Setor de Biblioteca e Informação MAMM

Setor de Biblioteca e Informação MAMM Página do Setor de Biblioteca e Informação do Museu de Arte Murilo Mendes de Juiz de Fora.

22/08/2026

🌾 Folclore em 3, 2, 1… ▶️

📅 Hoje é Dia do Folclore!

Mas, afinal, o que essa palavra significa? 👀

Folclore vem do inglês folk — povo — e lore — saber. O termo foi criado em 1846 por William John Thoms para reunir justamente os conhecimentos, costumes, histórias e tradições que circulam entre as pessoas e atravessam gerações. 🗣️🌿

E se é sobre saberes que passam de geração em geração, é claro que a biblioteca também tem muito a contar. 📚✨

🧙 Saci? Temos.
🥁 Cantigas? Temos.
🌙 Lendas? Temos.
🔎 Pesquisas que você provavelmente nunca viu?
Temos MUITO!

🎬 Dá o play e vem garimpar o nosso acervo de folclore!

Assim como passar um fim de semana em Paris, a palavra chique significa “elegância, refinamento, requinte”; ou seja, alg...
14/08/2026

Assim como passar um fim de semana em Paris, a palavra chique significa “elegância, refinamento, requinte”; ou seja, algo glamouroso e bem afeiçoado.

Na Biblioteca do MAMM, a gente tem outros significados para essa palavra. 🪩🍸💎

Dá o play e descubra o que é chique por aqui. 🥂✨

Por aqui, a poesia continua ecoando. 🕊️✨Há exatos 51 anos, em 13 de agosto de 1975, Murilo Mendes se despedia fisicament...
13/08/2026

Por aqui, a poesia continua ecoando. 🕊️✨

Há exatos 51 anos, em 13 de agosto de 1975, Murilo Mendes se despedia fisicamente, mas deixava gravada na história a imortalidade de sua obra. 📜🥀

Deslize para o lado para conferir um registro histórico raro do acervo: a repercussão da partida do poeta nas páginas do jornal português "A Capital", em agosto de 1975. 🗞️🔍

Nascido em Juiz de Fora e cidadão do mundo, ele soube como poucos unir o sagrado e o cotidiano, a vanguarda e a tradição. O seu legado segue vivo, pulsando e inspirando em cada página de seus livros. 🏛️💙

Hoje, lembramos de sua trajetória com a reverência de quem continua sendo moldado por sua sensibilidade. Que os versos de Murilo sigam ecoando por aí. 💬

"A arte mudou: da parede passou para cima da mesa como objetos maravilhosos." 🖼️✨No Dia Nacional das Artes, celebramos a...
12/08/2026

"A arte mudou: da parede passou para cima da mesa como objetos maravilhosos." 🖼️✨

No Dia Nacional das Artes, celebramos a força de criar, sentir e ressignificar o mundo. Para traduzir essa transformação do olhar, resgatamos essa reflexão de Murilo Mendes, compartilhada com o jornalista Léo Gilson Ribeiro em uma entrevista histórica para a Revista Veja, em 1972. 🗞️

Para ele, a arte nunca foi algo distante ou confinado apenas a molduras estáticas na parede; ela transborda, ocupa o cotidiano, integra-se aos objetos e entra na nossa intimidade, conectando a literatura, o passado e o futuro. 🏛️📜

Neste registro, ele aparece em diálogo direto com os livros e com as obras que o cercam, traduzindo perfeitamente a essência do MAMM: um lugar onde a literatura, as artes visuais e a história habitam o mesmo espaço. 🫀

O exemplar original dessa revista faz parte do acervo do MAMM! Convidamos você a nos visitar para conferir o restante dessa entrevista e mergulhar em outras preciosidades da nossa coleção. 📰✨

Como a arte se faz presente na sua rotina hoje? Conta pra gente nos comentários! 💬👇

08/08/2026

Você sabia que a divisão do acervo pessoal de Murilo foi feito pela sua própria esposa, Maria da Saudade? 📄✨

Nessa carta enviada de Lisboa para Arlindo Daibert, aqui em Juiz de Fora, ela explica com todo o carinho a escolha de doar parte da biblioteca de Murilo Mendes para a nossa cidade, garantindo que esses livros não permanecessem “letra morta” dentro de caixotes. ✉️🕊️

O mais incrível é que toda essa biblioteca e esse acervo continuam vivos e preservados aqui no MAMM até hoje, para quem quiser visitar e conhecer essa história de perto! 🏛️❤️

Vem acompanhar essa leitura! 🎧

🌿📖 Já visitou a Amazônia pelas páginas de um livro?✨ “O cenário do fabuloso poema Cobra Norato é a natureza domada pela ...
04/08/2026

🌿📖 Já visitou a Amazônia pelas páginas de um livro?

✨ “O cenário do fabuloso poema Cobra Norato é a natureza domada pela palavra.” Foi assim que Murilo Mendes apresentou uma das obras mais marcantes de Raul Bopp.

🍃 Ao abrir suas páginas, o leitor encontra uma floresta em permanente transformação. Como escreveu Murilo, “Cobra Norato está sempre andando, girando no gerúndio: movimento.” Nela, “o que desce sobe. O que sobe desce.” Árvores caminham, flores se reinventam, rios parecem não ter margens e o imaginário amazônico conduz cada passo dessa travessia.

🐍 Mais do que um poema, Cobra Norato convida o leitor a atravessar um Brasil onde mito, memória e natureza caminham juntos, revelando a força da imaginação e das tradições populares que inspiraram Raul Bopp.

📚 Neste 04 de agosto, celebramos um poeta que transformou a cultura brasileira em poesia e cuja obra continua despertando novos olhares a cada leitura.

📸 E a viagem continua... Nas próximas imagens, você encontrará um registro especial do encontro entre Murilo Mendes, Raul Bopp e seus filhos. Mais do que uma fotografia, é um fragmento da história da literatura brasileira, preservado em nosso acervo, que aproxima dois escritores cujas palavras seguem atravessando o tempo.

✨ Venha conhecer Cobra Norato e descobrir outras histórias que vivem em nosso acervo.

📮✨ Dia do Selo ✨📮Você já parou para pensar no que representa um selo postal? 💌Muito mais do que permitir o envio de corr...
02/08/2026

📮✨ Dia do Selo ✨📮

Você já parou para pensar no que representa um selo postal? 💌

Muito mais do que permitir o envio de correspondências, os selos também contam histórias. Eles homenageiam pessoas, acontecimentos e patrimônios que marcaram a cultura de um país, transformando memória em arte.

Em 13 de maio de 2001, Murilo Mendes recebeu essa homenagem com um selo comemorativo da Série Literatura Brasileira, lançado pelos Correios em celebração ao centenário de seu nascimento.

A arte, criada pela artista plástica Valéria Faria, reúne referências à vida e à obra do poeta: seu retrato, a Rua Halfeld, em Juiz de Fora, um fragmento do livroTempo e Eternidade e o Cometa Halley, presente em diferentes escritos de Murilo Mendes.

Mais do que uma homenagem, esse selo mantém viva a memória de um dos maiores nomes da literatura brasileira. Afinal, um pequeno selo pode guardar uma grande história. 📚✨

🌟 Um pequeno selo, uma grande história. Você já conhecia esse selo comemorativo? Conte para a gente nos comentários!

🎶🌽💌 O que uma quadrilha junina tem a ver com um dos poemas mais famosos da literatura brasileira?João amava Teresa. Tere...
31/07/2026

🎶🌽💌 O que uma quadrilha junina tem a ver com um dos poemas mais famosos da literatura brasileira?

João amava Teresa. Teresa amava Raimundo. Raimundo amava Maria... e ninguém ficou com quem queria.

Em Quadrilha, Carlos Drummond de Andrade transforma os desencontros amorosos em poesia. Como na dança típica das festas juninas 💃🕺, os pares se cruzam, trocam de direção e nunca se encontram de verdade.

Mas a maior ironia do poema está no final. 🎭

Enquanto alguns personagens partem, outros ficam sozinhos e seus destinos são marcados pela tragédia, Lili — a única que “não amava ninguém” — acaba se casando com J. Pinto Fernandes 💍, um personagem que sequer havia aparecido antes.

Coincidência? Destino? Ou uma crítica de Drummond à ideia de que o casamento é sempre resultado do amor? 🤔

Com humor e ironia, o poeta revela a imprevisibilidade das paixões humanas e questiona convenções sociais que ainda hoje fazem parte do nosso cotidiano. Alguns estudiosos apontam, inclusive, uma possível referência de Lili à figura mitológica de Lilith, associada à independência feminina.

📚 O poema integra Poesia 1930-1962, edição que reúne dez livros de Carlos Drummond de Andrade e permite acompanhar a trajetória de um dos maiores nomes da literatura brasileira.

Além dos poemas, a obra apresenta manuscritos, versões anotadas pelo autor, capas das primeiras edições e textos críticos que ajudam a compreender o contexto de criação de sua poesia.

✨ Entre bandeirinhas 🎏, passos de dança 💃🕺 e corações desencontrados 💌, Quadrilha continua nos provocando: os caminhos do amor seguem alguma lógica ou são feitos de encontros e desencontros?

Quando você pensa em um "guia de viagem", provavelmente imagina mapas, horários de funcionamento e dicas de restaurantes...
29/07/2026

Quando você pensa em um "guia de viagem", provavelmente imagina mapas, horários de funcionamento e dicas de restaurantes, certo? 📍🗾

Mas em 1938, Manuel Bandeira fez algo completamente diferente. Convocado pelo recém-criado órgão de patrimônio histórico (o atual IPHAN), o poeta recebeu a missão de documentar Ouro Preto.

O resultado foi o "Guia de Ouro Preto": uma obra onde o rigor da pesquisa histórica se mistura com a delicadeza de quem enxerga poesia em cada detalhe do barroco mineiro. Não era apenas sobre listar monumentos, mas sobre construir a própria identidade e memória do nosso país através das palavras. 🏛️📜

Passa pro lado para conhecer os bastidores desse livro que é uma verdadeira viagem no tempo.

Já conhecia essa história por trás da obra? Conta pra gente nos comentários! 👇🏻

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