Vigilância Epidemiológica Elias Fausto

Vigilância Epidemiológica Elias Fausto Informações sobre causas de doenças de notificação compulsória

28/03/2015

PARA QUEM NÃO SABE.....
A consulta de enfermagem é uma atividade independente, realizada privativamente pelo
enfermeiro, e tem como objetivo propiciar condições para a promoção da saúde da gestante e a
melhoria na sua qualidade de vida, mediante uma abordagem contextualizada e participativa.
O profissional enfermeiro pode acompanhar inteiramente o pré-natal de baixo risco na rede
básica de saúde, de acordo com o Ministério de Saúde e conforme garantido pela Lei do Exercício
Profissional, regulamentada pelo Decreto nº 94.406/87.

15/03/2015

COMO SE DEFINE OS CASOS DE DENGUE.
Fonte: Portal da Saúde - SUS MS 2015

Definição de caso

Suspeito

Pessoa que viva ou tenha viajado nos últimos 14 dias para área onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença de Ae. Aegypti, que apresenta febre, usualmente entre 2 e 7 dias, e apresente duas ou mais das seguintes manifestações:

• Náusea, vômitos

• Exantema

• Mialgias, artralgia

• Cefaleia, dolor retroorbital

• Petéquias ou prova do laço positiva

• Leucopenia (taxa baixa de leucócitos)

Também pode ser considerado caso suspeito toda criança proveniente ou residente em área com transmissão de dengue, com quadro febril agudo, usualmente entre 2 a 7 dias, e sem foco de infecção aparente.

Caso suspeito de dengue com sinais de alarme

É todo caso de dengue que, no período de defervescência da febre apresenta um ou mais dos seguintes sinais de alarme:

• Dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdomem

• Vômitos persistentes

• Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, pericárdico)

• Sangramento de mucosas

• Letargia ou irritabilidade

• Hipotensão postural (Lipotímia)

• Hepatomegalia maior do que 2 cm

• Aumento progressivo do hematócrito (celulas vermelhas do Sangue).

Confirmado

É todo caso suspeito de dengue confirmado laboratorialmente (sorologia IgM, NS1 teste rápido ou ELISA, isolamento viral, PCR, Imunohistoquimica).
OBS: Só se confirma Dengue com os exames acima citado. E claro, a pessoa tem que comparecer a Vigilância Epidemiológica para notificar. PORTARIA Nº 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011
Caso de Dengue é aquele cuja notificação foi realizada e confirmada com exame especifico.

Descartado

Todo caso suspeito de dengue que possui um ou mais dos seguintes critérios:

• Diagnóstico laboratorial negativo. Deve-se confirmar se as amostras foram coletadas no período adequado.

• Não tenha critério de vínculo clínico-epidemiológico.

• Tenha diagnóstico laboratorial de outra entidade clínica.

• Seja um caso sem exame laboratorial, cujas investigações clínica e epidemiológica são compatíveis com outras patologias.

ESPERO TER SANADO AS DÚVIDAS DE NOSSOS AMIGOS DO FACEBOOK.
QUALQUER DÚVIDA, VENHA ATÉ A VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA, ESTAREMOS A DISPOSIÇÃO PARA RESPONDER SOBRE TODAS AS DOENÇAS DE NOS INCUMBE NOTIFICAR E INVESTIGAR.
BOM DIA A TODOS

15/03/2015

SOBRE A DENGUE....ESCLARECIMENTOS PARA LEIGOS
Fonte: Portal da Saúde - SUS 2015

Doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve e autolimitada, uma pequena parte progride para doença grave. É a mais importante arbovirose que afeta o ser humano, constituindo-se em sério problema de saúde pública no mundo. Ocorre e dissemina-se especialmente nos países tropicais e subtropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti e Aedes albopictus.

Agente etiológico

Um vírus RNA. Arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: DENV 1, DENV 2, DENV 3 e DENV 4.

Vetores

Mosquitos do gênero Aedes. A espécie Ae. aegypti é a mais importante na transmissão da doença e também pode ser transmissora do vírus da febre amarela urbana e do vírus chikungunya.

O Aedes albopictus é o vetor de manutenção da dengue na Ásia. Embora já esteja presente nas Américas, até o momento, não foi associado à transmissão da dengue nesta região.

Modo de transmissão

A transmissão se faz pela picada dos mosquitos Ae. aegypti, no ciclo ser humano – Ae. aegypti – ser humano.

Período de incubação

Varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. (Isso significa que; a pessoa picada pelo mosquito não vai sentir o sintomas no dia seguinte após ser infectada, porque o vírus precisa se replicar primeiro, para depois circular na corrente sanguínea afetando o sistema imunológico)

Período de transmissibilidade

Compreende dois ciclos: um intrínseco, que ocorre no ser humano, e outro extrínseco, que ocorre no vetor.

Quando o vírus da dengue circulante no sangue de um humano em viremia (geralmente um dia antes do aparecimento da febre até o sexto dia da doença) é ingerido pela fêmea do mosquito durante o repasto, o vírus infecta o intestino médio e depois se espalha sistemicamente ao longo de um período de oito a doze dias. Após esse período de incubação extrínseca, o vírus pode ser transmitido para humanos durante futuros repastos. Este período de incubação é influenciado por fatores ambientais, especialmente temperatura. Em seguida o mosquito permanece infectante até o final da sua vida (6 a 8 semanas).
POR ISSO A IMPORTÂNCIA DA PESSOA COM SUSPEITA DE DENGUE USAR O REPELENTE E EVITAR SAIR DE CASA, ELA PODE SER PICADA PELO AEDES, E ESTE ACABAR INFECTANDO OUTRAS PESSOAS, E MAIS CRIANDO NOVOS MOSQUITOS CONTAMINADOS, POR VOLTA DE 700 OVOS UMA FÊMEA COLOCA POR VEZ).

Suscetibilidade e imunidade

A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal.

A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente por dois a três meses. A fisiopatogenia da resposta imunológica à infecção aguda por dengue pode ser:

Primária: ocorre em pessoas não expostas anteriormente ao flavivírus, no qual o título dos anticorpos se eleva lentamente.
Secundária: ocorre em pessoas com infecção aguda por dengue, mas que tiveram infecção prévia por flavivírus no qual o título de anticorpos IgG se eleva rapidamente, com aumento menos marcado de anticorpos IgM.


Fatores de risco individuais determinam a gravidade da doença e incluem idade, etinicidade e, possivelmente, comorbidades (asma brônquica, diabetes mellitus, anemia falciforme) e infecção secundária. Crianças mais novas, particularmente, podem ser menos capazes que adultos, de compensar o extravasamento capilar e estão consequentemente em maior risco do choque do dengue. Estudos soro-epidemiológicos em Cuba e na Tailândia consistentemente corroboram o papel da infecção heterotípica secundária como um fator de risco para dengue grave, embora existam alguns relatos de casos de dengue grave associados com a infecção primária.

14/03/2015
CASOS DE SARAMPO NO BRASIL.....
12/03/2015

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PREVENÇÃO....PRINCIPALMENTE AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.....EVITE AS HEPATITES VIRAIS....UTILIZE OS EPIs
12/03/2015

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VOCÊ PODE AJUDAR.....BASTA PRESTAR ATENÇÃO NESTES DETALHES.
12/03/2015

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CONHEÇA A FEBRE CHIKUNGUNYA
12/03/2015

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Endereço

Elias Fausto, SP
13350-000

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