13/10/2021
Compartilhem!
Hoje eu vou fechar o dia muito feliz!
Durante minha estadia aqui, celebrando inúmeros momentos da Cachoeira Quarta Colônia, eu pude acompanhar o papel de quem está intencionado em vir à cachoeira para realizar o que deseja e ir embora.
Sujando-a e destruindo-a sem qualquer remorso, ou aqueles que desejavam cuidar deste ambiente por campanha política, utilizando-a de palanque, ou de altar, ou de local de lazer, ou seja lá o que já viera fazer nesta magnífica obra da natureza em comunhão com a quase insignificante interferência humana de séculos atrás.
Mas há quem cuide da natureza por amor. Há quem olhe para a cachoeira com paixão de quem quer ver esse local limpo. Apto para ser apossado por animais novamente. Um ambiente que exale o real odor de uma cachoeira e onde todos possam ir e sentir a real plenitude que a Cachoeira Quarta Colônia pode proporcionar.
O autor que vos escreve já esteve na cachoeira em várias ocasiões: Dias Pré-mutirão de limpeza, onde a sujeira era inigualavelmente insuportável; dias pós trabalhos religiosos, onde o cheiro das frutas, combinadas com sujeiras, criava um ambiente inóspito para qualquer visitante e vice versa; e, meu preferido, era ir à Cachoeira em dias de fortes chuvas, pois a própria natureza fazia seu mutirão de limpeza, tirando até a sujeira mais impregnada de seu solo.
Há quem trabalhe como a natureza, e, quando a mesma está impossibilitada de se auto cuidar, pois este é um período de seca, há quem saia do seu conforto para colocar a mão no lixo dos outros para mostrar empatia com a natureza. Pelo menos, até a próxima chuva alguém cuidou daquilo que podemos chamar de: obra da mãe natureza, ou, para os que acham mais palpável: obra de Deus, seja lá de qual religião você for.
Meus parabéns a equipe.