Plenária de Mulheres Negras do Norte do Paraná

Plenária de Mulheres Negras do Norte do Paraná Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Plenária de Mulheres Negras do Norte do Paraná, Organização política, Londrina.

A Plenária de Mulheres Negras, é um grupo de organização política que visa a emancipação da mulher negra e periférica de Londrina e região, através de reuniões e mobilização para levar o debate racial em todos os espaço.

O Coletivo Plenária de Mulheres Negras do Norte do Paraná, convida para a “Roda de Conversa das Pretas” em celebração ao...
28/07/2024

O Coletivo Plenária de Mulheres Negras do Norte do Paraná, convida para a “Roda de Conversa das Pretas” em celebração ao “Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha”.
Com o objetivo de dialogar sobre o impacto da estética negra nos espaços de poder, explorando como as questões de raça, identidade e representatividade influenciam esses ambientes. Entendendo a importância de valorizar a estética negra e a diversidade cultural como forma de promover a inclusão e a igualdade nos espaços de poder.
A Roda acontecerá no dia 10 de agosto a partir das 13h na Secretaria Municipal de Cultura.

✨💕Bem Vindes ao Mês de Julho, onde teremos a Tarde da Autoestima e Autoamor com Palestras, Oficinas e Moda Consciente.Pa...
05/07/2022

✨💕Bem Vindes ao Mês de Julho, onde teremos a Tarde da Autoestima e Autoamor com Palestras, Oficinas e Moda Consciente.

Para maiores detalhes, fale conosco pelo Whatsapp 43 9 8445-3742


✊🏾

08/06/2022

O próximo Programa Arriba Las Mujeres está simplismente incrível! Recebi junto com a amiga e sempre colaboradora Beatriz Batista, Adriana e Lilian de Jesus,netas da atemporal escritora Carolina Maria de Jesus, um ícone da resistência preta periférica e uma das maiores escritoras brasileiras. Uma entrevista descontraída e forte sobre educação antirracista, o atual momento do Brasil e o paralelo das obras de sua avó com a realidade dos nossos dias.
Não percam!
É quarta feira a partir das 18 horas na nossa antenazero.com

11/04/2022

Matriarcado africano é o tema de hoje.

Baixe em: https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/3395 (texto na bio)

Referência: CARVALHO, Ricardo Ossagô; TUBENTO, Medilanda Eliseu Amós. Matriarcado africano: uma análise nos escritos dos feminismos. Tensões Mundiais, Fortaleza, v. 17, n. 33, p. 305–328, 2021.

20/03/2022

Você sabia que os filmes 3D foram uma invenção de uma mulher preta?

Acredito que você já várias vezes assistiu os filmes em 3D ultimamente?

Você sabia que essa tecnologia foi inventada por uma mulher preta?

Sim, foi.
Valerie Thomas nasceu em maio de 1943, em Maryland, Estados Unidos.

Ela se formou em física pela Morgan State University, antes de trabalhar como analista de dados na NASA, onde depois de algum tempo começou a gerenciar o programa Landsat, que produzia milhões de imagens da Terra.

Em 1976, Thomas descobriu que espelhos côncavos podem criar a ilusão de objetos tridimensionais e começou a experimentar como ele poderia transmitir visualmente a ilusão 3D.  Em 1980, Thomas patenteou seu transmissor de ilusão.

A física Valérie Thomas foi contratada para criar, em 1980, a patente do emissor de ilusão, um dispositivo que simula a aparência tridimensional de um objeto.  A invenção foi e ainda é usada pela NASA, agência espacial onde Thomas trabalhou entre 1964 e 1995 como analista de dados e gerente de projetos.

Investigue mais, somos muito mais do que dizem em seus filmes e livros...

Busquem a verdade, e a verdade vos libertará.

Repost:A verdade sobre a nossa cultura e as nossas origens!

31/01/2022

"Não colem em mim esse discurso da meritocracia".

Conceição Evaristo

05/01/2022
29/12/2021

Para entender por que o Haiti é chamado de o país mais pobre do continente, é preciso levar em conta sua trajetória histórica e revolucionária. Ou seja: conhecer a história da Revolução do Haiti (1791 – 1825). Foi o primeiro país a abolir a escravidão e o segundo a proclamar a Independência nas Américas. Tornou-se o único caso na história da humanidade em que uma insurreição de escravos destruiu a sociedade vigente e gerou uma nação.



No imediato período pós-colonial havia a possibilidade de que o Haiti fosse um modelo nacional que comprovasse, no início do século XIX, que os negros e pardos eram capazes de governar com prosperidade nos parâmetros das modernas sociedades capitalistas ocidentais. Mas a violenta presença econômica, militar e política das grandes potências (sobretudo França e depois Estados Unidos) inviabilizou este caminho, tornando o Haiti mais um país miserável e dependente do grande capital aliado às elites locais, que mantêm a população em condições de miséria e precariedade.



Da condição de rica colônia francesa no século XVIII (a Pérola das Antilhas) aos governos antirracistas e antiescravistas comandando por antigos escravizados como Toussaint Louverture, Henri Christophe e Jean-Jacques Dessalines, o Haiti foi exemplo e contraexemplo. Como afirmou na época o abade francês Henri Grégoire, o Haiti era um farol elevado nas Antilhas, para o qual estavam voltados os olhares do mundo inteiro: os oprimidos com esperança, os opressores rugindo de ódio.



A situação haitiana atual não é causada por sua tradição revolucionária, mas, ao contrário, pela negação e combate a esta. Conhecer a história deste país ajuda a esclarecer a situação de violência e desigualdade das Américas ainda hoje.



Texto de Marco Morel



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Londrina, PR

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