Coletivo D'elas

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O Coletivo D'elas é uma mobilização suprapartidária formado para fortalecer e empoderar as mulheres com um trabalho de mentoria, formação política e rede de apoio que irá eleger mulheres na política.

01/11/2025

Hoje comemoro 5 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

01/11/2025
“Hoje, o Coletivo de D’elas se reuniu para discutir estratégias de empoderamento e apoio mútuo. Com a presença de mulher...
15/05/2025

“Hoje, o Coletivo de D’elas se reuniu para discutir estratégias de empoderamento e apoio mútuo. Com a presença de mulheres inspiradoras e determinadas, a reunião foi um espaço de troca de experiências, ideias e sonhos. Juntas, reafirmamos nosso compromisso com a luta pela igualdade de gênero e pela valorização da voz feminina. Foi um encontro marcado pela sororidade, amor e determinação.”

Que possamos a cada dia resistir! Que esta data seja de reflexão.  O melhor presente que uma mãe pode ganhar é o respeit...
11/05/2025

Que possamos a cada dia resistir! Que esta data seja de reflexão.
O melhor presente que uma mãe pode ganhar é o respeito, à dignidade, e condições justas igualitárias de gênero.

Nosso coletivo participou hoje da 5ª conferência municipal de políticas para as mulheres de Contagem.    Dia de enaltece...
10/05/2025

Nosso coletivo participou hoje da 5ª conferência municipal de políticas para as mulheres de Contagem.
Dia de enaltecer mulheres e lutas e muita resistência
Uma conferência linda sob a organização da maravilhosa que dá visibilidade e empodera mulheres .

08/05/2025

A construção de 32 km de ferrovia na Região Metropolitana de Belo Horizonte deve impactar nascentes, cursos d’água, área...
30/03/2025

A construção de 32 km de ferrovia na Região Metropolitana de Belo Horizonte deve impactar nascentes, cursos d’água, áreas produtivas e até a saúde da população de comunidades localizadas nos Municípios de Itaúna, Igarapé, Mateus Leme e São Joaquim de Bicas.

A denúncia foi feita por moradores dessas localidades em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), conduzida nesta sexta-feira (28/3/25) pelo seu presidente, deputado Tito Torres (PSD), a pedido da deputada Beatriz Cerqueira (PT).

Nesta quarta-feira dia 26 de março , nós nos reunimos na  para debater as desigualdades de gênero e a luta feminina, uma...
28/03/2025

Nesta quarta-feira dia 26 de março , nós nos reunimos na para debater as desigualdades de gênero e a luta feminina, uma jornada que tem sido travada por séculos, em busca da igualdade e da justiça. A história da luta feminina é uma história de coragem, de resistência e de determinação.
Desde os primórdios da humanidade, as mulheres têm sido submetidas a uma sociedade patriarcal, que as excluiu do poder, da educação e da participação política. As mulheres foram tratadas como propriedade, como objetos, e não como seres humanos com direitos e dignidade.
Mas as mulheres não se renderam. Elas se organizaram, se mobilizaram e lutaram por seus direitos. No século XIX, as sufragistas lutaram pelo direito ao voto, enfrentando a oposição e a violência. No século XX, as feministas lutaram pela igualdade de direitos, pela liberdade sexual e pela autonomia reprodutiva.

Mas a luta feminina não é apenas uma luta do passado. É uma luta que continua até hoje. As mulheres ainda enfrentam a desigualdade de gênero em todos os aspectos da vida. Elas ainda ganham menos do que os homens, ainda têm menos oportunidades de educação e emprego, ainda são mais vulneráveis à violência e ao abuso.
A desigualdade de gênero é um problema complexo, que envolve fatores culturais, sociais e econômicos. É um problema que é perpetuado pelas estruturas de poder, pelas instituições e pelas relações sociais.

Mas é um problema que pode ser resolvido. É um problema que pode ser superado com a educação, com a conscientização e com a ação. É um problema que pode ser resolvido com a participação e o envolvimento de todos, homens e mulheres.
Então, nós nos reunimos para reafirmar nosso compromisso com a igualdade de gênero. Nós nos comprometemos a lutar pela justiça, pela igualdade e pela dignidade das mulheres.
Nós nos comprometemos a criar um mundo onde as mulheres sejam tratadas com respeito, com dignidade e com igualdade. Um mundo onde as mulheres tenham acesso à educação, ao emprego e à saúde. Um mundo onde as mulheres sejam livres para tomar suas próprias decisões, para viver suas próprias vidas.

A desigualdade de gênero é um problema persistente em muitas sociedades, incluindo a brasileira. As mulheres enfrentam o...
26/03/2025

A desigualdade de gênero é um problema persistente em muitas sociedades, incluindo a brasileira. As mulheres enfrentam obstáculos significativos em diversas áreas, como educação, emprego, saúde e política, o que limita suas oportunidades e direitos.

# Desigualdade de gênero
A desigualdade de gênero se manifesta de diversas formas, incluindo:

- A falta de acesso à educação de qualidade e oportunidades de emprego.
- A discriminação no local de trabalho e a falta de igualdade salarial.
- A violência doméstica e sexual.
- A falta de representação política e decisória.

# Necessidade de políticas públicas
Para combater a desigualdade de gênero, é fundamental implementar políticas públicas que promovam a igualdade de oportunidades e direitos para as mulheres. Algumas dessas políticas incluem:

- Programas de educação e treinamento para mulheres.
- Iniciativas para promover a igualdade salarial e a discriminação no local de trabalho.
- Serviços de apoio às vítimas de violência doméstica e sexual.
- Iniciativas para promover a representação política e decisória das mulheres.

A desigualdade de gênero é um problema complexo que requer uma abordagem multifacetada. A implementação de políticas públicas que promovam a igualdade de oportunidades e direitos para as mulheres é fundamental para combater essa desigualdade e promover uma sociedade mais justa e igualitária.

Para relembrar:Aqui estão alguns dos fatos mais importantes na luta das mulheres: # Século XIX1. *Convenção de Seneca Fa...
26/03/2025

Para relembrar:
Aqui estão alguns dos fatos mais importantes na luta das mulheres:

# Século XIX
1. *Convenção de Seneca Falls* (1848): Foi a primeira convenção dos direitos das mulheres nos Estados Unidos, onde foi lançado o movimento sufragista.
2. *Publicação do livro “A Subserviência das Mulheres”* (1869): O livro de John Stuart Mill defendia a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

# Século XX
1. *Conquista do direito ao voto* (1920): As mulheres nos Estados Unidos conquistaram o direito ao voto com a aprovação da 19ª Emenda à Constituição.
2. *Movimento Feminista da década de 1960*: O movimento feminista ganhou força nos Estados Unidos e na Europa, com a publicação de livros como “O Mistério Feminino” de Betty Friedan.
3. *Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher* (1979): A convenção foi adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas e estabeleceu um marco internacional para a luta contra a discriminação contra as mulheres.

# Século XXI
1. *Movimento * (2017): O movimento ganhou força mundialmente, com mulheres compartilhando suas experiências de assédio e violência sexual.
2. *Marcha das Mulheres* (2017): A marcha foi realizada em várias cidades ao redor do mundo, com o objetivo de defender os direitos das mulheres e protestar contra a discriminação e a violência.
3. *Luta contra o ab**to* (2020): A luta contra o ab**to continua sendo um tema importante na luta das mulheres, com muitas mulheres e organizações lutando para defender o direito ao ab**to seguro e legal.

Esses são apenas alguns dos muitos fatos importantes na luta das mulheres. A luta pela igualdade e justiça continua sendo um tema importante e urgente em todo o mundo. Faça parte desse movimento

O Dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais às mulheres, mas diz respeito...
08/03/2025

O Dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais às mulheres, mas diz respeito a um convite à reflexão referente a como a nossa sociedade as trata. Essa reflexão vale tanto para o campo do convívio afetivo, familiar e social quanto para as questões relacionadas ao mercado de trabalho.

Inúmeros estudos comprovam que ainda hoje as mulheres sofrem com a desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. A presença das mulheres no mercado de trabalho ainda é menor do que a dos homens, uma vez que dados de 2018 apontam que, no mundo, apenas 48% das mulheres maiores de 15 anos estão empregadas – para os homens, esse número é de 75%|1|.

Atualmente, menos de 70% dos homens concordam com o fato de que muitas mulheres preferem trabalhar a ficar em casa cuidando de serviços domésticos. As mulheres ainda sofrem prejuízos no mercado de trabalho por engravidarem, uma vez que o número de mulheres que abandonam o seu trabalho por conta de seus filhos chega a 30%, enquanto que somente 7% dos homens abandonam seus empregos pelo mesmo motivo|2|.

Para agravar essa situação, metade das mulheres que engravidam perdem seus empregos quando retornam da licença-maternidade|3| e ainda, em pleno século XXI, existem aqueles que defendem que mulheres devem ganhar menos, simplesmente por poderem engravidar. Isso, inclusive, é uma realidade no Brasil, pois as mulheres recebem, em média, 20% menos que os homens|4|.

Todas essas estatísticas demonstram como o preconceito de gênero prejudica as mulheres no mercado de trabalho. As mulheres, no entanto, não têm a sua vida prejudicada somente no mercado de trabalho, uma vez que a violência de gênero, o abandono que muitas sofrem de seu parceiro durante a gravidez e os assédios são realidades que muitas mulheres sofrem.

O 8 de março é um dia para reflexão a respeito de toda a desigualdade e a violência que as mulheres sofrem no Brasil e no mundo. É um momento para combater o silenciamento que existe e que normaliza a desigualdade e as violências sofridas pelas mulheres, além de ser um momento para repensar atitudes e tentar construir uma sociedade sem desigualdade e preconceito de gênero.

Hoje, 25 de novembro, celebramos o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. É um dia para lemb...
25/11/2024

Hoje, 25 de novembro, celebramos o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. É um dia para lembrar que a luta contra a violência de gênero é contínua e necessária.

Nenhuma mulher merece viver com medo, violência ou opressão. Todas merecem respeito, igualdade e liberdade.

Vamos juntos combater o machismo, o sexismo e a discriminação. Vamos apoiar as vítimas e promover uma cultura de paz e respeito.

Endereço

Igarapé, MG

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