Vale da Utopia

Vale da Utopia O Vale da Utopia Este espaço se destina à divulgação de informações com intenção de promover a cultura de preservação do lugar.
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06/04/2026

Há quase quatro décadas, Vilmar Godinho trocou a vida na cidade pela tranquilidade de uma caverna no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina...

03/04/2026

A petição virtual repercute um processo que segue em tramitação

Mais de 2,3 mil pessoas já participaram de um abaixo-assinado virtual criado para defender a permanência de Vilmar Godinho .godinho em uma caverna no Vale da Utopia. Criada neste mês de março, a petição online se posiciona a favor do homem que vive há cerca de 36 anos no local.

Organizado por moradores da região sul de Palhoça e apoiado por entidades locais, o abaixo-assinado está disponível através de link:https://c.org/qZtJdRxtLp.

“Entendemos que sua permanência representa um exemplo concreto de convivência sustentável dentro de uma unidade de conservação, além de possuir relevante valor educativo, ambiental e cultural”, diz a organização.

A mobilização virtual surge em meio à repercussão do caso de Vilmar Godinho. Após mais de três décadas vivendo em meio à natureza, ele pode ser retirado do Vale da Utopia por conta de uma ação judicial acompanhada por órgãos ambientais.

Entenda o caso

Nascido no Rio Grande do Sul, Vilmar afirma ter chegado no Vale da Utopia há cerca de 36 anos. Ele se estabeleceu em uma caverna e, desde então, vive no local. Morando nesse cenário paradisíaco, Vilmar fez muitos amigos. Ali, ele diz ajudar na preservação da natureza e, inclusive, já organizou mutirões de recolhimento de lixo.

Há cerca de uma década, essa situação começou a ser ameaçada por uma ação judicial. Isso porque o perímetro onde vive faz parte de uma área de preservação ambiental. Geograf**amente, o espaço integra o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (Paest)

Mas foi recentemente que essa ação ganhou novos capítulos. Isso porque o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) chegou a propor um acordo que permitiria que Vilmar permanecesse na área sob determinadas condições.

Em contraponto, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC) teria se manifestado de forma contrária à permanência dele no local. O órgão é responsável pela fiscalização da área.

Foto: c.ancelmofotografia

Leia a reportagem completa em www.palhocense.com.br

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03/04/2026
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22/03/2026

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A luta de Vilmar: o ermitão do Vale da Utopia.

Natural de Porto Alegre, Vilmar Godinho vive há 36 anos em uma caverna formada por duas grandes rochas no Vale da Utopia, entre a Guarda do Embaú e a Pinheira, em Palhoça, a cerca de 50 km de Florianópolis. Conhecido como “Guardião do Vale”, ele conta que tudo começou no verão de 1990, quando foi passar alguns dias na praia e decidiu f**ar. Desde então, trocou a vida urbana por uma rotina simples em meio à natureza preservada do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, enfrentando diariamente o peso físico de manter sua moradia e sobreviver em um ambiente isolado.

A vida sem recursos modernos exige disciplina constante. Sem geladeira ou facilidades urbanas, Vilmar organiza sua alimentação com itens duráveis e depende de longas caminhadas para se abastecer. A higiene é feita de forma manual, com água de riacho, enquanto o frio e a umidade do litoral catarinense tornam o movimento contínuo essencial para manter o corpo aquecido. Apesar das dificuldades, sua escolha é consciente: ele mantém vínculos familiares e rejeita a ideia de isolamento, defendendo um estilo de vida baseado na autonomia e no contato direto com a natureza.

A decisão de viver fora dos padrões também trouxe conflitos. Em 2016, sua permanência virou alvo de disputa judicial, com ordem de desocupação e multa diária, o que gerou forte reação popular. A campanha “Deixem o Vilmar em paz” mobilizou apoiadores e levantou debates sobre seu impacto ambiental. Mesmo assim, ele seguiu presente, inclusive nas redes sociais, onde rebate críticas. Com a liminar suspensa, permanece na caverna, sustentado pelo apoio da comunidade local e pela convicção de continuar como guardião daquele espaço.

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22/03/2026

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🌿 ELE TROCOU A VIDA URBANA POR UMA CAVERNA… E VIROU UM SÍMBOLO! 😳

No coração do Vale da Utopia, em Palhoça, o Vilmar Godinho vive há mais de 36 anos em uma caverna dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Ex-publicitário e jornalista de Porto Alegre, ele abandonou a agitação da vida urbana nos anos 90 e transformou um simples acampamento em moradia permanente, adotando um estilo de vida baseado na autonomia e na preservação ambiental.

🔥 Vivendo sem energia elétrica e sem água encanada, Vilmar cultiva sua própria horta orgânica, utiliza forno a lenha e coleta água de fontes naturais. Vegetariano há mais de 40 anos, ele mantém uma rotina de simplicidade voluntária, mas continua conectado ao mundo por meio da leitura, de uma coleção de livros e até do uso de celular. Além disso, atua como um verdadeiro guardião do Vale: recolhe lixo deixado por turistas, orienta visitantes sobre práticas sustentáveis e compartilha conhecimento com estudantes e pesquisadores.

⚠️ Atualmente, Vilmar enfrenta uma disputa judicial com o Ministério Público de Santa Catarina, que pede sua saída por estar vivendo em uma Unidade de Conservação de Proteção Integral. Ele afirma que não explora o local, mas sim o protege. A situação gerou grande mobilização nas redes com a campanha “Deixem o Vilmar em Paz”. E você… ele deve permanecer ou sair? 👇😳

22/03/2026
21/03/2026

⚠️Vilmar Godinho é uma figura conhecida entre quem frequenta o Vale da Utopia, um dos lugares mais preservados e místicos do litoral catarinense, localizado entre a Praia da Guarda do Embaú e a Praia da Pinheira.

Natural de Porto Alegre, ele escolheu abandonar o padrão tradicional de vida urbana há mais de três décadas para viver de forma simples, em contato direto com a natureza. Sua “casa” é uma formação natural de pedras; praticamente uma caverna; onde ele construiu um estilo de vida autossuficiente, sem luxo, sem pressa e sem apego ao consumo.

Ele ficou conhecido como uma espécie de “guardião” do vale. Muitos visitantes relatam que ele orienta sobre preservação, respeito ao lugar e convivência com a natureza. Ao mesmo tempo, a presença dele levanta debates: enquanto alguns o veem como símbolo de liberdade, outros questionam a ocupação em área de preservação.

Nem todo mundo escolhe correr. Alguns escolhem f**ar.

Entre trilhas, pedras e o som do mar batendo ao fundo, existe um homem que decidiu sair do mundo… sem sair dele.

Natural de Porto Alegre, Vilmar Godinho vive há mais de 36 anos em uma caverna no Vale da Utopia; um dos cenários mais brutos e intocados entre a Praia da Guarda do Embaú e a Praia da Pinheira.

Enquanto o mundo corre atrás de mais, ele escolheu precisar de menos.

Sem paredes de concreto, sem rotina engessada, sem o barulho constante da pressa. Só pedra, vento, mar e silêncio.

Alguns chamam de isolamento. Outros, de coragem.

Mas talvez seja apenas liberdade no estado mais puro; aquela que não cabe na cidade, não cabe no relógio e não cabe na lógica de quem nunca parou pra se escutar.

No meio de tudo que é artificial, ainda existe quem viva de verdade.

E isso diz mais sobre nós… do que sobre ele. E aí , terias coragem…

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17/03/2026

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Há mais de três décadas, um homem abriu mão da vida urbana para viver em meio à natureza. O local escolhido foi um dos destinos paradisíacos de Palhoça: o Vale da Utopia. Essa é a história de Vilmar Godinho. Desde então, ele mora em uma caverna e diz prezar pela preservação ambiental da região. Mas tudo pode mudar por conta de um processo que voltou a repercutir na última semana. O caso é acompanhado por órgãos do meio ambiente. 

Nascido no Rio Grande do Sul, Vilmar diz habitar o Vale da Utopia há 36 anos. Há cerca de uma década, começou a tramitar uma ação para impedir a permanência dele no local. Isso porque o perímetro onde ele vive é uma área de preservação ambiental. Geograf**amente, o local aparece nas dependências do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (Paest).

Com jeito tranquilo, Vilmar afirma ter chegado na região após diversas viagens pelo país. Por ali, ele decidiu f**ar e cuidar da natureza. Ele se descreve como amigo dos animais. É com um discurso de cuidado e preservação à terra que Vilmar diz querer permanecer no local. 

Ele também afirma que a área da caverna onde mora já teve moradores anteriores. Segundo os relatos, um escritor teria vivido ali. Depois, uma artista teria habitado o local. Quando chegou no Vale, há 36 anos, Vilmar disse ter encontrado muito lixo e conta ter limpado as imediações. Assim, ele começou a habitar e a cuidar do local. 

Muitas amizades surgiram ao longo dos anos, tanto da população dos entornos, quanto de visitantes que chegaram por meio das trilhas. Mesmo em meio à natureza, ele tem um perfil nas redes sociais. Além disso, páginas online em sua defesa realizam postagens regulares. É o exemplo da página “Deixem o Vilmar em Paz”, com mais de 24 mil seguidores no Facebook. 

Com milhares de curtidas, uma publicação de 3 de março aborda o assunto. “Vilmar responde a um processo movido pelo Ministério Público há quase dez anos. Recentemente, o MP propôs um acordo permitindo que ele continue morando no local como sempre viveu: cuidando, preservando e zelando pelo meio ambiente”, argumenta o texto.

Leia a reportagem completa em www.palhocense.com.br

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17/03/2026

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Editorial da edição 1033 do jornal Palhocense:

Um porta-voz espontâneo da preservação

A história de Vilmar Godinho no Vale da Utopia e na região da Guarda do Embaú transcende qualquer debate. Há quase quatro décadas, quando o local ainda estava longe de figurar em roteiros turísticos e nas redes sociais, ele escolhia viver ali de forma simples, silenciosa e respeitosa. Mais do que ocupar um espaço, Vilmar construiu uma relação simbiótica com a natureza, baseada em equilíbrio, respeito e contemplação. Em uma época em que a palavra “ambientalismo” sequer fazia parte do vocabulário popular, ele já colocava em prática uma filosofia de vida que hoje se tornou prerrogativa para a sustentabilidade do globo.

É evidente que áreas de preservação precisam de regras e fiscalização. Mas também é verdade que existem histórias humanas que ajudam a construir a própria identidade desses lugares. Ao longo de 36 anos, Vilmar não ficou conhecido por degradar ou explorar o Vale da Utopia, mas justamente o contrário: tornou-se um guardião informal da região, alguém que limpou, cuidou e ensinou, por meio do exemplo, que é possível coexistir com a natureza sem dominá-la. Vilmar é o próprio guardião do tesouro da Guarda do Embaú. Sua presença, para muitos visitantes e moradores da região, sempre simbolizou uma convivência possível entre ser humano e Mata Atlântica.

Talvez seja o momento de olhar para essa história com mais sensibilidade. Em vez de impedir sua permanência, por que não reconhecer o valor simbólico e educativo dessa trajetória? Por que não enxergar em Vilmar um porta-voz espontâneo da preservação, um representante legítimo de um modo de vida que respeita os limites naturais? Às vezes, proteger o meio ambiente passa por ouvi-lo. E o Vale da Utopia diz: f**a!

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17/03/2026

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🌞 Bom dia!

A edição 1033 do Jornal Palhocense já chegou e está circulando pela cidade! 🗞️

Você pode folhear agora mesmo pelo link da bio ou passar em um dos centenas de pontos de distribuição pela cidade e garantir sua edição impressa.

Uma ótima leitura e um excelente dia! 📖✨

Deixem o Vilmar em Paz - Guardião do Vale da Utopia - Guarda do Embaú - SCQuem protege a natureza não pode ser punido: d...
14/03/2026

Deixem o Vilmar em Paz - Guardião do Vale da Utopia - Guarda do Embaú - SC

Quem protege a natureza não pode ser punido: deixem o Vilmar em paz!

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Há 36 anos Vilmar Godinho cuida do Vale da Utopia, no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Agora ele pode ser expulso do lugar que protege.

Vilmar passou a viver neste local com autorização do proprietário das terras e, ao longo de mais de três décadas, tornou-se uma referência regional por sua dedicação à preservação ambiental.

Sua presença no Vale da Utopia é amplamente reconhecida por moradores e visitantes, que o consideram o guardião do vale.

Agora, quase dez anos depois, quando o processo caminha para uma possível solução por meio de acordo com o Ministério Público, o IMA posicionou-se contra essa possibilidade, afirmando que a permanência de Vilmar no local “fere os objetivos e as diretrizes legais do Parque”. Essa posição, no entanto, causa estranheza, pois contrasta com laudos técnicos elaborados pelo próprio IMA ao longo do processo.

Entendemos que sua permanência representa um exemplo concreto de convivência sustentável dentro de uma unidade de conservação, além de possuir relevante valor educativo, ambiental e cultural.

Junte sua voz à nossa: deixem Vilmar em paz.

Movimento de Apoio:



Endereço

Morro Da Guarda Do Embaú
Palhoça, SC
88139.351

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