19/12/2025
Não existe almoço grátis — e muito menos evento público que você já não tenha pago.
O projeto do vereador Cleiton Profeta (PL), aprovado na Câmara de Vereadores de Joinville, deixa claro o óbvio: tudo o que é bancado pelo poder público sai do bolso do contribuinte.
A guerra cultural começa na linguagem. Ao chamar gasto público de “gratuito”, o Estado usa uma estratégia semântica para esconder custos, anestesiar o senso crítico e criar consensos artificiais.
Combater isso é resgatar o real significado das palavras, expor quem paga a conta e romper com a narrativa que transforma imposto em virtude e gasto em bondade.
Este projeto também obriga que o ente público divulgue a fonte dos recursos e os gastos reais com o evento.