Fundação Casa de José Américo

Fundação Casa de José Américo Governo da Paraíba
Secretaria de Estado da Cultura
FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO e Melo, Paulo Nunes Batista, Virginius da Gama e Melo.

A Fundação Casa de José Américo, órgão do Governo do Estado da Paraíba, vinculada a Secretaria de Estado da Cultura, está sintonizada com a missão institucional de preservar, pesquisar e divulgar a vida e obra de José Américo de Almeida e da cultura paraibana para o engrandecimento da sociedade. Ao longo de três décadas, e em consonância com as finalidades de sua criação, formou um considerável pa

trimônio histórico, já presente em sua origem, por contar com o acervo documental do seu patrono, José Américo de Almeida. Localizada no nº 3336 da orla do Cabo Branco, funciona na casa onde residiu o seu patrono, José Américo de Almeida, recanto aprazível, entre coqueirais e um pomar cultivado pelo escritor e que servia de fonte de inspiração para a sua criatividade literária. O local está dividido em três espaços físicos: A Casa Museu, um prédio com um auditório e sala de exposições e outro espaço onde abriga o Arquivo dos governadores e personalidades paraibanas, além da Biblioteca Durmeval Trigueiro Mendes. Museu – O prédio da Casa Museu, antiga residência de José Américo, resguarda a sua memória através da Fundação. Ali estão preservadas tanto as características originais quanto arquitetônicas, como o seu mobiliário e suas obras expostas numa vitrine. Na Casa também há a biblioteca particular de José Américo, com cerca de quatro mil exemplares, oficina de restauração de obras de artes, além da sala de estar e de jantar, com sua originalidade, decoradas com quadros pintados a óleo e esculturas de artistas renomados, dentre outros atrativos. Arquivos – A Fundação Casa de José Américo vem agregando acervos construídos por figuras relevantes na política, na economia, na sociedade e na cultura paraibana, com projeção nacional e internacional. O objetivo é promover estudos e estimular o resgate da memória histórica paraibana, através do acervo vasto de ex-governadores e personalidades. Dentre ex-governadores e personalidades de diversas áreas, o Departamento de Documentação e Arquivo tem sob sua responsabilidade 28 acervos entregues à custódia da Fundação Casa de José Américo: José Américo de Almeida, Antônio da Silva Marques Mariz, Cássio Cunha Lima, Cícero de Lucena Filho, Dorgival Terceiro Neto, Ernani Sátiro, Gratuliano da Costa Brito, Ivan Bichara Sobreira, João Agripino, Milton Bezerra Cabral, José Targino Maranhão, Pedro Gondim, Ronaldo da Cunha Lima, Tarcísio de Miranda Burity, Wilson Braga, Abelardo Jurema, Ascendino Leite, José Rafael de Menezes, José Targino Pereira da Costa, Juarez da Gama Batista, Lauro Pires Xavier, Oswaldo Trigueiro de A. Coleções de Aécio Villar de Aquino, Eduardo Martins, Edwaldo Ferreira Ouro (História dos Municípios) e Neuma Fechine (Literatura de Cordel). Além disso, tem sob sua guarda a Hemeroteca, os jornais A União, Correio da Paraíba, O Norte, dentre outros. Texto - Fátima Farias - Assessora de Comunicação Social da FCJA

COMUNICADO 📢A Fundação Casa de José Américo (FCJA) informa que  nesta quinta-feira (4) funcionaremos em regime de plantã...
03/06/2026

COMUNICADO 📢

A Fundação Casa de José Américo (FCJA) informa que nesta quinta-feira (4) funcionaremos em regime de plantão. Já na sexta-feira não haverá expediente devido ao decreto estadual. No entanto, a Feira dos Aromas (.jp) funcionará normalmente.

A União | Fundação Casa de José Américo | Janelas da História 📰 O texto de hoje (3) é assinado pela gerente executiva da...
03/06/2026

A União | Fundação Casa de José Américo | Janelas da História 📰

O texto de hoje (3) é assinado pela gerente executiva da Biblioteca da FCJA, Nadigila Camilo.

02/06/2026

FCJA | Pesquisa 📖🔍

Nesta terça-feira (2) aconteceu, na Unidade Tambaú da Fundação Casa de José Américo, a primeira reunião do projeto Entre Termos e Conceitos: Uma Pesquisa Documental sobre Educação Patrimonial. Estiveram presentes: a coordenadora Giovanna Barroca, os pesquisadores Luiz Ricardo e Acrisonélia Medeiros, além das bolsistas de iniciação científica Vitória Rufino e Dianne Kathleen. Confira!

01/06/2026

Produção paraibana é atração no Cineclube da Fundação Casa de José Américo 🎞️

O Cineclube O Homem de Areia, da Fundação Casa de José Américo (FCJA), exibirá na quarta-feira (3), às 19h, o documentário (de 2025) ‘O Nordeste Sob a Caravana Farkas’, no Sesc Cabo Branco, situado na orla da capital paraibana. Após a exibição, o comentário do filme será comandado pela dupla Arthur Lins e João de Lima. Arthur divide também a direção do filme com André Moura Lopes. A exibição é gratuita e em sessão única. O filme tem 1h47min de duração, com classificação 10 anos.
Nos anos de 1960, a Caravana Farkas percorreu o Nordeste registrando rostos, vozes e tensões sociais de um Brasil em transformação. Mais de cinco décadas depois, o documentário ‘Nordeste Sob a Caravana Farkas’ retoma a travessia, construindo uma ponte temporal que entrelaça as obras históricas à contemporaneidade.
Quatro estados foram contemplados com a passagem do documentário: Paraíba (Monteiro, Sumé e Taperoá); Pernambuco (São José do Egito, Serra Talhada, Nazaré do Pico e Caruaru); Alagoas (Piranhas); e Sergipe (Poço Redondo).
O documentário, com produção paraibana, recebeu incentivos da Secretaria Estadual da Cultura da Paraíba, via Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura.
As exibições do Cineclube da FCJA acontecem sempre às primeiras quartas-feiras de cada mês. Está previsto para julho o retorno das exibições do Cineclube ao auditório da Fundação Casa de José Américo, que está passando por reformas.

01/06/2026

Revistas das décadas de 1930 e 1940 ganham destaque em projeto de pesquisa da FCJA 📖🔍

As revistas paraibanas Ilustração e Manaíra, das décadas de 1930 e 1940, são as protagonistas de um dos projetos da Fundação Casa de José Américo (FCJA), em parceria com a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior (Secties) e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq). A iniciativa intitulada ‘Imprensa e cultura na Paraíba: os circuitos de comunicação das revistas Ilustração e Manaíra’ é coordenada pela professora Alômia Abrantes, do Departamento de História da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
O foco do projeto é a análise da construção histórica do circuito de comunicação das revistas culturais Ilustração (1935-1937) e Manaíra (1939-1965). Ao mesmo tempo, estão sendo desenvolvidas atividades de composição de uma coleção digitalizada de cada revista, com vistas a contribuir com uma política de preservação e acesso mais amplo aos seus exemplares, favorecendo, assim, pesquisas futuras; a pesquisa histórica propriamente: investigar aspectos do circuito de comunicação de cada uma; e o levantamento e análise de dados, questões referentes à sua produção e circulação, principalmente.
Alômia conta que, durante o primeiro ano de trabalho, contou com a equipe de pesquisadores formada por Luiz Mário Dantas Burity, Aline Praxedes, Ana Beatriz Ramos, Eduardo Felipe Silva, Larissa França e Pedro Henrique Macedo. “Já temos alguns resultados. Na digitalização, já temos trinta e seis dos trinta e nove exemplares da revista Ilustração; da revista Manaíra temos cinquenta e quatro dos setenta e nove exemplares publicados”, diz.
A professora complementa dizendo que foi elaborada uma planilha descritiva da revista Ilustração, contendo dados de cada página dos exemplares (autoria, títulos, assunto etc.), com vistas a ser uma ferramenta auxiliar de pesquisa. “Iniciamos o levantamento de dados sobre os principais agentes idealizadores e mantenedores dos periódicos”, adianta. Alômia acrescenta ainda que foi feita a análise de características editoriais e gráficas; problematização de questões do contexto sócio-histórico que se destacam nas abordagens: questões das relações políticas com o estado; questões raciais; gênero e sociabilidades.
Outros resultados importantes do projeto são os artigos produzidos pela equipe. Alguns estão sendo publicados na coluna da FCJA no jornal A União, outros estão sendo apresentados em eventos como a ‘II Semana Nacional de História, Contemporaneidade e Multiplicidades/ UEPB/ Campina Grande/ set. de 2025’ e o ‘II Encontro Discente – Entre conexões e Diálogos: 20 anos do PPGH-UFPB/ João Pessoa/ out. 2025’.
Esta iniciativa é um dos onze núcleos de estudos que integram o ‘Projeto de Preservação de Memória e Difusão Educativa e Cultural do Acervo da Fundação Casa de José Américo’, coordenado pela professora Lúcia Guerra, gerente executiva de Documentação e Arquivo da FCJA. “Estamos felizes com a ampliação dos nossos núcleos de pesquisa. Nossa história e cultura são muito ricas e merecem ser exploradas e redescobertas pelos nossos cidadãos”, diz a professora Lúcia.

28/05/2026

Quinta é dia de recordar! Estes são alguns dos visitantes que passaram em nossa Casa este ano. Venha conhecer a Fundação Casa de José Américo você também! ✨️

A União | Fundação Casa de José Américo | Janelas da História 📰 O texto de hoje (27) é assinado pela bibliotecária e ser...
27/05/2026

A União | Fundação Casa de José Américo | Janelas da História 📰

O texto de hoje (27) é assinado pela bibliotecária e servidora da FCJA Kárcia Dias.

26/05/2026

Mata da falésia do Cabo Branco é objeto de pesquisa da Fundação Casa de José Américo

A conexão entre sustentabilidade e diversidade no resquício de Mata Atlântica localizado na falésia do Cabo Branco, em João Pessoa, está sendo estudada por um do núcleo de pesquisadores da Fundação Casa de José Américo (FCJA)”. O subprojeto ‘Sustentabilidade e Diversidade: Pesquisa-ação na Mata da Falésia do Cabo Branco’ é um dos onze núcleos de estudos que integram o ‘Projeto de Preservação de Memória e Difusão Educativa e Cultural do Acervo da FCJA’.
Acompanhado pela pesquisadora Jandira Pacheco, o coordenador desse núcleo, o também pesquisador Marcos Pereira, informa que o andamento dos trabalhos do núcleo está bastante avançado. Esta semana, Marcos e Jandira se reuniram com a direção da FCJA para dar detalhes sobre os objetivos da pesquisa e, ao mesmo tempo, projetar algumas tarefas futuras a serem desenvolvidas pelo núcleo.
Reunido com Fernanda Albuquerque e Helena Serrano, respectivamente, vice-presidente da FCJA e coordenadora das Assessorias da Fundação Casa de José Américo, Marcos Pereira enfatizou que o objetivo final do projeto do núcleo “é explorar a rica conexão entre sustentabilidade e diversidade na mata da falésia do Cabo Branco”. Ele destacou: “A falésia é muito mais do que um ponto turístico”.
“Na verdade”, continua o pesquisador, “trata-se de um lugar que guarda muitas histórias que se cruzam o tempo todo. É um pedaço de Mata Atlântica, uma área de proteção e também um espaço de narrativas conflitantes. Essa complexidade gera um enorme desafio socioambiental que nós, integrantes do núcleo, resolvemos abraçar”.
Ele observa que “muita gente não imagina, mas a falésia do Cabo Branco também é uma área de trabalho sexual feminino, exigindo um olhar bastante sensível. Esse aspecto, no entanto, não é o foco do nosso trabalho e das nossas pesquisas. Nosso olhar abrange um contexto bem mais amplo e significativo para o futuro, que é a redução da vulnerabilidade com políticas públicas, sem moralismos”, adverte.
Marcos Pereira explica que a abordagem do projeto é o que foi definido como “pesquisa-ação”, método que é baseado na relação dialógica entre pesquisadores e participantes, e que visa gerar mudanças positivas e concretas. “Isso significa dizer que vamos trabalhar com pessoas de uma área para gerar benefícios reais para essa própria população, e tendo como base teórica desse projeto o feminismo ecológico que conecta opressão da mulher e da natureza”.
A metodologia a ser utilizada, conforme Marcos, é dividida em cinco etapas, começando pelo alinhamento (que inclui reuniões semanais) e pela cartográfica, que contará com mapeamento das ações já realizadas por parceiros. A terceira é a etapa da escuta que, segundo ele, consiste na realização de entrevistas e grupos focais no campo.
A quarta etapa da pesquisa se dedicará a da memória, que se voltará para uma profunda investigação do acervo do botânico, ambientalista e professor paraibano Lauro Pires Xavier, hoje pertence à Fundação Casa José Américo. Lauro é considerado um dos pioneiros no ensino e na pesquisa da botânica na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Nascido na cidade de Areia, era um defensor fervoroso da natureza e da preservação ambiental.
Por fim, a quinta etapa está relacionada à cultura, quando a pesquisa buscará letras de compositores paraibanos que tratam dos temas sustentabilidade e diversidade. A visão do projeto, de acordo com Marcos, “é plantar o futuro” e, para isso, já tem até um ponto de inspiração que é uma poesia de José Américo de Almeida.
E ele explica os principais versos: “Plantei a fruta-pão no meu pomar/ Vê-la crescer foi uma luta” (uma luta porque a espera durou sete anos); e “Sem botar nem fruta nem o pão/ Apesar do cuidado dispensado” (aqui está a metáfora da pesquisa que, às vezes, parece não dá em nada). Marcos ainda registra que, quando José Américo resolveu cortar a árvore, parou no meio do caminho porque no galho mais oculto havia um ninho de passarinho. Ou seja, a árvore não deu o esperado, mas deu um passarinho, deu vida.
“Vida. É isso que buscamos com nossos parceiros e que estamos cultivando juntos em nosso núcleo de pesquisa: um futuro muito mais diverso e, ao mesmo tempo, sustentável para todas as pessoas”, conclui Marcos Pereira. “A importância desse projeto”, explica Jandira Pacheco, é proporcionar à Fundação Casa de José Américo a oportunidade de olhar e debater sobre o seu entorno e, com isso, se colocar como um agente também preocupado com a falésia do Cabo Branco”.
Para a pesquisadora Jandira Pacheco, ao buscar parceiros para discutir e agir sobre essas ações, “a Fundação Casa de José Américo demonstra que se coloca como um órgão verdadeiramente preocupado com o ambiente em que atua e com o meio ambiente de um modo geral”.

Parceria entre FCJA e Iphan-PB amplia formação em educação patrimonial“Promover ações de formação, capacitação, pesquisa...
25/05/2026

Parceria entre FCJA e Iphan-PB amplia formação em educação patrimonial

“Promover ações de formação, capacitação, pesquisa e produção de conhecimento no campo do patrimônio cultural”. Estes são os principais objetivos dos cursos que serão oferecidos pelo Centro de Formação em Educação Patrimonial (Cefep). Criado pela Fundação Casa de José Américo (FCJA) em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na Paraíba (Iphan-PB), o Cefep funcionará junto à Secretaria de Estado da Educação (SEE) do governo paraibano.
As atividades de criação estão sendo conduzidas pela coordenadora da Unidade Tambaú da FCJA, Giovanna Barroca, e pelo superintendente do Iphan-PB, Jivago Barbosa. O público alvo desses cursos serão os professores da educação básica e profissional; gestores culturais, técnicos e servidores públicos das áreas de cultura, educação, turismo, patrimônio e segurança pública; agentes culturais, territoriais e comunitários; estudantes de graduação e pós-graduação; e também pesquisadores e profissionais interessados no campo do patrimônio cultural.
A minuta do plano de trabalho e o acordo de cooperação técnica do Centro de Formação em Educação Patrimonial foram elaborados a partir da parceria estabelecida entre essas três instituições e o próximo passo será a assinatura dos documentos pelo presidente da FCJA, jornalista Fernando Moura; pelo secretário estadual da Educação, Erivonaldo Alves da Silva; e por Jivago Barbosa, pelo Iphan paraibano.
Jivago esclarece que a cooperação entre esses três órgãos fortalece a articulação das políticas culturais e educacionais e, paralelamente, estabelecerá ambiente favorável para a formação crítica de educadores, agentes culturais, técnicos e gestores públicos, com impacto territorial e social. Segundo ele, “a criação do centro responde à crescente demanda por formação continuada, capacitação técnica e qualificação crítica no campo do patrimônio cultural”.
Ele antecipa, no entanto, que “essas ações formativas não configuram cursos de graduação ou pós-graduação. Se enquadram, no caso, nas modalidades de cursos de curta duração, híbridos, de formação continuada, de extensão cultural, de aperfeiçoamento, e como seminários, encontros e ciclos de debates, atividades educativas ou oficinas e laboratórios formativos”.
Giovanna Barroca explica que, com o propósito de articular educação, cultura, memória, território e cidadania, o Centro de Formação em Educação Patrimonial nasce da necessidade de fortalecer políticas públicas de preservação, valorização e difusão do patrimônio cultural paraibano,
“Considerando que a Paraíba possui uma riqueza cultural extremamente diversa”, explica Giovanna, “a FCJA tomou a iniciativa de criar esse centro em parceria com o Iphan”. No contexto dessa riqueza cultural, ela exemplifica com a existência atualmente na Paraíba de 39 comunidades quilombolas e a presença de mais de trinta mil indígenas registrados no último censo demográfico do país.
Paralelo a isso, segundo ela, há uma força expressiva na cultura popular, na literatura de cordel, no artesanato, nas festas tradicionais, nas manifestações afrobrasileiras e no seu patrimônio religioso. Somado a esse contexto, ela acrescenta a presença de importantes equipamentos culturais espalhados por diferentes cidades do estado. Em João Pessoa, por exemplo, ela destaca o Museu da História da Paraíba (antigo Palácio da Redenção), Museu da Cidade de João Pessoa, Centro Cultural São Francisco, Estação Cabo Branco, Espaço Cultural, entre outros.
Em Campina Grande, o Museu de Arte Popular da Paraíba, conhecido como Museu dos Três Pandeiros, o Museu do Algodão e o Museu de Arte Assis Chateaubriand; em Areia, o Museu Casa de Pedro Américo; e em Alagoa Grande, o Memorial Jackson do Pandeiro, que se constitui num importante espaço de preservação da memória musical brasileira.
“Diante desse cenário, o Centro de Formação em Educação Patrimonial pretende contribuir para a formação de profissionais que já atuam em museus, memoriais, bibliotecas, arquivos, centros culturais, escolas e projetos comunitários, e, com isso, fortalecer as práticas de preservação, educação patrimonial, mediação e gestão cultural”, ressalta Giovanna.
O Cefep funcionará na própria Fundação Casa de José Américo, em João Pessoa, utilizando-se assim da estrutura já existente da instituição e que inclui auditório, salas formativas, biblioteca, hemeroteca, museu, memorial, núcleos de pesquisa, além da Unidade Tambaú, que se constitui num espaço que amplia em muito a capacidade de realização de cursos, oficinas, seminários, laboratórios e atividades educativas.
Ela explica também que o centro será composto de uma equipe multidisciplinar formada por educadores, historiadores, antropólogos, arqueólogos, arquitetos, museólogos, bibliotecários, pesquisadores, gestores culturais, técnicos, agentes territoriais, artistas, profissionais da tecnologia, mestres da cultura popular e demais especialistas ligados ao patrimônio cultural. “Essa composição busca integrar saberes acadêmicos”.
Sobre os objetivos do centro, Barroca destaca a promoção de formação continuada em educação patrimonial; fortalecimento da preservação e valorização do patrimônio cultural; estimulo a pesquisas e metodologias inovadoras; aproximação de escolas, comunidades e instituições culturais; fomento de políticas públicas nas áreas de cultura e educação; produção de materiais educativos, científicos e culturais; e incentivo a ações ligadas à economia criativa, à memória social e ao desenvolvimento local.
Outro ponto importante é a criação do Laboratório de Projetos, espaço cujas ações serão voltadas à produção de materiais educativos, documentários, podcasts, inventários culturais, plataformas digitais, exposições, pesquisas aplicadas e projetos de inovação cultural. “Esses produtos poderão contribuir diretamente para políticas públicas, preservação da memória, educação patrimonial e democratização do acesso à cultura”, observa Giovanna.
Ela enfatiza: “Muito mais que um espaço formativo, o Centro de Formação em Patrimônio Cultural pretende consolidar-se como referência regional na produção de conhecimento, valorização da diversidade cultural paraibana e fortalecimento da relação entre patrimônio, educação e cidadania”.

Endereço

Avenida Cabo Branco, 3. 336
João Pessoa, PB
58045-010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 16:00
Terça-feira 09:00 - 16:00
Quarta-feira 09:00 - 16:00
Quinta-feira 09:00 - 16:00
Sexta-feira 09:00 - 16:00
Sábado 09:00 - 16:00
Domingo 09:00 - 16:00

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