25/10/2023
O ARGUMENTO ECOLÓGICO INSTRUMENTALIZADO PELA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO (MARXISTA) E SUA INFILTRAÇÃO NA DOUTRINA CRISTÃ.
Uma pergunta muito interessante foi feita em um dos grupos de debate que organizo. A pergunta foi:
- POR QUE O DISCURSO AMBIENTAL/ECOLÓGICO É TÃO CONSTANTE HOJE DENTRO DO DEBATE E ORIENTAÇÃO RELIGIOSA CRISTÃ (principalmente dentro do ambiente da igreja católica) FAZENDO COM QUE EXISTA TODA UMA AGENDA DIRECIONADA A ISSO?
Bem, nós já tinhamos tratado desse assunto, mas não de uma maneira mais aprofundada, justamente por ter-mos, naquela ocasião, direcionado o debate para um outro lado que não tornou possivel retornar para esse tema.
Vejam, a teologia da libertação age de maneira abrangente. Ou seja, busca certos temas que são de envergadura universal, pois estes são quase que impossives de serem simplesmente descartados. O discurso em torno do meio ambiente ou discurso ecológico é um deles. Todos temos total entendimento que temos um compromisso com a natureza de modo geral, que é elemento fundamental da própria criação de Deus, e que as demandas de punho ambiental tem que serem trazidas à luz do debate em todas as esferas da vida humana. Inclusive à luz da esfera religiosa.
Os princípios de respeito, consciência em torno da conservação, preservação, tem que ser estimulados frequentemente. Acredito que todos concordamos com isto, a igreja inclusive tem todo um campo normativo e de orientação quanto a esse tema.
Mas percebam que mesmo assim, o tema ou argumento de viés ecológico tem tomado uma maior presença dentro da própria linguagem da igreja, estando presente mesmo em momentos que "Liturgicamente" não rementem à tal tema. Isso se dá pelo fato maior que; o interesse por detrás desse espaço ocupado de maneira proeminente pelo tema, é justamente o interesse de ordem ideológica, que tem o objetivo maior de minar as bases da doutrina cristã, e conforme todo o campo de objetivos da T.L, esvaziar a fé.
A igreja é orientada por uma doutrina e admite um magistério, que é o seu campo normativo. E esse magistério, que é fruto de debates teológicos dos mais profundos ao longo de toda a história, debates estes que ocorrem dentro do mais significativo carater de compromisso, respeito e responsabilidade, é taxativo quanto ao trato que nós, enquanto cristãos, temos que ter com as religiões ou espiritualidades pagãs.
Foi justamente por esse motivo que grande ala da igreja católica tratou como infeliz, o fato do Papa Francisco, ter permitido na JMJ de dois ou três anos atrás, que fossem promovidos no pátio da basílica de São Pedro, momentos de punho cultural, que reproduziam claramente a tradição religiosa pagã. Com tudo o quem tem direito, ornamentos, simbolos, canticos e tantas outras coisas, ultilizando do argumento da pluralidade cultural e da importância de "INCLUIR PARA EVANGELIZAR".
O Papa Francisco, Vigário de Cristo, ao qual devemos todo o respeito, compartilha desde sempre e é adepto dos princípios da Teologia da Libertação, o que nunca tratou de maneira à parecer escondido. O discurso mais polído que vemos hoje, deve-se ao cargo maior que ocupa, o que acaba por ser normal, considerando o fato de que ele hoje é a maior autoridade, da maior instituição do mundo.
Guardadas as menções ao Papa, devemos continuar e focar nos princípios e objetivos da T.L. Percebam que, ao assumir o discurso ecológico, a igreja passa naturalmente a absorver e a integrar as próprias doutrinas ambientais. Aquelas que remetem à preservação, sustentabilidade, etc. E outras, essas que correspondem ao que podemos tratar como "DOUTRINAS DOGMÁTICAS". O predomínio do argumento ambiental dentro da igreja hoje já está amparado por uma linguagem "Liturgica" quem vem sendo preparada e sistematicamente vem tomando espaço de maneira implacável.
Isso tudo vai constrindo um molde ideológico dentro do corpo da igreja, embasado pelo argumento ecológico/ambiental. Já podemos perceber uma inclinação maior, sobretudo por parte dos jovens da igreja à esses dogmas ecológicos, basicamente, o cerco vai se fechando, você começa absorvendo princípios fundamentais, e vai tendo esse molde construído até estar completamente exposto ao campo espiritualístico da coisa.
Não é por nada além disso, que vem se permitindo hoje e nunca sendo combatido, os rituais de punho religioso dessas doutrinas de origem pagã dentro dos próprios cultos da igreja Cristã (católica). Não é raro vêr-mos hoje, no início das missas, a entrada dos sarcedotes e dos ministros serem acompanhadas, em várias ocasiôes, de simbôlos da religiosidade pagã predominante naquela região, como é o caso de várias celebrações que ocorrem na região amazônica.
O argumento ecológico também é usado como mote devido estar intresecamente associado às origens das religiões pagãs, que surgem ao longo da história, de todo o campo supesticioso e misterioso que envolvia o homem e a natureza desconhecida.
Ou seja, passando pelas dinâmicas básicas das demandas ecológicas até haver campo para a admissão dos dogmas.
Atesta-se também a admissão dos dogmas de ordem ecológica pelo fato de já observar-mos muitos Cristãos utilizando termos como; MÃE TERRA, MÃE NATUREZA.
Parece muito simples pelo objetivo maior, que é a do esvaziamento da fé. Porém, é complexo no seu processo.
E acreditem, grande erro da própria igreja foi nunca ter dado tanta importância a isso.
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