21/05/2017
Trata-se da prática de cuidar de toda a infraestrutura de uma casa, uma empresa e um edifício, o que significa cuidados com sistemas elétrico, hidráulico, incêndio e de segurança, além de comunicação e climatização.
Não é difícil perceber, portanto, que se trata de uma tarefa que exige planejamento e recursos.
E na proporção que se investe no primeiro item, menos se investirá no segundo.
É que a manutenção predial está ligada, inevitavelmente, à sua estrutura de construção.
Um processo de manutenção predial adequado pode não só corrigir erros estruturais de um imóvel, como conservá-lo do ponto de vista patrimonial.
Segundo dados da ABRAMAN - Associação Brasileira de Manutenção, o setor de manutenção tem movimentado, anualmente, perto de 10 bilhões de reais.
E olha que ainda falta muito para que as pessoas assimilem a ideia de que destinar dinheiro para a manutenção preventiva é investimento e não gastos desnecessários.
Prova disso é o número de imóveis em condições visíveis de degradação em nossas cidades, tratando-se, inclusive, inúmeras vezes, de imóveis que representam verdadeiros patrimônios históricos.
A falta de manutenção predial representa prejuízo no bolso e, pior ainda, um risco para a saúde e segurança de moradores e funcionários e seus frequentadores e usuários.
Isso para não falarmos de toda a população, quando pensamos em imóveis localizados em regiões centrais.
Um plano de manutenção é sinônimo de economia e investimento e é fundamental nos conscientizarmos.