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Aos poucos, timidamente, estamos permeando o ambiente político, tenho certeza que será chegada a hora de ocuparmos em ig...
15/07/2018

Aos poucos, timidamente, estamos permeando o ambiente político, tenho certeza que será chegada a hora de ocuparmos em igualdade os espaços de poder político. Esse é o próximo desafio a ser superado por todas nós Mulheres Brasileiras. A partir daí não teremos dificuldades em resolvermos os demais.

Vamos mudar venha ser uma candidata pelo Pmb temos que mudar mulher na política .
13/07/2018

Vamos mudar venha ser uma candidata pelo Pmb temos que mudar mulher na política .

Lugar de mulher também é no Congresso Nacional. Precisamos ocupar os espaços, e promover a igualdade na política, para q...
13/07/2018

Lugar de mulher também é no Congresso Nacional. Precisamos ocupar os espaços, e promover a igualdade na política, para que tenhamos um parlamento mais plural, e mais representativo da nossa sociedade.

01/05/2018

Venha para o Pmb .

A violência doméstica é o abuso, seja este físico ou psicológico, que ocorre no contexto familiar, no intuito de manter ...
25/04/2018

A violência doméstica é o abuso, seja este físico ou psicológico, que ocorre no contexto familiar, no intuito de manter poder e/ou controle sobre o outro. A maioria das vítimas de violência doméstica são as mulheres. Segundo a Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (Fundação Perseu Abramo/SESC, 2010), cinco mulheres são espancadas a cada 2 minutos, no Brasil. É um número absurdo demais para não ser tratado com a atenção necessária. Precisamos falar da violência doméstica. O assunto necessita não ser mais visto como “briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”. Temos que meter a colher, garfo, faca e a proteção estatal no meio SIM.

Segundo dados no Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul, estima-se que 2 milhões de mulheres sofram violência doméstica por ano. E 80% dessas ocorrências têm como autor o marido ou o namorado. Os próprios parceiros, pessoas que deveriam ser o suporte daquela mulher, são os seus agressores. A mulher é agredida por quem ela ama e isso dificulta sua saída da situação. Chega dessa conversa de que mulher que apanha e não se separa é porque gosta. Chega dessa ignorância que discrimina a mulher – oh, que surpresa!

Como já foi falado numa matéria minha com a Sofia, existem tipos diferentes de abuso/agressão e há também diferentes razões pelas quais a mulher não consegue sair da situação na qual se encontra. Vamos parar de assumir preconceitos que são baseados no machismo, vamos parar de aliviar a culpa do agressor e culpar a mulher por deixar. Não mascare a violência doméstica, não diminua a culpa do abusador, não deixe de falar da violência doméstica como ela realmente é: quebremos esse tabu. A violência doméstica é uma prática abusiva que privilegia os homens, tem por vítima mais comum as mulheres e que existe aos montes no nosso país. Provavelmente acontece na sua vizinhança ou até mesmo na sua família.



Lei Maria da Penha

A Lei nº 11.340, de 2006, mais conhecida como a Lei Maria da Penha, é a lei específ**a para punir os agressores que praticam violência doméstica contra mulheres.

Maria da Penha Maia Fernandes foi vítima de violência doméstica durante 23 anos de seu casamento. O seu marido tentou assassiná-la, por duas vezes, em 1983. Na primeira tentativa, fazendo uso de arma de fogo, ele conseguiu deixa-la paraplégica. Não satisfeito, tentou uma segunda vez, com afogamento e eletrocussão. Maria da Penha sobreviveu a ambas tentativas. Após a segunda, tomou coragem para denunciá-lo, mas no Brasil não tínhamos legislações protetivas o suficiente, e 19 anos depois ele foi condenado, passando ap***s 2 anos em regime fechado. Tal fato revoltou Maria da Penha de tal forma, que levou seu caso, juntamente com o Centro pela Justiça pelo Direito Internacional e o Comitê Latino-Americano de Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organizações dos Estados Americanos (OEA). Vale ressaltar que foi o primeiro caso de violência doméstica da OEA.

A partir desse caso, o Caso 12.051/OEA, o Brasil adotou a responsabilidade, conforme recomendação da Comissão, de criar uma legislação para proteção das mulheres em casos de violência doméstica. Em setembro de 2006, a Lei nº 11.340/06 entra em vigor, tornando a violência contra a mulher ser tratada com mais seriedade pelo judiciário. A Maria da Penha também trouxe novidades como extinguir as p***s pagas em cestas básicas ou multas em casos de violência doméstica, bem como, finalmente, tratar da violência física, sexual, psicológica, patrimonial e o assédio moral.



Como denunciar o agressor

Se você é vítima de violência doméstica, aqui estão algumas orientações básicas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para proceder com a queixa:

As mulheres que sofrem violência podem procurar qualquer delegacia, mas é preferível que elas se dirijam às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher (DDM). Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.

A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e nos centros de referência de atendimento às mulheres.

Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem f**ar afastados do agressor.

Dependendo do tipo de crime, a mulher pode precisar ou não de um advogado para entrar com uma ação judicial. Se ela não tiver dinheiro, o Estado pode nomear um advogado ou advogada para defendê-la ou a Defensoria Pública. (Fonte: CNJ)



Não se cale, não se omita, resista. Há milhares e milhares de outras mulheres na mesma situação que a sua, e todas nós – violentadas ou não – tomamos sua dor como nossa. Uma dica é participar da Rede Social Lei Maria da Penha, onde você pode encontrar pessoas que te apoiem, conhecer mulher em situação como a sua, onde você pode se sentir acolhida, acesse o site.

Tags: lei maria da penha, maria da penha, violência doméstica

Dona Ivone Lara foi mulher a frente do seu tempo, sempre lutou com seu pioneirismo para dar espaço a mulher negra no Bra...
18/04/2018

Dona Ivone Lara foi mulher a frente do seu tempo, sempre lutou com seu pioneirismo para dar espaço a mulher negra no Brasil. Foi a primeira mulher a escrever um samba enredo e a fazer parte da ala de compositores de uma escola de samba. Uma das maiores compositoras da música brasileira, teve seus sucessos regravados pelos maiores artistas da música brasileira.
O Brasil perde uma gigante, mas o seu legado continuará para sempre.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou nessa quarta-feira, dia 11/04, dados referentes aos r...
17/04/2018

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou nessa quarta-feira, dia 11/04, dados referentes aos rendimentos dos brasileiros no ano de 2017.
Uma questão que se destaca é a disparidade salarial existente entre homens e mulheres. São 22,5% de diferença entre os rendimentos, sendo a média dos homens de R$2210 e das mulheres de R$1868.

Na Bahia, por exemplo, os índices apontam um aumento dos rendimentos recebidos por homens de 17,2% entre 2016 e 2017, enquanto para mulheres foi de ap***s 6,2%.
O Brasil é o país da desigualdade. Isso f**a claro quando checamos esse tipo de dado. As diferenças obviamente não se limitam à disparidade salarial por gênero, sendo também impressionante a diferença entre trabalhadores negros e brancos, entre trabalhadores de áreas do nordeste e outros com cargo semelhante na região sudeste.

Enquanto isso ocorre, vemos super salários ultrapassando tetos, vemos categorias com benefícios que deixam de lado a moralidade em função de uma vantagem financeira e um país dividido sendo governado de forma a privilegiar os mais ricos em detrimento dos mais pobres, cortando direitos dos trabalhadores e avanços sociais conquistados sob muita luta.

As eleições se aproximam. Essa a nossa chance de parar esse retrocesso. Se filie, vote, faça sua parte.

10/04/2018

Nesta politica vote para as nossa candidatas a Depultada estadual e Deputada Federal vote 35 Pmb .

01/04/2018
Conhecer a verdadeira historia de SUÊD HAIDAR presidente nacional do Pmb  nacida numa família humilde de São Luís Gonzag...
29/03/2018

Conhecer a verdadeira historia de
SUÊD HAIDAR presidente nacional do Pmb nacida numa família humilde de São Luís Gonzaga, no Maranhão, Suêd Haidar sempre foi ligada a movimentos sociais.
Aos 5 anos, mudou-se para a capital maranhense, expulsa por uma enchente que assolou o município.
Ainda criança, ela trabalhou quebrando coco e pedra, arrastando camarão no rio e catando caranguejo para ajudar no sustento de casa.
A vontade de lutar por igualdade de condições surgiu ainda na infância:
- Eu e meu irmão trabalhávamos numa pedreira. E mesmo quebrando a mesma quantidade de pedras, ele ganhava mais do que eu. Isso me revoltava.
A mudança para o Rio ocorreu em 1977. Grávida de oito meses, Suêd veio visitar a mãe, que trabalhava como doméstica numa casa de família, e nunca mais voltou para o Nordeste.
O primeiro emprego na Cidade Maravilhosa foi de faxineira.
Na época, sua mãe morava na Pavuna. Ao perceber a dificuldade das mulheres do bairro em conseguir emprego por conta da falta da creches, Suêd transformou a casa da própria mãe em uma.
- Foi através do movimento de mulheres crecheiras que conheci pessoas como Luís Carlos Prestes e Leonel Brizola e despertei para a política - conta Suêd, que participou da fundação do PDT, durante o processo de redemocratização do país no início dos anos 80.
Casada, mãe de três filhos, a maranhense é a fundadora do Partido da Mulher Brasileira - PMB.
Queremos apresentar à nação brasileira o nosso partido, as nossas propostas. A mulher precisa de respeito, não de pena.

Um pouquinho sobre o Partido da Mulher Brasileira

O sonho de um partido voltado para as lutas pelos direitos da mulher teve início a partir dos anos 2000, alcançando êxito na fundação do Partido da Mulher Brasileira em 2008. O registro oficial deu-se em 29 de setembro de 2015.
O partido obteve mais de 500.000 assinaturas para sua fundação.

A despeito do nome, o partido não se identif**a como feminista, mas como "feminino". O partido se define como um partido de “mulheres progressistas”, “ativistas de movimentos sociais e populares” e que, junto com homens, “manifestaram sempre a sua solidariedade com as mulheres privadas de liberdades políticas, vítimas de opressão, da exclusão e das terríveis condições de vida”. Um partido que ao contrário dos demais tem prioridade de priorizar os interesses da mulher não se limitando a mera participação. Posiciona-se contra a legalização do ab**to, salvo nas situações já previstos em lei, e no caso de inviabilidade do nascituro. O PMB também apoia direitos dos homossexuais, mas também se opõe a teoria de gênero nas escolas, bem como a legalização das dr**as.

29/03/2018

Mulher tá pouco representada na nossa cidade de 9 vagas na câmara de vereadores somente uma cadeira da câmara é ocupada por uma mulher é hora de as mulheres si levantarem mostrarem sua força
Seja uma candidata nesta eleição e represente vocês é hora de mudar seja uma candidata a Deputada e em 2020 vamos mudar isto .
Mulher vereadora .


No nosso estado nuca teve uma mulher Governadora isto é uma vergonha nuca uma mulher Dirigiu o Governo da Bahia, chegou ...
25/03/2018

No nosso estado nuca teve uma mulher Governadora isto é uma vergonha nuca uma mulher Dirigiu o Governo da Bahia, chegou o tempo de muda é tempo de renovar, mulheres seus lugares é na politica .
Vamos mudar a historia da politica da Bahia
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