Colônia Papagaios Novos Colonização Russos Alemães do Volga

Colônia Papagaios Novos Colonização Russos Alemães do Volga Objetivo desta Página é reunir e dar conhecimento da História da colonização dos Russos Alemães do Volga de Fatos/Fotos antigas e atuais desta comunidade

16/03/2020
19/09/2019
05/07/2019

Casas Típicas dos Imigrantes Russos Alemães do Volga

05/07/2019

Casa em Vieiras de Gaspar Viante (Casa antiga não existe mais)

05/06/2019
Com  grande pesar, comunicamos  o falecimento do senhor  SERGIO STELLE, ocorrido à 01h00 no dia 01/06/2019 em Hospital d...
01/06/2019

Com grande pesar, comunicamos o falecimento do senhor SERGIO STELLE, ocorrido à 01h00 no dia 01/06/2019 em Hospital de Palmeira aos 55 anos de idade.
Sergio Stele deixa a lamentar as seguintes pessoas:
Sua esposa: Meri Aparecida Stele.
Os filhos: Gilson e Kessyane.
Deixa ainda 1 neto e demais familiares e amigos.
Seu velório está sendo realizado na Capela de Luto da Vilinha.
O féretro partirá às 17h00 do dia 01/06/2019 para sepultamento no Cemitério da Vilinha.

02/05/2019

A história dos imigrantes que levavam o nome da região onde habitavam os Russos Alemães do Volga, assim denominados, por terem migrados de onde hoje é a Alemanha para a Rússia a convite da Czarina Catarina II, que ao longo de centenas de anos passaram por momentos difíceis mas foi com a morte da Czarina Catarina II, quando assumiu o trono seu filho perderam muitos direitos e a perseguição foi determinante para parte deste povo imigrarem para terras desconhecidas.
A convite de D. Pedro II para o cultivo do trigo com muita coragem desembarcaram em terras brasileiras na região dos Campos Gerais nas cidades de Ponta Grossa, Lapa e Palmeira.

Os imigrantes Russos Alemães que optaram pelo Brasil, estabeleceram-se em sua maioria, na região sul do Brasil, no estado do Paraná, na região dos Campos Gerais, nos anos 1878 e 1879, onde foram criados três núcleos de colônias.

Em Ponta Grossa, a colônia Octávio com 2.442 imigrantes, sendo 615 famílias; Núcleos Taquary, Tibagy, Guaraúna, Uvaranas, Floresta e Eurídice.

Na Lapa, as colônias de Marienthal, Johannesdorf e Virmond, com 291 imigrantes, sendo 68 famílias.

Em Palmeira, a colônia Sinimbú com 798 imigrantes, sendo 213 famílias; Núcleos Marcondes/Pugas, do Lago, Santa Quitéria, Papagaios Novos, Capão da Anta e Quero Quero, sendo três Católicas e três Luteranas.

As três Luteranas foram:

Colônia Quero-Quero - As Famílias: Albach, Bauer, Christhensohn, Eurich, Hartmann, Hopp, Hornus, Jurk, Knaup, Muller, Neuwirth, Rosenberg, Ruppel, Schweigert, Schwobel, Tammer e Wagner.

Colônia Papagaios Novos - As Famílias: Doning, Dups, Gorte, Holzheier, Justus, Margraf, Rein, Ruppel, Schaffer, Stahle e Zottel.

Colônia Capão d’Anta - As Famílias: Eurich, Hartmann, Hornus, Lederer e Wiegand. - Obs.: Estas famílias abandonaram estas terras por serem improdutivas muito ruim até para o cultivo de subsistência e se juntaram aos da Colônia Quero Quero..

A maioria das colônias não prosperou devido a diversos problemas. Destaca-se a pouca fertilidade do solo, fato que gerava como consequência o insucesso nas lavouras de trigo, fato que na década de 1890 muitos imigrantes foram para a Argentina, só em Ponta Grossa das 615 famílias ficaram 323 famílias. Infelizmente alguns dos que ficaram foram enganados, comprando terras estimulados pelo imperador D. Pedro II. Estas terras, contudo, foram tomadas dos mesmos durante a revolução com a salvaguarda dos republicanos. Os que permaneceram abandonaram a atividade agrícola e passaram a se dedicar ao serviço de transporte de mercadorias com carroções. Outros rumaram para as cidades em busca de novas oportunidades de trabalho, passaram a trabalhar em obras públicas e outras atividades urbanas, enfraquecendo, por conseguinte, os núcleos coloniais.

O uso da língua alemã no Brasil entrou em declínio na década de 1930, quando foi proibida pelo ex-presidente Getúlio Vargas, durante a ditadura do Estado Novo. O Brasil havia declarado guerra à Alemanha e os imigrantes alemães não podiam mais falar seu idioma natal. Alguns continuaram falando seus dialetos em casa e em lugares privados, mas a maioria acabou por adotar definitivamente o português como língua.

É na Colônia Johannesdorf na Lapa-PR..
02/05/2019

É na Colônia Johannesdorf na Lapa-PR..

KRAUND UND DICK
27/04/2019

KRAUND UND DICK

O prato típico dos descendentes russo-alemães foi tomado como patrimônio imaterial de Palmeira, nos Campos Gerais

22/03/2019

PALMEIRA ANTIGA

O Pão de bafo, conhecido também como Pão de Russo, é um prato típico do município de Palmeira, localizado na região dos ...
21/03/2019

O Pão de bafo, conhecido também como Pão de Russo, é um prato típico do município de Palmeira, localizado na região dos Campos Gerais do Paraná, região que recebeu os imigrantes russos-alemães. A iguaria era consumida, inicialmente, nas colônias de imigrantes em PAPAGAIOS NOVOS, Quero Quero, Santa Quitéria, Lago, Pugas e Vieiras. O prato chamado "kraund und dick" que leva basicamente massa de pão cozida no v***r, repolho e derivados de carne suína, foi trazida pelos imigrantes russos-alemães por volta de 1878.
Em 2015, o prato típico mantido por tradição a quase 140 anos, foi tombado pela prefeitura de Palmeira como patrimônio cultural imaterial do município. O tombamento do prato como “Pão no Bafo” o primeiro patrimônio imaterial destacando uma tradição passada de geração em geração. A proposta formalizada após a verificação de que o preparo se enquadrava na legislação vigente do Ministério da Cultura e IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio imaterial.

Endereço

Colônia Papagaios Novos
Palmeira, PR

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