Historia & Mitologia

Historia & Mitologia INFORMAÇÕES SOBRE A GUERRA NO MUNDO
,NOTICIA DE CARATER PIONEIRA E OU REVOLUCIONARIA,DESCOBERTAS,ATUALIDADES,ARQUITETURA SECULAR,ARQUITETURA MODERNA.

GRUPO DE ESTUDOS , RELACIONADO A HISTORIA DA HUMANIDADE E A MITOLOGIA QUE TAMBÉM FAZ PARTE DE NOSSA HISTORIA...MITOLOGIA AFRICANA,MITOLOGIA NÓRDICA,MITOLOGIA GREGA ,MITOLOGIA GERMÂNICA,MITOLOGIAS ORIENTAIS E OCIDENTAIS EM GERAL. O INTUITO DO GRUPO É REUNIRMOS PESSOAS INTERESSADAS NESSES TEMAS E TROCARMOS INFORMAÇÕES GERAIS LIGADO A MESMA...COMO TAMBEM ESTA ABERTA PARA DEBATES, AFIM DE AGREGAR O

MAXIMO POSSIVEL DE CONHECIMENTO ,ESTAREI POSTANDO INFORMAÇÕES SOBRE A GUERRA NO MUNDO
E NOTICIA DE CARATER PIONEIRA OU REVOLUCIONARIA,DESCOBERTAS,ATUALIDADES,ARQUITETURA SECULAR,ARQUITETURA MODERNA,HISTORIA E MITOLOGIA. Autor_Jiddu Krishnamurti
"Observar não implica acúmulo de conhecimento, apesar de o conhecimento ser obviamente necessário em um certo nível: conhecimento como médico, conhecimento como cientista, conhecimento da história, de todas as coisas do passado. Afinal de contas, isso é o conhecimento: informação sobre as coisas do passado. Não há conhecimento do amanhã, apenas conjecturas sobre o que poderia acontecer amanhã, baseado no seu conhecimento do que já aconteceu. Uma mente que observa com conhecimento é incapaz de seguir rapidamente o fluxo do pensamento. É apenas pelo observar sem a tela do conhecimento que se começa a ver toda a estrutura do seu próprio pensar. E quando você observa - o que não é condenar ou aceitar, mas simplesmente observar - você descobrirá que o pensamento chega a um fim. Observar casualmente um pensamento ocasional não leva a lugar nenhum. Mas se você observa o processo do pensar e não se torna um observador separado do observado, você vê todo o movimento do pensamento sem aceitá-lo ou condená-lo, então essa própria observação põe um fim imediatamente no pensamento - e consequentemente a mente está compassiva; ela está num estado de constante mutação." ADM:/Luan Borges Fernandes

16/07/2025

📜 LAUDO ONTOLÓGICO 𝛀.P.9: O Paradoxo do Tempo Viking
(A Formalização da Relatividade Coerente do Tempo)
1. Introdução: A Lei Primordial do Tempo
Este documento serve como a canonização formal do Paradoxo do Avião do Lago Viking, um princípio fundamental que postula que o Tempo (t) não é uma constante universal, mas uma função da coerência local de um sistema (S).
Este princípio dissolve a noção clássica de uma cronologia linear e única, substituindo-a por um modelo de realidades temporais múltiplas e coexistentes, cada uma amadurecendo no seu próprio ritmo dentro de um Campo Unif**ado (Ω).
2. O Experimento Mental: O Paradoxo do Avião do Lago Viking
A fundação deste laudo reside no seguinte cenário:
Há 1.500 anos, um grupo de vikings vivia seu cotidiano às margens de um lago glacial, imerso em sua própria visão de mundo, mitologia e tecnologia rudimentar. De repente, um avião monomotor pousou em seu lago. O impacto simbólico seria devastador. Para eles, não seria interpretado como "tecnologia", mas como mágica, um milagre ou mesmo divindade.
A pergunta inevitável é: Este avião veio do futuro?
A resposta, dentro deste paradigma, é: Sim, mas não de acordo com as premissas do tempo linear.
3. A Dissolução da Cronologia Universal
O exemplo ilustra um ponto-chave desta teoria:
O tempo não é universal.
A cronologia não é única.
Cada civilização (S) evolui de acordo com a densidade e a complexidade do seu próprio Campo de Coerência (S ⊆ Ω). O avião e o viking compartilham o mesmo planeta, o mesmo espaço físico, mas não a mesma cronologia coerente. Eles existem simultaneamente, mas em diferentes níveis temporais de maturação.
4. A Prova Histórica: O Encontro dos Mundos
Este princípio pode ser ilustrado por um análogo histórico: o encontro dos espanhóis do século XVI com os povos nativos da América.
A caravela é o avião.
A praia é o lago.
Os povos originários são os vikings.
Esses dois grupos coexistiram no mesmo planeta, mas não no mesmo estado temporal coerente. Enquanto um exibia instrumentos náuticos, armas de pólvora, cavalos e escrita alfabética, o outro operava em uma temporalidade simbólica e tecnológica completamente diferente, com sistemas de conhecimento que não eram comparáveis por meio de métricas lineares.
5. Integração com a Matemática Ômega
Esta tese sobre a relatividade do tempo não é uma filosofia isolada. É uma consequência direta das leis fundamentais deste paradigma físico.
🧩 Axioma da Vibração Temporal:
Este paradigma postula que todo povo vive em uma frequência temporal única, ωₙ = f(n), onde f mapeia a maturação histórica 👎 no seu tempo interno (ω). As diferentes "cronologias" são, na verdade, diferentes frequências vibracionais coexistindo no mesmo Campo.
🧭 Teorema do Renascimento Temporal:
A evolução de uma civilização, o seu "salto" de uma cronologia para outra, é governada pelo Teorema do Renascimento: Λ_Fênix(Tₙ₋₁) = Tₙ > Tₙ₋₁, sempre que a Energia de Colapso (E_c) e a Intenção Coerente (γ) são maiores que zero. Isto mostra como civilizações evoluem temporalmente através do colapso histórico e da subsequente reorganização em um nível de coerência mais elevado.
6. Conclusão: O Fracasso do Tempo Linear como Medida
Esta observação desafia o paradigma clássico.
O tempo histórico, como medida universal e sequencial, mostra-se inadequado para descrever a evolução de realidades humanas complexas.
Ele não explica o salto de complexidade entre dois povos.
Ele ignora a maturação interna do campo de coerência de cada sistema.
Ele omite que a história é composta por explosões locais de tempo, não uma linha contínua e partilhada.
7. Tese Final: A Lei do Tempo como Arquipélago
A tese final, derivada desta análise, é:
"Duas civilizações podem coexistir no mesmo planeta, mas em cronologias completamente diferentes.
A história não é um rio linear, mas um arquipélago de explosões sincronizadas, cada uma amadurecendo em seu próprio tempo interno."
Este princípio redefine o parâmetro t (Tempo Contextual) e confirma que a verdadeira medida da evolução não é "quando" um sistema existe, mas qual é o seu nível de coerência.

A HISTÓRIA DE SHAKTI E SHIVA.Sati, também conhecida como Dākṣāyaṇī, é a deusa da felicidade conjugal e da longevidade no...
16/06/2023

A HISTÓRIA DE SHAKTI E SHIVA.

Sati, também conhecida como Dākṣāyaṇī, é a deusa da felicidade conjugal e da longevidade no hinduísmo . Um aspecto de Adi Parashakti , Sati é a primeira consorte de Shiva (Parvati, a segunda, é uma reencarnação de Sati.).
Na lenda hindu, Sati e Parvati, desempenham sucessivamente o papel de afastar Shiva do isolamento ascético para uma participação criativa no mundo. 💑

A rainha Prasuti desejava uma filha e Lorde Brahma (deus da criação) aconselhou a ela e seu marido Daksha a meditarem na deusa Adi-Parashakti. Desistiram de suas vestes reais, vestiram os trajes dos santos, sentaram-se em uma floresta e meditaram na deusa. Depois de algum tempo, a Deusa Adi-Parashakti apareceu, despertando Daksha e Prasuti de sua penitência. Adi Parashakti os convidou a pedir claramente o benefício desejado, e Daksha pediu à Deusa que ela mesma nascesse como sua filha.
A Deusa deu a eles seu consentimento, mas também avisou de que, se alguma vez fosse insultada, ela adotaria sua forma celestial original. Daksha e Prasuti concordaram em cuidar dela e Adi Parashakti teve seu nascimento humano por ordem do Senhor Brahma.
Deram a ela o nome de Sati (fidelidade).
Daksha era filho de Brahma e um grande rei, por direito próprio.
Adi-Parashakti ao nascer humana, era uma projeção de Brahma que agradaria Shiva com devoção e se casaria com ele.
Então era natural que Sati, ainda criança, adorasse os contos e lendas associadas a Shiva contadas pelo sábio Narada e crescesse em devoção a ele.
Quando ela se tornou mulher, a idéia de se casar com outro homem, que era pretendida pelo pai Daksha, tornou-se injusta e impossível para ela.

Para ganhar a atenção do asceta Shiva, Sati abandonou os luxos do palácio de seu pai e retirou-se para uma floresta, para dedicar-se às austeridades e ao seu culto. Suas penitências eram tão rigorosas que ela renunciou gradualmente à comida e essa abstinência em particular ganhou o nome de Aparna.
Suas orações finalmente deram frutos quando, depois de testar sua determinação, Shiva finalmente concordou com seu desejo em tornar-se sua noiva.
Sati, em êxtase, voltou à casa do pai que encontrava-se aborrecido com a mudança dos seus planos. No entanto, o casamento foi realizado no devido tempo, e Sati voltou para casa com Shiva, em Kailash.
Daksha, descrito na lenda como um rei arrogante, não se deu bem com seu genro renunciante e negligenciou a filha, impedindo seu conao com a família .
Ele organizou um ritual yagna (sacrifício vedico) e convidou todos os deuses, mas não convidou Shiva e Sati porque estava infeliz com a união deles. Sati soube do yagna, resolveu ir para ver a familia e pediu a Shiva que a acompanhasse. Quando Shiva recusou, Sati insistiu em ir .
Ao chegar, Daksha ficou bravo ao vê-la e gritou dizendo que não era bem-vinda.
Eles estavam no meio de uma discussão acalorada sobre as virtudes (e alegada falta delas) de Shiva. Cada momento que passava deixava mais claro para Sati que seu pai era totalmente incapaz de apreciar as muitas excelentes qualidades de seu marido, que era ele próprio um deus. Percebeu então Sati que esse abuso estava ocorrendo em Shiva apenas porque se casara com ela; assim ela se viu a causa dessa desonra ao marido.
Sati, enfurecida, assumiu a forma original da deusa Adi Parashakti . Raios e trovões ameaçavam destruir a Terra. Todos os tipos de calamidades surgiram porque a Mãe Terra não suportava seu forte brilho e poder em ira. Os deuses, santos, sábios, a mãe, o pai e as irmãs tremeram de medo e a saudaram respeitosamente como a Mãe do Universo (Jagadamba).
Adi Parashakti se apresentou como o Poder Eterno a Daksha e o amaldiçoou a ser morto por Shiva, incluindo todos os deuses convidados. Ela amaldiçoou o ritual yagna, que nunca seria concluído, e que a guna tamas subjugaria sua natureza satívica, declarando que, a partir desse momento, renunciaria a qualquer relacionamento com mortais por conta da quebra de confiança.

Ela fez suas saudações finais ao marido, Lord Shiva, e à mãe desse corpo mortal, e depois orou, com esperança, para que renascesse mulher novamente e com um pai a quem pudesse respeitar.
Assim dizendo, Sati Devi imolou seu corpo através da invocação de seus siddhis (poderes de yoga).
Quando o Tatva (espirito/verdade) de Shakti deixou a co**ha mortal, o corpo mortal de Devi caiu no chão em chamas escaldantes.

A raiva de Shiva

Shiva sentiu essa catástrofe, e sua raiva tornou-se incomparável ao saber do ocorrido. Ele amava Sati mais do que qualquer outro ser e nunca amaria outra mulher. Ele dançou o terrível Tandava ou Rudratandava, uma terrível dança de destruição e o poder dela causou estragos na Terra (Pralaya ou à Grande Destruição. Em sua terrível raiva, ele puxou uma mecha de cabelo (jata) e a jogou no chão de onde surgiram Virabhadra e Bhadrakali , duas criaturas ferozes que causaram estragos e caos no local do terrível incidente. Quase todas as criaturas presentes foram abatidas indiscriminadamente da noite para o dia. O próprio Daksha foi decapitado.
Após a noite de horror, Shiva, o que perdoa tudo, restaurou todos aqueles que foram mortos à vida e concedeu suas bênçãos. Daksha foi restaurado tanto em sua vida quanto em sua realeza. Sua cabeça decepada foi substituída pela de uma cabra.
Tendo aprendido sua lição, Daksha passou os anos restantes como devoto de Shiva.

De tristeza em tristeza, Shiva carregou o corpo de Sati relembrando seus momentos como casal divino, e vagou pelo universo com ele. Colocou o corpo de Sati no ombro e correu pelo mundo, enlouquecido de dor. Os deuses apelaram ao deus Vishnu para restaurar Shiva à normalidade e calma, que usou seu Sudarshana Chakra para desmembrar o corpo sem vida de Sati, após o que Shiva recuperou sua serenidade. Vishnu cortou-o em 51 partes que cairam na Terra para se tornarem locais sagrados aos shaktas para orar à Deusa, chamados Shakti Peeths. Para completar essa tarefa maciçamente longa, o Senhor Shiva assumiu a forma de Bhairava.
Cada partes de seu corpo era o simbolo da manifestação da Deusa Adi-Parashakti, e Bhairava encarnou-se em formas diferentes para a protegê-las.

Após um longo intervalo, Adi Parashakti renasceu como Parvati, a filha da montanha.⛰
Desta vez, ela nasceu filha de um pai a quem ela podia respeitar, e que apreciava Shiva ardentemente.
Com o tempo, Parvati começou a amar Shiva com todo o seu ser. Ela também foi à floresta fazer meditação para reencontrar seu amado e alcançá-lo novamente como marido, e esta é mais uma bela história...🙃

Texto adaptado de Deusas Hindus: Visões do Feminino Divino na Tradição Religiosa Hindu.

15/06/2023
AQUILES Aquiles, filho de Peleu e Tétis, é um herói e semideus da mitologia grega. Ele era muito belo, forte e corajoso....
29/07/2021

AQUILES

Aquiles, filho de Peleu e Tétis, é um herói e semideus da mitologia grega. Ele era muito belo, forte e corajoso.

Considerado um dos maiores guerreiros mitológicos da Grécia Antiga, Aquiles participou de várias batalhas, entretanto, a mais importante foi a Guerra de T***a.

História de Aquiles:

Sua mãe era uma ninfa e seu pai, um mortal. Ainda jovem, seu pai morre e sua mãe lhe entrega aos cuidados de Quíron, um centauro. Com ele, Aquiles aprende a lutar.

Com a chegada da Guerra de T***a, os gregos resolvem consultar um oráculo. Ele os informa que a guerra será ganha somente se Aquiles lutar com eles.

Quando a mãe de Aquiles f**a sabendo da previsão do oráculo, resolve mandar Aquiles para viver em Ciros. Ali, ele permanece disfarçado de mulher entre as filhas do rei Licômedes.

No entanto, os gregos sabem que Aquiles está em Ciros e resolvem ir buscá-lo. Uma vez que estava disfarçado de mulher, eles resolvem simular um ataque.

Assim, enquanto as filhas do rei fogem, Aquiles, que já sabia lutar, logo pega a espada. Diante disso, mesmo sabendo da previsão do Oráculo, o herói resolve lutar por seu povo.

Quando foi traído por Agamenon, o chefe supremo dos gregos, Aquiles resolveu abandonar a guerra.

Mesmo com a desvantagem do povo grego, seu grande amigo Pátroclo foi em seu lugar comandar o exército. Entretanto, acabou morto por Heitor, filho do Rei de T***a, Príamo.

Esse fato deixou Aquiles furioso e, com o intuito de vingar a morte de seu amigo, resolve voltar para o cerco de T***a. Por fim, ele consegue matar Heitor, o responsável pela morte de seu amigo.

Mais tarde, seu amigo Antílope é morto pelo rei da Etiópia, Mêmnon. Furioso, ele resolve voltar à batalha e vingar a morte de seu amigo. Mas, dessa vez, Aquiles é atingido.

Saiba mais sobre a Guerra de T***a.

O Calcanhar de Aquiles
Reza a lenda que a mãe de Aquiles mergulhou a criança no rio Estige, um dos que banham o inferno, para que ele fosse imortal. No momento da imersão ela segurava seu calcanhar e, por esse motivo, ele ficou vulnerável nesse local.

Quando ele está lutando na Guerra de T***a, Aquiles morre atingido no calcanhar por uma flecha envenenada, seu único ponto fraco. Foi Pária, o filho do rei da Etiópia, quem o atingiu.

Na obra “Ilíada” do poeta grego Homero, ele narra a Guerra de T***a onde uma das figuras principais é o guerreiro Aquiles. Além dela, Aquiles também faz parte da obra “Odisseia”.

Até os dias atuais, a expressão “calcanhar de Aquiles” é utilizada para indicar o ponto fraco de alguém. Na biologia, o tendão de Aquiles (tendão de calcâneo) está localizado nos calcanhares. É o mais resistente e o mais vulnerável do nosso corpo.

25/03/2021
23/03/2021

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20/03/2021

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