24/03/2026
Você gosta de jogar petiscos a pombos? Pois saiba de estar colaborando com a proliferação destas aves.
Os pombos se adaptaram muito bem nas cidades porque comem qualquer tipo de alimento oferecido pelas pessoas, fazem seus ninhos em praticamente todos os lugares que ofereçam abrigo, como parapeitos, beirais de edifícios e vão de ar-condicionado; e pela ausência ou pequena existência de aves de rapina, predador natural deles em ambientes naturais, para o controle de aves doentes e fracas. E, essa capacidade de adaptação traz uma grande reprodução e, por consequência, uma superpopulação de pombos.
No ambiente urbano, estas aves podem transmitir várias doenças ao ser humano, como alergia, criptococose, dermatite, infecção intestinal, infecções pulmonares, meningite, toxoplasmose; além da poluição sonora, por causa do barulho que fazem.
Fora os males à saúde, estas aves causam outros incômodos. Suas fezes ácidas danificam objetos e estruturas, como pinturas de carros, superfícies metálicas, fachadas, monumentos, vigas de telhado, forros, etc. O acúmulo destas fezes, de p***s e de restos de ninhos traz riscos de contaminações diversos em fontes de água e alimentos, podem provocar o entupimento de calhas e o apodrecimento de forros de madeira também.
Caso você tenha problemas com a proliferação deles em sua casa, siga os seguintes passos: fazendo uso de máscara, óculos e luvas adequadas, primeiramente remova as fezes destas aves com auxílio de um pouco de água e, na sequência, procure seus ninhos, os remova e bloqueie o local com barreiras físicas, como telas, ferros e madeiras.
A eliminação dos pombos também pode causar problemas ambientais. “Assim como os morcegos, os pombos são animais importantes para o reflorestamento, por isso não podemos simplesmente acabar com eles”.