Coetrae/go - Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo de Goiás

Coetrae/go - Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo de Goiás COETRAE/GO é vinculada à Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça de Goiás, composta por representantes de diversos órgãos da sociedade

Uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal impedindo o governo federal de divulgar a “lista suja” do trabalho e...
03/03/2016

Uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal impedindo o governo federal de divulgar a “lista suja” do trabalho escravo, no final do ano passado, continua em vigor. Por conta disso, a Repórter Brasil e o Instituto do Pacto Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (InPACTO) solicitaram com base na Lei de Acesso à Informação (12.527/2012), que o Ministério do Trabalho e Previdência Social (responsável pela lista desde 2003) fornecesse os dados dos empregadores autuados em decorrência de caracterização de trabalho análogo ao de escravo e que tiveram decisão administrativa final, entre dezembro de 2013 e dezembro de 2015.
Acesse: http://reporterbrasil.org.br/2016/02/nova-lista-de-transparencia-traz-340-nomes-flagrados-por-trabalho-escravo/

Com base na Lei de Acesso à Informação, "Lista de Transparência" traz dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social com autuados em decorrência de caracterização de trabalho análogo ao de escravo e que tiveram decisão administrativa final entre 12/2013 e 12/2015.

28/01/2016
Hoje, dia 28 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.
28/01/2016

Hoje, dia 28 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

Reunião ordinária do dia 13/09/2015,  com a participação da  CONATRAE.
19/10/2015

Reunião ordinária do dia 13/09/2015, com a participação da CONATRAE.

Casal denuncia trabalho escravo em fazenda de Novo Gama, GoiásA Polícia Militar de Goiás resgatou, na quarta-feira (23),...
01/10/2015

Casal denuncia trabalho escravo em fazenda de Novo Gama, Goiás

A Polícia Militar de Goiás resgatou, na quarta-feira (23), um casal que denuncia regime análogo à escravidão em uma fazenda de Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal. O lavrador Paulo Reis dos Santos e a esposa Arqueângela Barbosa de Souza afirmam que eram mantidos trancados e sob constante ameaça do fazendeiro. “Além do trabalho escravo, ainda queria bater na gente”, denuncia o lavrador.

Ele ligou para a polícia, que mandou um carro da PM até o local. Segundo o cabo Jorge Pereira, que atendeu à ocorrência, ao chegar à fazenda, os portões estavam trancados. "Quando ele [o lavrador] viu a viatura, começou a chorar", conta o policial.

Paulo e Arqueângela chegaram do Maranhão há pouco mais de dois meses e tinham combinado o emprego por telefone. Segundo o casal, o combinado era um salário de R$ 1.400 para cada um e que teriam registro na Carteira de Trabalho.
Porém, denunciam que não tiveram a carteira assinada nem receberam os salários relacionados aos dois meses trabalhados.
“Chegou aqui e tudo foi ao contrário, quer a gente trabalha das 5h da manhã até as 10h da noite, não tem condição. Disse que era pra ser fichado, mas não”, conta o lavrador. O homem também denuncia a precariedade do alojamento que, segundo ele, é composto por camas improvisadas e colchões sem condições de uso.

Arqueângela tem quatro filhos que ficaram no Maranhão. Ela foi para Novo Gama na esperança de poder ganhar dinheiro para mandar ajuda a eles, mas, já no primeiro mês, percebeu que o trabalho não condizia com a proposta feita por telefone. "Nós não íamos morrer de trabalhar só pra ele, só pra dar lucro pra ele”, desabafa.

Segundo a Polícia Militar, como a fazenda estava com portões trancados, não foi possível entrar na propriedade. O caso vai ser investigado pela Polícia Civil de Novo Gama e o proprietário da fazenda ainda não foi encontrado para prestar esclarecimentos.

http://glo.bo/1KDP0gy

MTE diz que lanchonete tinha trabalho análogo à escravidão no Rock in Rio   Agentes do Ministério do Trabalho e Emprego ...
28/09/2015

MTE diz que lanchonete tinha trabalho análogo à escravidão no Rock in Rio

Agentes do Ministério do Trabalho e Emprego no Rock in Rio constataram irregularidades trabalhistas nas empresas terceirizadas que atuaram durante os sete dias do Rock in Rio. Entre os problemas, segundo o órgão, estava até regime de trabalho análogo a escravidão na lanchonete Batata no Cone. Ao todo, 17 funcionários estariam nesses condições.

De acordo com Hércules Ramos, coordenador da operação, os trabalhadores não tinham acesso a saneamento básico, tinham documentos retidos por parte da empresa e até mesmo contração de dívida por parte dos trabalhadores que não conseguiram vender todas as mercadorias.

Segundo o ministério, os trabalhadores pagavam de R$210 a R$400 reais para garantir um posto de trabalho de ambulante no evento. Muitos vieram com a promessa de lucrar cerca de R$1000 por dia, mas acabaram contraindo uma dívida que não conseguiam pagar, já que, cada vez que voltavam sem vender uma batata, tinham que pagar R$12 por unidade. De acordo com as investigações, o preço da batata era de R$14 para o público, e o lucro para cada trabalhador era de R$2.

De acordo com os auditores, trabalhadores da empresa de limpeza Garrana foram encontrados dormindo dentro da Cidade do Rock, no centro administrativo do Rock World, organizador do evento. Depois desse flagrante, na última sexta-feira (25), no último dia do festival (27), trabalhadores da mesma empresa foram achados novamente dormindo em condições adversas, dentro da cabine de recepção da tirolesa que, durante a noite, divertiu quem passava pela Cidade do Rock. Os fiscais avisam que também irão investigar as contratações de artistas no evento.

http://glo.bo/1RbYlkd

23/09/2015

A ONG repórter Brasil por meio do programa “Escravo, nem pensar!” firmou parceria com a Secretaria de Educação (Seduc) do Maranhão para a formação de 10 mil professores sobre o tema do trabalho escravo nos próximos 12 meses.

Palestra sobre o Trabalho Escravo.
17/09/2015

Palestra sobre o Trabalho Escravo.

Hoje tivemos uma excelente reunião,  na sala de seções da OAB/GO
14/09/2015

Hoje tivemos uma excelente reunião, na sala de seções da OAB/GO

Na última sexta-feira dia 11/09,  estive na sede do MPT com o Procurador do Trabalho Dr. Alpiniano,  para tratar de assu...
14/09/2015

Na última sexta-feira dia 11/09, estive na sede do MPT com o Procurador do Trabalho Dr. Alpiniano, para tratar de assuntos extremamente importantes para a COETRAE/GOIÁS, em breve apresentaremos os resultados.

O advogado Edson Veras, ex-presidente e atual membro da COETRAE/GO - Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escrav...
05/09/2015

O advogado Edson Veras, ex-presidente e atual membro da COETRAE/GO - Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo de Goiás, participará da SPAT do SindMetal-GO, apresentando o tema "Trabalho escravo contemporâneo, uma visão multifocal", no dia 17 de setembro,no auditório Jaime Câmara, da Câmara Municipal de Goiânia.

Com o slogan “Prevenção é a luz que preserva a vida”, a 31ª Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Área Metalúrgica já tem data marcada e programação definida. O evento que acontece anualmente – exclusivo da categoria e pioneiro no Brasil – ocorrerá nas manhãs de 14 a 18 de setembro de 2015…

04/09/2015

Por meio da Lei de Acesso à Informação, Repórter Brasil e InPACTO divulgam a "Lista da Transparência sobre Trabalho Escravo", com 420 nomes flagrados com essa mão de obra.

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