CMD-CidadeCriativa

CMD-CidadeCriativa Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CMD-CidadeCriativa, Câmara Municipal, Conceição do Mato Dentro.

Espaço virtual de engajamento, planejamento e divulgação de ideias e ações voltadas para o desenvolvimento de uma CMD criativa e melhor para se viver, trabalhar e divertir.

A convite da SMMAGU, realizamos uma "Caminhada Ecológica com Literatura" no dia 30 de março de 2023, tendo como ponto de...
28/07/2024

A convite da SMMAGU, realizamos uma "Caminhada Ecológica com Literatura" no dia 30 de março de 2023, tendo como ponto de encontro: a Praça da Saudade. O objetivo foi refletir sobre os recursos hídricos a partir da leitura do livro "Um riacho e dois cascudos e vários amigos diferentes" no contexto do Projeto Córregos Fundacionais: a história como veículo de mobilização para o desenvolvimento regenerativo de Conceição do Mato Dentro.

Na Semana da água de Conceição do Mato Dentro, a convite da SMMAGU, faremos uma "Caminhada Ecológica com Literatura" no ...
29/03/2023

Na Semana da água de Conceição do Mato Dentro, a convite da SMMAGU, faremos uma "Caminhada Ecológica com Literatura" no dia 30 de março, às 8:00 horas, tendo como ponto de encontro: a Praça da Saudade. O objetivo é refletir sobre os recursos hídricos a partir da leitura do livro "Um riacho e dois cascudos e vários amigos diferentes" no contexto do Projeto Córregos Fundacionais: a história como veículo de mobilização para o desenvolvimento regenerativo de Conceição do Mato Dentro.

A oficina "Memórias de um lugar: Praça da Saudade" em Conceição do Mato Dentro foi uma linda realização do Eco das Artes...
29/03/2023

A oficina "Memórias de um lugar: Praça da Saudade" em Conceição do Mato Dentro foi uma linda realização do Eco das Artes que registramos aqui para retomar os passos em 2023.

Oficina de Educação Patrimonial e Educação Ambiental realizada em Conceição do Mato Dentro - MG no mês de dezembro/2021 realizada pelo Eco das ArtesMemórias ...

Falar dos córregos fundacionais de nossa cidade é falar de educação ambiental e patrimonial. O livro "Um riacho, dois ca...
29/11/2021

Falar dos córregos fundacionais de nossa cidade é falar de educação ambiental e patrimonial. O livro "Um riacho, dois cascudos e vários amigos diferentes", obra complementar ao Programa Socioambiental Participativo, nas mãos criativas de diferentes adultos, é mais uma ferramenta inspiradora do protagonismo infantojuvenil na preservação do patrimônio histórico-cultural e natural do território do Mato Dentro. Participe dessa Programação!

A Cop26 em Glasgow, na Escócia, que acontece de 31 de outubro a 12 de novembro de 2021, reunindo 196 países signatários ...
02/11/2021

A Cop26 em Glasgow, na Escócia, que acontece de 31 de outubro a 12 de novembro de 2021, reunindo 196 países signatários do Acordo de Paris, levará a grandes mudanças no nosso dia a dia?

"A Terra está aquecendo por causa da emissão de combustíveis fósseis pela ação humana. Eventos climáticos extremos ligados às mudanças climáticas, como ondas de calor, alagamentos e incêndios florestais, estão se intensificando. A década passada foi a mais quente já registrada, e governos concordam que uma ação coletiva urgente é necessária."

Como diz Txai, indígena do povo Paiter Suruí e única brasileira a discursar na abertura oficial da conferência, “vamos frear as emissões de promessas mentirosas e irresponsáveis, vamos acabar com a poluição de promessas vazias e vamos lutar por um futuro e presente habitáveis".

Estamos todos/as aguardando planos implementáveis com uma sequência cronológica de ações concretas e necessárias para diminuir a emissão de combustíveis fósseis.

O que podemos fazer para contribuir? Dentre outras medidas:

Reduzir a utilização de agrotóxicos e outros insumos químicos agrícolas, optando preferencialmente pelas alternativas biológicas;

Promover a conservação e ampliação das áreas florestais, reservas ambientais e áreas de proteção ambiental naturais, além de reflorestar áreas degradadas;

Incentivar a utilização de meios de transporte alternativos ao carro, bem como a implantação de sistemas de transporte coletivo de qualidade;

Manutenção e criação de áreas verdes nos espaços urbanos, como bosques, praças, parques e corredores verdes. Em breve voltaremos a atuar nessa frente com o Programa Socioambiental Participativo :)

https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2021/11/01/indigena-de-rondonia-discursa-na-abertura-da-cop26-a-terra-nos-diz-que-nao-temos-mais-tempo.ghtml?fbclid=IwAR31ABYxhfq4kxy_gLLIDtTEDK2Z6cdvT_gOKY7GSKGMcZF5J8H7I7Limuw

Txai é do povo Paiter Suruí e foi a única brasileira a discursar na abertura oficial da conferência. Ela apontou a urgência de medidas eficientes para tratar frear mudanças climáticas.

"Para discutir a memória, a beleza, as dores e também o amanhã dos rios". Começa hoje!
02/08/2021

"Para discutir a memória, a beleza, as dores e também o amanhã dos rios". Começa hoje!

SERES-RIOS compartilha conhecimentos múltiplos, arte e diálogos de quem vivencia as águas fluviais em suas mais diversas formas, cursos e geografias

Escolhendo no presente o passado que se quer fazer viver no futuroA história do córrego Vintém/Cuiabá/Lava-pés se confun...
24/07/2021

Escolhendo no presente o passado que se quer fazer viver no futuro

A história do córrego Vintém/Cuiabá/Lava-pés se confunde com a história do município de Conceição do Mato Dentro. A região do MatoDentro (caeté na língua indígena, ou, ainda, floresta densa) foi descoberta por um grupo de portugueses que partiram de Sabará em janeiro de 1701 dirigindo-se ao Serro Frio (atual cidade do Serro). Dentre eles, Gaspar Soares, Manoel Corrêa e Gabriel Ponce de Leon seguiram em frente rumo ao sul até encontrar pequenas jazidas de ouro no córrego Vintém/Cuiabá/Lava-pés, afluente do Rio Santo Antônio, em lugar denominado Alto da Boa Vista, hoje, porta de entrada da cidade de CMD para quem chega de Belo Horizonte.

Próximo ao Cuiabá, Gabriel Ponce de Lion, como todo português além-mar, na missão de propagar a fé católica ergue, no ano de 1702, uma pequena capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição dando origem à vila de Conceição.

A origem fundacional de CMD, que nos leva a ampliar a área do centro histórico da sede para além do local do patrimônio material das igrejas e do casario colonial, está diretamente ligada à descoberta de ouro nas águas do córrego do Vintém/Cuiabá/Lava-pés e à crença católica dos portugueses desterrados (BECKER: 2009, p.245). Afirma o historiador Geraldo Dutra de Morais a esse respeito,

“Desde o alto do Vintém até as planícies das Bandeirinhas o ouro brotava, como por milagre, das entranhas da terra. Nas areias do minguado Cuiabá, Gabriel Ponce de Lion encontrou de uma só bateada, cerca de 20 oitavas de ouro. Sem dúvida, era o El-Dorado. Começaram a construção de humildes cabanas e em pouco tempo aquele amontoado de choças toscas foi tomando forma e aumentando rapidamente. O relato das imensas riquezas encontradas pelos bandeirantes das Lavras Velhas do Sêrro corre célere. Ouro e mais ouro! Avalanches de homens de barbas longas e hirsutas, séquitos de apaniguados, alucinados pela frênesi da fortuna, invadem o núcleo bateando todos os ribeirões. No dia oito de dezembro de 1702, por iniciativa do fidalgo Ponce de Lion, inicia-se a construção da primitiva capelinha, sob o orago de Nossa Senhora da Conceição do Mato Dentro. Toma incremento a mineração e, em breve as lavras são repartidas entre os descobridores. Aparecem as primeiras casas grandes e os engenhos de moagem. Desenvolvem a criação e a lavoura e, então, Conceição do Mato Dentro começou a viver sob as bençãos da Virgem Maria” (MORAIS, 1942, p. 16).

O córrego fundacional além do valor histórico, já foi fonte de abastecimento de água para parte da cidade e também local de lazer dos citadinos quando suas águas corriam limpas desde a nascente no Alto da Boa Vista até a ponte Lava-pés, onde os romeiros paravam para lavar os pés antes de seguirem para o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos na Festa do Jubileu.

Origem fundacional da cidade, fonte de história e antigo local de lazer ao ar livre, a vida e a preservação dos córregos Vintém/Cuiabá/Lava-pés requer ação e compromisso do poder público e de todos os citadinos.

Abaixo, Matéria publicada no Jornal Pordentro - Conceição do Mato Dentro e Região, junho de 2021.

EVENTO IMPERDÍVELO BDMG Cultural realiza, de 2 a 10 de agosto, o Festival Seres-Rios, um convite à reflexão sobre preser...
14/07/2021

EVENTO IMPERDÍVEL

O BDMG Cultural realiza, de 2 a 10 de agosto, o Festival Seres-Rios, um convite à reflexão sobre preservação das histórias e culturas que costuram as águas dos rios Doce, São Francisco e Jequitinhonha, elementos tão sagrados para muitos povos. Em um ambiente totalmente virtual, o festival conta com uma programação que reúne estudos e investigações sobre os rios a partir de debates, cartografias inéditas, lives, exposição de artes visuais e mostra de filmes que dão vozes aos seres que se relacionam com as águas e cursos.

“Em um momento em que se discute as questões ambientais, a crise hídrica, especialmente em Minas Gerais – a caixa d’água do país –, é urgente falar sobre os nossos rios e a nossa relação com eles. O Seres-Rios chega como um espaço múltiplo de diálogos e conhecimentos, que propõe perspectivas diferentes e plurais para pensar o lugar que os rios ocupam e deveriam ocupar hoje e no futuro. Uma abordagem multidisciplinar e de origens diversas para falar sobre águas e dos ensinamentos que brotam a partir delas”, Gabriela Moulin, Presidente do BDMG Cultural.

A abertura do Festival será no dia 02/08 (sexta-feira), às 19h, com o debate “Políticas cósmicas: Como viver sem o rio? Como viver com a Terra? Como viver no mesmo planeta?”, protagonizado pelo líder indígena, ambientalista, filósofo e escritor Ailton Krenak, ao lado de Marisol de la Cadena, antropóloga peruana, com mediação de Ana Gomes. Logo em seguida, às 20h, a estreia será coroada com show da cantora Mônica Salmaso – que, ao lado do pianista André Mehmari e do saxofonista e flautista Teco Cardoso, fará um passeio por canções clássicas que resgatam o lúdico dos rios.

Sob curadoria da antropóloga Marcela Bertelli, do arquiteto e designer Wellington Cançado, do jornalista especializado em ciência e meio ambiente Bernardo Esteves, e da documentarista e antropóloga Júnia Torres, o Festival Seres-Rios segue até o dia 10 de agosto, promovendo um encontro de quem navega pelos conhecimentos e histórias dos rios. A relevância dos assuntos extrapola os limites do estado de Minas Gerais e do Brasil, colocando em discussão a preservação da cultura dos rios para além das fronteiras, que são elementos sagrados para muitos povos.

“Mais do que reunir a perspectiva dos humanos que vivem com o rio, do rio, para o rio, o Festival quer dar voz aos próprios rios, aos peixes e outras criaturas que nele vivem, às matas ciliares e a todos os seres em suas vizinhanças. Pretende-se reimaginar a própria ideia de rios como seres, organismos, sistemas vivos, para admiti-los como sujeitos que têm agência, direitos, se relacionam socialmente com outros seres e contam histórias: Seres-rios”, diz Wellington Cançado, um dos curadores do festival.

O espaço “Diálogos” traz seis mesas de debates que vão colocar em discussão a memória, a beleza, as dores e o futuro dos rios: Mesa 1 - Rios Urbanos: “Qual o futuro dos rios nas cidades?”, Mesa 2 - Futuro dos rios: “O que podem os rios no mundo pós-desenvolvimentista?”, Mesa 3 - Extinções: “Como morrem os rios?”, Mesa 4 - Desextinção - “Como renascem os rios?”, Mesa 5 - Ecossistêmicas: “Podem rios vivos curar humanos?” e Mesa 6 - Rios sujeitos de direitos: “O que pensam os rios? Quem fala em seu nome?”. A mostra de filmes “Rios para ver” apresenta quatro sub mostras – “Opará - São Francisco”, “Watú - Rio Doce”, “Yékity – Jequitinhonha” e “Interflúvios: outros Rios” – que trazem mais de 20 produções que falam sobre os rios, entre longas, curtas e médias.

O Festival traz também um trabalho de cartografia inédita, que mapeia iniciativas e movimentos ribeirinhos das bacias dos rios Doce, Jequitinhonha e São Francisco, e uma exposição de obras artísticas encomendadas a artistas com a temática dos rios, em que serão exibidos trabalhos de Davi de Jesus, Edgar Xakriabá, Ana Pi, Nydia Negromonte, Paulo Nazareth e Sara Lana. A programação conta ainda com uma série de lives que irá abordar “Como navegar no Antropoceno?”, “Como amansar Gaia?”, “Como confluem águas e saberes?” e “Como fabular contra a corrente?”, tema que encerra a programação do Festival, com a escritora, pesquisadora e professora Maria Esther Maciel, e o escritor e biólogo moçambicano Mia Couto, no dia 10/08, às 19h.

A programação infantil conta com a gravação de um episódio especial do podcast Maritaca, a disponibilização de uma oficina com Adelsin, uma oficina de barquinhos navegáveis com Roquinho e a transmissão do espetáculo “Pra Nhá Terra”, interpretado pelo grupo de teatro Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí e banda.

O EVENTO acontecerá na plataforma www.seresrios.org onde você acessa a programação completa.

BDMG CULTURAL apresenta - Festival Fluvial | 2 – 10 AGO 2021

Queridos (as) conceicionenses e amantes da capital mineira do Ecoturismo, após 17 meses de dedicação e muito trabalho, a...
16/06/2021

Queridos (as) conceicionenses e amantes da capital mineira do Ecoturismo, após 17 meses de dedicação e muito trabalho, anuncio que o livro “Um riacho, dois cascudos e vários amigos diferentes” está disponível para aquisição na livraria Atlântico e que, em breve, faremos o seu lançamento.

Escrever a história de Júlia e dos seus amigos e amigas; montar as cenas do livro com o ilustrador tentando fazer chegar nos desenhos um pouco da essência da nossa cidade foi um grande desafio, mas também uma grande alegria. Desejo agora que o livro se torne, nas mãos das crianças (incluindo a criança que vive no adulto), uma ferramenta para entender a questão ambiental na sua relevância global e na sua urgência de transformação local - um compromisso com a concretização dos 17 ODS dos quais tratei no post anterior. Nesse sentido, o livro chega para contribuir com os diversos projetos de transformação socioambiental e urbanística da cidade.

Dentre os projetos, a proposta de revitalização dos córregos fundacionais (parte do processo contemplado no Programa Socioambiental Participativo) e a construção do parque linear como área de cultura e lazer ao ar livre é uma oportunidade de fazermos convergir a pluralidade de sentimentos e ações em prol do patrimônio histórico-cultural e natural sob um objetivo comum, qual seja, salvar a flora e a fauna do ecossistema da microbacia dos córregos do Vintém/Cuiabá/Lava-pés em cujas margens nasceu a cidade de Conceição do Mato Dentro.

Endereço

Conceição Do Mato Dentro, MG
35.860.000

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