Projeto Mamãe Coruja - Hominis Sapientis

Projeto Mamãe Coruja - Hominis Sapientis Projeto Mamãe Coruja Hominis Sapientis vem ampliando seus serviços, trazendo o que há de melhor em educação emocional para seus alunos.

Nossa Escola no dia de hoje está fazendo meditação em prol da PAZ, para um mundo melhor agora as 10 horas e as 14 horas....
22/05/2015

Nossa Escola no dia de hoje está fazendo meditação em prol da PAZ, para um mundo melhor agora as 10 horas e as 14 horas.Participe você também.
Projeto Mente Viva
MenteViva.org

Fizemos um maravilhoso passeio, tivemos contato com os animais , e aprendemos mais sobre cada um deles, com muita divers...
05/05/2015

Fizemos um maravilhoso passeio, tivemos contato com os animais , e aprendemos mais sobre cada um deles, com muita diversão.

06/04/2015

Antibióticos mancham os dentes?

VERDADE, mas só em alguns casos. O principal deles é a tetraciclina, mas a boa notícia é que ela não é mais utilizada em crianças. Hoje em dia, há várias outras opções de antibióticos mais seguras e ef**azes, portanto, essa não deve ser uma preocupação em relação aos pequenos.
Quando meu filho começar a melhorar, posso diminuir a dose diária?

MITO. Isso compromete o tratamento que estava sendo feito e, para piorar, aumenta a probabilidade do aparecimento de bactérias resistentes ao remédio. Por isso, é essencial seguir a recomendação do pediatra e levar o tratamento até o fim com a dose indicada por ele.

Precisa tomar sempre no mesmo horário?

VERDADE. O antibiótico deve ser tomado sempre no mesmo horário prescrito pelo médico porque os níveis do medicamento no sangue vão variando com o tempo. Assim, se você passar da hora de dar o remédio ao seu filho, a concentração dele pode f**ar abaixo do que seria suficiente para matar determinada bactéria. Mas sem pânico! Até dá para atrasar aqueles 15 minutinhos de vez em quando, mas não é bom bobear com a administração de antibióticos.
Podemos f**ar resistentes a um antibiótico?

MITO. Na verdade, quem f**a resistente a um antibiótico são as bactérias, que lutam para não ser eliminadas pelo medicamento. Uma das estratégias de sobrevivência delas é aproveitar os famosos deslizes: um atraso aqui, uma quantidade errada ali...
Outra coisa que pode acontecer é o antibiótico não fazer efeito quando dado em doses insuficientes ou até mesmo quando tem origem duvidosa. Por isso, é importante estar atento ao fabricante dos remédios comprados.
Há um limite de quantas vezes por ano uma criança pode tomar antibiótico?

MITO. Não existe um número exato de vezes para tomar antibióticos num ano. Mas é claro que, se a criança faz uso constante, é preciso investigar o motivo, por exemplo, pesquisando se ela tem alguma imunodeficiência, se tem muito contato com pessoas doentes e também se a vacinação está em dia. Outra coisa que deve ser avaliada é o diagnóstico que tem sido feito pelo pediatra. Em caso de dúvida, procure uma segunda opinião.
Fonte: Dr. Edimilson Miowski, é doutor em Infectologia, mestre em Pediatria, professor e diretor geral do Instituto de Pediatria da UFRJ e apoia a campanha “Com antibiótico não se br**ca. Respeite sua receita”, da GSK.

MITOS E VERDADES NO USO DE ANTIBIÓTICOS
06/04/2015

MITOS E VERDADES NO USO DE ANTIBIÓTICOS

12/02/2015

SUGESTÃO DE MERENDA SAUDÁVEL PARA SEU FILHO.

Merendas Saudáveis
- Frutas da época;
- Sanduíche, de preferência com pão integral (geléias caseiras ou queijo), evite utilizar gordura vegetal (margarinas);
- Iogurte de frutas;
- Bolos e bolachas simples e/ou integrais;
- Salada de frutas;
- Arroz doce, torrada com mel;
- Barra de cereais;
- Sucos de frutas.

12/02/2015

Alimentação complementar (6 a 12 meses)

FONTE: FALANDO DE INTRODUÇÃO ALIMENTAR
Simone de Carvalho
Adaptado por Dr. Moises Chencinski

Após a manutenção do aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, ou mesmo que isso não tenha sido possível por alguma questão (trabalho, final do leite, doenças, cirurgias, etc.), chegou a hora de oferecer à criança outros tipos de alimentos que complementem as suas necessidades para um crescimento saudável: a ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR. E nessa hora é visível a dificuldade e o desconforto dos pais, com muitas dúvidas, sobre o que pode ou não pode ser feito.

Ela tem esse nome porque até um ano de idade a criança é considerada lactente, ou seja, tem como sua alimentação fundamenta o LEITE, de preferência o LEITE MATERNO, que pode ser estendido até 2 anos de idade ou mais. Até os 6 meses, a criança está em desenvolvimento de seu paladar, de seu sistema digestório e tem no aleitamento materno o seu melhor caminho e, apenas a partir daí passa a ser natural mudar texturas, sabores e formas de alimentação.

Assim, a partir do 6º mês costumamos introduzir as frutas (papas doces sem adição de açúcar ou mel) de preferência em purês ou, assim que possível, em pedaços e não em forma de sucos. Evitar, inicialmente, kiwi e morango por serem frutas mais alergênicas. Uma vez que a criança se habitue ao doce (mais fácil e mais natural), podemos iniciar as refeições (melhor não chamar de papa salgada por estarmos evitando o uso de sal de adição, prevenindo quadros renais e de hipertensão). De forma geral, eu costumo fazer essa iniciação aos 7 meses, antecipando apenas de acordo com a necessidade de cada caso.

É importante que a mamãe tenha uma alimentação saudável e variada e equilibrada, pois a criança amamentada sente esses sabores através do LEITE MATERNO. Dessa forma, quando for oferecido um alimento novo na refeição, o fato de o bebê já ter sentido esse sabor enquanto estava em aleitamento materno pode facilitar e favorecer a aceitação.

A refeição em família, assim que a criança esteja em condições de sentar com todos já à mesa, compartilhando esse momento com os adultos (pais, avós e outros cuidadores), deve ser instituído para que ela veja os alimentos, perceba a rotina alimentar da família e tenha esse hábito adquirido desde cedo. A hora da refeição em família deve ser preservada como um momento fundamental para estabelecer e conservar o vínculo, tão importante nos nossos dias.

FESTA DE ENCERRAMENTO 2014 MUITA ALEGRIA . PARABÉNS AOS NOSSOS ALUNOS PELAS APRESENTAÇÕES DE DANÇA E TEATRO
15/12/2014

FESTA DE ENCERRAMENTO 2014 MUITA ALEGRIA . PARABÉNS AOS NOSSOS ALUNOS PELAS APRESENTAÇÕES DE DANÇA E TEATRO

PARABÉNS Á EQUIPE HOMINIS SAPIENTIS PELA ORGANIZAÇÃO DA NOSSA FESTA DE ENCERRAMENTO 2014! MUITO EMPENHO, MUITO TRABALHO ...
15/12/2014

PARABÉNS Á EQUIPE HOMINIS SAPIENTIS PELA ORGANIZAÇÃO DA NOSSA FESTA DE ENCERRAMENTO 2014! MUITO EMPENHO, MUITO TRABALHO MAS VALEU! ! ! !

23/10/2014

O que é Intolerância à lactose?
Sinônimos: deficiência de lactase, alergia ao leite

A intolerância à lactose, também conhecida como deficiência de lactase, é a incapacidade que o corpo tem de digerir lactose - um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos.

Tipos
Existem três tipos de intolerância à lactose. Conheça:

Intolerância à lactose primária, resultado do envelhecimento. É comum em pessoas de idade mais avançada
Intolerância à lactose secundária, resultado de alguma doença ou ferimento
Intolerância à lactose congênita, quando a pessoa já nasceu com o problema.
Causas
A intolerância à lactose acontece como consequência de um outro problema: a deficiência de lactase. Ela ocorre quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade necessária de da enzima lactase, cuja função é quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glucose e galactose.

A presença de lactose no organismo se dá por meio da ingestão de leite e seus derivados.

As causas para a intolerância à lactose variam de acordo com o seu tipo:

Intolerância à lactose primária

Durante a infância, o corpo produz muita enzima lactase, pois o leite é a fonte primária de nutrição após o nascimento. Geralmente, o corpo diminui a quantidade de lactase produzida conforme a pessoa vai envelhecendo e sua dieta variando, com o acréscimo de novos tipos de alimentos. Com o tempo, esse declínio na produção de lactase pode levar a um quadro de intolerância à lactose.
Intolerância à lactose secundária

Este tipo de intolerância ocorre quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade normal de lactase por causa de alguma doença, cirurgia ou injúria. Algumas condições que podem levar a um quadro de intolerância à lactose secundária são a doença celíaca, gastroenterite e a doença de Crohn, por exemplo. O tratamento da condição intrínseca a esse tipo de intolerância pode resolver o problema.
Intolerância à lactose congênita

É possível, embora raro, que bebês nasçam com intolerância à lactose por causa da deficiência total de lactase no organismo. Essa é conhecida como herança autossômica recessiva e é passada de geração em geração. Isso signif**a que tanto o pai quanto a mãe precisam transmitir o gene da intolerância à lactose para o filho
para que ele apresente o problema.

Por Dr. Drauzio Varela

Hoje culinária com os nossos bebês logo cedo, um delicioso suco de abacaxi com hortelã. Huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmm.....
10/10/2014

Hoje culinária com os nossos bebês logo cedo, um delicioso suco de abacaxi com hortelã. Huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmm....

09/10/2014

Farmacinha Básica Homeopática do Bebê

Esta farmacinha homeopática é para termos em casa no caso de doencinhas que tratariamos com um "tylenol ou dipirona - ou outra alopatia simples".

Relação de homeopatias básicas para serem utilizadas em casa para situações corriqueiras, quando não há evidências de um quadro de saúde grave e que ações domiciliares podem restabelecer a saúde do bebê. As homeopatias nas potências indicadas não acarretam nenhum malefício ao seu filhinho e é um meio natural de auxiliá-lo a recuperar a saúde e o bem-estar.
Posologia: 2 a 3 glóbulos 3 vezes / dia

Homeopatias Ações

* Aconitum CH6: infecções agudas com febre, inflamações agudas
* Apis CH6: picadas e ferroadas de insetos
* Arsenicum alb CH5: intoxicação alimentar. diarréia, vômito, mal estar
* Arnica CH5: para todo tipo de ferimentos e lesões
* Belladona CH5: febre alta aguda, inflamações
* Borax CH5: sapinho na boca
* Chamomilla CH6: dores, diarréias, cólica dentição, dor ouvido, insônia
* Candida alb CH12: dermatite amoniacal (com presença de fungo)
* Ferrum phosphoricum CH12: infecções com febre, otite
* Magnésia phosphorica CH6: cólica do bebezinho
* Mercurius solubilis CH12: secreções e infecções com pus
* Natrium muriaticum CH12: herpes, insolação
* Nux vomica CH5: intoxicação alimentar com vômito, prisão de ventre
* Phosphurus CH5: inflamação garganta
* Phytolaca decandra CH5: amigdalite e faringite
* Pulsatila CH6: resfriados, dor de ouvido
* Rumex CH5: tosse seca, principalmente ‘a noite

Lembre-se, estas homeopatias são sugestões para você tratar as doencinhas corriqueiras de seu bebê e não excluem a avaliação médica. Todavia, o benefício em utilizar medicamentos naturais para enfermidades simples, permitem que o sistema imunológico de seu filho esteja sempre de prontidão.

fonte de publicação Terapeuta de bebês

CONSULTE UM PEDIATRA HOMEOPATA !

Léa Silvia Rolim
Terapeuta Holística

Endereço

Rua Regente Feijó N. 116
Diadema, SP
09910770

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 06:50 - 19:00
Terça-feira 06:50 - 19:00
Quarta-feira 06:50 - 19:00
Quinta-feira 06:50 - 19:00
Sexta-feira 06:50 - 19:00

Telefone

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