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09/08/2013

Campo magnético do sol concluirá inversão nos próximos meses
A inversão de polaridade - norte e sul trocam de posição - ocorre no fim de cada ciclo solar, quando o dínamo magnético interno do Sol se reorganiza

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AFP
Imagem da NASA mostrando uma tempestade solar, 23 de janeiro 2012
Imagem da NASA mostrando uma tempestade solar: durante essa fase, que os físicos denominam máximo solar, as erupções de energia podem aumentar os raios cósmicos e ultravioleta que chegam à Terra.
Washington - Nos próximos três a quatro meses o campo magnético do Sol completará uma inversão de polaridade, um processo que ocorre a cada 11 anos e está quase na metade do caminho, informou nesta quarta-feira a Nasa (agência espacial americana).

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"Esta mudança terá repercussões em todo o sistema solar", disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford (Califórnia), em declarações para a agência espacial.

A inversão de polaridade - norte e sul trocam de posição - ocorre no fim de cada ciclo solar, quando o dínamo magnético interno do Sol se reorganiza.

Durante essa fase, que os físicos denominam máximo solar, as erupções de energia podem aumentar os raios cósmicos e ultravioleta que chegam à Terra, e isto pode interferir nas comunicações de rádio e afetar a temperatura do planeta.

Hoeksema é diretor do observatório Solar Wilcox, de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que estudam os campos magnéticos do Sol e cujos magnetogramas observaram o magnetismo polar da estrela a partir de 1976, desde quando já foram registrados três ciclos.

Phil Scherrer, outro físico solar em Stanford, disse que "os campos magnéticos polares do Sol se debilitam, ficam em zero, e depois emergem novamente com a polaridade oposta. É parte regular do ciclo solar".

O alcance da influência magnética solar, conhecida como heliosfera, se estende a bilhões de quilômetros além de Plutão, e as sondas Voyager, lançadas em 1977, que agora rondam o umbral do espaço interestelar, captam essa influência. EFE

A NASA vai estudar a influência do Espaço sobre a estrutura genética e protêica do homem, recorrendo a gêmeos. A ideia d...
08/08/2013

A NASA vai estudar a influência do Espaço sobre a estrutura genética e protêica do homem, recorrendo a gêmeos.
A ideia do experimento foi sugerida por dois gêmeos monozigóticos de 49 anos, Mark e Scott Kelly. Ambos são astronautas experientes. Scott Kelly partirá para a Estação Espacial Internacional em 2015, permanecendo ali um ano, enquanto que seu irmão Mark ficará na Terra. A presença simultânea dos gêmeos em lugares tão diferentes permitirá aos cientistas comparar as mudanças operadas em seus organismos.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_08/Astronautas-g-meos-participar-o-do-experimento-da-NASA-0130/

A NASA vai estudar a influência do Espaço sobre a estrutura genética e protêica do homem, recorrendo a gêmeos.

08/08/2013

Foi há um ano que a sonda “Curiosity” da NASA deu importante passo para a descoberta do planeta vermelho. Depois de 7 minutos sem contacto – os chamados sete minutos de terror – ficou confirmada a aterragem em Marte. E num ano de trabalho os cientistas tiveram a resposta que procuravam, a confirmação de que o planeta já teve condições para abrigar vida microbiana.

“Estabelecemos habitabilidade, que Marte teria suportado vida, agora vamos ver se encontramos sinais dessa vida no passado”, diz Allen Chen, da NASA. Para o fazer, a “Space Rover Curiosity” dirige-se para o chamado monte Sharp, uma pilha de sedimentos com 5 mil metros de altura, para ver se carbono orgânico foi preservado nas rochas.

Nos próximos anos americanos, russos e europeus tencionam enviar mais engenhos para reforçar a pesquisa do planeta vermelho

08/08/2013

São Paulo - Europa, uma das luas de Júpiter, é uma forte candidata a abrigar vida. Ao saber disso, a Nasa, agência espacial americana, tornou as pesquisas sobre o satélite natural uma prioridade e, agora, divulgou seus planos para a futura exploração do local.

Europa é uma lua com uma superfície gelada. Tem um oceano debaixo da sua crosta de gelo em contato com rochas no fundo. A lua é geologicamente ativa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida, ainda que na forma de micróbios e outras estruturas rudimentares.

imagem do planeta GJ 504b.
08/08/2013

imagem do planeta GJ 504b.

08/08/2013

Planeta GJ 504b: para NASA, planeta orbita a estrela GJ, do tipo G0 504, pouco mais quente que o Sol e pouco visível a olho nu na constelação de Virgem

Endereço

Parnamirim, PE
56163000

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