Coletivo Negro Caó

Coletivo Negro Caó Coletivo de estudantes negros e negras da Facvldade de Direito da UFF

📢 **Vem aí o Festival Caó!**  🌍 **Tema**: *A Luta e a Resistência do Povo Negro no Direito e na Sociedade*  🗓 **Data**: ...
04/12/2024

📢 **Vem aí o Festival Caó!**

🌍 **Tema**: *A Luta e a Resistência do Povo Negro no Direito e na Sociedade*

🗓 **Data**: 10 de dezembro (terça-feira)
📍 **Local**: Faculdade de Direito da UFF

💡 O **Festival Caó** é um evento especial do **Novembro Negro** que reúne debates, reflexões e manifestações culturais para valorizar a identidade negra e fortalecer o reconhecimento das tradições e da cultura afro-brasileira.

✨ Vamos discutir temas essenciais como o **racismo estrutural**, o impacto da **Lei de Cotas** e o **encarceramento da população negra**, além de celebrar a riqueza das manifestações culturais afro-brasileiras, com rodas de capoeira, Jongo da Lapa, oficinas e muito mais!

👥 **Aberto a estudantes, professores, servidores e à comunidade externa**. Junte-se a nós nessa luta por mais igualdade, representatividade e valorização da cultura negra!

📲 Marque na agenda, convide seus amigos e acompanhe as novidades nas redes sociais do Coletivo Negro Caó.

**📢 Participe, resista, celebre!** ✊🏾

📢 Vem aí o Festival Caó!🌍 Tema: A Luta e a Resistência do Povo Negro no Direito e na Sociedade🗓 Data: 26 de novembro  📍 ...
22/11/2024

📢 Vem aí o Festival Caó!

🌍 Tema: A Luta e a Resistência do Povo Negro no Direito e na Sociedade

🗓 Data: 26 de novembro
📍 Local: Faculdade de Direito da UFF

💡 O Festival Caó é um evento especial do Novembro Negro que reúne debates, reflexões e manifestações culturais para valorizar a identidade negra e fortalecer o reconhecimento das tradições e da cultura afro-brasileira.

✨ Vamos discutir temas essenciais como o Racismo estrutural, o impacto da **Lei de Cotas** e o Encarceramento da população negra, além de celebrar a riqueza das manifestações culturais afro-brasileiras, com rodas de capoeira, Baile Charme, oficinas e muito mais!

👥 Aberto a estudantes, professores, servidores e à comunidade externa. Junte-se a nós nessa luta por mais igualdade, representatividade e valorização da cultura negra!

📲 Marque na agenda, convide seus amigos e acompanhe as novidades nas redes sociais do Coletivo Negro Caó.

📢 Participe, resista, celebre!✊🏾

Apoio: niteroi




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🗓 Dia da Consciência Negra: Memória, Resistência e o Legado da Lei Caó O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de no...
20/11/2024

🗓 Dia da Consciência Negra: Memória, Resistência e o Legado da Lei Caó

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, é um marco no calendário brasileiro para a reflexão sobre a história e as contribuições da população negra ao país. Essa data homenageia Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares e símbolo da luta pela liberdade e contra a escravidão. Mais do que um momento de celebração, é uma oportunidade para reafirmar o compromisso com a igualdade racial e os direitos humanos - bandeiras que ainda precisam ser constantemente defendidas.

Nesse contexto, a figura de Carlos Alberto de Oliveira, conhecido como Caó, se destaca como uma liderança essencial na luta contra o racismo no Brasil. Advogado, Jornalista e Deputado Federal, Caó dedicou sua trajetória à defesa dos direitos da população negra e trabalhadora. Sua maior conquista legislativa foi a Lei nº 7.716/1989, que criminalizou o racismo no Brasil, tornando-o inafiançável e imprescritível.

A Lei Caó é um marco na história do ordenamento jurídico brasileiro, pois tornou o preconceito racial um crime inafiançável e imprescritível. Até então, o racismo era tratado de forma superficial, com punições pouco efetivas. A partir dessa Lei, o Brasil deu um passo importante no enfrentamento às práticas discriminatórias, embora a sua efetividade dependa de uma contínua vigilância da sociedade e do poder público.

Caó também foi autor de propostas que buscavam a valorização do trabalhador e maior equidade social. Sua atuação no Congresso Nacional e nas ruas refletiu a urgência de enfrentar as desigualdades históricas que marcam o Brasil.

No Dia da Consciência Negra, lembrar a trajetória de Caó é fundamental para entendermos que a luta por igualdade não é apenas um dever moral, mas também um compromisso político. O combate ao racismo estrutural e institucional, ainda evidente em diversas esferas da sociedade, exige inspiração em figuras como Zumbi, Caó e tantos outros que dedicaram suas vidas a construir um Brasil mais justo.

Sigamos comprometidos com a luta pela igualdade racial e justiça social.

🗓 Dia da Consciência Negra: Memória, Resistência e o Legado da Lei Caó O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de no...
20/11/2024

🗓 Dia da Consciência Negra: Memória, Resistência e o Legado da Lei Caó

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, é um marco no calendário brasileiro para a reflexão sobre a história e as contribuições da população negra ao país. Essa data homenageia Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares e símbolo da luta pela liberdade e contra a escravidão. Mais do que um momento de celebração, é uma oportunidade para reafirmar o compromisso com a igualdade racial e os direitos humanos - bandeiras que ainda precisam ser constantemente defendidas.

Nesse contexto, a figura de Carlos Alberto de Oliveira, conhecido como Caó, se destaca como uma liderança essencial na luta contra o racismo no Brasil. Advogado, Jornalista e Deputado Federal, Caó dedicou sua trajetória à defesa dos direitos da população negra e trabalhadora. Sua maior conquista legislativa foi a Lei nº 7.716/1989, que criminalizou o racismo no Brasil, tornando-o um crime inafiançável e imprescritível.

A Lei Caó foi um marco na história do ordenamento jurídico brasileiro, pois tornou o preconceito racial um crime inafiançável e imprescritível. Até então, o racismo era tratado de forma superficial, com punições pouco efetivas. A partir da Lei, o Brasil deu um passo importante no enfrentamento às práticas discriminatórias, embora a sua efetividade dependa de uma contínua vigilância da sociedade e do poder público.

Caó também foi autor de propostas que buscavam a valorização do trabalhador e maior equidade social. Sua atuação no Congresso Nacional e nas ruas refletiu a urgência de enfrentar as desigualdades históricas que marcam o Brasil.

No Dia da Consciência Negra, lembrar a trajetória de Caó é fundamental para entendermos que a luta por igualdade não é apenas um dever moral, mas também um compromisso político. O combate ao racismo estrutural e institucional, ainda evidente em diversas esferas da sociedade, exige inspiração em figuras como Zumbi, Caó e tantos outros que dedicaram suas vidas a construir um Brasil mais justo.

Sigamos comprometidos com a luta pela igualdade racial e justiça social.

Alô, negritude da Faculdade de Direito da UFF, temos uma novidade muito bacana para vocês. ✊🏾✊🏽✊🏿O Coletivo Caó voltou c...
25/09/2024

Alô, negritude da Faculdade de Direito da UFF, temos uma novidade muito bacana para vocês. ✊🏾✊🏽✊🏿

O Coletivo Caó voltou com o CHURRASCAÓ e ele acontecerá nessa sexta-feira no bar do biscoito às 18h, não fiquem fora dessa.

Todos os negros da Faculdade serão bem-vindos.

Obs.: a bebida será consumida no bar.

ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES E COLETIVOS NEGROS DA UFF  No dia 19/09, às 19h, será realizada uma reunião com o objetiv...
13/09/2024

ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES E COLETIVOS NEGROS DA UFF

No dia 19/09, às 19h, será realizada uma reunião com o objetivo de fortalecer o diálogo entre estudantes negros sobre questões que afetam diretamente a nossa vida na Universidade Federal Fluminense.
Falaremos sobre as políticas de Ação afirmativa e sobre a Assessoria de Ações Afirmativas da nossa universidade.

Vem com a gente dialogar sobre a sua vida na UFF!

Link: meet.google.com/ofi-qvee-ruk

Caros colegas da Faculdade de Direito,É com grande entusiasmo que convidamos todos vocês para a confraternização do Cole...
01/08/2024

Caros colegas da Faculdade de Direito,

É com grande entusiasmo que convidamos todos vocês para a confraternização do Coletivo Negro Caó, que acontecerá no dia 8 de agosto. Este evento será uma oportunidade única para nos encontrarmos, fortalecermos nossos laços e discutirmos questões importantes para a nossa comunidade.

A confraternização ocorrerá a partir das 18h, no auditório 1 do Campus da Presidente Pedreira.

Venha compartilhar este momento conosco, fortalecer a nossa união e contribuir para um ambiente mais inclusivo e consciente na nossa instituição. Sua presença é fundamental para que possamos continuar avançando em nossa luta por igualdade e justiça.

Contamos com você!

Abraços,
Coletivo Negro Caó

Não é de hoje que os movimentos negros debatem acerca da pauta do espaço universitário ser excludente, conservador e, ma...
13/11/2021

Não é de hoje que os movimentos negros debatem acerca da pauta do espaço universitário ser excludente, conservador e, majoritariamente, branco. De uns anos pra cá, mais pessoas negras foram adentrando esse espaço e, diariamente, a nossa existência enquanto negros universitários modifica o ambiente acadêmico. Lutamos – porque temos que lutar – pela inclusão, pelo respeito à diversidade e pela acessibilidade. Isso porque a Academia não foi organizada pensando na gente, mas sim na experiência universal e imparcial: a do homem branco.
Na última semana, recebemos uma denúncia de formandas do Direito da UFF de Niterói falando que a empresa de formatura que contrataram se recusou, ativamente, a adquirir capelos que fossem acessíveis aos seus cabelos crespos e cacheados. Como a maioria das pessoas que têm esse tipo de cabelo devem saber, o capelo entendido como “tradicional” não cabe em cabeças crespas e cacheadas: pelo volume do cabelo e pelo motivo de que, caso encaixe, o cabelo seja amassado.
De acordo com o relato, a empresa afirmou que o capelo “tradicional” é adaptável a qualquer tipo de cabelo, mas sugeru que as formandas que precisassem desse capelo diferenciado, que comprassem e levassem. Tal sugestão demonstra, mais uma vez, que nós devemos estar sempre nos adaptando à experiência universal (branca e masculina), nunca o contrário, e que esses espaços são desenvolvidos com um único público-alvo, quem ousar ser diferente que compre seu próprio produto e leve.
Entendendo que essa experiência não é única e não é a primeira vez que isso acontece – haja vista que a empresa não estava equipada com capelos específicos para cabelos crespos/cacheados –, viemos fazer esse post no intuito de incentivar essa conversa, para que seja uma das últimas vezes que isso aconteça.

A fim de fechar o Caó Explica do Mês da Consciência Negra, faz-se necessário suscitar um assunto que não é novo, mas que...
27/11/2020

A fim de fechar o Caó Explica do Mês da Consciência Negra, faz-se necessário suscitar um assunto que não é novo, mas que ainda precisa ser debatido pelos seus indivíduos: a branquitude.
Em “Pele Negra, Máscaras Brancas” (1952), Fanon disserta sobre a existência da zona do “não-ser”, habitada pelo negro a partir do olhar imperial do branco que o fixou ali.
Reconhecer os privilégios, portanto, perpassa repensar a existência branca e o seu histórico lugar de “ser”, já que o debate racial é sempre voltado para a negritude, ainda que autores como Albert Memmi tenham apontado a importância de se problematizar também o opressor.
É preciso sedimentar que o racismo é, antes de tudo, uma questão de poder. Pessoas brancas mais críticas, por mais que repudiem racismo, também podem ser racistas, já que se trata de um sistema que confere a elas uma posição de superioridade.
Aqui, vale pontuar, que o termo branquitude crítica e branquitude acrítica foi proposto por Lourenço Cardoso inspirado pelos “critical whiteness studies”, que, nos anos 1990 nos Estados Unidos e do Reino Unido, procuraram descobrir e distinguir os diferentes tipos de racismos desde os praticados sutilmente até os casos mais bárbaros e explícitos, como, por exemplo, a morte por espancamento de João Alberto, o mais recente caso que tomou proporções nacionais.
Por isso, a práxis antirracista exige constante de reflexão sobre seus próprios privilégios e suas atitudes e que não restrinja a quem é oprimido.

Fontes:
https://www.geledes.org.br/definicoes-sobre-branquitude/
https://diplomatique.org.br/o-medo-dos-brancos-em-falar-da-branquitude/
http://biblioteca.clacso.edu.ar/Colombia/alianza-cinde-umz/20131216065611/art.LourencoCardoso.pdf

A cineasta afro-descendente Juliana Vicente conversa sobre a potente juventude negra brasileira contemporânea. Grandes n...
24/11/2020

A cineasta afro-descendente Juliana Vicente conversa sobre a potente juventude negra brasileira contemporânea. Grandes nomes refletem sobre o "Afrofuturismo" como movimento estético e filosófico.

Na produção, eles são protagonistas, donos da voz, do discurso e do lado, até agora, pouco contado da história. "Hoje, representar personagens negras, narrativas negras, é uma certa responsabilidade de renovação do olhar que a gente tem", diz o diretor de cinema e um dos entrevistados Gabriel Martins.

A série foi capaz de ultrapassar barreiras, construindo uma nova imagem do Brasil no exterior e conectando pessoas negras pelos cinco continentes.

Disponível no canal Futura e na Netflix!

20 de novembro de 2020. Celebração do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.Mas quem tem comemorado? No país em q...
21/11/2020

20 de novembro de 2020. Celebração do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
Mas quem tem comemorado? No país em que o futuro de um jovem e negro é brutalmente interrompido a cada 23 minutos, o que há de ser celebrado?
Temos vivido um ano de extrema atipicidade em razão da Covid-19, com 168.662 mortes confirmadas no Brasil e 1.338.100 no mundo. Contudo, nossos sérios dilemas raciais não sofreram qualquer alteração.
Não podemos cair na falácia de que não há racismo no Brasil e que todos somos enxergados da mesma forma, como insistem Bolsonaro e seu vice, Mourão. Não somos!
Perdemos João Pedro, Miguel, João Alberto, no dia anterior ao 20 de novembro, e tantos outros somente esse ano.
É hora de todos assumirmos um compromisso verdadeiramente antirracista!
Ainda que tenhamos aumentando significamente a participação de candidatos negros nas Câmaras Municipais, especialmente candidatas trans, o que é um ótimo progresso, não é suficiente.
Que aproveitemos a data de ontem - e todos os dias - para refletir sobre o legado de Zumbi e relembremos toda a crueldade que a população negra foi submetida no período de escravidão, refletindo nas atuais relações sociais.
Que paremos de chorar a morte dos nossos.


Foto:

No Indicaó de hoje vamos fazer um pouquinho diferente e vamos indicar uma conta do TikTok!A atriz  faz vídeos muito engr...
16/11/2020

No Indicaó de hoje vamos fazer um pouquinho diferente e vamos indicar uma conta do TikTok!

A atriz faz vídeos muito engraçados por lá, além de falar ativamente sobre política e negritude. Achamos que vale a pena segui-la por lá, se quiser dar umas risadas no fim do dia (ou durante o dia, também, depois de entregar aquela atividade tensa no ClassRoom).

Parte ruim: os vídeos são em inglês :(

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Rua Presidente Pedreira, 62 - Ingá
Niterói, RJ
24210-470

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