Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos

Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos Coletivo UFPR-Litoral

Nossa intenção é contribuir para o debate sobre as atividades do Setor e p Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos

À Comunidade Universitária do Setor Litoral da UFPR

Nossa intenção é contribuir para o debate sobre as atividades do Setor e pensar uma concepção de Educação Para além dos 10 anos! O debate realizado no espaço da Tenda do Setor Litoral no dia 20 de outubro de 2015 potencializou uma conversa sobe a atual conjuntura político-econômica brasileira e a nossa realidade local. Recorrendo à experiência v

ivenciada até aqui na elaboração do nosso Projeto Político Pedagógico, pretendemos com a apresentação das propostas e compromissos da CHAPA 2 refletir sobre a necessidade da superação do modus operandi da atual gestão do Setor. O que significa encontrar novos caminhos para solucionar alguns problemas crônicos percebidos em nosso cotidiano: mobilidade, transporte, moradia, infraestrutura, estágios acadêmicos, ausência de planejamento, centralização, esvaziamento dos espaços de deliberação coletiva, dificuldades na articulação dos três eixos pedagógicos (ICH, FTP, PA) e relação institucional da representação setorial
com os demais fóruns da UFPR. Temos o desafio e a compreensão de que é necessário nessa conversa evitar a armadilha de pensar esse processo como uma “desconstrução”; na verdade trata-se precisamente da proposição de algo novo, diferente! Fica aqui o convite para participar da elaboração do compromisso que o Coletivo UFPR Litoral, Para além dos 10 anos assumirá para os próximos quatro anos da Direção – Luiz Rogério e Eduardo Harder – do Setor Litoral.

NOTAApós uma semana de intensos diálogos e reflexões, o Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos vem a público agrade...
03/12/2015

NOTA

Após uma semana de intensos diálogos e reflexões, o Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos vem a público agradecer os 401 votos de confiança da comunidade acadêmica na Chapa 2 que concorreu a eleição setorial 2015/2016 no dia 26 de novembro.

Queremos também agradecer Luiz Rogério e Eduardo Harder por atenderem o chamado desta coletividade para promover em nosso Setor uma Cultura Política de Gestão Participativa e Democracia Deliberativa.

Gostariamos de comunicar que o Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos se encontrará novamente para dialogar, avaliar o processo eleitoral por qual passamos e planejar as ações que serão implementadas em 2016.

Seja a mudança quer você quer ver no mundo ( Mahatma Gandhi)

Att.
Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos

27/11/2015

Uma mensagem do Professor Eduardo Harder sobre o resultado da consulta pública do dia 26 de novembro de 2015.

Sobre a Consulta Pública à Direção Setorial da UFPR Litoral

Eduardo Harder

Na madrugada desta sexta-feira, dia 27 de novembro de 2015, o Setor Litoral da UFPR definiu sua Direção Setorial para o próximo quadriênio (2016-2020). Ganhamos entre os estudantes, quase empatamos entre os servidores técnico-administrativos e recebemos 1/3 dos votos dos docentes. Uma verdadeira vitória ao considerarmos que tudo isso resultou de uma articulação que em apenas duas semanas constituiu o “Coletivo UFPR Litoral Para Além dos 10 anos!”.

Produzimos um conjunto de reflexões e o início de uma rica avaliação da primeira década de existência de nosso Setor. Superamos o pensamento único e a imposição de estigmas instaurados a partir de identidades que não correspondem às nossas práticas e aos nossos ideais. Primamos por não reproduzir o teatro político-partidário vigente no modus operandi eleitoral da vida nacional. E sabíamos dos riscos que há em se constituir em uma potência de transformação ao atual establishment administrativo. Sem problemas. Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo, já dizia Mahatma Gandhi.

E assim primamos por um agir coletivo que espelhe a não violência, a superação do assédio moral e da desconstrução do Outro, a importância de instaurar boas práticas de administração pública, a descentralização e desconcentração de poder. Trouxemos ao centro do debate a importância da vida ética institucional, a qual constitui o sentido de um Projeto Político Pedagógico inovador e em busca de reconhecimento e construção de seus sentidos plenos. Buscamos superar uma tradição anti-democrática, instaurada pelas decadentes figuras de líderes carismáticos e seus jogos de manutenção e reprodução do poder. Não somos a mera oposição, a negação ou a interdição da vida. Pelo contrário. O princípio que nos inspira reside no legado dos grandes mestres que ergueram a tradição de uma universidade que ainda resiste e é comprometida com a emancipação, com a descolonização da vida e com a libertação.

Aqui, minha homenagem ao mestre e jurista Vieira Netto, aquele que quando fui estudante de direito não pude conhecer porque sua memória havia sido pilhada pela ditadura militar. A mesma ditadura militar que se fez presente na posse da atual Direção Setorial em 2012.

Que novos ventos inspirem os professores Renato Bochicchio e Luiz Eduardo Cunha Thomassim. Que uma cultura dos direitos humanos ingresse de fato em nosso cotidiano. Que o respeito à diversidade e pluralidade de valores e perspectivas de mundo presente no Setor Litoral constitua o fio condutor dessa nova gestão, pautada pela ética da responsabilidade para com o Outro, com a plenitude de uma nova universidade que almeja florescer, tal qual a primavera nesta intensa Mata Atlântica.

Com muito orgulho trilhei com o colega Luiz Rogério Oliveira da Silva a candidatura à Direção Setorial. O discurso crítico e comprometimento real com as causas sociais, junto com o coração vibrante de sua esposa Silvana temperam a Consulta Pública. Colocamos nossos nomes à disposição para além de projetos personalistas e sim a partir de um coletivo de pessoas composto por estudantes, servidores técnico-administrativos e docentes que insistem na abertura de processos de decisão e deliberação mais democráticos.

Um coletivo engajado com “a circulação de gestão do poder de gestão”, com o “efetivo compromisso com a universidade pública, com cidadania, com uma educação emancipatória, com uma ética que vê na diferença um valor e com as comunidades do litoral”. Nesta já antológica análise publicada por Ana Elisa de Castro Freitas, faço minhas palavras para dizer que o “Coletivo UFPR Litoral Para Além dos 10 anos!” vive e se constitui na grande força contra-hegemônica pela vida democrática.

Encerro com a sagaz memória literária de Giuseppe di Lampedusa, que em Il Gattopardo escreveu: “Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude.”

Iznerolnaz Socram1 h · EditadoEntrando no clima para iniciar um importante dia de decisão sobre o futuro da UFPR Litoral...
26/11/2015

Iznerolnaz Socram
1 h · Editado

Entrando no clima para iniciar um importante dia de decisão sobre o futuro da UFPR Litoral... e, para isso, nada melhor que Calle 13!!!
É com esse pulsar que VOTO CHAPA 02 - VOTO LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO HARDER, PARA ALÉM DOS 10 ANOS!!!

Calle 13 - Latinoamérica Directores Jorge Carmona y Milovan Radovic Productor Alejandro Noriega Patria Producciones

25/11/2015

GRANDES TEMAS DO COLETIVO - PARA ALÉM DOS 10 ANOS! CADERNOS DE REFLEXÃO

"É papel da Direção Setorial firmar protocolos institucionais com coletividades sociais ?"

A questão posta no título da reflexão tem aparecido nos debates que antecedem a Consulta Pública para a Direção do Setor Litoral. De acordo com a Chapa 1, e na palavra de seu candidato a vice-diretor, Luiz Thomassim, NÃO.

Trago aqui posicionamentos que venho amadurecendo ao longo de meus 7 anos de docência no Setor Litoral e, com satisfação, identifico no Coletivo para Além dos 10 anos as condições objetivas de aprimoramento da gestão sobre o assunto.

Estabelecer ou não protocolos institucionais com comunidades sociais nos remete imediatamente à dimensão do reconhecimento da diferença.

Caberia, então, antes perguntar: Afinal, RECONHECEMOS ou NÃO a existência de uma diversidade social que inclui modos de organização também diversos, tais como movimentos sociais, associações de bairro e alteridades coletivas (comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, caiçaras, pescadores artesanais) que junto às suas teias ecológicas e territoriais integram a esfera pública?

Há marcos jurídicos de reconhecimento, já firmados pelo Estado brasileiro, que apontam na direção de uma nacionalidade pluriétnica, multicultural...mas para além do plano formal, o que fazemos nós?

Há uma expectativa social de que as universidades públicas avancem justamente na sofisticação das "lentes" de reconhecimento da diferença.

Uma comunidade indígena, por exemplo, ou uma comunidade caiçara, uma coletividade de pescadores, quilombolas, possuem o estatuto de alteridades sociais, sujeitos coletivos.

Nestas coletividades, antes do "indivíduo moderno" há a "pessoa", com papéis e posições recíprocas, visões de mundo, uma linguagem, que definem o pertencimento e vínculo a sua comunidade e ao seu território.
E são inúmeras as produções acadêmicas que focalizam, por diferentes ângulos, do ensino, da pesquisa, da extensão, das disciplinas, a vida destas comunidades em seus territórios.

Assumida essa premissa - de que existem no litoral do Paraná alteridades culturais (pessoas reunidas em coletivos vivendo em seus territórios existenciais, com modos próprios ser e viver), e reconhecendo que estes sujeitos coletivos têm suas próprias e legitimas formas de institucionalidade (lideranças, sábios, educadores, artistas, etc), eis a primeira síntese: Sim, passa a ser uma questão de extrema relevância que a gestão e a Direção Setorial estabeleça um plano de relacionamento institucional, que dê segurança jurídica às coletividades sociais e aos estudantes, docentes, técnicos-administrativos que integram a comunidade acadêmica.

Reconhecida a diferença, passa a ser desproporcional empenhar toda a agência da gestão na direção de um plano de relações institucionais e diplomáticas que “elege” e “investe” (com pouca clareza administrativa) em relações com esfera estatal (municípios, estados, união), e "delega", "transfere", "joga" para a esfera autônoma da comunidade acadêmica e dos projetos as relações com as comunidades locais.

Mais complicado f**a quando esta "terceirização da responsabilidade institucional" - que "lava as mãos" - é ancorada num discurso de que isso é "democrático", ou diz respeito à "autonomia", ao "protagonismo". O risco aumenta quando este protagonismo é transferido ao estudante, do qual se espera que o Projeto de Aprendizagem estabeleça situações de ensino, pesquisa e extensão com as comunidades locais, sem nenhuma segurança jurídica ou institucionalidade mais estruturante.

No vácuo institucional, não conseguimos, em 10 anos, um acúmulo real, que poderia se materializar em um banco de dados institucionais, indicadores, cartografias, publicações sistemáticas. Nesta suposta autonomia há dois pesos e duas medidas de gestão das relações socio-políticas, desproporcionais.

No que se refere às relações institucionais com a união, estados e municípios, há também ajustes de rumo nada fáceis de enfrentar. Há que se formalizar relações imprescindíveis ao bom andamento da vida acadêmica. Por exemplo, de um lado, não temos protocolos firmados com secretarias de educação, escolas, fundações, institutos públicos, que garantam a oferta de estágio profissional. Por outro lado, a gestão investiu na institucionalização do "docente-articulador", figura dedicada à ancoragem de relações institucionais do Setor com municípios do litoral.

Passados 10 anos, muitas destas relações (frágeis em termos jurídico-administrativos) terminaram assumindo dimensões clientelistas - prefeitos e seus quadros de servidores se autorizam (e são reciprocamente autorizados pela direção setorial) a interferir em decisões sobre oferta ou não de cursos nestes ou naqueles espaços, oferta ou não de transporte público (imprescindível para a mobilidade acadêmica), etc, etc e etc.

Perversamente, estas relações terminam por reduzir a discricionariedade (poder de deliberação) das Câmaras de Curso e da comunidade acadêmica como um todo sobre assuntos de seus interesses, frente às interferências do poder local.

Em síntese, passada uma década, agentes municipais consideram "legítimo" interferir, não raro abusivamente, em assuntos de interesse da universidade; no plano político, abre-se espaço para inversões de responsabilidades e competências, resultando em constrangimentos, insegurança jurídica, vícios administrativos, impasses, perda de tempo, equipamentos, recursos, precarização da oferta de serviços essenciais, imobilidade, entre outros impactos.

Amarrada nestas teias pouco transparentes, a gestão perde agência (ou concentra poder?), "engessando" fluxos essenciais como espaço físico, transporte, mobilidade. A quem interessa a continuidade destas práticas? Infelizmente, pesa reconhecer em tais praticas a marca colonial – quando contraditoriamente pretendemos um projeto de descolonização!

E com as comunidades? Quais os resultados da ausência de protocolos institucionais com as comunidades locais? Fragilidade no enfrentamento de grandes projetos de desenvolvimento, isolamento ou sobreposição de ações de interesse comum, fragmentação dos resultados das atividades de ensino, pesquisa, extensão, das produções de ICH's, PA's, fruto da atomização produtiva, que não produz sínteses: temos a impressão de que andamos muito, mas não somos capazes de reconhecer o traçado de nosso próprio caminho, pois no plano institucional nossa ecologia está atomizada.

Refletir sobre 10 anos dessa política nos coloca frente a um paradoxo: de um lado um discurso (de protagonismo, emancipação, autonomia, desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável, diversidade), de outro uma prática (que resultou em atomização e fragmentação de nossas relações humanas e profissionais, em amarras clientelistas nas relações com as esferas executivas municipais, entre outros problemas aqui apontados, neste breve balanço.

Por fim, como já temos dito, democracia e concentração de poder por 10 anos consecutivos não combinam!

Para além dos 10 anos precisamos - e queremos - outra gestão, coletiva! O fluxo de gestão é o ingrediente indispensável para o amadurecimento institucional PPP do Setor Litoral.

Este Projeto, levado a sério, exige que o poder de gestão circule reciprocamente entre os sujeitos que integram a equipe acadêmica setorial.

Para de fato vivenciarmos os valores de respeito à diferença, protagonismo e autonomia, precisamos garantir o exercício plural e democrático da gestão do projeto.

E neste pleito, a circulação do poder de gestão encontra à disposição da comunidade acadêmica dois membros docentes cujas trajetórias historicamente demonstram o compromisso com a universidade pública, com a cidadania, com uma educação emancipatória, com uma ética que vê na diferença um valor e com as comunidades do Litoral.

DIA 26/11 - VOTE CHAPA 2 - LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO HARDER

PELA DESCOLONIZAÇÃO DE NOSSAS RELAÇÕES
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23/11/2015
23/11/2015

POR QUE VOTO NA CHAPA 2 – Luiz Rogério e Eduardo Harder

Ernesto Kuaray Pereira, meu mestre Guarani, certa vez me disse que a circulação é o princípio da vida. Uma casa deve respirar, uma pessoa deve andar e conhecer novas realidades, o corpo deve se mover e suar para que as belas palavras de Nhanderu – nosso pai – inspirem nosso pensamento e ação. Mudança, coragem de mudar, eis no que se traduz a fala proverbial deste meu saudoso e sempre mestre Kuaray.

Depois de Ernesto Kuaray, tive a graça de conhecer vários outros Kuaray’s. De modo muito especial, meu ex-bolsista PET Indígena, Daniel Kuaray Martins Timóteo, me ensinou que para o bom fluxo dos pensamentos é preciso que as práticas de educar envolvam o corpo, a dança o canto e não somente a palavra escrita e o intelecto. Este brilhante intelectual e educador Guarani reafirmou que a circulação, o movimento é o princípio da vida.

Passei os últimos 3 meses em movimento. Estive em Porto Alegre revisitando minha universidade afetiva – a UFRGS. Foi na UFRGS que fiz toda a minha formação acadêmica e para onde retornei, no movimento dadivoso da recíproca, para compartilhar meus avanços de pesquisa, ensino e extensão, que floresceram aqui no Setor Litoral da UFPR, minha universidade de escolha, universidade de envolvimento e de incansável dedicação nos últimos 7 anos.

Hoje entrei em sala de aula pela primeira vez, após o mergulho em Porto Alegre. A sala de aula é meu espaço de oxigenação, de movimento, onde o diálogo simétrico com os estudantes me provoca a sempre novos vôos de pensamento.

Encontrei uma universidade diferente. Sinto que estamos a um passo de um salto quântico - que nos possibilitará historicamente experimentar um outro modo de gerir o projeto educacional do Setor Litoral. Estou maravilhada com esta possibilidade.

Isso é legítimo, é necessário e me parece emergencial para que possamos colocar em movimento o que nos encanta nesse projeto.
VOTAREI NA CHAPA 2 porque ela representa o movimento, a circulação e a vida de um dos mais belos projetos de educação que eu conheço.

VOTAREI NA CHAPA 2 porque LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO HARDER são pessoas envolvidas com este projeto, intelectuais com experiência e ética, respeito à diferença e engajamento social, pessoas humanas, capazes de recepcionar o outro a alargar a esfera democrática na prática, pessoas que demonstram um caráter diplomático indispensável para ampliar e qualif**ar as relações internas e externas à universidade, colegas e educadores com experiência administrativa, lastro institucional e tantas outras qualidades.

VOTAREI NA CHAPA 2 porque um espaço de educação é por essência um espaço de pluralidades e esta Chapa representa a circulação de poder e de gestão – princípio da vida.

Em 1988, em Porto Alegre, ajudei a eleger Olívio Dutra para a primeira administração popular que tivemos naquela cidade e a única que de fato viveu plenamente o princípio democrático que a tantos seduzia nas legendas populares no final de uma longa e sombria ditadura militar. Olívio dizia, naquele momento – “Precisamos ter a coragem de mudar!”
Mudar é um ato de coragem, um salto que exige consciência, mas também confiança.

Mais do que mudar por mudar, as condições de mudança expressas na CHAPA 2 são espetaculares e promissoras. Os nomes que encabeçam a chapa, são resultado de uma escolha de um coletivo altamente crítico e engajado com o PPP do Litoral e só por esta razão merecem confiança e respeito.

VOTO NA CHAPA 2 porque acredito que estamos prestes a viver uma excelente nova etapa da gestão de nosso projeto, alinhada com os valores que este projeto representa, e cuja síntese encontramos na imagem do movimento, do fluxo, da vida.

NÃO VOTO NA CHAPA 1 porque não acredito que uma única leitura e prática de gestão por mais de 10 anos seja compatível com o princípio da vida e do movimento! Independente desta ser uma gestão eficiente ou não, a circulação do poder de gerir é o exercício real e a única garantia da democracia.

VOTO NA CHAPA 2 porque LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO HARDER estão alinhados historicamente com o desafio de fazer circular as energias de um dos mais belos projetos de educação, a exemplo do que nos ensinam os ventos, as marés, as luas, os povos indígenas.

VOTO NA CHAPA 2 porque a vida só existe em movimento e em fluxo.

Ana Elisa de Castro Freitas.

Lourival Fidelis compartilhou a foto de Desinformémonos.4 h ·No final, tudo dá certo. Bailamos segundo nossas convicções...
22/11/2015

Lourival Fidelis compartilhou a foto de Desinformémonos.
4 h ·

No final, tudo dá certo. Bailamos segundo nossas convicções coletivas. Seguimos em frente CHAPA 02, construção coletiva de sujeitos conscientes do nosso papel na história. Educação do Campo presente! La ternura esta presente siempre, pero sin poesía, sin las personas, sin la discusión con todos no ay democracia. Somos todos Luiz Rogério Silva e Eduardo Harder. Acreditamos no inédito possível, no futuro presente ao alcance das nossas mãos.
Foto de Desinformémonos.

Bailemos...!

19/11/2015

Depoimentos!!!

Fatima Guarani Kaiowá
1 h ·

Sim,professor Luiz Rogério Silva,nosso mestre,o que entendeu e entende o PPP desta universidade e,se somos orientadores comunitários,foi ele que despertou o humano em nós,sem discursos eloquentes mas com muito trabalho, de quem põe realmente a mão na massa.Ele e o professor Eduardo são seres humanos fantásticos e mestres por excelência.

Democracia e concentração de poder por 10 anos consecutivos não combinam! Para além dos 10 anos precisamos - e queremos ...
18/11/2015

Democracia e concentração de poder por 10 anos consecutivos não combinam! Para além dos 10 anos precisamos - e queremos - outra gestão, coletiva! Se de fato defendes o PPP do litoral, leve a sério o que ele expõe e estimule que outros membros da equipe do coletivo UFPR Litoral exerçam a gestão do projeto. Aliás, membros docentes cujas trajetórias historicamente demonstram o compromisso com a universidade pública, com a cidadania, com uma educação emancipatória, com uma ética que vê na diferença um valor e com as comunidades do Litoral. VOTE CHAPA 2 - LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO HARDER

16/11/2015

Boa noite pessoal!
Recebemos um convite para realizar dois debates com os estudantes do Setor Litoral (manhã e noite).
É claro que a nossa CHAPA 2 - LUIZ ROGÉRIO E EDUARDO - "Coletivo UFPR Litoral Para Além dos 10 Anos" DISSE SIM e confirmou presença! Confira os detalhes no texto do convite abaixo e que foi enviado pelos seus organizadores:

CONVITE

Os educandos do Setor Litoral da UFPR comunicam que os debates das chapas que concorrem nesta eleição 2015/2016 à Direção será realizado em 17 de novembro 2015 em dois momentos:

No período da manhã das 9 as 12h e
No período noturno das 19:30 as 22.

Local: auditório do Setor.

Bom dia!Hoje, segunda-feira (16/11), teremos mais um encontro do Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos e ele acont...
16/11/2015

Bom dia!

Hoje, segunda-feira (16/11), teremos mais um encontro do Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos e ele acontecerá às 16h no entre blocos do Setor.

16/11/2015

Depoimentos valem mais do que mil imagens!!!

Cheila Rothe
to
Coletivo UFPR-Litoral Para além dos 10 anos
10 de novembro às 15:45 ·

Desde de criança sonho em ser professora, mas foi aqui no setor Litoral que aprendi o quanto a Educação pode ser encantadora. Foram/são as pessoas ENVOLVIDAS com a dimensão pedagógica (oposta a visão mercadológica historicamente posta) que me inspiram grandes sonhos e, o melhor, possibilidade de vivenciá-los.
Lembro-me com entusiasmo e admiração as diversas vezes, durante os 6 anos em Matinhos, que pude ver e ouvir as grandes pessoas Luiz Rogério e Eduardo Harder defendendo modos humanos, integradores e justos. Vocês tem todo o meu apoio e parceria. Gratidão imensa por se envolverem nesse processo, com vocês meus sonhos com uma educação comprometida e socialmente justa continua.

Endereço

Rua Jaguariaíva, 512
Matinhos, PR

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