Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape

Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape, Ponto de Cultura- Cultura Esse é o Ponto e Informações Turísticas.

Na Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape você encontra a venda permanente de artesanatos e produtos caseiros como esculturas em argila,panelas de barro, entalhes em madeira, cestarias, móveis de bambu, papel artesanal com fibras vegetais, bio jóias,instrumentos musicais, trançados em cipó,conservas,bebidas, entre outros trabalhos manuais. Agrega o Ponto de Cultura- Cultura Esse é

o Ponto que realiza eventos culturais para promover a Capoeira, O Fandango ,Saraus Culturais e oficinas. Também é um ponto de informações turísticas onde se podem contratar passeios ecológicos.

02/12/2021
26/11/2021

IGUAPE – PATRIMÔNIO NACIONAL - LANÇAMENTO OFICIAL DO LIVRO

Iguape – Patrimônio Nacional, projeto contemplado pelo Edital Proac No 35/2020 Vale do Ribeira ─ Programa Vale do Futuro, finalmente chega ao seu fim com o lançamento oficial do seu livro digital de mesmo nome.

O livro escrito, de maneira objetiva, apresenta detalhes da arquitetura, o modo construtivo e informações de roteiros turísticos dos principais casarões tombados do Centro Histórico, que remontam ao período da exploração aurífera, às conquistas do território no século XVI, às atividades ligadas à construção naval no século XVIII e à cultura de arroz no século XIX, e destaca a importância de Iguape como o primeiro conjunto urbano do Estado de São Paulo a ser tombado pelo IPHAN como Paisagem Cultural.

O lançamento do livro será na próxima quarta-feira, 1 de dezembro de 2021, às 19 horas no espaço do Mercado de Artesanato e Cultura em Iguape-SP, sendo um dos eventos das festividades de aniversário de Iguape.

De forma gratuita, o livro será disponibilizado em plataformas digitais, ao público em geral, principalmente aos professores, estudantes e moradores da cidade e pessoas interessadas em conhecer mais a história de Iguape.

A organização do livro é de Anísia Lourenço Mendes com o prefácio assinado pelo jornalista e historiador Roberto Fortes, editor do periódico mensal Tribuna de Iguape e colaboração técnica de: Leone S. Silva Junior na pesquisa e fotos, Fernanda Castanho no projeto gráfico e diagramação, Eliana Rocha e Henrique Monteiro (Editora Casa do Farol) na assessoria de comunicação e revisão de textos e Lilian Rochael Maciel na elaboração dos textos e coedição.

Anexo segue o convite do lançamento.




-cultural

O catalogo da AAPCI - Associação de Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape   em destaque pela SUTACO .
06/11/2021

O catalogo da AAPCI - Associação de Artesãos e Produtores Caseiros de Iguape em destaque pela SUTACO .

21/10/2021
19/10/2021

EMISSÃO E RENOVAÇÃO DA CARTEIRA DE ARTESÃO SUTACO

A Prefeitura Municipal de Iguape está disponibilizando auxílio para todos que desejem realizar a emissão, segunda via ou renovação da carteira de artesão da Sutaco.

Autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado de São Paulo, a Sutaco tem por objetivo a promoção, o desenvolvimento, a divulgação e a comercialização de produtos artesanais.

A carteira SUTACO credencia o artesão junto a Instituição e dá direito a serviços como comercialização do artesanato, emissão de Nota Fiscal, microcrédito, qualificação, entre outros.

O agendamento para os interessados poderá ser realizado a partir de 25 de outubro, presencialmente no Posto de Informações Turísticas, localizado no Mercado de Artesanato e Cultura, pelos telefones (13) 3841-1016 e 38413012 do departamento municipal de Turismo ou via e-mail: [email protected]

31/07/2021
26/06/2021

Detalhes originais em vídro nas cores azul, vermelho e verde na bandeira sobre a porta do período colonial. (Sobrado dos Mâncios)

19/06/2021

TELHAS “FEITAS NAS COXAS” ????

Umas das características da arquitetura colonial que perduram até hoje são as telhas e telhados.
Nesse período, as coberturas das casas eram similares as ocas indígenas ou a algumas moradias africanas, feitas apenas com palha ─ o sapé, sendo ainda encontradas em algumas áreas rurais de hoje. Os telhados e suas estruturas eram feitos de madeira, às vezes complementados por caibros, com tipos variados de tesoura e com beirais, que eram um item importante para a proteção das paredes de barro das águas da chuva.
Em construções mais ricas as telhas de barro (cerâmica) foram no começo as mais utilizadas popularizando-se com o decorrer do tempo. Os tipos usados na época eram: telhas canal ou capa canal, telhas francesas, ou Marselha e as telhas romanas.
As telhas canal, também eram chamadas de telha colonial, de capa e canal, capa e bica, e "feitas nas coxas". Esta última denominação um tanto pejorativa e porque não dizer, “racista”, popularizou-se e é motivo de controvérsias e estudos quanto a sua origem.
A origem dessa expressão, segundo dizem, vem da época da escravatura no Brasil. Por ser uma telha de forma tronco cônica de custo barato, de fácil produção no próprio local do trabalho e por não ter padronização, sem contar as diferenças de qualidade entre os muitos fabricantes, acabaram por originar a expressão popular “feita nas coxas dos escravos” (ou “das escravas”).
Em sua tese, “Eram as telhas feitas nas coxas das escravas?”, o arquiteto restaurador e professor de Arquitetura da UFPR, José La Pastina Filho, contestou a veracidade ou não dessa expressão, com base em pesquisas e obras de restauração que realizou por 30 anos e, após uma oficina com seus alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo, verificou que o processo tradicional de fabricação de telhas do tipo capa e canal (ou goivas, de canudo, romanas, meia cana, coloniais, etc.) é bastante simples e não envolve avançadas tecnologias. E concluiu... “[...] com convicção a inconsistência da assertiva popular - telhas feitas nas coxas dos (as) escravos (as) – tomando as medidas das coxas de um homem de 1,80m de altura e verificamos que, usando-a como molde, só seria possível a fabricação de uma minúscula telha de 36cm de comprimento. ... Além de em termos de otimização de força de trabalho, mesmo numa sociedade escravocrata, seria uma perda substancial na força de trabalho necessitando um escravo imobilizado, com lâminas de barro sobre suas duas coxas, e pelo menos dois outros para remover cada uma delas e transportá-las ao estaleiro.”
Assim, com o passar dos tempos, a expressão “feito nas coxas” ficou marcada como coisa mal feita, sem qualidade, produzida de qualquer jeito.

Referências bibliográficas:
La Pastina Filho, José. ERAM AS TELHAS FEITAS NAS COXAS DAS ESCRAVAS? , Arqueologia, Cap. V.10. 2006 , https://journals.kvasirpublishing.com/arq/article/view/64/144)
ARQUITETURA COLONIAL DO BRASIL - BARROCO RELIGIOSO https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_colonial_do_Brasil %C3%A2neo



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Avenida Princesa Isabel, 708, Centro Histórico
Iguape, SP
11920-000

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