Sindecof-GO

Sindecof-GO Sindicato dos Servidores em Conselhos, Ordens de Fiscalização, Entidades Coligadas e Afins do Estado de Goiás

https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2018/02/24/pgr-reage-a-fala-de-delegado-e-diz-ja-ter-pedido-quebra-...
25/02/2018

https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2018/02/24/pgr-reage-a-fala-de-delegado-e-diz-ja-ter-pedido-quebra-de-sigilo-de-varios-alvos-em-inquerito-que-investiga-temer.ghtml

A Procuradoria-Geral da República informou neste sábado (24) que, “por iniciativa própria”, já pediu o afastamento do sigilo bancário e fiscal de “vários investigados, pessoas físicas e jurídicas” de inquérito que investiga o presidente Michel Temer. As informações são da produto...

31/12/2017
07/09/2017

Devido ao feriado da Independência do Brasil, o SINDECOF-GO estará fechado nos próximos dias 7 e 8, voltando com expediente normal no dia 11 de setembro. Desejamos a todos um ótimo feriado!

25/08/2017

DISTRITO FEDERAL
Justiça veta reeleição de presidente do Conselho Federal de Veterinária, no cargo há 18 anos

Eleição está marcada para 1º de setembro; lei impede que Benedito Fortes volte a concorrer, diz juíza. Conselho diz que não foi notificado, e que as eleições 'seguem regras estabelecidas'.
Por Mateus Rodrigues, G1 DF - 25/08/2017

Presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda (Foto: CFMV/Divulgação)

A Justiça Federal no Distrito Federal decidiu nesta quinta-feira (24) que o atual presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, não pode concorrer à reeleição no próximo dia 1º. Ele está no cargo desde 1999 – o que, segundo a decisão, fere a moralidade da administração pública. Cabe recurso.

O conselho informou ao G1 que ainda não tinha sido notificado da decisão até a tarde de quinta, e que Benedito Arruda segue candidato ao cargo. Em nota, o CFMV diz que "as eleições estão regulamentadas" por resolução interna e por edital publicado em Diário Oficial da União, e "seguem as regras estabelecidas de acordo com a legislação".

A denúncia foi apresentada pela Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, e aponta que Arruda conseguiu se reeleger seis vezes seguidas, nos últimos 18 anos, porque não havia um regulamento explícito para proibir essa "perpetuação de poder". Se reeleito, ele pode seguir no comando da autarquia até 2020.

Na decisão liminar (provisória), a juíza substituta da 5ª Vara Federal no DF Diana Maria Wanderlei da Silva cita um decreto editado em 2016, pela então presidente Dilma Rousseff, que prevê que "os componentes do CFMV e dos Conselhos Regionais poderão ser reeleitos por apenas um único período subsequente".

Segundo Diana Maria, mesmo que a regra não existisse, a alternância de poder faz parte das "diretrizes do estado democrático de direito", enquanto a permanência de forma ilimitada "se amolda [...] ao totalitarismo dos regimes ditatoriais".

"Reforço que, na democracia, a alternância de poder é ferramenta fundamental para que novos métodos administrativos sejam utilizados em prol da prestação do serviço público, a renovação é necessária como propulsora da eficiência; e não a perpetuação no poder, de forma vitalícia."
Em 2014, quando Benedito de Arruda foi eleito para o triênio 2014-2017, a chapa dele foi a única a apresentar candidatura. Com isso, os médicos veterinários só puderam confirmar ou rejeitar a recondução do presidente ao cargo. Para as próximas eleições, há três chapas na disputa – incluindo uma capitaneada por Arruda.


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entendo que os juízes não podem ceder à pressão do grupo de trêfegos e barulhentos procuradores, nem se curvar ao clamor...
20/08/2017

entendo que os juízes não podem ceder à pressão do grupo de trêfegos e barulhentos procuradores, nem se curvar ao clamor popular", diz o ministro do STF na decisão que libera da prisão preventiva os acusados Octacilio de Almeida Monteiro, Cláudio Sá Garcia de Freitas, Marcelo Traça Gonçalves e Enéas da Silva Bueno. Em todos os casos, Gilmar viu exagero nas prisões. No caso de Octacilio, ele levou em conta a alegação de que o acusado tem mais de 80 anos. O ministro também citou, no caso de Enéas, a possibilidade de uma doença grave ensejar a conversão de uma prisão preventiva em prisão domiciliar.- .- trechos da sentença dada pelo Min Gilmar Mendes ao libertar acusados pela Operação Ponto Final.

🤔

Ministro do STF ordenou soltura de quatro acusados pela Operação Ponto Final

SINDECOFGO EM AÇÃO: Recebendo na sede do Sindicato (12/08 sábado) o amigo Luciano Garcia chefe de TI do CREA-GO, veio ap...
12/08/2017

SINDECOFGO EM AÇÃO: Recebendo na sede do Sindicato (12/08 sábado) o amigo Luciano Garcia chefe de TI do CREA-GO, veio apresentar as novidades tecnológicas que podem ser usadas no sindicato em favor da categoria. — com Sandro Marques e Luciano Garcia.

SINDECOFGO EM AÇÃO-XIV Jornada nacional de debates campanha salarial no pós reforma trabalhista promovida pelo DIEESE
11/08/2017

SINDECOFGO EM AÇÃO-XIV Jornada nacional de debates campanha salarial no pós reforma trabalhista promovida pelo DIEESE

09/06/2017

Piloto confirma versão de Joesley sobre voo com Temer
Ao GLOBO, ex-funcionário de dono da JBS afirma que entregou pessoalmente buquê de flores a Marcela

Rocha Loures era identificado em Brasília como uma pessoa próxima de Temer, de quem foi assessor. 'Homem da mala', ex-deputado Rocha Loures depõe na sede da PF
O piloto José de Oliveira Cerqueira levou a família de Temer da Bahia para São Paulo Foto: Divulgação Para começo de conversa: Piloto confirma versão de Joesley sobre flores em voo de Temer
O piloto José de Oliveira Cerqueira levou a família de Temer da Bahia para São Paulo
SÃO PAULO — O piloto do voo que levou a família do então vice-presidente Michel Temer de Comandatuba, na Bahia, a São Paulo confirmou ao GLOBO a versão contada por Joesley Batista à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o empréstimo do Learjet PR-JBS ao político, em janeiro de 2011. Piloto de avião há 33 anos, José de Oliveira Cerqueira, de 61 anos, disse ter entregado pessoalmente a Marcela Temer um buquê de flores em sua chegada à aeronave.

— Mandaram entregar as flores no avião. A própria empresa me orientou a informar que quem enviou foi dona Flora — disse o piloto, numa referência à matriarca da família Batista, mãe de Joesley.

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Cerqueira conta ter deixado de prestar serviços para a empresa naquele mesmo ano. Desde então, teria perdido contato com os antigos patrões da JBS.

Em nota oficial, Temer negou que soubesse quem era o proprietário da aeronave que o levou de São Paulo até o litoral baiano com a família, em 12 de janeiro de 2011 e, na tarde do mesmo dia, o levou até Brasília. O avião decolou dois dias depois de São Paulo rumo à Bahia, para buscar os parentes do então vice-presidente.

Veja também

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Agenda do dia 12 de janeiro de 2011 do então vice-presidente Michel Temer Agenda oficial de Temer não registrou viagem a Comandatuba
Presidente Michel Temer participa de Cerimônia de Lançamento do Plano Agrícola e Pecuário Agora, Planalto diz que Temer 'não sabia' que avião particular usado por ele era de Joesley
Na foto, o presidente Michel Temer com a esposa Marcela Temer. Diário de bordo: Temer e mulher viajaram em avião particular de Joesley
A versão de Temer contradiz o relato de Joesley, que contou aos procuradores ter recebido uma ligação do então vice-presidente perguntando sobre o envio de flores na aeronave e para agradecer pela gentileza, segundo fontes com acesso às investigações.

Cerqueira conta não ter sido informado previamente sobre quem seriam os passageiros do voo. Afirma que tem poucas lembranças, já que a viagem “aconteceu há mais de seis anos, isso é muito tempo”. O GLOBO perguntou, então, se tratou com os passageiros sobre temas relacionados aos donos da aeronave, mas ele disse não se lembrar.

— Sempre que tem um voo, nós tripulantes ficamos sabendo muito em cima da hora quem são os passageiros. Nesse, foi do mesmo jeito. Então, eu não posso afirmar o que o presidente e a família sabiam, o que se falou dentro do avião, porque a gente não tem esse acesso.

Cerqueira disse ter registrado no diário de bordo da aeronave os trechos percorridos e anotado também quem eram os passageiros. Documentos entregues à PGR pelos colaboradores da JBS trazem a anotação “Família sr. Michel Temer”, em viagens dos dois dias. O piloto conta ter se lembrado da história apenas nesta semana, depois que o caso veio à tona e foi publicado na imprensa.

— O que posso te dizer é que teve as flores. Não comprei, mandaram entregar lá. Fiz o que a empresa me mandou fazer. Isso tudo que o Joesley falou é verdade — afirmou o empresário.

Jato da JBS que o presidente Michel Temer teria usado, segundo delação de Joesley Batista - Reprodução internet / Agência O Globo
No retorno a Comandatuba para buscar a família de Temer e levá-la a São Paulo, o piloto diz ter reconhecido os familiares do então vice-presidente. Além de Marcela, o filho do casal, Michel Temer Filho, que na época estava perto de completar os dois anos de idade.

— Eu me lembro que era a família dele, mas não sei dizer quem eram as pessoas. Tinha a esposa dele e um filho pequeno, isso eu lembro — contou.

O GLOBO perguntou ao piloto se ele foi procurado nos últimos dias por integrantes da família Batista ou seus interlocutores, mas Cerqueira, que continua trabalhando como piloto de aeronaves, negou:

— Não tenho mais contato com eles.

O governo foi obrigado a se manifestar sobre o caso depois que Joesley contou à PGR sobre a viagem, como forma de demonstrar o nível de intimidade que tinha com Temer. O dono da JBS relatou que o envio de flores foi informado ao então vice-presidente, que não estava no voo, mas teria ficado com ciúmes. A empresa, então, teria orientado o piloto a dizer que este era um agrado da mãe de Joesley, e não do empresário. Joesley relatou ter recebido uma ligação de Temer para agradecer pelas flores. A assessoria do presidente sustenta que ele não teria realizado esta ligação.

Ao negociar acordo de colaboração com a PGR, no início do ano, o dono da JBS informou manter um relacionamento estreito com Temer desde 2010, quando teria sido apresentado a ele por Wagner Rossi, então ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2010-2011). Na ocasião, Joesley teria passado a atender a pedidos de contribuições financeiras e favores do então vice-presidente. Em pronunciamento recente, Temer buscou se desvincular de qualquer relação de intimidade com Joesley, classificando-o como “conhecido falastrão”.

Detalhes sobre a o relacionamento dos dois foram relatados no anexo de número 9 da colaboração de executivos da empresa. Em 2010, ele teria solicitado a Joesley o pagamento de R$ 3 milhões em doações em caixa um e em caixa dois. “Quando Wagner Rossi deixou de ser ministro da Agricultura, Temer pediu a JB (Joesley Batista) que pagasse a ele (Rossi) mensalinho de R$ 100 mil (...) JB aquiesceu e determinou o pagamento, que foi feito dissimuladamente por cerca de um ano”, registrou a defesa de Joesley em documento do inquérito que investiga Temer. O presidente nega as acusações.

Há dois dias, O GLOBO perguntou à assessoria da Presidência da República para quem Temer pediu a aeronave particular; por que ele fez esse pedido; a convite de quem viajou; e quem o acompanhara no voo. O Planalto não se manifestou.

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10/05/2017

O presidente do Sindecof GO Sandro da Silva Marques juntamente com o Diretor de Relações Institucionais Alexandre Feitosa Meireles se reuniram hoje (10/05/2017) com a diretoria do CAU-GO para apresentar a proposta de ACT 2017/18 votada em Assembleia junto aos colaboradores da Autarquia

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10/05/2017

SINDECOF EM AÇÃO:Mais um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) fechado, COREN-GO e Sindecof GO firmaram na tarde de hoje 09/05/2017 o ACT que garantira por mais um ano todos os benefícios já conquistados nos anos anteriores além de um aumento no salario e no auxilio alimentação.

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