MUCUGÊ SUSTENTÁVEL

MUCUGÊ SUSTENTÁVEL PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, PESQUISAS, ECOTURISMO, TURISMO CIENTÍFICO,PEDAGÓGICO E CULTURAL

Localizado no município de Mucugê, Chapada Diamantina - Ba, o Projeto Sempre Viva, é o mais bem sucedido projeto da linha PED- Projetos de Execução Descentralizada, firmado pelo convênio MMA/PNMA/PED 96CV 00027/96, que integrou várias esferas do poder público, na construção de tecnologias e infra-estrutura para gestão dos recursos naturais, sendo os parceiros: o Ministério do Meio Ambiente, o Gove

rno do Estado da Bahia, a Universidade Católica do Salvador, a Universidade Estadual de Feira de Santana, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura Municipal de Mucugê, que se empenharam para preservar e reproduzir uma variedade de sempre viva ameaçada de extinção, a Syngonanthus mucugensis Giulietti, ou sempre viva de Mucugê, implantando um moderno sistema de informação geográfica, proporcionando educação ambiental para escolas, implantando o Parque Municipal de Mucugê e promovendo o ecoturismo, com a preocupação de preservar o meio ambiente do município de Mucugê onde se tornou, um Centro de Excelência para a conservação da Chapada Diamantina, implicando na geração e distribuição de renda, qualidade de vida da população e servindo de modelo de sustentabilidade para o Brasil e para o Mundo.

Casa das sempre vivas em Mucugê - Bahia!
18/01/2023

Casa das sempre vivas em Mucugê - Bahia!

Casa das sempre vivas visite-nos WhatsApp 75 981491097
14/02/2022

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Mucugê, terra das frutas vermelhas !!!
20/01/2020

Mucugê, terra das frutas vermelhas !!!

10/06/2019
São João tradicional é em Mucugê o paraíso é aqui !!!!!
09/06/2019

São João tradicional é em Mucugê o paraíso é aqui !!!!!

02/06/2019

Flor da batata da serra!!!

Participe !!!
16/05/2019

Participe !!!

05/03/2019

Corra !!!

03/12/2015

A IMPORTÂNCIA DAS ABELHAS

“Atualmente, 88% das plantas com flores são dependentes de animais, principalmente abelha, para a transferência de grãos de pólen em quantidade suficiente para a fertilização dos óvulos e a consequente formação de frutos e sementes, e das 115 culturas agrícolas que lideram a produção global, 70% se beneficiam da ação desses polinizadores, o que representa 35% do suprimento alimentar humano”.

09/11/2015

Genebra, 9 Nov 2015 (AFP) - O nível de concentração de gases do efeito estufa na atmosfera alcançou um novo recorde em 2014, anunciou nesta segunda-feira em seu relatório anual a Organização Meteorológica Mundial (OMM), que pede uma ação urgente para frear o mudança climática.

Concentração de gases do efeito estufa bateu novo recorde em 2014

"Estamos entrando em território desconhecido a uma velocidade aterradora", afirma em um comunicado o diretor da OMM, Michel Jarraud, no qual apresenta o relatório anual da agência da ONU sobre o aquecimento global.

O documento foi divulgado a três semanas do início da conferência do clima de Paris (COP21), onde se espera um acordo mundial para combater os efeitos das mudanças climáticas e que limite o aumento da temperatura a dois graus centígrados na comparação com o período pré-industrial.

Quase 60 ministros iniciaram no domingo uma reunião, que prosseguirá até terça-feira, na capital francesa justamente para tentar facilitar a conclusão de um acordo.

A cada ano registramos um novo recorde de concentração de gases do efeito estufa como o dióxido de carbono (CO2), o metano e o óxido de nitrogênio", lamentou Jarraud.

"A cada ano afirmamos que não resta mais tempo. Temos que atuar agora para cortar as emissões de gases do efeito estufa se queremos ter a possibilidade de manter o aumento da temperatura em níveis administráveis", completou.

Os cientistas advertiram que se a tendência atual prosseguir, o aumento da temperatura global pode alcançar quatro graus até o ano 2100, o que teria efeitos devastadores para as zonas costeiras, os ecossistemas e as economias de todo o mundo.

O relatório, que não mede as emissões de gases do efeito estufa e sim a concentração na atmosfera, mostra que o CO2 aumentou a 397,7 partes por milhão na atmosfera no ano passado.

A OMM adverte que a concentração pode superar a barreira de 400 ppm em 2016.

"O gás carbônico não pode ser visto, é uma ameaça invisível, mas muito real", destacou Jarraud.

"Isto implica temperaturas globais maiores, mais fenômenos meteorológicos extremos como ondas de calor, inundações, degelo e a elevação do nível dos oceanos e de sua acidificação", explicou.

Jarraud lembrou que o CO2, principal causador do aquecimento global, pode permanecer na atmosfera durante séculos e nos oceanos por ainda mais tempo.

"As emissões passadas, presentes e futuras terão um impacto acumulativo tanto no aquecimento global como na acidificação dos oceanos", disse Jarraud, antes de destacar que "as leis da Física não são negociáveis".

O metano também registrou um novo recorde de concentração na atmosfera, a 1.833 ppm em 2014, segundo a OMM.

Quase 60% das emissões de metano são provocadas pela atividade humana, em particular a criação de gado e a exploração de combustíveis fósseis, e a concentração na atmosfera deste gás aumentou 254% em comparação ao nível pré-industrial.

O óxido de nitrogênio, cujo impacto no clima é 300 vezes maior que o do CO2 e que contribui para a destruição da camada de ozônio, registrou uma concentração na atmosfera de 327,1 partes por bilhão no ano passado, 121% a mais que no período pré-industrial.

As emissões deste gás são provocadas em 40% pelo ser humano, principalmente por causa dos fertilizantes e da atividade industrial.

25/07/2015

ÁGUA, A MAIOR COMODITE DESTE SÉCULO!!!!

17/07/2015

CHEFE DO PARNA-CHAPADA DEFENDE MARIMBUS-MONTANHAS

O chefe interino do Parque Nacional da Chapada Diamantina (Parna-Chapada), Cezar Neubert Gonçalves, 45, defendeu o projeto de construção de uma estrada para reduzir a distância entre Andaraí e Lençóis.

"Somos favoráveis à ideia de fortalecer a travessia pelo Rio Santo Antonio, próximo ao Remanso, o que permitiria agilizar o turismo da região e tiraria a pressão sobre alguns trechos dentro do Parque, epecialmenete a estrada do Baixio, que está praticamente em desuso, passa pelo Rio Capivara e ainda é o caminho mais curto entre Lençóis e Andaraí", disse Cezar, que está no cargo há seis meses.

Biólogo de formação, Cézar não vê "a priori" nenhuma razão do ponto de vista ambiental que motive qualquer resistência ao projeto Marimbus-Montanhas, defendido por este Fórum como uma alternativa para quebrar o atual isolamento entre o municíos situados a leste e ao norte do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Atualmente é necessário percorrer cerca de 110km para vencer a distância que separa Andaraí e Lençóis por estrada asfaltadas. Pelo projeto, esta distância cairia para menos de 40km.

"O processo de licenciamento é o xis da questão. Nós do Instituto de Biodiveridade Chico Mendes, que é a instituição responável pela preservação do Parna-Chapada, também seremos consultados durante o processo de licenciamento ambiental da obra. Teremos a condição de opinar e avaliar os riscos", observou.

Para Cezar, é importante que se discuta essa questão, que facilitaria nãao somente a circulação entre populações de cidades vizinhas, mas também o de turistas que visitam o Parque.

"Conforme o Plano de Manejo, existem três usos possíveis para o Parque: conservação do meio ambiente, pesquisa científica e visitação. E o Parna-Chapada é um dos parques nacionais mais visitados do Brasil. A gente tem incentivado o turismo no Parque, principalmente pelo Vale do Pati, entrando pelo Vale do Capão ou pela Guiné e a saindo por Andaraí. O problema é que as opções de transporte de Andaraí para Lençóis atualmente são muito ruins", justifica.

Para Cezar, a nova estrada valorizaria a travessia, em comprrometer a inviolabilidade do Parque, uma vez que não seria construída no interior de sua área seus 152 mil hectares, mas nas franjas do Parque.

Ele lembra que para driblar a dificuldade de transporte entre Andaraí e Lençóis, os guias turísticos têm levado os grupos que os acompanham a percorrer o Pati entre os trechos da Guiné e do Capão, o que não é interessante do ponto de vista da viabilidade econômica para os cerca de 400 moradores das comunidades tradicionais do Parque, que hoje vivem do turismo, fornecendo hospedagem e alimentação aos visitantes. "A trilha entre a Guiné e o Capão dura em média três dias, e não é um roteiro interessante porque não incentiva o uso do vale como um todo, apena um olhar por cima. A trilha guiné-Andaraí ou Capão-Andaraí elevaria o tempo de permanência dos visitantes no Pati para cindo dias e beneficiaria as comunidades que moram em Fazenda Velha e próximo ao Remanso", compara.

Com apenas quatro funcionários efetivos e 6 colaboradore, o ICM-Bio não dispõe de estrutura para mensurar o número de visitantes anuais do Parna-Chapada. O máximo que foi feito nesse sentido foi quantificar as visitações à trilha da Cachoeira da Fumaça: 16 a 18 mil pessoas por ano.

A partir de agosto, quando se inicia o perído de seca na região, serão contratado 35 brigadistas para reforçar o efetivo. Em setembro, o decreto de implantação do Parque Nacional de Chapada Diamantina completará 30 anos.

Endereço

Rua Da Macambira
Mucugê, BA
46.750-000

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