14/06/2016
Entendemos que construir o movimento estudantil é tarefa cotidiana e, diante de tantas questões ocorrentes em nosso país (cortes de verbas para educação e PECs que surgem para precarizar a vida das trabalhadoras), é necessário que os Centros Acadêmicos saiam das salas com ar-condicionado, que os dirigentes reconheçam seus privilégios e ocupem as ruas para barrar a precarização. Ocupem e construam a militância necessária para ecoar os anseios estudantis por uma educação de qualidade e inclusiva. Ocupem e, frente às contradições, efetivem o combate às opressões!
O Movimento Estudantil e seus espaços são lugares de articulação em defesa de um projeto de Universidade pública e gratuita em que tenhamos condições dignas para entrar, permanecer e concluir nossos cursos com qualidade. Não por acaso, os CAs devem protagonizar as discussões políticas e não restringir-se apenas nas burocracias. Afinal, sentimos o golpe dos governos na assistência estudantil todos os dias e isso não pode passar desapercebido pelo Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua! É preciso florescer movimentos que incidam pela garantia dos direitos já reconhecidos e avancem nas lutas pela conquista de novos direitos aliados aos novos perfis que hoje ocupam a UFC. Em gestões de CA's, não se espera menos.
Sim, nós temos um lado no atual cenário político e, juntas, também floreamos a primavera que desponta de nossas ideias! É pela pluralidade! Negros e negras, mulheres, toda a diversidade sexual, indígenas e tantos outros grupos que devem ocupar os espaços e comunicar ideias, se posicionando politicamente que o DATA - Diretório Acadêmico Tristão de Athayde faz coro a Chapa 02: Primavera - CACB! Porque outro modelo de Universidade é possível!