Voce Na Politica

Voce Na Politica OLÁ SEJA BEM VINDO(A) À PÁGINA VOCÊ NA POLÍTICA.

“Errar é humano” Permanecer no erro é coisa de político.Recebi na última semana, com muito espanto a confirmação da exon...
14/01/2024

“Errar é humano” Permanecer no erro é coisa de político.

Recebi na última semana, com muito espanto a confirmação da exoneração da funcionária Fabiana Rocha, por meio da portaria número 1 do dia 03 de janeiro de 2024, apesar de não a conhecer pessoalmente não me resta dúvidas do seu caráter, compromisso e dedicação para com as suas responsabilidades, são 17 anos a serviço do município! E eu diria que, por uma falha, ela teve sua reputação colocada a prova, o que dizer sobre isso? Vindo de uma administração de “tantos acertos”, agir desta forma mais parece ser uma jogada política, para passar a impressão de uma administração que não aceita erros. E isso não é saudável, principalmente em um ambiente político, que é onde mais se cometem erros, por meio de homens má intencionados no poder, já vimos milhões serem desviados, vidas serem ceifadas, guerras serem travadas, pessoas serem intencionalmente prejudicadas... e na atual conjuntura política em que vivemos em Minas Novas, práticas como a de perseguição política se tornam cada dia mais comuns.

E isso é o que tem levado, várias famílias deixarem o município, boa parte dos servidores que se mudaram de Minas Novas relatam dentre outros motivos a perseguição política como sendo o principal, isso se repete na fala de boa parte dos que ainda permanecem aqui. Seria importantíssimo que surgisse um administrador com coragem o suficiente para mudar isso, estabelecendo normas e leis que reduzisse ao mínimo tamanha tirania, que na maioria das vezes é negativa na vida das pessoas, até porque, não há obra que supere a liberdade, de nada adianta viver em um palácio se você não puder desfrutar da liberdade que há lá fora.

O poder é a ferramenta mais destrutiva que há, se colocado em mãos erradas! Mas assim como há Homens de coragem para agir em benefício do mal, há HOMENS de coragem para enfrentar o sistema a favor do bem, é por isso que ao longo desses três anos ligado ao legislativo municipal eu nunca me curvei ao sistema, Minas Novas tem avançado, a feitos a serem prestigiados, mas ao que percebo a politicas publicas sendo adiadas, que a sua prioridade não é para o amanhã mas sim para o ontem, a exemplo disso é o problema de escassez hídrica que já é realidade em mais de 90% do território municipal, que como já comprovado é algo que não se resolve apenas com poços artesianos e carro p**a, sem falar no desenvolvimento econômico, o tão falado distrito industrial que “na sua lista de interessados possui mais de 70 empresas”, o que mais parece ser uma narrativa, além de está sendo implantado em um ponto geograf**amente errado, ou que não oferece probabilidades de crescimento signif**ativo para a cidade de Minas Novas. Adiar a sua implantação é talvez uma forma de justif**ar a demora da chegada dos números já mencionados, afinal já estamos em um ano de eleição, o tempo é curto… mas sendo eu o gestor público com uma lista de 70 empresas demonstrando interesse em se instalar em Minas Novas, a minha prioridade não seria um ginásio esportivo com custo de aproximadamente um milhão de reais em uma comunidade em que a falta d’água é o maior dos problemas, 70 empresas instaladas no município representam no mínimo a geração de 500,00 vagas de emprego, direto indireto.
Então se você parar para pensar alguma coisa aqui não está batendo.

Sem mais delongas eu me despeço de vocês deixando o meu abraço e desejando uma excelente semana a todos. E a você Fabiana eu quero deixar a minha solidariedade, tendo em vista que a cadeira em que ocupo no legislativo não me dá poder para reverter tamanha injustiça que fizeram com você, mas deixo ao mesmo tempo a minha disposição para que caso precise, possa contar comigo. A justiça se aplicada com justiça dará a você a vitória na hora certa.

Marciano Barbosa.
Minas Novas-MG 14/01/2024

O SISTEMA É PODREA má interpretação da política em nosso país principalmente nas regiões menos desenvolvidas, como é o c...
04/01/2024

O SISTEMA É PODRE

A má interpretação da política em nosso país principalmente nas regiões menos desenvolvidas, como é o caso aqui do vale Jequitinhonha tem feito com que muitas pessoas pensem, por ex. que o carro em que ando foi comprado com dinheiro da política, a única coisa que eu ganhei com a politica foi o fato de poder passar um período maior ao lado da minha família, no mais a política me ensinou o que eu não sabia sobre o sistema, assim como as pessoas que votaram em mim acreditando que seria possível fazer alguma coisa, exercer alguma mudança, eu tive uma grande decepção. Isso pelo fato de eu não me sujeitar ao sistema, o que não é nem de longe fazer parte do mesmo, porque, o que percebi é que mesmo sendo um baba ovo do prefeito eu não teria créditos com ele, além do mais a minha dignidade não poderia ser trocada pela disponibilidade de uma máquina para manutenção de uma estrada, por uma vaga de emprego pra um chegado, uma linha escolar para outro... eu tenho um nome a zelar, acreditei fielmente que um poder não se submeteria ao outro, tentei, com todas as minhas limitações exercer o mandato de vereador honrando os juramentos que fiz, de zelar pelas responsabilidades a mim atribuídas, responsabilidades estas que no meu pensamento vão além daquilo que muitos interpretam como função de um vereador.

Foram três longos anos de muito desgaste, antes mesmo que eu ganhasse a eleição o sistema já me olhava como uma possível ameaça, isso pelo simples fato de eu ter coragem de abordar temas que os incomoda, que é por ex. falar a verdade, tem uma passagem bíblica muito usada que encontra-se em Joao 8-32 “E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” ainda que essa seja de longe uma menção a libertar-se do pecado, sair em defesa da verdade sendo ela Cristo ou uma verdade dos fatos, custa caro, muita das vezes custando inclusive a vida da pessoa, aqui não é diferente, falar a verdade, ou pelo menos tentar sair em defesa da verdade me custou noites mal dormidas, insegurança no meu ir e vir... E o pior é que se você não se rotular a cúpula, “politicamente falando, nada anda pra você” e eu não vou ser hipócrita em dizer que não houve tentativas de aproximação com administração, tanto da parte deles como da minha, o que se tornava insustentável todas as vezes em que eu abordava determinado tema que os incomodasse, como por exemplo falar que, para uma gestão que prega tanta moralidade, é um tanto imoral permitir que uma pessoa com gral elevado de parentesco com o prefeito e que, até um ano atrás era secretário de cultura, possa participar sozinho de uma licitação de quase $5.000.000,00 cinco milhões de reais, apesar de ser uma pratica quase que rotineira no processo licitatório da prefeitura.

Não se investe em educação apenas construindo obras milionárias, a educação precisa muito mais que um prédio com piscina e ar-condicionado, o real investimento da educação se aplica investindo também no educador, é imprescindível que o professor seja o principal motivado para que ele se torne um motivador e pra isso acontecer um professor que estuda a vida inteira não poderia sofrer influencia na sua vida profissional por alguém que não concluiu nem mesmo o ensino fundamental, a legislação foi criada pelo sistema, mostrando claramente que o estado nunca esteve ao lado do povo, o vale do Jequitinhonha é um exemplo claro disso. Em um país cujo governo torra $16 bilhões de reais com Lei Rouanet, é evidente que alguma coisa está errada, a metade desse dinheiro resolve o problema de escassez hídrica no Vale Jequitinhonha. Portanto o que eu pude notar ao longo desses três anos em que estive ligado diretamente a política municipal é que o sistema em vez de motivar ele escraviza os seus subordinados, não dando margem para que essas pessoas possa expressar seus pensamentos ou opiniões, os subordinados do “prefeito” não se limitam apenas a educação, todo o sistema político incluindo funcionalismo e os donos de linha escolar se tornou marionetes na mão sistema, isso tudo tem mostrado que o modelo adotado por essa administração muito se assemelha a uma ditadura.

E a ditadura uma vez implantada libertar-se dela custa caro, principalmente em um município o qual a administração pública municipal é responsável por média de 67% da geração de emprego direta indireta, isso tem gerado um efeito negativo na economia do município, aumentando ano após ano a migração dos cidadãos Minas-Novense, o ultimo senso de 2022 mostra o quão preocupante é o cenário, não se vê quase ninguém da zona Rural do município mudando para a cidade de Minas Novas, pode se dizer que em média de 95% das famílias que deixaram a região de Ribeirão da Folha nos últimos 10 anos mudaram com destino a capelinha e essa é uma realidade que acontece na maioria dos outros distritos, sendo possível observar que dos quase sete mil habitantes que deixaram Minas Novas nos últimos 10 anos boa parte foram com destino a Capelinha, alguns para Turmalina, mostrando que as pessoas buscam além de conforto, oportunidade de emprego, sem ter que sofrer pressão política por pessoas que deveriam se comportar como funcionários da população e não como seus senhores. Para nossa tristeza o município de Minas Novas não possui na sua cede nem uma empresa gerando 50 vagas de empregos direto, enquanto isso existem empresas com cede em capelinha gerando no município de Minas Novas gerando 50, 70, as vezes até 100 vagas de emprego, como é o caso das empresas com atuação no ramo de madeiras alocadas no distrito de Ribeirão da Folha, nem uma delas tem cede em Minas Novas, então para uma gestão que prese por desenvolvimento atrair o setor privado para a cidade deveria ser prioridade, o distrito industrial tão falado, deveria ter seu projeto revisto, visando uma melhor localidade e acesso, eu sugeri que fosse na saída para os distritos, mais propriamente próximo ao campo de avião, visando uma politica de desenvolvimento urbano e econômico, porem f**a a impressão de que quanto mais dependente for o povo melhor é para os seus governantes.

Finalizo dizendo que temas como esse deveria ser assunto de debate público, inclusive com disposição dos veículos de comunicação comuns, como é o caso da radio “Bom Sucesso” que se limita a deixar apenas o gestor municipal impor sua versão dos fatos. “controlar os veículos comunicação é uma pratica comum de ditadores”.
Marciano F Barbosa.
Minas Novas-MG 04/01/2024

20/12/2022
O que foi que deu errado em 300 anos de administração?Imagino o quanto tem sido difícil, para os servidores públicos mun...
23/11/2022

O que foi que deu errado em 300 anos de administração?

Imagino o quanto tem sido difícil, para os servidores públicos municipais principalmente os contratados, ter que enfrentar isoladamente a magnitude do poder politico que impera sob as mais variadas áreas do funcionalismo público. Por isso, considero ser extremamente necessário, discutir mecanismos que possibilite ao menos a redução de tamanha influência do poder politico sob a classe trabalhadora.

Ninguém melhor que o próprio funcionalismo para entender o que estarei expondo por meio deste texto.

Não é novidade que no Brasil exista a tal da influência politica, o que para uns parece ser bom, para a maioria acaba não sendo, e quando se trata de um município consideravelmente pequeno, onde a administração pública detém em média 70% da geração de empregos, essa influência se torna muito mais prejudicial, pelo menos é o que tenho observado ao longo desse mandato.

Geralmente para chegar ao poder os políticos prometem "o mundo e o fundo" e uma vez estando lá, fazem de tudo para se manter, que cá entre nós na maioria das vezes não é com politicas públicas em beneficio do povo, a exemplo disso temos o Município de Minas Novas que nos seus quase 300 anos de emancipação, viu vilas que faziam parte da sua extensão territorial crescer 10 vezes mais, sendo posteriormente emancipadas, tornando-se cidades polo, na geração de emprego e renda, a exemplo disso temos como vizinho o município de Capelinha, que segundo dados demográficos, é hoje a cidade que mais cresce no vale do Jequitinhonha.

Diante disso é importante que façamos uma minuciosa analise do que é que não foi feito por parte dos administradores que aqui passaram, para que a cidade alavancasse, agora vou expor aqui, uma análise pessoal sobre o ocorrido.

Como mencionado anteriormente a administração pública municipal detém na atualidade em média 70% da geração de empregos, é um numero considerável, mas ao mesmo tempo é importante ressaltar que isso é algo que se arrasta por décadas, para não dizer por séculos, o que chama atenção nesse sentido é que, a maioria dos políticos que administraram o município não se preocuparam em aplicar politicas de desenvolvimento, e como isso se dá? Geralmente atraindo o setor privado para a cidade, ao contrário disso, a impressão que tenho é que deter a maioria da geração de emprego é uma estratégia que os políticos ainda trabalham para manter, por ser essa, uma ferramenta capaz de manter "no cabresto a maioria do funcionalismo.

Seria eu injusto, dizer que a cidade parou no tempo, mas é algo que ouço quase que diariamente, da mesma forma que muitos não concordam que seja feito um comparativo entre Minas Novas e Capelinha, o que de fato não parece ser justo, até porque estamos falando de uma cidade de 300 anos e uma de 100, mas ai pergunto, qual o problema em ser uma cidade que preserva a sua história e que ao mesmo tempo foca no desenvolvimento?

O que estou tentando dizer aqui não é que o desenvolvimento geral da cidade deve partir da iniciativa pública, mas que a iniciativa pública pode e deve criar mecanismos para que o setor privado se interesse em investir na cidade, eu deixo aqui uma pergunta, mais uma vez citando a cidade de Capelinha, vocês acham que o desenvolvimento desta cidade partiu da iniciativa pública ou privada
A realidade mostra que o desenvolvimento partiu sim da iniciativa pública, uma vez que a mesma cria mecanismos que possibilitam o impulsionamento da iniciativa privada. Ex. o bairro Jardim Aeroporto ele foi desenvolvido numa parceria entre iniciativa pública e privada, resumindo a cidade atrai para si o setor empresarial, que consequentemente atrai a mão de obra, funcionando como uma cadeia evolutiva.

Diferente disso a administração municipal de Minas Novas vem focando em politicas públicas que visam agradar uma parcela do seu eleitorado, o que consequentemente não traz desenvolvimento para a cidade, se fizermos uma análise do setor empresarial em Minas Novas, não temos, uma empresa se quer, que gere 50 vagas de empregos diretos com cede na cidade, uma análise simples que faço desse cenário, agora falando do distrito de Ribeirão da Folha, que é hoje distrito que mais contribui para com o desenvolvimento e renda no município, dos muitos empresários que investem aqui e geram hoje em média 300 vagas de empregos diretos, nem um tem escritório na cede municipal, 99% desses empresários tem seus investimentos, voltados pra capelinha, e mais uma vez falando do distrito de Ribeirão da Folha, se fizermos hoje uma pesquisa de interesse, dando aos pesquisados duas opções para morar, sendo elas Minas Novas e Capelinha, mais de 90% quer ir pra capelinha.

Então é preciso mais que depressa pautar politicas públicas que atraia para Minas Novas esse setor, eu tenho certeza que o jovem que sai do ensino médio, e vai estudar fora ele quer voltar pra casa, foi assim comigo e é assim com a maioria das pessoas que precisam sair daqui em busca de oportunidade, agora da forma que a politica continua sendo aplicada esse cenário vai continuar como está e com tendência até de piorar levando em consideração o futuro da região, nesse senário quantos pais tiveram que enterrar seus filhos, que na busca de um sonho foram trabalhar fora, e voltaram num caixão, por não ter oportunidade de emprego aqui na região, tenho certeza que se os representantes políticos, eleitos pelo povo, tivessem de fato compromisso com os que neles confiaram, o cenário seria outro.

Mesmo sendo uma das regiões com um dos menores IDH do Brasil, o vale do Jequitinhonha se comparado com outras regiões do país tem tudo para prosperar, é um lugar de gente trabalhadora, que de tanto apanhar da vida criou a capacidade de viver com pouco, quando um gr**go chega no vale a visão que ele tem é bem diferente da propagada pela grande mídia, somos um povo hospitaleiro, que mesmo em meio às dificuldades impostas produz, gera renda através do livre comércio, chamado de feras, somos um povo que merece mais respeito por parte dos seus representantes no poder público.

Voltando agora ao tópico deste texto, para enter melhor a atual situação em que vive o funcionalismo público de Minas Novas, é importante saber o que signif**a democracia, palavra essa que pelo visto não foi bem interpretada pela maioria dos que detém o poder politico no município, (DEMOCRACIA) o que é simplesmente, a ciência politica. ideologia, sendo posta no Brasil como 1- Governo em que o povo exerce a soberania, 2- Sistema politico em que os cidadãos elegem os seus dirigentes por meio de eleições periódicas.

Aí eu faço a seguinte pergunta, você que é funcionário público que através do voto elegeu os seus representantes, tem conhecimento dos seus direitos? Se tem porque o medo ir em busca dos mesmos? Nós eleitos pelo povo não somos patrões do funcionalismo, da um google ai, a constituição brasileira diz no seu Art. 1º V Parágrafo único que. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. ai complemento a pergunta, porque dentro do estado democrático de direito, o povo não tem direito?

O que estamos vendo é uma ditadura disfarçada de Democracia, em que o povo se coloca como funcionário do chefe do executivo, o que configura como ato inconstitucional, onde estamos vendo aquele que constitucionalmente foi eleito para ser funcionário do povo se posicionar como patrão da classe de funcionalismo, como se administração pública fosse uma empresa privativa do chefe do executivo.
E isso são fatos, que na maioria das vezes o funcionário vive, e não pode se posicionar, muitos estão tendo os seus direitos cerceados pelo autoritarismo desenfreado de meia dúzia de políticos que acreditam ser quase que um deus encarnado.

Eu fico me perguntando que democracia é essa em que a grande maioria do funcionalismo público, é forçado a compartilhar nas redes sociais as publicações da administração pública
Que democracia é essa em que os donos de linhas escolares são obrigados a fazer tudo o que o chefe manda, ai eu pergunto pra você que é dono de linha escolar, você não ganhou a linha através de um processo legal de licitação?
Isso não te passa segurança?

Ou será que como é de praxe ouvir nas esquinas de boteco, "que o prefeito deu fulano uma linha" em que quando o camarada vai la participar da licitação ele ja vai sabendo qual é a sua rota?
vocês precisam perder o medo de questionar os seus direitos, eu vi diesel subir drasticamente nesses últimos dois anos e vi dono de linha reclamar de está trabalhando no vermelho, e não poder pedir um aumento ao chefe do executivo por medo de perder a linha.

Que democracia é essa onde você so tem o direito de ouvir, tivemos na ultima eleição absurdos acontecendo, em que algumas pessoas ligadas a administração relataram a mim a pressão sofrida "pelos sentinelas do prefeito" dizendo que estavam de olho, isso não é nem de longe um estado democrático de direito. Mas uma coisa é certa, em cima de um palco podem até me impedirem de falar a verdade, mas atrás de um computador eu duvido que me impeça de expor a verdade, ou de ser a voz dos que se calam diante do medo.

E finalizo com uma adaptação ao poema do Rubem Alves,

"Nas asas da democracia posso voar quando quiser, para onde quiser, esforço-me agora por escrever com sangue. Assim se o texto lhe parecer maçante, peço que o leia com indulgência"

Vereador Marciano Kbicera.

Qual seria o seu salário se você tivesse o poder de aumentá-lo?No dia 16 de novembro do corrente ano foi protocolado na ...
22/11/2022

Qual seria o seu salário se você tivesse o poder de aumentá-lo?

No dia 16 de novembro do corrente ano foi protocolado na camara municipal de Minas Novas os projetos de leis de numero 52 e 53 que concede aumento salarial ao prefeito, vice prefeito, e aos secretários municipais, aumentando em mais de 40% o salário do executivo, e em 34,09% o salário do secretários, o que pode acarretar consequentemente, um efeito cascata em todo o funcionalismo público, visto que o salário do prefeito passará a ser de aproximadamente 17 mil reais por mês e dos secretários de aproximadamente 7 mil reais por mês, que somando as nove secretárias vai gerar um aumento anual de R$ 176.787,36 sob o atual custo, que uma vez somados chegam a R$ 695.365,56 seiscentos e noventa e cinco mil reais e cinquenta e seis centavos por ano.

Diante da alarmante notícia de vultoso aumento salarial, em tempos de crise, momento este em que a média de ganho municipal que ja não era boa diminuiu vertiginosamente seus rendimentos financeiros, é de se pensar em uma ampla discussão sobre o assunto em questão. Uma vez aprovado, tais projetos pode gerar um déficit fiscal no orçamento público na casa de milhões, assim como projeções negativas do PIB a médio e longo prazo, portanto torna-se demasiadamente necessário discutir os mecanismos jurídicos que possibilitam tal aberração no cenário político.

Se o cenário apocalíptico, causado pela maior crise sanitária global, imposta pelo coronavírus, que, ao se percebe voltou a fazer vítimas em números preocupantes, mostra-se insuficiente para a existência de um mínimo valor moral de responsabilidade com o dinheiro público, torna-se necessário, ao menos, refletir acerca de medidas jurídicas e legais que possam auxiliar na transformação dessa amarga realidade.
Além disso é importante que o povo saiba de quem partiu essa iniciativa, que segundo o art. 29 da CF no seu - V - Subsídios do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal, observado o que dispõem os arts. 37, XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I; o que no meu entendimento gera vicio sob os referidos projetos, uma vez que os mesmos deve ser de iniciativa do poder legislativo, não podendo o executivo propor leis em causa própria e o que vimos nesse projeto, é que o mesmo está assinado pelo chefe do executivo, não constando a informação de que o mesmo foi de iniciativa do legislativo, o que também me chama atenção o fato do tema se quer ter sido discutido entre nós vereadores.

A Constituição Federal determina em seu artigo 37, XI, teto salarial do funcionalismo público para os entes da federação. De modo que o teto dos municípios pode ser delimitado pelo salário do chefe do executivo local. Ao determinar tal normativa de um teto, o qual não pode ser transposto senão por lei, o constituinte objetivou-se a delimitar alguns importantes propósitos, quais sejam, responsabilidade com o dinheiro público, (visto que a mudança de salário necessita de aprovação legislativa) e equilíbrio nos gastos públicos, por tanto é o momento do povo se posicionar e procurar os seus representantes eleitos para discutir o assunto em destaque, já que dentro de algumas categorias do funcionalismo público municipal estão a pelo menos 10 anos sem os respectivos reajustes.

Enquanto os supersalários possuem ajustes na faixa dos 40%, a projeção do salário mínimo para o próximo ano é menor que 5%. Essa realidade aumenta signif**ativamente a desigualdade social do funcionalismo público em comparação com os setores mais vulneráveis da sociedade, além de fazer uma má distribuição e uso dos recursos arrecadados pelo fisco. Diante dessa realidade, é urgente e necessário o dialogo da sociedade com a casa legislativa através dos seus representantes eleitos, para barrar tamanha discrepância, colocando-o em debate, discutindo assim, a melhor maneira de amenizar o mencionado abismo entre o teto salarial e o salário mínimo, visto que esse aumento pode causar um grande impacto fiscal, além de criar uma janela que obriga os empresários a aumentarem os salários de seus funcionários. Portanto, pode haver também uma pressão da própria classe econômica, para que o teto não seja aumentando de forma tão drástica, como é evidenciado na atualidade.
Talvez o texto constitucional tenha cometido grande equívoco ao possibilitar que os salários dos chefes do Executivo e dos parlamentares sejam aumentados pela própria classe política.

E finalizo chamando a atenção da sociedade Minas-Novense para uma maior participação nas reuniões da câmara municipal, para que assim possam entender melhor o que se passa por trás dos bastidores.

VOCÊ SE LEMBRA? COM ESSA INDAGAÇÃO EU TE CONVIDO A CLICAR NO LINK A BAIXO,  DEIXE SEU LIKE E SE INSCREVA NO CANAL PARA Q...
15/09/2022

VOCÊ SE LEMBRA?
COM ESSA INDAGAÇÃO EU TE CONVIDO A CLICAR NO LINK A BAIXO, DEIXE SEU LIKE E SE INSCREVA NO CANAL PARA QUE VOCÊ POSSA RECEBER UM AVISO TODAS AS VEZES EM QUE EU PUBLICAR ALGUM CONTEÚDO AQUI, ASSISTA O VÍDEO ATÉ O FINAL, DEIXE A SUA OPINIÃO, NÃO PERMITA QUE O AUTORITARISMO FALE MAIS ALTO QUE OS SEUS DIREITOS DEMOCRÁTICOS.

VOCÊ SE LEMBRA? COM ESSA INDAGAÇÃO TE CONVIDO A ASSISTIR ESSE VÍDEO ATÉ O FINAL, NÃO DEIXE DE EXERCER OS SEUS DIREITOS DEMOCRÁTICOS POR MEDO DE RETALIAÇÃO, ...

POLÍTICA SE FAZ COM TRANSPARÊNCIA Essa é uma das frases usada pela maioria dos gestores públicos,  e se tratando de dinh...
13/09/2022

POLÍTICA SE FAZ COM TRANSPARÊNCIA

Essa é uma das frases usada pela maioria dos gestores públicos, e se tratando de dinheiro público essa deveria ser de fato a essência de uma administração responsável e honesta. Porém, quando você encontra dificuldades em conseguir que seja colocado em pauta um simples requerimento que visa buscar informações sobre gastos com dinheiro público, começamos então a ter dúvidas quanto a transparência tão propagada pela administração.

A MAS O QUE TEM A VER REQUERIMENTO COM TRANSPARÊNCIA?

Tem tudo a ver pois, a mais de 90 dias protocolei junto a Câmara Municipal alguns requerimentos solicitando ao presidente que fosse posto em pauta para votação, por algum motivo o presidente ainda não quis colocá-los em pauta.

Tudo bem que o regimento interno dá poder ao Presidente para tal decisão, mas já que estamos falando em transparência porque gerar dificuldades em algo que é do interesse de todos? Tais requerimentos visam buscar informações que não estão disponíveis no portal da transparência.

No entanto entendo que, os poderes devem ser independentes, e quando algo do tipo acontece f**a a impressão de que “ a harmonia entre os poderes ultrapassou a legalidade constitucional” , eu enquanto vereador tenho em meu DNA político, a obrigação de fiscalizar as atividades da administração pública e isso não importa se sou da base ou não. E quando o poder legislativo se omite a tal ponto de dificultar a aprovação de um simples requerimento as coisas começam a tomar um rumo diferente, com isso “a transparência começa a soar frio”.

Por esse motivo sou taxado de opositor, sendo que na verdade todo vereador deveria zelar pelos princípios constitucionais vinculados ao seu dever, os meus interesses políticos pessoais jamais podem sobrepor às regras regimentais e constitucionais. No livro "O Príncipe" de Nicolau Maquiavel, ele trás um conceito de que “ se o Gestor político não tiver uma oposição que se crie uma oposição, porque o bom governo é aquele que tem oposição”
Entendo que só a oposição é quem aponta as possíveis falhas, não que essa administração tenha errado tanto, rsrsrs, mas por exemplo, recebo reclamações constantes advindas do HBJ Hospital Badaró Júnior, f**a difícil entender o motivo do atendimento precário, uma vez que o hospital tem recebido tanto repasse do município, entre 2021 e a presente data já foram repassados média de 4 milhões de reais para a instituição.

Não faço essa colocação porque sou oposição, muito pelo contrário, não sou eu que me oponho ao prefeito, é o prefeito que se opõe a forma correta de administrar, uma vez que o mesmo não aceita que um vereador tenha posicionamentos diferentes dos dele. Entendo que não fui eleito vereador para f**ar propagando os feitos da administração, nem tampouco para f**ar fazendo vídeos de promoção política do chefe do executivo, “minha função é legislar, fiscalizar, defender o interesse dos menos favorecidos, propor ideias e projetos de lei que tenha sustentabilidade, não é com uma política imediatista que vamos sanar os principais problemas desse município, há coisas muito mais importantes sendo deixadas de lado.

Finalizo dizendo que “eu não entrei na política para ter a política como atividade profissional, não tenho vaidade nenhuma com a cadeira que ocupo no legislativo, bem sei que esta é rotativa, se amanhã ou depois eu não estiver mais como vereador tenho certeza que terei comigo a consciência tranquila de que eu não me omiti diante os erros ocorridos nessa administração”


Vereador
Marciano kbicera

O Analfabeto Político  O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos aconteciment...
12/09/2022

O Analfabeto Político

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. De ( Bertolt Brecht )


O analfabeto político é tão b***o que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a pr******ta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio dos exploradores do povo. ( Autor desconhecido)

E pra piorar temos os analfabetos funcionais, ocupando cargos importantes na esfera pública, a exemplo disso há muitos vereadores, deputados... ganhando três, quatro, dez vezes mais que um professor, o enfermeiro, para decidir, o deles, o seu, o meu, o nosso futuro, isso impacta diretamente no nível de políticas públicas do país, na renda individual, no desemprego, na criminalidade, na pobreza e extrema pobreza, na miséria e, nas eleições, e muita das vezes na qualidade do voto. Pois uma vez que o candidato não tem propostas ideias, de políticas públicas que visa beneficiar a sociedade em curto médio longo prazo, eles usam do poder de barganha, “comprando o seu voto por reles vintens”.

Em muitos casos analfabetismo gera exclusão social e retira dessas pessoas a dignidade dificultando que exerçam o seu pleno papel de cidadania. Muitos se quer, sabem dos seus direitos mais básicos, se sentem constrangidos, outras vezes acuados por um bando de lobos em pele de cordeiro. Governar não é apenas alocar recursos. Os governos anteriores preferiram investir e realizar outros projetos a erradicar o analfabetismo. “Pavimentar estradas, fazer pontes, inaugurar obras, dá mais votos”, não é verdade? Pelo menos é isso que a gente percebe, não há dedicação suficiente por parte dos governos e congresso que não seja a solidariedade e a fraternidade, disso a gente está farto.

Dizem que recordar é viver, se tratando de respeito ao dinheiro público, nos Governos petistas eu diria que recordar é sofrer. Pois foi nesses governos que tivemos os maiores escândalos de corrupção desse país, são os petistas que nos discursos de campanha falam em ajudar os pobres, são eles que enchem o peito pra dizer que tirou o povo da pobreza, quando na verdade “os mesmos pobres de antes são os de hoje”, governaram o país por 13 anos e 243 dias preferiram despejar R$ 500 bilhões, dos brasileiros pagadores de impostos, em outros países para construir portos, aeroportos, metrô, rodovias e hidrelétricas do que investir no povo brasileiro, durante todos esses anos não faltaram recursos públicos, mas preferiram investir em políticas de transferência de riquezas aumentando impostos, esquecendo dos miseráveis e cuidando do bem-estar da classe que vive à custa do estado, enquanto isso pessoas morriam nas filas de hospitais, corredores lotados, infraestrutura zero, e quando havia era sempre com obras superfaturadas.

A má alocação dos recursos que pertencem aos pagadores de impostos e são mal administrados pelo governo, continua a todo v***r. Recentemente o Congresso aprovou R$ 21,9 bilhões para a cultura. São R$ 18 bilhões da Lei Aldir Blanc e R$ 3,9 bilhões da Lei Paulo Gustavo. Estranho, congresso priorizar a cultura quando ainda temos milhões de analfabetos, priorizar R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral, enquanto ainda temos milhares de pessoas na fila do SUS aguardando uma vaga para cirurgia, e R$ 36,4 bilhões em emendas do relator também denominado de orçamento secreto. Isso é prova que temos dinheiro sobrando e daí a má alocação de recursos pelos nossos políticos.

Há uma absoluta falta de sensibilidade e de respeito com o povo brasileiro, tanto na esfera Federal, Municipal, como estadual, no que se refere aos temas prioritários. Uma pena, pois, pois há áreas muito mais importantes dependendo esperando alguém que olhe por elas. Políticos, com algumas exceções, gostam de analfabetos pois não temos visto projetos de lei viáveis, verbas orçamentárias robustas, discursos nas tribunas e defesa de programas efetivos em defesa da educação. Mas em algum momento surgirá um partido, um governo ou um congresso com sensibilidade que vai eleger a erradicação do analfabetismo como uma de suas principais prioridades.



AUTOR: ( Marciano F. Barbosa )

Mineiro, Jequintinhonhense, inconformado com o atual sistema político brasileiro.

Direitos autorais preservados

Endereço

Minas Novas, MG
39650000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Voce Na Politica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Voce Na Politica:

Compartilhar