Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal

Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal, Organização política, Rua Gonçalves Ledo,857, Natal.

O Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal recebeu de doação do Grupo RN Solidariedade em parce...
08/05/2020

O Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal recebeu de doação do Grupo RN Solidariedade em parceria com o OBIJUV, 300 protetores faciais para os profissionais do SUAS que estão na linha de frente atendendo a população!

Gratidão!

https://www.saibamais.jor.br/assistentes-sociais-denunciam-condicoes-precarias-de-trabalho-e-cobram-acoes-de-protecao-em...
04/05/2020

https://www.saibamais.jor.br/assistentes-sociais-denunciam-condicoes-precarias-de-trabalho-e-cobram-acoes-de-protecao-em-natal?fbclid=IwAR1klOnCCxA1w6T-k_DOHQQfGKyWnuVW_if_DIUvlO_chMd00FABheKt5qo

Entre as reivindicações dos servidores assistenciais estão a garantia de EPIs, a continuidade do regime de escala presencial, garantia de te**es rápidos da Covid-19 para os trabalhadores, adoção do regime de home office para o grupo de risco e o pagamento do adicional de insalubridade em 20%.

O Fórum Municipal dos Trabalhadores e Trabalhadoras do SUAS - Sistema Único de Assistência Social vem através desta cart...
03/05/2020

O Fórum Municipal dos Trabalhadores e Trabalhadoras do SUAS - Sistema Único de Assistência Social vem através desta carta aberta dialogar com toda sociedade natalense, num momento em que todos passamos pela difícil situação de pandemia mundial provocada pelo novo Corona Vírus. Como é sabido, no dia 17 de março de 2020, o prefeito Álvaro Dias decretou situação de emergência no Município do Natal que definiu algumas medidas para o enfrentamento da pandemia.

No dia 18 de março de 2020, Andréia Dias, irmã do prefeito e atual secretária da SEMTAS (Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social), assinou (emitiu) portaria que definiu o funcionamento dos serviços socioassistencias (CRAS, CREAS, Cadastro Único, abrigos para população em situação de rua e outros) do município.

Entretanto, precisamos também denunciar as condições em que estamos trabalhando e o prejuízo disso para toda população usuária da Política de Assistência Social no município.

Não houve, até esse momento, uma definição de protocolos de trabalho a serem adotados no campo da Assistência Social durante a pandemia para o atendimento das demandas dos(as) usuários(as) que, no contexto de calamidade, se alargaram de forma exponencial. Temos muito a contribuir e como área essencial, a Assistência Social precisa ser respeitada como tal. Pois, é cada vez mais presente, a diversif**ação do público-alvo da assistência social explicitando a ampliação da crescente pobreza e de variadas formas de empobrecimento da classe trabalhadora, nesse cenário em que não aceitaremos morrer nem do vírus, nem de fome.

Antes, optamos por negar o sistema capitalista que nos coloca nessa situação de caos. Trabalhadores(as) já empobrecidos encontram-se nesse momento de crise sanitária e econômica completamente desprovidos das condições básicas de vida forçando-os(as) a buscar na assistência social respostas às suas necessidades imediatas. Precisamos de proteção social, e este é um DEVER do Estado e DIREITO do/a cidadão/ã.

Nesse contexto, os(as) usuários(as) da Política de Assistência Social, em sua maioria, são pessoas e famílias que vivem em situação de pobreza, seja pela perda do emprego, seja pelo rebaixamento dos níveis salariais e precisam da proteção social das políticas sociais via intervenção do poder público para prover suas necessidades.

Nesse momento de pandemia, onde a única forma de prevenção ao contágio é o distanciamento social, serviços não essenciais foram fechados, trabalhadores demitidos, trabalhadores informais f**aram sem possibilidades de renda e a demanda nos equipamentos da Assistência Social cresceu imensamente.
Nesses tempos, anseia-se que a defesa da vida seja o horizonte e que as políticas públicas garantam a proteção social da classe trabalhadora. Nossas vidas devem estar acima dos lucros!

Contudo, o que temos vivenciado são as respostas insuficientes do poder público e que não atendem as necessidades da população, particularmente, aos natalenses. Benefícios eventuais de cesta básica e material de higiene também são escassos; inúmeras dificuldades são postas ao(às) trabalhadores(as) para acesso ao benefício emergencial e, como consequência, é constante a aglomeração de pessoas de todas as idades na frente dos serviços, seja em busca de alimentos para “matar” a fome, seja a procura de alguma informação que o ajude a acessar ao auxílio emergencial.

Ainda, na contramão das orientações de saúde, a gestão municipal insiste na distribuição de sopa sem qualquer organização e controle de distanciamento nas filas, gerando mais aglomeração, constam apenas nas publicações nas mídias sociais que estão seguindo as orientações das autoridades sanitárias, mas aos vermos as filas nos mostra o oposto. Nós trabalhadores(as) já solicitamos e encaminhamos propostas para que as famílias do Programa Sopa Solidária fossem beneficiadas com cestas básicas, mas não tivemos resposta até a presente data.

E, até a escrita dessa nota, o programa continua funcionando expondo a população, as voluntárias que preparam o alimento e trabalhadores(as) ao contágio e adoecimento pelo covid-19.

O objetivo desta carta é compartilhar com a população a angústia dos(as) trabalhadores(as) do SUAS que se encontram na linha de frente do atendimento às demandas socioassistenciais que se apresentam nesse contexto de crise. Tanto aquelas relacionadas às condições de vida e saúde dos usuários, como as próprias condições de trabalho dos(as) servidores(as), haja vista não possuirmos condições adequadas para atender as demandas da população respeitando as orientações sanitárias.

Por este motivo, elencamos algumas reivindicações que ser fazem NECESSÁRIAS para garantir minimamente segurança aos servidores e usuários da Política de Assistência Social:

1. Garantia de EPI´s (Equipamentos de Proteção Individual) certif**ados do tipo gorro, aventais, máscaras descartáveis e protetor facial de acetato para todos(as) os(as) trabalhadores(as) e entrega de máscaras de tecido às famílias e indivíduos já acompanhados pelos CRAS/CREAS/MSE/Abordagem social;
2. Permanência do regime de escala para evitar aglomeração de profissionais no local de trabalho e evitar a exposição dos profissionais no deslocamento para o trabalho;
3. Garantia de te**es rápidos para os(as) profissionais da assistência social;
4. Garantia do trabalho em home office para quem está em grupo de risco vulnerável ao covid-19 ou que coabite sujeitos (de todas as faixas etárias) nesse grupo;
5. Ampliação da quantidade e agilidade na distribuição dos benefícios eventuais de cesta básica e kits de higiene no prazo de até 7 dias para todos os sujeitos fortemente atingidos pela situação de crise sanitária e também para substituir (nesse momento) a distribuição do Programa Sopa Solidária;
6. Decreto Municipal que garanta o pagamento de adicional de insalubridade no percentual de 20% considerando o vencimento base de todos(as) trabalhadores(as) que estão na linha frente atendimento à população;
7. Instalação de Central telefônica e ampla divulgação para dúvidas sobre o auxílio emergencial;
8. Carros de som nas comunidades alertando sobre o perigo, formas de contágio e prevenção em relação ao Corona vírus.

Pela defesa da vida: O SUAS resiste! Viva a classe trabalhadora! Viva os trabalhadores e trabalhadoras que também estão na linha de frente atuando no campo da Assistência Social!

Atenção psicólogas/os, evento imperdivel amanhã!
12/02/2019

Atenção psicólogas/os, evento imperdivel amanhã!

Feliz Natal a todxs, especialmente as trabalhadoras/es e usuárias/os da política de Assistência Social. Sigamos na luta ...
24/12/2018

Feliz Natal a todxs, especialmente as trabalhadoras/es e usuárias/os da política de Assistência Social. Sigamos na luta por um país mais justo e pelo respeito à dignidade da vida.

Viva a política de Assistência Social, um pacto de civilidade e enfrentamento à desigualdade social. Avança SUAS!
07/12/2018

Viva a política de Assistência Social, um pacto de civilidade e enfrentamento à desigualdade social. Avança SUAS!

Começou o Encontro do Fórum Estadual de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS do RN
09/11/2018

Começou o Encontro do Fórum Estadual de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS do RN

06/11/2018

*Vamos organizar os/as trabalhadores/as do SUAS do Rio Grande do Norte?*

O Fórum Estadual de Trabalhadores/as do SUAS está num processo de rearticulação aqui no Rio Grande do Norte. Por isso, estamos convidando você, que trabalha na assistência social, seja no interior ou na capital, para participar do nosso I Encontro Estadual aqui do RN. Vamos juntos pensar estratégias para fortalecer o nosso fórum e votar o nosso regimento e nossa carta de princípios.
Quando? 09/11
Que horas? Das 8h30 às 17h
Onde? No auditório do SINSENAT, que f**a na Gonçalves Ledo, próximo ao viaduto do Baldo no centro de Natal.
*Caso seja necessário ofício do CRPRN para acelerar a sua liberação peço que entre em contato imediatamente com o CRPRN - (84)3301-0083 ou 3301-0086, pelo e-mail: [email protected] ou pelo whatsapp: 98890-0799*

Discussão muito importante, que perpassa vários serviços da assistência social
05/07/2018

Discussão muito importante, que perpassa vários serviços da assistência social

15/06/2018

Nesta quarta-feira, dia 13, as notícias a respeito de mais uma ação policial na Comunidade do Mosquito tomou conta da nossa cidade. De acordo com os noticiários, pelo menos 4 (quatro) moradores foram assassinados. O corpo de um deles, um adolescente de 16 anos, foi colocado no meio da Avenida Felizardo Moura, em forma de protesto, pela própria Comunidade.
Localizada no bairro Nordeste, Zona Oeste da cidade, a Comunidade do Mosquito vive um processo de isolamento geográfico e político, além da constante situação de violação de direitos ocasionados pela disputa entre organizações criminosas relacionada ao monopólio do tráfico de dr**as, e também pela ação policial violenta naquele território. Nesse ínterim, o Poder Público não consegue dar respostas efetivas, assim como se desresponsabiliza de qualquer ação garantidora de direitos.
O assassinato do adolescente reitera a posição do Rio Grande do Norte, como um dos estados mais violentos do Brasil e aumenta a responsabilidade do mesmo no processo de extermínio da juventude negra, pobre e moradora da periferia. Segundo dados da pesquisa divulgada no site R1, realizada pelo Observatório da Violência Letal e Intencional – OBVIO, até outubro do ano de 2017, o Rio Grande do Norte alcançou uma marca histórica de 2.000 (dois mil) homicídios juvenis. O jovem assassinado na comunidade do Mosquito, representa a juventude negra e da periferia que não acessa os direitos básicos, quais sejam: educação de qualidade, profissionalização, esporte, cultura, moradia, transporte público, entre outros. São sujeitos duplamente criminalizados pela condição de pobreza e vulnerabilidade em que vivem. Ao se desresponsabilizar da oferta de mínimos sociais à população, o Estado demonstra ser conivente e co-responsável pela onda de violência que vitimiza, especialmente, a população jovem.
A Comunidade do Mosquito está sentenciada independente de ter ou não envolvimento com a disputa pelo monopólio do tráfico de dr**as. A realidade é perversa e mostra que são as crianças, os jovens, as mulheres e os idosos que vivem sentenciados pelo simples motivo de residirem nos limites geográficos daquela região. Além da dificuldade de acesso ao transporte público, também estão impedidos de acessarem os equipamentos das demais políticas públicas. Não há escolas, nem Unidade Básica de Saúde na Comunidade, e, por ser constantemente identif**ada como território demarcado por uma organização criminosa, os moradores não podem se deslocar até os equipamentos que f**am em outros territórios, mesmo que seja no mesmo bairro.
Nesse sentido, nós - entidades que subscrevem essa nota - nos solidarizamos com os moradores, familiares e amigos das vítimas que sofreram com a violência ocorrida na madrugada do dia 13 de junho na Comunidade do Mosquito e repudiamos qualquer ação que venha a fortalecer o processo de intervenção militar nesta Comunidade. Logo, solicitamos medidas para que seja apurado o que de fato aconteceu e que sejam garantidos os direitos sociais básicos para a população do Mosquito.

- Associação Brasileira de Psicologia Social - ABRAPSO Núcleo RN
- Centro de Referência em Direitos Humanos Marcos Dionisio - CRDHMD/UFRN
- Centro de Estudos, Pesquisas e Ação - CEPAC
- Coletivo Arretadas - Feminismo, Comunicação e Midiativismo
- Coletivo As Carolinas
- Coletivo Autônomo Feminista Leila Diniz
- Coletivo Delta9
- Coletivo Atravessando a ponte: trabalhadorxs do MSE
- Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do RN - CONSEC
- Conselho Estadual dos Direitos Humanos e Cidadania - COEDHUCI
- Conselho Regional de Psicologia do RN
- Conselho Regional de Serviço Social/RN
- Fórum Municipal de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS de Natal/RN
- Frente Povo Sem Medo/RN
- Liberdade, Socialismo e Revolução - LSR/PSOL
- Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas
-Movimento Nacional de População de Rua no Rio Grande do Norte (MNPR/RN)
- Natália Bonavides (PT) - Vereadora de Natal
- Observatório da População Infantojuvenil em Contextos de Violência - OBIJUV/UFRN
- Partido Comunista do Brasil - PCB
- Pastoral da Juventude (PJ) da Arquidiocese de Natal
- Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Vereadores de Natal
- Resistência/PSOL
- Santino Arruda - Coordenador geral do SINAI
- Seção Brasileira do Comitê por uma Internacional dos Trabalhadores (CIT)
- Setorial de Negros e Negras do PSOL
- Tárzia Medeiros - Secretária Geral do PSOL Natal
- União dos Estudantes Secundaristas Potiguares
- União da Juventude Rebelião
- Unidade Popular pelo Socialismo

Endereço

Rua Gonçalves Ledo,857
Natal, RN
59025-330

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