Biblioteca César Teles Magalhães

Biblioteca César Teles Magalhães Localizada no 5º andar da ACI, na rua Floriano Peixoto, nº 735, Centro - Fortaleza (CE). O local Proporciona ao público um ambiente agradável de leitura.

A Biblioteca César Telles Magalhães e Hemeroteca José Oswaldo de Araújo pertencentes a Associação Cearense de Imprensa (ACI), disponibilizam para consulta local, um acervo diversificado de aproximadamente 20.000 títulos, contendo livros, jornais e revistas. Está localizada no 5º andar da ACI, na rua Floriano Peixoto, numero 735, Centro - Fortaleza - Ceará. Aberta ao público de segunda a sexta das 13 às 17 horas.

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 Terminei de ler "𝐄𝐮 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐬 𝐩𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐨𝐭í𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐥𝐢𝐧𝐝𝐨𝐬 𝐥á𝐛𝐢𝐨𝐬 " sem fôlego. E decidi que ...
09/11/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

Terminei de ler "𝐄𝐮 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐬 𝐩𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐨𝐭í𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐥𝐢𝐧𝐝𝐨𝐬 𝐥á𝐛𝐢𝐨𝐬 " sem fôlego. E decidi que daria esse livro de presente sempre que possível. Foi um tsunami tão forte em mim, algo tão arrebatador, que minha vontade era distribuir esse romance do Marçal Aquino pra todo mundo. Quando a história virou filme, então, mais e mais amigos e desconhecidos ganharam exemplares.

É um texto forte, sobre um amor visceral. Sobre correr riscos. Não ter medo (ou ter e viver mesmo assim) e ser alguém à vontade no mundo. Um ritmo de narrativa que me influenciou muito enquanto repórter de jornal. Uma história curta em tamanho e imensa em significados.

Por também ser roteirista de cinema, Marçal mescla a escrita jornalística/policial com perspectivas que mexem com o imaginário do leitor de forma que você sequer percebe estar preso à trama. Além disso, o perfil psicológico da protagonista, Lavínia, perturba não só Cauby. Quem acompanha a saga dos dois no Pará perde igualmente o fôlego.

O livro tem 230 páginas e é impossível passar por ele sem cicatrizes. Afinal, de quem a gente ama se recebe até as piores notícias. E sobrevive-se. Ou não.

𝐁𝐫𝐮𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨, 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐫𝐢𝐭𝐨𝐫.

Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 Martha Harnecker é essencial pra compreendermos a América Latina e a atuação da esquerda latinoamer...
03/11/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

Martha Harnecker é essencial pra compreendermos a América Latina e a atuação da esquerda latinoamericana.

"𝐎𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐫𝐝𝐚 𝐥𝐚𝐭𝐢𝐧𝐨-𝐚𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐚 " é um livro curtinho, mas que levanta grandes debates e reflexões sobre nossa atuação.

Publicado em 2000, o Harnecker já debatia aqui a necessidade de encontrarmos formas de organizar os trabalhadores para além dos sindicatos, uma vez que já crescia a quantidade de trabalhadores informais e ligados às tecnologias de informação (hoje Uber, Rappi, etc).

Levanta também a necessidade de pensarmos uma organização que não se iluda puramente com as disputas eleitorais, mas sim que esteja ligada com os mais amplos setores populares da sociedade nas suas mais diversas lutas.

Um livro mais que necessário!

𝐆𝐞𝐨 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨, 𝐄𝐬𝐭𝐮𝐝𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐛𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐞 𝐦𝐢𝐥𝐢𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐔𝐧𝐢ã𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚

Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 𝐀 𝐂𝐚𝐬𝐚 , um livro, imensidões. Volto a ler Natércia Campos e é como se cada leitura se acercasse de...
22/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒
𝐀 𝐂𝐚𝐬𝐚 , um livro, imensidões. Volto a ler Natércia Campos e é como se cada leitura se acercasse de uma nova nascente, a leitora beirando um olho d´agua antes não percebido. Personagem-título, narradora e locus, A Casa é labirinto e fio.

Espantada com tudo o que acontece sob o teto de uma casa e o tanto disso que pode ficar submerso em cada habitante, desde a construção até o seu desaparecimento nas águas da barragem, A Casa se realiza livro como um elogio à oralidade, cacimba que não seca, a irrigar vida – morte – vida.

Ouvi dizer da Natércia em estado de criação, como a fazer (quase vestir?) uma espécie de saia de papel ao reunir os pedaços de textos, com os quais ia montando a narrativa. A palavra, a escrita, o escrever, tudo ali na casa comum a toda a gente: o corpo. Borges dizia sempre ter imaginado o paraíso como uma espécie de biblioteca. Será?

Pois, como as cacimbas indígenas transportadas por encanto, tomara possa eu ler uma vez mais e outra A Casa no Plebeu feito miração. “A velha cacimba ia aos poucos secando, indo brotar despertada em outro chão”, conta A Casa da Natércia. A nos ampliar dentro dos nossos sertões. Em qualquer mundo, um livro-ímã.


𝐈𝐳𝐚𝐛𝐞𝐥 𝐆𝐮𝐫𝐠𝐞𝐥 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚, 𝐜𝐫𝐢𝐨𝐮 𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚 𝐚𝐬 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬 𝐅𝐫𝐢𝐝𝐚 𝐊𝐚𝐡𝐥𝐨, 𝐀 𝐂𝐨𝐳𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐨 𝐓𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐞 𝐂𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐫𝐭á𝐭𝐢𝐥

Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒,𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒A partir de um abrangente panorama, tomando como referência 20 dos principais periódicos diários impr...
19/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒,𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

A partir de um abrangente panorama, tomando como referência 20 dos principais periódicos diários impressos do País, "𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐜𝐫𝐮𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬: 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐝𝐮çã𝐨 𝐝𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐧𝐨 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐛𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨" (Paulus, 2009) emerge como leitura imprescindível para uma aprofundada compreensão sobre o campo cultural e o desenvolvimento dele no contexto midiático contemporâneo. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS), Sérgio Luiz Gadini abarca, com acurado olhar, desde a discussão sobre cultura e jornalismo como espaços de interação e visibilidade social até de que forma o jornalismo cultural pode ser encarado como sinônimo de interpretação e crítica. Jogando luz sobre uma temática geralmente abreviada em estudos mais sistemáticos sobre o fazer jornalístico, o autor nos convida a valorizar, em primeiro plano, a pluralidade de vozes da qual é composta a sociedade para melhor entendermos os processos intrínsecos às manifestações de diferentes povos. Nada mais atemporal e necessário, sobretudo no instante presente.

𝐃𝐢𝐞𝐠𝐨 𝐁𝐚𝐫𝐛𝐨𝐬𝐚 é 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚, 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐨 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨-𝐫𝐞𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐠𝐞𝐦 "𝐂𝐚𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐧𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 - 𝐇𝐢𝐬𝐭ó𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬"
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𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒"𝐅𝐚𝐮𝐬𝐭𝐨 é humano, demasiado humano. Quem não quer conhecimento, juventude, prazeres mundanos? E quem...
15/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

"𝐅𝐚𝐮𝐬𝐭𝐨 é humano, demasiado humano. Quem não quer conhecimento, juventude, prazeres mundanos? E quem nunca se sentiu manipulado por Deus ou o Diabo, com suas facetas terrenas?

Essa proximidade quase tátil com o pecado é o que encanta em Fausto. Um choque de realidade em nossas fraquezas e arrependimentos embalado pela métrica teatral e com pinceladas de filosofia, história e mitologia. Genial é pouco pra descrever.

O personagem tomou praticamente 60 anos de Goethe - do Fausto 0 ao Fausto 2. Sugiro que você invista um pouco do seu tempo para privilegiar o trabalho de uma vida. E para se conhecer melhor. Vale cada estrofe."

𝐂𝐢𝐫𝐨 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚, 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚
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𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 Na localização da estante e na história do e sobre o livro, a leitura, os sebos e as bibliotecas no...
08/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒
Na localização da estante e na história do e sobre o livro, a leitura, os sebos e as bibliotecas no Brasil, “𝐎𝐬 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨𝐬 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬”, publicado originalmente em 1941, é o irmão mais velho de livros como “Bibliografia brasiliana” e “O bibliófilo aprendiz”, de Rubens Borba de Moraes, publicado nas décadas seguintes.
Em pouco mais de duzentas páginas, o crítico e ensaísta Eduardo Frieiro (1889-1982) escreve, em capítulos curtos, sobre a arte de amar os livros, o fazer tipográfico e sua história, os ex-libris, a leitura e a literatura, a formação de bibliotecas, o roubo de livros, os inimigos naturais dos livros (roedores, umidade, pó, insetos) e sobre a “tristeza e alegria do bibliófilo pobre”. A prosa simples do crítico é guiada pelo prazer de ler e falar sobre os livros, sempre atento a composição tipográfica, dos bem editados ou daqueles com erros de ortografia, repleto de gralhas e disparates, na certeza de que “os livros que recreiam o espírito, na recriação da vida, ajudam o homem a viver plenamente”.

𝐋𝐮𝐜𝐚𝐬 𝐀𝐬𝐬𝐢𝐬, 𝐃𝐨 𝐏𝐥𝐞𝐛𝐞𝐮 𝐆𝐚𝐛𝐢𝐧𝐞𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐮𝐫𝐚, 𝐝𝐨𝐮𝐭𝐨𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐇𝐢𝐬𝐭ó𝐫𝐢𝐚 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥, 𝐔𝐅𝐂.

Associação Cearense de Imprensa
Plebeu Gabinete de Leitura

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 𝑴𝒂𝒏𝒊𝒇𝒆𝒔𝒕𝒐 𝒅𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊𝒅𝒐 𝒄𝒐𝒎𝒖𝒏𝒊𝒔𝒕𝒂- Marx e EngelsNuma biblioteca social, é como se um livro chamasse o ...
05/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

𝑴𝒂𝒏𝒊𝒇𝒆𝒔𝒕𝒐 𝒅𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊𝒅𝒐 𝒄𝒐𝒎𝒖𝒏𝒊𝒔𝒕𝒂- Marx e Engels
Numa biblioteca social, é como se um livro chamasse o outro, para o caso do manifesto comunista deve-se destacar o próprio conceito de manifesto, a escrita em manifesto corresponde a uma proclamação, deseja ser um ato, por vezes inaugural de uma tradição, convocação àqueles e aquelas que se sentirem alcançados, tocados por aquela escrita.

Um manifesto interpela, convoca, ajuda a contar a história de modo conciso, é uma espécie de caminhada sobre determinada passagem da história. Karl Marx e Engels não foram apenas uma dupla que escrevia magnificamente e que se dedicou a pensar sobre grandes temas do seu tempo, estamos diante de um par e de uma das histórias mais bonitas da amizade intelectual entre comunistas. O manifesto comunista tornado livro, é um objeto tornado testemunho.

A biblioteca reúne 201 edições do manifesto do partido comunista em vários idiomas, formatos e edições diferentes.

𝐀𝐝𝐞𝐥𝐚𝐢𝐝𝐞 𝐆𝐨𝐧ç𝐚𝐥𝐯𝐞𝐬, 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐚, 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐞 𝐢𝐝𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐏𝐥𝐞𝐛𝐞𝐮 𝐆𝐚𝐛𝐢𝐧𝐞𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐮𝐫𝐚.
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𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 O "𝐓𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐞 𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐭𝐨 " é uma série literária de sete volumes com a qual flertei durante muito tempo. ...
01/10/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

O "𝐓𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐞 𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐭𝐨 " é uma série literária de sete volumes com a qual flertei durante muito tempo. A aposentadoria me permitiu essa entre outras muitas alegrias. Para mim, que gosto de História e estória é um casamento perfeito a obra de Érico Veríssimo. Ele nos conta como foi a formação do Brasil a partir do sul do país. Durante seis meses eu vivi a vida dos Cambará e conheci a história de figuras da política brasileira, com ênfase para o período mais recente para mim e o derradeiro para Rodrigo – partidário de Getúlio Vargas –, quando Veríssimo encerra a saga da família Cambará.

𝐌á𝐫𝐜𝐢𝐚 𝐗𝐚𝐯𝐢𝐞𝐫, 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐚𝐩𝐨𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐚.
Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 Fala-se muito em golpe e intervenção militar neste 2020 marcado por quatro desgraças: peste, crise ...
24/09/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

Fala-se muito em golpe e intervenção militar neste 2020 marcado por quatro desgraças: peste, crise econômica, arreganhos fascistas e o desmantelamento do estado nacional brasileiro. A ditadura militar (1964-1985) deixou marcas indeléveis na sociedade. Suas consequências – e pesadelos – estão hoje presentes. Vítimas, carrascos e seus herdeiros são protagonistas da tragédia que Bolsonaro e hordas de tresloucados que o apoiam querem reviver. As gerações novas, com honrosas exceções, não sabem o que aconteceu no Brasil em quase um quarto de século. O livro “𝐀 𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐋𝐨𝐧𝐠𝐚 𝐃𝐮𝐫𝐚çã𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐝𝐞”, do escritor pernambucano Urariano Mota, nome consagrado na Literatura e no Jornalismo brasileiros, é o retrato, na forma de romance com base em fatos reais, do que se passou no Brasil durante 20 anos. Por isso, decidi incluí-lo no projeto “95 Anos, 95 Leituras", em comemoração ao 95° aniversário da Associação Cearense de Imprensa, que vive hoje uma de suas melhores fases, graças ao trabalho do presidente Salomão de Castro e de toda a diretoria. Este projeto é um dos marcos de duas gestões vitoriosas.

𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐥𝐚𝐢𝐧𝐞, 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚.
Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 𝐂𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐥á 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐜𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐜á. Poeta, cantô de ruaQue na cidade nasceuCante a cidade que é sua Que eu ca...
21/09/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒
𝐂𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐥á 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐜𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐜á.

Poeta, cantô de rua
Que na cidade nasceu
Cante a cidade que é sua
Que eu canto o sertão que é meu...

Este livro do poeta Patativa do Assaré também está disponível no acervo da ACI!
Eu indico.

𝐀𝐧𝐭𝐨𝐧𝐢𝐨 𝐌𝐚𝐭𝐨𝐬, 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐨 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐦é𝐫𝐜𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐞𝐚𝐫á
Associação Cearense de Imprensa

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 𝐂𝐀𝐍𝐔𝐃𝐎𝐒 𝐎𝐔 𝐁𝐄𝐋𝐎 𝐌𝐎𝐍𝐓𝐄: 𝐔𝐌 𝐎𝐔𝐓𝐑𝐎 𝐎𝐋𝐇𝐀𝐑. Esta obra de José Augusto Moita trata de uma crítica sobre o...
17/09/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

𝐂𝐀𝐍𝐔𝐃𝐎𝐒 𝐎𝐔 𝐁𝐄𝐋𝐎 𝐌𝐎𝐍𝐓𝐄: 𝐔𝐌 𝐎𝐔𝐓𝐑𝐎 𝐎𝐋𝐇𝐀𝐑.
Esta obra de José Augusto Moita trata de uma crítica sobre o que se escreveu até hoje a respeito dos acontecimentos ocorridos em Canudos, no sertão da Bahia, envolvendo a figura do cearense Antônio Conselheiro, que criara uma comunidade autossuficiente e que por isso incomodou tanto as autoridades da época a ponto de ser dizimada pelos militares da época.
Essa obra esclarece principalmente fatos divulgados pelo jornalista Euclides da Cunha em seu livro os Sertões, em que cobriu para o jornal O estado de São Paulo sobre esta comunidade fincada nos sertões baianos.
Guerra de Canudos ou Revolução de Canudos ou Insurreição de Canudos foi o confronto entre um movimento popular de cunho sócio religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia em nosso país.
O acontecimento foi fruto de vários fatores,dentre eles a grave crise tradicionalmente caracterizada pela presença de latifúndios improdutivos, com o agravante das secas cíclicas, do desemprego constante, pela crença numa salvação milagrosa que pouparia os habitantes pobres do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.

𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐀𝐮𝐠𝐮𝐬𝐭𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐏𝐚𝐢𝐯𝐚, 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫 𝐮𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐢𝐭á𝐫𝐢𝐨, 𝐫𝐚𝐝𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚.

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𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 Ler o 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐳𝐢𝐥𝐢𝐞𝐧𝐬𝐞 𝐨𝐮 𝐀𝐫𝐦𝐚𝐳é𝐦 𝐋𝐢𝐭𝐞𝐫á𝐫𝐢𝐨 , criado por Hipólito da Costa Pereira Furtado de Me...
14/09/2020

𝟗𝟓 𝐀𝐍𝐎𝐒, 𝟗𝟓 𝐋𝐄𝐈𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒

Ler o 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐳𝐢𝐥𝐢𝐞𝐧𝐬𝐞 𝐨𝐮 𝐀𝐫𝐦𝐚𝐳é𝐦 𝐋𝐢𝐭𝐞𝐫á𝐫𝐢𝐨 , criado por Hipólito da Costa Pereira Furtado de Mendonça, português nascido na Colônia de Sacramento, constitui instigante aventura sobre a imprensa clandestina no Brasil. Na colônia, imprimir ou publicar, mesmo que sob tutela da Coroa, só foi permitido em 1808, quando João VI chega aos trópicos fugindo das tropas de Napoleão. Por isso, as páginas do Correio Braziliense, volumes mensais com até 200 páginas alimentadas com assuntos de política, comércio, artes e literatura, por exemplo, ganham maior relevância ainda. Permitem analisar os contextos do período pré-independência do Brasil e os jogos de poder que envolviam os impérios de Portugal e o britânico. De seu exílio, em Londres, para onde foge depois de ser preso pela Inquisição portuguesa, em 1802, Hipólito da Costa funde letras e ideias e deixa seu nome marcado na história da imprensa no Brasil. No acervo da ACI, graças à doação feita pela pesquisadora Adelaide Gonçalves, o leitor encontra o pensamento deste rebelde maçom numa coleção em trinta volumes, projeto e edição do jornalista Alberto Dines.

𝐍𝐢𝐥𝐭𝐨𝐧 𝐌𝐞𝐥𝐨 𝐀𝐥𝐦𝐞𝐢𝐝𝐚 é 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚, 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐞 𝐇𝐞𝐦𝐞𝐫𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐂𝐈.

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