 154 anos na Caixa.

No final de 2014, a Caixa tinha 101 mil empregados. Mas neste ano, por meio do Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA), mais de 3 mil saíram do banco. Ou seja, a falta de trabalhadores se agravou. Enquanto isso, milhares de aprovados no último concurso público aguardam convocação.

Forçar a Caixa a acelerar o ritmo de contratações depende de todos! Empregados, concursados e sociedade devem se unir para conquistar essa importante vitória. Graças à mobilização realizada este ano, evitamos que parte do banco fosse entregue ao capital privado. Mostremos novamente a força de todos que querem a Caixa mais forte e a serviço dos brasileiros.

Vamos à luta!

A direção estadual da APP-Sindicato repudia toda a ação policial usada contra a nossa categoria - e os demais companheir...
30/04/2015

A direção estadual da APP-Sindicato repudia toda a ação policial usada contra a nossa categoria - e os demais companheiros(as) servidores(as) do Estado - nesta trágica quarta-feira, 29 de abril, bem como nos dias que antecederam a votação do projeto de lei 252/2015. Neste dia, que entrará para a história como uma data a se lamentar, o governo do Paraná ultrapassou todos os limites. Da civilidade, da moralidade, da humanidade. O execrável exemplo de abuso de autoridade - protagonizado pelo governador Beto Richa e pelo secretário de Segurança Pública Fernando Francischini – é uma mancha deplorável na história do nosso Estado.
Centenas de policiais foram deslocados(as), de todas as regiões, para a capital, apenas com o intuito de garantir a votação, na Assembleia Legislativa do Paraná, de uma proposta que poderia ter encontrado consenso, mas que pela ganância e incompetência do governador, teve sua discussão atropelada. A polícia, em uma obediência cega e cruel, atirou milhares de balas de borrachas, bombas de gás e jatos de água em pessoas que protestavam contra um projeto que coloca em risco suas aposentadorias. O futuro suado de cada um de nós, servidor e servidora do Paraná.
E assim, neste dia, apesar da resistência pacífica e heróica dos(as) servidores(as) estaduais, a tramitação do projeto do governo continuou. Ao custo de sangue e lágrimas de centenas de trabalhadores(as). E isto, sim, é de lamentar e repudiar. Além de não podermos entrar e nos manifestar na Casa do Povo, fomos expulsos violentamente das ruas. É um desrespeito ao Estado Democrático de Direito. É o retorno de uma ditadura insana, na qual a vaidade e o projeto personalista do senhor governador se sobrepõe ao de milhares de trabalhadores e trabalhadoras.
Mas a direção estadual da APP-Sindicato continuará fazendo o seu papel, de organização e liderança, para que a nossa categoria renasça, mais uma vez, dessa tragédia e permaneça na luta por uma educação pública de qualidade e por respeito aos(às) trabalhadores(as) do Paraná.
Direção Estadual da APP-Sindicato
Fotos: Joka Madruga

A direção estadual da APP-Sindicato repudia toda a ação policial usada contra a nossa categoria - e os demais companheiros(as) servidores(as) do Estado - nesta trágica quarta-feira, 29 de abril, bem como nos dias que antecederam a votação do projeto de lei 252/2015. Neste dia, que entrará para a história como uma data a se lamentar, o governo do Paraná ultrapassou todos os limites. Da civilidade, da moralidade, da humanidade. O execrável exemplo de abuso de autoridade - protagonizado pelo governador Beto Richa e pelo secretário de Segurança Pública Fernando Francischini – é uma mancha deplorável na história do nosso Estado.

Centenas de policiais foram deslocados(as), de todas as regiões, para a capital, apenas com o intuito de garantir a votação, na Assembleia Legislativa do Paraná, de uma proposta que poderia ter encontrado consenso, mas que pela ganância e incompetência do governador, teve sua discussão atropelada. A polícia, em uma obediência cega e cruel, atirou milhares de balas de borrachas, bombas de gás e jatos de água em pessoas que protestavam contra um projeto que coloca em risco suas aposentadorias. O futuro suado de cada um de nós, servidor e servidora do Paraná.

E assim, neste dia, apesar da resistência pacífica e heróica dos(as) servidores(as) estaduais, a tramitação do projeto do governo continuou. Ao custo de sangue e lágrimas de centenas de trabalhadores(as). E isto, sim, é de lamentar e repudiar. Além de não podermos entrar e nos manifestar na Casa do Povo, fomos expulsos violentamente das ruas. É um desrespeito ao Estado Democrático de Direito. É o retorno de uma ditadura insana, na qual a vaidade e o projeto personalista do senhor governador se sobrepõe ao de milhares de trabalhadores e trabalhadoras.

Mas a direção estadual da APP-Sindicato continuará fazendo o seu papel, de organização e liderança, para que a nossa categoria renasça, mais uma vez, dessa tragédia e permaneça na luta por uma educação pública de qualidade e por respeito aos(às) trabalhadores(as) do Paraná.

Direção Estadual da APP-Sindicato

Fotos: Joka Madruga

28/04/2015

Endereço

Rua General Osório, 1411, Centro
Passo Fundo, RS
99010-140

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