DCE UEFS - Há quem sambe diferente

DCE UEFS - Há quem sambe diferente Somos a gestão 2016-2017, "Há Quem Sambe Diferente" do DCE da UEFS! No compasso da luta, no ritmo da mobilização, por uma universidade sem precarização!

A chapa Há Quem Sambe Diferente é resultado da organização de estudantes que entendem que só o ritmo da luta é que muda a vida! O ano de 2015, como resposta à política de sucateamento da educação superior pública, aplicada pelo governo do Estado e pelo governo federal, começa com várias mobilizações de cursos, uma greve docente e a formação do Comando de Mobilização Estudantil. O projeto de precar

ização das Universidades Estaduais baianas se fez sentir, de forma latente, em toda comunidade acadêmica quando o básico para a garantia do funcionamento da Universidade nos foi negado: materiais de laboratório e papelaria, professores, serviços de limpeza e segurança, entre outros. É dentro desse cenário que a necessidade de fazer o enfretamento coletivo e organizado se torna imperativo, entre as e os estudantes que encontravam no seu Diretório Central de Estudantes (DCE) um aparelho de blindagem do governo. Assim surge o Comando de Mobilização Estudantil formado por diversos coletivos de esquerda e por estudantes independentes que, antes, durante e após a greve docente bancaram a luta por assistência e permanência estudantil e contra a precarização da Universidade e, consequentemente, contra a precarização da vida de estudantes e trabalhadoras/es da Uefs. Lutar por uma universidade pública, gratuita, de qualidade e capaz de atender as demandas da comunidade são alguns dos objetivos do nosso trabalho. Pensar um espaço nosso, onde haja inserção das/dos trabalhadoras/res e estudantes em sua diversidade (LGBTs, mulheres, indígenas, negras e negros, etc), onde esta pluralidade seja respeitada, com garantias de permanência e assistência, são extremamente importantes em um cenário em que a crise bate à porta. Por todos estes pontos e muitos outros que serão discutidos e aprofundados ao longo da campanha, é que nós, da Chapa 1 – Há quem sambe diferente, nos propomos a debater a universidade que temos e que queremos. A ocupar um espaço, que é o DCE, que foi usado, nas duas últimas gestões, como aparelho blindagem do governo e da política de cortes que ele vem aplicando, vendendo nossa permanência e não nos representando! NO COMPASSO DA LUTA, NO RITMO DA MOBILIZAÇÃO, POR UMA UNIVERSIDADE SEM PRECARIZAÇÃO! CHAPA 1 – HÁ QUEM SAMBE DIFERENTE

09/12/2016
Como diria Darcy Ribeiro "a crise da educação no Brasil não é uma crise, é um projeto". Um projeto que, de forma sorrate...
09/12/2016

Como diria Darcy Ribeiro "a crise da educação no Brasil não é uma crise, é um projeto". Um projeto que, de forma sorrateira, drena os recursos da educação publica e gratuita para instituições privadas. E é nesse sentido que os consecutivos governos impõem medidas que tem como objetivo asfixiar ainda mais as instituições públicas de ensino que foram conquistadas com muitas lutas em gerações.

O DCE- Gestão Há Quem Sambe Diferente, é ciente de que nessa sociedade, direitos historicamente conquistados para que sejam mantidos, precisam ser defendidos e, por isso, atua cotidianamente na luta e buscando cumprir as deliberações, como as da Assembleia Geral Estudantil (AGE), ocorrida no dia 1 de novembro de 2016, em que os/as estudantes da UEFS decidiram ocupar a universidade e deflagrar greve estudantil, tendo como objetivo denunciar as medidas de contrarreforma “o Escola Sem Partido, a Reforma do Ensino Médio e a PEC 55”; o sucateamento das universidades estaduais baianas imposta pelo governo do Estado, e a sua politica de Assistência Estudantil, excludente e discriminatória. Neste processo também estão incluídas outas pautas históricas do Movimento Estudantil.

Entendendo que todo processo de mobilização necessita de ação e de ampla reflexão, a avaliação do processo de greve e de ocupação é fundamental na garantia da sua qualidade e na defesa das reivindicações. É fundamental ampliar as discussões através das suas instâncias representativas.

A defesa da educação pública e a oposição a precarização da nossa universidade é uma tarefa de TODA a comunidade acadêmica e para isso, se faz necessário que todas e todos se comprometam e tenham a oportunidade de avaliar, debater e exprimir suas opiniões e propostas para a luta na construção de uma universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.

Assim, o DCE convida todas as entidades estudantis para participarem do Conselho de Entidades de Base-CEB.

06/11/2016

Nota do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana sobre a greve estudantil e a ocupação da Reitoria.

Em Assembleia Geral Estudantil, no dia 1 de novembro de 2016, os estudantes da UEFS decidiram ocupar a universidade e deflagrar greve estudantil. O motivo principal da mobilização é a contrarreforma aplicada pelo governo ilegítimo de Michel Temer. O "Escola Sem Partido", a Reforma do ensino médio e a PEC 55 (antiga PEC 241) são ataques diretos ao trabalhadores e estudantes de nosso país. A "PEC da morte" ameaça a existência das universidades públicas, do Sistema Único de Saúde e todas as áreas da seguridade social. O governo golpista decidiu que deveria, prioritariamente, honrar seus compromissos com a elite brasileira e colocar a conta da crise nas costas da classe trabalhadora. O Projeto "Escola sem Partido" e a Reforma do ensino médio, por sua vez, visam acabar com todo e qualquer pensamento crítico que possa ser construído no nosso sistema de ensino. São medidas que exigem respostas diretas e efetivas.

Neste cenário, encontramos uma Universidade Estadual de Feira de Santana extremamente precarizada. O governo do estado da Bahia mantém sua política de subfinanciamento das universidades estaduais baianas e insiste na oferta de um programa de permanência estudantil excludente. Os sintomas da falta de verbas se expressam em quase todos os locais da UEFS, seja na contratação insuficiente de professores, ou no sucateamento dos laboratórios ou na política de bolsas que encontra-se defasada e com valor insuficiente para atender as necessidades dos estudantes da instituição. A reitoria da universidade tenta administrar o caos do subfinanciamento e precisa retornar, urgentemente, para a mesa de negociação com os estudantes e apresentar medidas efetivas que atendam as demandas da reitoria, bem como cobrar do governo do estado que garanta o repasse de 7% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para as quatro universidades estaduais baianas, bem como 1% da RLI para assistencia e permanência estudantil nessas instituições - pautas históricas do movimento discente, servidores técnicos e docentes das UEBA.

Diante de todos esses fatores, os estudantes decidiram, democraticamente, manifestar sua revolta e combater toda e qualquer política que ataque o ensino público, gratuito, estatal e de qualidade. A greve e a ocupação só crescem e se juntam mais e mais estudantes ao coro daqueles que se rejeitam a baixar a cabeça frente a atual conjuntura. O Diretório Central dos Estudantes apoia as manifestações dos estudantes da UEFS e construirá a luta cotidianamente com todos os estudantes.

Contra a PEC da morte! Contra o Escola sem Partido! Contra a Reforma do Ensino Médio! Pelos 7% da RLI para as UEBA! Por 1% da RLI para a assistência e permanência!

Num cenário de precarização da Universidade pelas mãos do Governo do Estado e o projeto de intensificação desta precariz...
25/10/2016

Num cenário de precarização da Universidade pelas mãos do Governo do Estado e o projeto de intensificação desta precarização pela PEC 241, é imprescindível a discussão e ação dos e das estudantes da UEFS sobre a luta pela educação pública. Convocamos então, para a Assembleia Geral Estudantil, todos e todas estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana:



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ATENÇÃO: CONSELHO DE ENTIDADES DE BASE!!
06/10/2016

ATENÇÃO: CONSELHO DE ENTIDADES DE BASE!!

05/10/2016

ESCOLA OCUPADA CONTRA A REFORMA DO ENSINO MÉDIO

Acontece agora: estudantes de São Jose dos Pinhais, depois de assembleia decidem ocupar!

Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, os secundaristas voltam a ensinar que só a luta muda a vida! O COLÉGIO ESTADUAL Pe. ARNALDO JANSEN, em São José dos Pinhais (PR), foi ocupado por mais de duzentos estudantes contra a reforma do ensino médio do governo Temer. A tropa de choque da PM já deu as caras a fim de intimidar o movimento, mas os estudantes permanecem firmes na luta!

O movimento irá passar a noite ocupando a escola e toda ajuda é bem vinda, seja com alimentos, barracas, cobertores e principalmente com apoiadores que possam ir até a escola!

Roda de conversa organizada pelo Ponto e Vírgula, apoiada pelo Há quem sambe diferente:
16/09/2016

Roda de conversa organizada pelo Ponto e Vírgula, apoiada pelo Há quem sambe diferente:

AMANHÃ galera!!!
06/09/2016

AMANHÃ galera!!!

Endereço

Feira De Santana, BA

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