26/12/2025
As Unidades de Conservação (UCs) não são apenas espaços de preservação ambiental, elas se tornaram reais motores de economia local e nacional.
Nos últimos anos, o número de visitas em UCs federais* têm crescido consistentemente, ultrapassando 25 milhões de registros em 2024, em 160 UCs federais em todo o país, número que representa um crescimento de 4,9% em relação a 2023.
Esse movimento de visitação tem impacto direto na economia: gera empregos, fomenta o comércio local, fortalece serviços de hospedagem, alimentação, guias e transporte, além de gerar receitas que retornam para os municípios e estados envolvidos.
Segundo o estudo Quanto Vale o Verde**, o valor gasto pelos visitantes em UCs movimenta bilhões de reais em renda, impostos e valor agregado ao PIB, impulsionando diretamente a economia das regiões onde essas áreas estão inseridas.
Além disso, o estudo Contribuições do Turismo em Unidades de Conservação para a Economia Brasileira*** aponta que os R$681 milhões investidos no ICMBio em 2018 foram convertidos em R$10 bilhões se considerarmos os valores totais dos gastos dos visitantes. Números que apresentam um retorno de R$15 para cada R$1 investido. Você encontra os links para os dois estudos na nossa bio.
O ecoturismo sustentável mostra como conservação e desenvolvimento podem caminhar juntos, fortalecendo comunidades, promovendo educação ambiental e abrindo portas para um turismo que respeita o meio ambiente e valoriza quem vive ao redor das Unidades de Conservação.
Fonte:
*ICMBIo (2024)
**Quanto Vale o Verde: a importância econômica das Unidades de Conservação (2018), Carlos Eduardo Young e Rodrigo Medeiros
***Contribuições do Turismo em Unidades de Conservação para a Economia Brasileira (2019), Thiago Beraldo e Helenne Simões
Repostado de Rede Pró UC