29/08/2017
Após o golpe, a situação das “Reservas ambientais” no Brasil está sendo ameaçada. Diversas medidas e leis conquistadas em anos de lutas estão sendo dizimadas. Nesta semana, a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Meses atrás, propostas legislativas e medidas provisórias ameaçavam o parque nacional de São Joaquim, cerca 2,2 milhões de hectares no Pará e Amazônia. Todas essas medidas justificando o crescimento econômico e a geração de emprego em nosso país. Sendo assim, os acontecimentos trazem de volta a uma reflexão: Será que existe desenvolvimento econômico respeitando e acompanhando o meio ambiente?
Após o golpe, a situação das “Reservas ambientais” no Brasil está sendo ameaçada. Diversas medidas e leis conquistadas em anos de lutas estão sendo dizimadas. Nesta semana, a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Meses atrás, propostas legislativas e medidas provisórias ameaçavam o parque nacional de São Joaquim, cerca 2,2 milhões de hectares no Pará e Amazônia. Todas essas medidas justificando o crescimento econômico e a geração de emprego em nosso país. Sendo assim, os acontecimentos trazem de volta a uma reflexão: Será que existe desenvolvimento econômico respeitando e acompanhando o meio ambiente?
Para refletir, podemos citar a luta de Chico Mendes. A partir de 1970, na Amazônia, o desmatamento e o “progresso” eram as políticas implantadas pelos militares. Foi neste período que Chico se destacou pela sua ideologia fundada no sindicalismo, defesa dos direitos humanos e também da floresta. Ele acreditava na Amazônia compartilhada pelos seus povos, dialogando com os índios e buscando a melhor maneira de tirar subsistência da floresta sem destruí-la. Porém esta utopia pelas mãos de Chico estava se tornando real, apavorando os grandes latifundiários e proprietários de terras e fazendo com que fosse morto nos fundos de sua casa a mando destes “poderosos” em 1988.
Deixar passar o que está acontecendo com a Amazônia hoje é desconsiderar a luta de pessoas como Chico Mendes, Dorothy Stang e milhares de indígenas e ribeirinhos que lutam por seu lar e são os verdadeiros guardiões da Floresta Amazônica.
Giovana Cadorin Votre
Acadêmica Ciências Biológicas.
Para refletir, podemos citar a luta de Chico Mendes. A partir de 1970, na Amazônia, o desmatamento e o “progresso” eram as políticas implantadas pelos militares. Foi neste período que Chico se destacou pela sua ideologia fundada no sindicalismo, defesa dos direitos humanos e também da floresta. Ele acreditava na Amazônia compartilhada pelos seus povos, dialogando com os índios e buscando a melhor maneira de tirar subsistência da floresta sem destruí-la. Porém esta utopia pelas mãos de Chico estava se tornando real, apavorando os grandes latifundiários e proprietários de terras e fazendo com que fosse morto nos fundos de sua casa a mando destes “poderosos” em 1988.
Deixar passar o que está acontecendo com a Amazônia hoje é desconsiderar a luta de pessoas como Chico Mendes, Dorothy Stang e milhares de indígenas e ribeirinhos que lutam por seu lar e são os verdadeiros guardiões da Floresta Amazônica.
Giovana Cadorin Votre
Acadêmica Ciências Biológicas.
Via: UJS - CRICIÚMA