Promuse 12 BPM

Promuse 12 BPM O Programa Mulher Segura - Promuse tem como atividade fundamental garantir a segurança da mulher v? Responde Mensagens em no máximo um dia.

O CICLO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICAA violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Dom...
03/11/2020

O CICLO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:

1. aumento de tensão: as tensões acumuladas no quotidiano, as injúrias e as ameaças tecidas pelo agressor, criam, na vítima, uma sensação de perigo eminente.

2. ataque violento: o agressor maltrata física e psicológicamente a vítima; estes maus-tratos tendem a escalar na sua frequência e intensidade.

3. lua-de-mel: o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência).

03/11/2020
10/10/2020

Se você mulher residente da cidade de Naviraí e região está sofrendo com algum tipo de violência doméstica, seja ela: piscicológica, patrimonial, moral, sexual ou física, denuncie!
Procure a delegacia da mulher ou ligue 190.
Você não está sozinha, nós estamos com você!...👊🏻💪🏻

Maria da Penha - Sobrevivi e posso contar!
28/09/2020

Maria da Penha - Sobrevivi e posso contar!


This talk was given at a local TEDx event, produced independently of the TED Conferences. Maria da Penha is the symbol of the confrontation of domestic and f...

Lei Maria da PenhaA Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, como Lei n.º 11.340 visa proteger a mulher da...
28/09/2020

Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, como Lei n.º 11.340 visa proteger a mulher da violência doméstica e familiar.

A lei ganhou este nome devido à luta da farmacêutica Maria da Penha para ver seu agressor condenado.

História
Maria da Penha é uma farmacêutica brasileira, natural do Ceará, que sofreu constantes agressões por parte do marido.

Em 1983, seu esposo tentou matá-la com um tiro de espingarda. Apesar de ter escapado da morte, ele a deixou paraplégica. Quando, finalmente, voltou à casa, sofreu nova tentativa de assassinato, pois o marido tentou eletrocutá-la.

Quando criou coragem para denunciar seu agressor, Maria da Penha se deparou com uma situação que muitas mulheres enfrentavam neste caso: incredulidade por parte da Justiça brasileira.

Por sua parte, a defesa do agressor sempre alegava irregularidades no processo e o suspeito aguardava o julgamento em liberdade.

Em 1994, Maria da Penha lança o livro “Sobrevivi...posso contar” onde narra as violências sofridas por ela e pelas três filhas.

Da mesma forma, resolve acionar o Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) e o Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM).

Estes organismos encaminham seu caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 1998.

O caso de Maria da Penha só foi solucionado em 2002 quando o Estado brasileiro foi condenado por omissão e negligência pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Desta maneira, o Brasil teve que se comprometer em reformular suas leis e políticas em relação à violência doméstica.

Anos depois de ter entrado em vigor, a lei Maria da Penha pode ser considerada um sucesso. Apenas 2% dos brasileiros nunca ouviram falar desta lei e houve um aumento de 86% de denúncias de violência familiar e doméstica após sua criação.

Características
A lei serve para todas as pessoas que se identif**am com o s**o feminino, heterossexuais e homossexuais. Isto quer dizer que as mulheres transexuais também estão incluídas.

Igualmente, a vítima precisa estar em situação de vulnerabilidade em relação ao agressor. Este não precisa ser necessariamente o marido ou companheiro: pode ser um parente ou uma pessoa do seu convívio.

A lei Maria da Penha não contempla apenas os casos de agressão física. Também estão previstas as situações de violência psicológica como afastamento dos amigos e familiares, ofensas, destruição de objetos e documentos, difamação e calúnia.


Se desejar denunciar que está sendo vítima de violência doméstica faça um x vermelho na palma da mão, procure uma farmác...
23/09/2020

Se desejar denunciar que está sendo vítima de violência doméstica faça um x vermelho na palma da mão, procure uma farmácia e mostre ele ao farmacêutico. Ele vai ligar anonimamente para a policia e denunciar o caso.


De acordo com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Governo Federal, houve aumento de 9% nas denúncias ...
23/09/2020

De acordo com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Governo Federal, houve aumento de 9% nas denúncias de violência contra a mulher pelo Disque 180. Entre o período de 1º e 16 de março, o canal recebeu uma média de 3.045 ligações e 829 denúncias registradas. Já entre 17 e 25 do mesmo mês, a média subiu para 3.303 ligações recebidas e 978 denúncias registradas.

Diante do aumento de casos, o Ministério lançou o aplicativo Direitos Humanos Brasil, que permite fazer diversos tipos de denúncias, entre eles a de violência doméstica. As denúncias no aplicativo podem ser feitas de forma identif**ada ou anônima. O usuário tem a opção, ainda, de fazer vídeo-chamada. Baixe o APP e compartilhe

  As denúncias de violência doméstica aumentaram 9% durante o período de isolamento social. De acordo com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Governo Federal, houve aumento de 9% nas denúncias de violência contra a mulher pelo Disque 180. Entre o período de 1º e 16 de m...

Qualquer mulher pode ser vítima de violência doméstica, independente de raça, classe social, cultura, sexualidade, relig...
23/09/2020

Qualquer mulher pode ser vítima de violência doméstica, independente de raça, classe social, cultura, sexualidade, religião ou estado civil. Informar-se sobre os tipos de violência doméstica pode ajudar a proteger uma mulher vítima de abuso. Não se cale, denuncie. ou para o telefone de de emergência da policia Militar

: Texto: "Saiba quais são os tipos de violência doméstica:
Física: quando faz uso da força para ferir (queimaduras, cortes, empurrões, socos, tapas, beliscões, etc.);
Psicológica: quando existe rejeição, desrespeito, humilhação ou intimidação;
Sexual: quando se obriga a pessoa a presenciar ou participar de atos de natureza sexual sem o seu consentimento através de ameaça ou violência;
Moral: quando são feitas ameaças, acusações e xingamentos;
Patrimonial: quando há destruição ou dano aos pertences/à casa da mulher".

Apesar de a violência doméstica ter várias faces e especificidades, a psicóloga norte-americana Lenore Walker identifico...
23/09/2020

Apesar de a violência doméstica ter várias faces e especificidades, a psicóloga norte-americana Lenore Walker identificou que as agressões cometidas em um contexto conjugal ocorrem dentro de um ciclo que é constantemente repetido.

FASE 1
AUMENTO DA TENSÃO
Nesse primeiro momento, o agressor mostra-se tenso e irritado por coisas insignif**antes, chegando a ter acessos de raiva. Ele também humilha a vítima, faz ameaças e destrói objetos.

A mulher tenta acalmar o agressor, f**a aflita e evita qualquer conduta que possa “provocá-lo”. As sensações são muitas: tristeza, angústia, ansiedade, medo e desilusão são apenas algumas.

Em geral, a vítima tende a negar que isso está acontecendo com ela, esconde os fatos das demais pessoas e, muitas vezes, acha que fez algo de errado para justif**ar o comportamento violento do agressor ou que “ele teve um dia ruim no trabalho”, por exemplo. Essa tensão pode durar dias ou anos, mas como ela aumenta cada vez mais, é muito provável que a situação levará à Fase 2.

FASE 2
ATO DE VIOLÊNCIA
Esta fase corresponde à explosão do agressor, ou seja, a falta de controle chega ao limite e leva ao ato violento. Aqui, toda a tensão acumulada na Fase 1 se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial.

Mesmo tendo consciência de que o agressor está fora de controle e tem um poder destrutivo grande em relação à sua vida, o sentimento da mulher é de paralisia e impossibilidade de reação. Aqui, ela sofre de uma tensão psicológica severa (insônia, perda de peso, fadiga constante, ansiedade) e sente medo, ódio, solidão, pena de si mesma, vergonha, confusão e dor.

Nesse momento, ela também pode tomar decisões − as mais comuns são: buscar ajuda, denunciar, esconder-se na casa de amigos e parentes, pedir a separação e até mesmo suicidar-se. Geralmente, há um distanciamento do agressor.

FASE 3
ARREPENDIMENTO E COMPORTAMENTO CARINHOSO
Também conhecida como “lua de mel”, esta fase se caracteriza pelo arrependimento do agressor, que se torna amável para conseguir a reconciliação. A mulher se sente confusa e pressionada a manter o seu relacionamento diante da sociedade, sobretudo quando o casal tem filhos. Em outras palavras: ela abre mão de seus direitos e recursos, enquanto ele diz que “vai mudar”.

Há um período relativamente calmo, em que a mulher se sente feliz por constatar os esforços e as mudanças de atitude, lembrando também os momentos bons que tiveram juntos. Como há a demonstração de remorso, ela se sente responsável por ele, o que estreita a relação de dependência entre vítima e agressor.

Um misto de medo, confusão, culpa e ilusão fazem parte dos sentimentos da mulher. Por fim, a tensão volta e, com ela, as agressões da Fase 1.

Endereço

Avenida Fátima Do Sul, N° 303
Naviraí, MS
79950-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Promuse 12 BPM posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Promuse 12 BPM:

Compartilhar

Categoria