03/09/2015
No dia 18 de agosto o Grêmio IFG – Gestão Chapequi organizou sua primeira assembleia geral depois da deflagração da greve dos professores e técnicos; nesta assembleia discutimos no sentido de deflagrar uma greve estudantil, no entanto ponderamos que a mesma não era suficientemente representativa para isso (pois continha só 30 estudantes) e marcamos portanto uma segunda assembleia para a semana seguinte (25 de agosto); alguns estudantes do ensino superior que estiveram presente no dia 18 sugeriram que a assembleia seguinte fosse unificada entre o ensino superior e médio, na esperança de construir uma greve integrada entre ensino médio e ensino superior do IFG, uma idéia que achamos muito boa, já que a unidade entre os dois segmentos daria ainda mais força para os estudantes. Portanto, na última terça-feira, dia 25 de agosto, a assembleia convocada com a pauta Greve Estudantil ocorreu sem transtornos com cerca de 90 pessoas e foi votado pela plenária a deflagração de uma greve estudantil; o respaldo que essa greve tem para o ensino médio é inquestionável, já que uma greve estudantil é perfeitamente legal e o Grêmio, como representante do ensino médio votado pela maioria dos estudantes e reconhecido pelo reitor e diretor da instituição, definiu a greve em assembleia. Porém, a representação do ensino superior foi mínima, contando com apenas 5 estudantes num universo de aproximadamente 90 que compuseram a assembleia. Viemos, então, por meio desde, após diversos questionamentos nas redes sociais por parte de estudantes do ensino superior, informar que a greve estudantil que está vigente agora no campus IFG é na prática composta apenas por alunos do Ensino Médio. Consideramos que para o ensino superior a assembleia não foi legítima, e entendemos os transtornos causados por mal entendidos. Esperamos que os CA’s e estudantes dos diversos cursos se organizem para realizarem assembleias para discutirem e definirem seu posicionamento sobre a greve, para daí então, talvez, formarmos uma greve unificada.