Solar Castanhal Tecnologia & Energia Solar

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VOCÊ SABIA QUE JÁ EXISTEM RODOVIAS QUE GERAM ENERGIA SOLAR?O futuro é amanhã?Não! É agora! Países como Estados Unidos, F...
25/11/2016

VOCÊ SABIA QUE JÁ EXISTEM RODOVIAS QUE GERAM ENERGIA SOLAR?

O futuro é amanhã?
Não! É agora! Países como Estados Unidos, França e Holanda começaram a investir num projeto bastante audacioso: rodovias com energia solar.
A ideia é substituir o asfalto por placas solares para gerar energia proveniente do sol. Também existe a expectativa de que a energia solar em rodovias crie novas fontes de receita.
Nos Estados Unidos o projeto para construir rodovias com energia solar recebeu o nome de Solar Roadways e apesar de custar dez vezes mais do que o asfalto tradicional, os te**es com painéis solares capazes de substituí-lo já foram iniciados. Uma instalação de descanso para motoristas, na cidade de Conway, foi o lugar escolhido para receber os primeiros painéis do projeto.
A instalação das placas que vão gerar energia solar em rodovias ocupará uma área de aproximadamente 22 metros quadrados e será capaz de abastecer o gasto energético de todas as estruturas do ponto de descanso, influenciando diretamente nos gastos com energia, que com a instalação das placas possivelmente irão reduzir.
E como se não fosse o suficiente gerar energia solar em rodovias, o projeto Solar Roadways, também será equipado com lâmpadas de LED para sinalização, diminuindo os custos com pintura, além de mecanismos de aquecimento para não permitir que o gelo se acumule em regiões atingidas por muita neve. Todos os painéis solares utilizados são protegidos por vidro rugoso, que pode suportar até mesmo o peso de um trator e gerar o atrito necessário para dar segurança aos motoristas.
A França também tem projetos para construir rodovias com energia solar, o país tem a intenção de recapear algumas de suas rodovias com painéis solares para gerar energia a regiões circunvizinhas. O objetivo inicial é construir cerca de 1000 km de estradas com painéis solares. Para isso, a França usará painéis especiais chamados Wattway, que podem ser aplicados diretamente numa superfície de estrada já existente, com níveis de aderência comparáveis aos de pavimentações convencionais.
Os painéis Wattway, para gerar energia solar em rodovias, possuem apenas sete milímetros de espessura. Esses painéis são capazes de resistir ao desgaste frequente, proveniente do tráfego de veículos pesados, e fornecer boa quantidade de energia. As informações são de que cada quatro metros de rodovias com energia solar podem abastecer uma casa francesa média.
Te**es nos painéis solares Wattway já foram realizados e agora estão em fase final. Se o ritmo continuar como está, o início da construção dos mil quilômetros de estrada poderá ter a data definida para meados de 2017.
Enquanto isso a Holanda já começou a colocar rodovias com energia solar em Amsterdã. A empresa SolaRoads instalou painéis solares em ciclovias para testar a tecnologia renovável que pretende usar em suas estradas.
Em todos os projetos envolvendo energia solar em rodovias – dos Estados Unidos, França e Holanda – podemos observar um ponto em comum: o fato de usarem estradas para gerar energia solar e renovável. Esse é um grande salto no uso de painéis solares e terá grandes signif**ados econômicos e ao meio ambiente.
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VOCÊ CONHECE AS MAIORES USINAS DE ENERGIA SOLAR?Você sabe onde f**a a maior usina de energia solar do mundo?Nesse post v...
16/11/2016

VOCÊ CONHECE AS MAIORES USINAS DE ENERGIA SOLAR?

Você sabe onde f**a a maior usina de energia solar do mundo?
Nesse post você vai descobrir a localização exata dela, também vamos falar um pouco sobre a maior usina de energia solar do Brasil.

Há pouco tempo atrás o status de maior usina de energia solar do mundo era ocupado pela gigante “Ivanpah Solar Eletric Generating System”. Essa usina foi construída através de uma parceria entre o Google e as empresas NRG Energy e BrightSource Energy.

A Ivanpah Solar Electric Generating System f**a na Califórnia e reúne 300 mil espelhos com dois metros de altura e três metros de largura. Esses espelhos são controlados por um computador, que focaliza a luz do sol até o topo das torres da usina. Nessas torres, que possuem 140 m de altura, a água se transforma em v***r e o v***r move as turbinas de energia. Esse processo consegue abastecer 140 mil residências.

Entretanto, o que garantiu, até pouco tempo, o título de maior usina de energia solar a ela foi o seu incrível tamanho equivalente a 1300 campos de futebol.
Antes de ter seu posto de maior usina de energia solar do mundo ocupado, a Ivanpah Solar Electric Generating System produzia ums boa parte da energia consumida na California evitava a emissão de cerca de 400 mil toneladas de CO2 anualmente.
Mas, quem ocupou o lugar de maior usina de energia solar do mundo no lugar da Ivanpah Solar? Vamos falar dela agora!
Atualmente, a Topaz é a maior usina de energia solar do mundo, que por acaso também está localizada na Califórnia, no condado de San Luis Obispo. A construção da planta começou no ano de 2011, com previsão de término para o ano de 2014. Hoje a usina já está completamente finalizada e operando. Com aproximadamente 25 km², a usina tem o tamanho equivalente a 3450 campos de futebol e nove milhões de painéis solares. Portanto, ocupou de maneira digna, o título de maior usina de energia solar do mundo. Foram investidos US$ 2,5 bilhões de dólares na construção da usina Topaz.
Mas o que dizer do nosso país? Qual é a maior usina de energia solar do Brasil? Na verdade, a maior usina de energia solar do Brasil ainda está em construção, ela será implantada na cidade Tabocas do Brejo Velho, na Bahia. A previsão é que o parque solar seja inaugurado no final de 2017. A O empreendimento foi batizado de projeto Ituverava e é financiado pela empresa italiana Enel Green Power. A maior usina de energia solar do Brasil terá capacidade de 254 MW (megawatts) e a produção anual de energia esperada é de 500 GWh (gigawatts/hora)
São incríveis o tamanho e a capacidade das maiores usinas de energia solar do mundo. Em breve, o Brasil abrigará a maior usina da América Latina, o que será uma grande conquista em termos de energia renovável e limpa.
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Breve postaremos sobre iluminação de LED, usando energia solar.

25/10/2016

Segundo o A Tarde, “até 2024, cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil devem ser autossuficientes na geração de energia por meio de placas fotovoltaicas, segundo previsão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Atualmente, apenas 4.432 unidades têm essa matriz energética em todo o país”.
Alguns empresários e moradores fizeram as contas e optaram pela energia solar. Com o objetivo de reduzir as despesas mensais, a Clínica Oftalmoclin, localizada nos Barris, instalou o sistema composto por placas de captação de luz e conversores de energia elétrica. O espaço, que possui 1,2 mil m² e 102 funcionários, tem uma fatura, aproximadamente, 40% menor do que antes. "A conta era de R$ 9 mil. Agora, pagamos R$ 5 mil", explica o gerente administrativo Alexandre Guerra, contando que o investimento no sistema foi de R$ 78 mil
De acordo com dados da Aneel, 60% da atual geração de energia do Brasil é produzida em usinas hidrelétricas. O Ministério de Minas e Energia prevê o esgotamento do potencial hidrelétrico entre 2025 e 2030. Com isso, a energia solar se configura como opção não só para um futuro próximo, mas também para o presente
O valor inicial é recuperado, em média, em cinco anos. Além disso, o usuário não f**a exposto às oscilações das tarifas. Apenas em 2016, o aumento médio da conta de luz realizado pela Coelba foi de 10,72%.
As placas precisam ser posicionadas no telhado que, no caso de um prédio, é compartilhado entre todos os moradores. Um cliente que mora em um apartamento pode instalar o sistema em sua casa de praia, por exemplo, e usar a energia produzida nos dois lugares.
A transferência de um ponto para o outro é possível através de um acordo de compensação firmado com a Concessionária antes do início da produção. Desta forma, pode-se consumir a energia elétrica gerada pelas placas em uma residência e obter desconto em duas contas de luz. Para que não haja comercialização de energia, os dois endereços precisam estar registrados com o mesmo CPF.

Dúvidas mais frequentesVou postar neste e nos próximos,algumas dúvidas mais frequentes de quem pretende instalar um sist...
11/10/2016

Dúvidas mais frequentes
Vou postar neste e nos próximos,algumas dúvidas mais frequentes de quem pretende instalar um sistema solar fotovoltaico.
1. Quais dados são necessários para dimensionar um sistema fotovoltaico?
Existem detalhes particulares de cada sistema, mas os dados básicos são:
Sistemas isolados (off grid):
Lista de equipamentos com Potencia (W), Horas de uso por dia (h) e Voltagem de funcionamento dos equipamentos (12V, 110V, 220V, etc.)
Local da instalação (Cidade - UF)
Autonomia requerida em dias (quantos dias sem sol o sistema deve suportar)
2. Sistemas conectados à rede (grid tie)
Consumo mensal em kWh (Você pode escanear sua conta de energia e mandar para nós que faremos um orçamento) [email protected]
Voltagem (110V, 220V, etc.) e tipo de sistema (mono ou trifásico)
Local da instalação (Cidade - UF)
3. Quantos painéis preciso para abastecer minha residência?
Infelizmente não há uma resposta padrão, pois depende de uma série de variáveis e até mesmo do tamanho dos painéis escolhidos. Além disso, não é necessário produzir toda a energia consumida. Ex: uma residência com consumo de 500 kWh/mês utilizará cerca de 15 a 20 painéis de 240 Wp em uma cidade média brasileira para abastecer 100% de sua necessidade.
4. Quanto custa um sistema de energia solar fotovoltaica?
O custo do sistema depende do seu tamanho e equipamentos selecionados, que por sua vez dependem da quantidade de energia necessária e de características do local da instalação.
até o próximo

08/10/2016

SP ativa primeira usina solar flutuante do país

infraroi
Operação completa um mês e gera 101.522 quilowatt hora (kWh) para atender comunidades ribeirinhas e isoladas na região da cidade de Rosana, interior do estado.
Vários projetos de usinas flutuantes com geração fotovoltaica estão em andamento no país, incluindo Balbina, no Amazonas, e Sobradinho, na Bahia. São operações instaladas na lâmina d´água de reservatórios de hidrelétricas, mas ainda não ativadas de fato. Diferente da iniciativa da Cesp, na usina de Porto Primavera, no interior de São Paulo, mais exatamente em Rosana, que gera energia suficiente para abastecer mais de 1 mil residências com consumo mensal de 100 quilowatts hora (kWh) cada.
Segundo a secretaria de Energia e Mineração, trata-se de primeira usina fotovoltaica do Brasil a utilizar a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante. Operacional há um mês e em plena carga, ela gera 101.522 quilowatt-hora (kWh). O projeto também é inovador ao aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das hidrelétricas.
“Nosso objetivo é testar essas tecnologias inovadoras para poder fornecer esse conhecimento para as empresas do setor instaladas no estado e popularizar o uso das energias renováveis”, explica o secretário da pasta, João Carlos Meirelles. Iniciado em maio de 2014, o projeto já recebeu investimento de R$ 23 milhões da Cesp e envolve duas plantas com painéis solares rígidos de 250 quilowatts (kW) em terra e 25 kW em sistema flutuante. A usina também inclui outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes.
De acordo com a secretaria, foram instalados 100 painéis rígidos flutuantes de 250 watts cada um e 180 flexíveis flutuantes de 144 watts cada. A área ocupada pelas placas flutuantes é de aproximadamente 500 metros quadrados, e o reservatório possui 2.250 quilômetros quadrados. Os flutuadores instalados no reservatório da usina de Porto Primavera foram desenvolvidos especif**amente para esse projeto por uma empresa paulista.
Também está sendo instalada na usina a primeira planta eólica do Estado de São Paulo, que terá capacidade de cerca de 500 kW. “São Paulo não tem o mesmo potencial eólico que o Nordeste do país, mas é aqui que estão instalados os fabricantes desse setor. Temos que estudar essa energia para fomentar sua geração no Brasil e a expansão do setor fabril no Estado de São Paulo”, comenta Meirelles.

05/10/2016

Matéria passada no Fantástico,vale a pena relembrar par que não esqueçamos de nossa responsabilidade ambiental

04/10/2016

Tenho notado,em minhas divulgações sobre energia solar fotovoltaica,que ainda existem muitas dúvidas a respeito da mesma.Resolvi colocar algumas delas,ei-las:
Pergunta Frequentes sobre Energia Solar
1 - Quais as vantagens econômicas da energia fotovoltaica?
À parte do investimento inicial, com compra e instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.Além disso, tal energia é autossuficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores corporativos, para quem a falta de energia pode signif**ar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrif**ação de grandes propriedades rurais formadas por sis-temas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrif**ação de comunidades remotas.
2 - Posso instalar um sistema solar em minha casa para economizar energia?
Sistemas fotovoltaicos são utilizados em residências como forma de economia de energia quando há legislação regulamentando quanto a venda do excedente gerado para a rede elétrica, o que é convertido em créditos para uso próprio. No Brasil, a ANEEL aprovou a regulamentação intitulada resolução normativa 482 que permite a conexão de um sistema residencial e viabiliza o investimento através do sistema de compensação energético. Portanto, hoje já é permitido e viável a instalação de um sistema fotovol-taico residencial.
E em março, deste ano, entro em vigor a REN 687 que regulamenta outras formas de conexões.
3 - Posso Instalar um sistema solar fotovoltaico em minha empresa?
Nos dias de hoje, a busca por iniciativas ecológicas e sustentáveis por parte das empresas é grande. Como a tecnologia é relativamente nova no Brasil e a popularização no futuro é inevi-tável, a instalação hoje de um sistema solar, além de atrair a atenção da mídia, pode ser utilizada para a geração de material publicitário e campanhas de marketing, o que trazem retornos consideráveis, além da economia gerada através do sistema de compensação energético da resolução normativa aprovada pela ANEEL.Também é possível, no caso de sistemas conectados a rede, disponibilizar na internet quanto da própria energia a empresa está gerando e qual está sendo a redução na emissão de gás carbônico na atmosfera.
4 - É possível tornar-se completamente independente da rede elétrica utilizando energia solar?
Para se tornar independente da rede elétrica, é necessário um sistema autônomo, onde o armazenamento da energia é feito por baterias. Esse tipo de sistema é recomendado para locais onde não há rede elétrica, como fazendas e zonas remotas . Em zonas urbanas, a via-bilidade financeira indica um sistema conectado à rede.
5 - Quais as vantagens ambientais da energia fotovoltaica?
A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resí-duos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a ra-diação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silí-cio, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.
6 - Quais as desvantagens da energia fotovoltaica?
Atualmente, o custo para se montar um sistema fotovoltaico é maior que o de um convencional mas, se levarmos em conta o aumento constante da energia elétrica a energia fotovoltaica é bem mais interessante. Mesmo assim, é um investimento que se paga no médio prazo, já que não há conta mensal de luz. Além disso, a durabilidade dos materiais (de 25 a 30 anos) vale o investimento. Outra boa notícia é que, com o desenvolvimento e a disseminação da tecnologia, os custos têm caído ano a ano.
7 - O que é preciso para a instalação de painéis fotovoltaicos?
Para maior eficiência do sistema, os painéis fotovoltaicos devem ser instalados em posição e altura determinadas de acordo com a localização da construção. Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida a fim de definir o modelo e o tamanho dos painéis. A instalação requer, ainda, inversores (para transformar a corrente elétrica gerada pelos painéis que é corrente continua CC em corrente alternada CA que usamos em nossos aparelhos) e baterias (no caso dos sistemas off-grid, em que é preciso armazenar a energia gerada ao longo do dia).
8 - Com energia solar fotovoltaica, é possível utilizar todos os aparelhos elétricos comuns?
Sim, a energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo. Nós da Solar Castanhal, fazemos esses cálculos e projetos
9 - Ter uma “usina” fotovoltaica no telhado de casa é barulhento?
No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a interação entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons para a corrente elétrica, e este processo é silencioso.
10 - Se a obtenção de energia fotovoltaica depende do sol, há o risco de apagão nos dias nublados? E à noite?
A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.
Em sistema off-grid, como a energia produzida durante o dia f**a armazenada em baterias, o abastecimento de energia é garantido também durante a noite.
11 - A transformação da luz do sol em energia elétrica deixa resíduos?
Não. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa.

12 - A energia do sol é renovável, mas o silício não pode acabar?
O silício, principal matéria-prima utilizada na fabricação de painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento químico mais abundante na Terra, atrás somente do oxigênio.
13 - O que são sistemas fotovoltaicos off-grid e on-grid?
O sistema solar fotovoltaico chamado off-grid é aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. Pode abastecer locais remotos, como propriedades rurais e embarcações, e equipamentos isolados, como radares de autoestradas.
Já o on-grid é o sistema solar fotovoltaico conectado à rede elétrica. Ele pode abastecer edif**ações completas ou apenas algumas de suas instalações – por exemplo, câmeras domésticas de segurança. Em muitos países onde o sistema on-grid é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltaico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.
14 - Qual é a situação atual da energia fotovoltaica no Brasil?
No Brasil, o potencial de energia fotovoltaica é imenso, dados seus altos índices de radiação solar. Atualmente, os governos e as concessionárias de serviços públicos são os principais investidores, utilizando painéis fotovoltaicos em sinalização e fiscalização rodoviárias, iluminação pública, telecomunicações e outros. O projeto federal Luz Para Todos, que visa levar energia elétrica para comunidades isoladas e carentes, também faz amplo uso da energia fotovoltaica.
No entanto, os sistemas fotovoltaicos on-grid ainda são uma grande novidade. Um dos principais obstáculos têm sido o custo de compra e instalação dos painéis que já está sendo ultrapassado graças ao avanço da tecnologia, que tem reduzido o custo e aumentado a eficiência dos painéis fotovoltaicos. A boa noticia no setor é que a ANEEL aprovou a resolução normativa que permite ao consumidores em baixa tensão, seja residencial, comercial, industrial, ou rural, o investimento em um sistema fotovoltaico que seja capaz de suprir parte ou toda sua demanda por energia elétrica. O retorno financeiro sobre esse tipo de sistema vem através da economia na conta de luz que é diretamente relacionada ao percentual de energia gerado pelo consumidor.
A tecnologia fotovoltaica está representada por uma indústria em franco crescimento global e a utilização de sistemas fotovoltaicos está se tornando predominante em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Isso acontece, pois as fontes de energia suja estão cada vez mais restritas e, com o crescimento das economias emergentes, a tecnologia fotovoltaica surge como excelente alternativa de expansão da capacidade de geração de energia elétrica.

03/10/2016

O Globo
A atriz Cleo Pires, o comentarista de futebol Juninho Pernambucano, a Paróquia São José da Lagoa, uma rede de drogarias e a Universidade Federal de Itajubá (MG) são alguns dos milhares de agentes de uma revolução energética que começa a ser vista do alto das cidades brasileiras, com a disparada da instalação de placas solares para geração de eletricidade.
Com a queda de barreiras normativas e tributárias dos últimos meses, está em crescimento exponencial o número de lares e empresas que trazem diretamente do céu a energia usada em suas casas e que a compartilham no sistema elétrico.
Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) obtidos com exclusividade pelo GLOBO, o número de mini e microgeradores saltou de mil há um ano para 5.040 em agosto.
O total de unidades instaladas já gera até 48 megawatts (MW), o suficiente para atender a um município do porte de Macaé, por exemplo.

A projeção da própria agência é que esse seja apenas o início de uma escalada que, no cenário mais otimista, poderá, em 2024, envolver 1,23 milhão de consumidores e gerar 4,5 mil MW (mais do que a potência das hidrelétricas de Jirau ou São Antônio, no Rio Madeira).

NO RIO, 543 MICROGERADORES
Quatro em cada cinco unidades consumidoras gerando energia hoje são residências.

A maioria delas está nas regiões Sul e Sudeste, e 98% usam energia solar.

Light e Ampla, que atuam no Rio, estão entre as sete distribuidoras com mais conexões desse tipo, segundo a Aneel.
No total, são 543 microgeradores só no Rio, atrás apenas de Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais.
Essa solução não só é sustentável por gerar energia limpa como rentável a longo prazo, uma vez que reduz o consumo de energia mensal junto às distribuidoras, explica Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira da Energia Solar (ABSOLAR).

A sustentabilidade foi a principal motivação de Juninho Pernambucano ao adotar o sistema fotovoltaico para gerar até 4,9 quilowatts (kW) de energia no pico, quando construiu sua casa na Barra da Tijuca.
- Morei dez anos fora do Brasil, na França e no Qatar, onde aprendi coisas que não se aprende na escola sobre preservar a natureza, e isso abriu a minha cabeça. Essas coisas começam com quem tem mais condição, que é o meu caso. Acho que é por aí, sinto-me na obrigação - disse o ex-jogador de futebol.
A questão ambiental também foi a principal motivação de Cleo Pires, que adotou o sistema em uma casa em Petrópolis no ano passado.
- A ideia foi minha. Sou superligada em tecnologia e formas de causar menos impacto destrutivo e negativo no meio ambiente - contou a atriz.
Ajudou na expansão do sistema, também, um acordo entre as secretarias de Fazenda, que já levou 20 estados brasileiros e o Distrito Federal a isentarem de ICMS a energia gerada nas unidades consumidoras, o que evita a dupla tributação e torna o sistema viável.

Segundo Arilds Martins Gomes, sócio-proprietário da Infra Energia Solar, que instala sistemas de geração solar no Rio, o aumento do custo da energia elétrica também colaborou com a maior procura nos últimos meses.
Outro indicador relevante é o câmbio, uma vez que as placas solares vêm da China, e outros equipamentos necessários, como inversores, da Europa.
- Há alguma dificuldade para uma residência que paga R$ 400 na conta de luz fazer um investimento de R$ 30 mil. Mas, para quem gasta mais do que isso, a conta começa a fechar - disse Gomes.
RETORNO A LONGO PRAZO
Por esse motivo, o investimento atraiu também empresas - principalmente depois de a Aneel autorizar, neste ano, que a geração em um local poderia ser compensada em outra unidade da mesma companhia.
A rede RaiaDrogasil investiu R$ 1,5 milhão em placas solares instaladas nos tetos de farmácias, para atender a 50% do consumo total de 11 unidades em Minas Gerais.

O valor do investimento sobe conforme o consumo, mas, na mesma proporção, f**a mais próximo o horizonte de tempo no qual ele traz retorno financeiro - o que ocorre a partir de cinco anos, mas pode chegar a mais de 15.
A RaiaDrogasil prevê que essa compensação chegará em dez anos.
Carlos Mattar, superintendente de distribuição da Aneel, observa que os custos iniciais tendem a cair com a massif**ação do uso do sistema. Quem instala placas solares e passa a trocar energia com a rede acaba pagando até 80% menos na sua conta de luz já que há custos fixos, como o de disponibilidade da rede.
Dessa redução vem a recuperação do investimento a longo prazo.
Para o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, a expansão da chamada geração distribuída implica apenas benefícios, entre os quais destaca: socioambientais, com geração de energia limpa e menos emissões; para o sistema elétrico, porque descentraliza a geração e leva-a para o local de consumo, poupando o uso de fios; evita a necessidade de construção de novas usinas; e educa o consumidor quanto aos seus gastos, por exigir um acompanhamento maior das contas.

ENERGIA SOLAR E CERTIFICAÇÕES SUSTENTÁVEISA energia solar tem um grande papel como uma fonte de energia renovável comple...
01/10/2016

ENERGIA SOLAR E CERTIFICAÇÕES SUSTENTÁVEIS
A energia solar tem um grande papel como uma fonte de energia renovável complementar na matriz energética brasileira, seja na forma centralizada ou distribuída. Por se tratar de uma tecnologia de geração de energia por fonte primária, ou seja, uma forma de energia disponível na natureza antes de ser convertida ou transformada é considerada uma importante fonte renovável e a sua renovabilidade se dá em ciclos contínuos que se repetem em espaços de tempo curtos ao contrário por exemplo de uma fonte de energia por combustível fóssil (Termelétricas).

Por conta dessa renovabilidade a energia solar é considerada uma forma sustentável de geração de energia, contribui com a redução de emissões de CO2 e possui baixo impacto ao meio ambiente durante todo o ciclo de vida de um sistema (extração de silício, industrialização dos componentes, instalação dos painéis e a operacionalização), seja uma usina solar ou um projeto de microgeração distribuída residencial. Por esse motivo, organizações como o Greenpeace e a WWF (World Wide Found for Nature) fomentam a inserção da energia solar na matriz energética mundial.

A possibilidade de incorporar a energia fotovoltaica de forma distribuída em empreendimentos construtivos sejam eles imobiliários, industriais, comerciais ou corporativos traz a possibilidade do proprietário ou incorporador se beneficiar de certif**ações sustentáveis que trazem como principais vantagens a agregação de valor sustentável a sua marca, diferencial competitivo, engajamento social e obtenção de recursos financeiros.

No Brasil grandes empresas com forte apelo sustentável exigem que toda a sua cadeia de suprimentos também incorpore em seus processos as mesmas políticas sustentáveis, quando não, são quesitos mínimos para qualif**ação de fornecedores ou prestadores de serviços.
Algumas das certif**ações sustentáveis mais importantes no mercado:

Processo AQUA
O Processo AQUA-HQE é uma certif**ação internacional da construção sustentável desenvolvido a partir da certif**ação francesaDémarche HQE (Haute Qualité Environmentale) e aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini.
Desde seu lançamento em 2008 o Processo AQUA-HQE propõe um novo olhar para sustentabilidade nas construções brasileiras; seus referenciais técnicos foram desenvolvidos considerando a cultura, o clima, as normas técnicas e a regulamentação presentes no Brasil, mas buscando sempre uma melhoria contínua de seus desempenhos.
(Fonte Fundação Vanzolini)

Certif**ação BREEAM
BREEAM – Building Research Establishment Environmental Assessment Method. BREEAM é um processo sistemático que visa avaliar o desempenho ambiental de um empreendimento imobiliário. Desenvolvido em 1990 e atualizado regularmente elevando os seus requisitos, avalia edifícios com base em critérios relacionados ao bem-estar ambiental, atribuindo-lhes uma pontuação . Os resultados finais de avaliação variam entre aprovado, bom, muito bom, óptimo e excelente.

BREEAM analisa durante as fases de concepção e construção, até 10 aspectos do impacto ambiental da construção: Gestão da construção, consumo de energia, água, contaminação, materiais, saúde e bem estar, transporte, gestão de resíduos, ecologia e inovação.
(Fonte Bureau Veritas)

Certif**ação DGNB
Sistema de certif**ação alemão desenvolvido pelo – German Sustainable Building Council- Conselho de Construção Sustentável da Alemanha

O objetivo do DGNB internacional é estabelecer um padrão de qualidade único, baseado em valores comuns desenvolvidos por todos os parceiros da rede, respeitando as variações do sistema, adaptado localmente e testado de forma prática. Este padrão de qualidade visa possibilitar comparações diretas entre os edifícios certif**ados em diferentes países, estimulando gradativamente a adoção dos edifícios sustentáveis.

Certif**ação LEED
LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um sistema internacional de certif**ação e orientação ambiental para edif**ações, utilizado em 143 países, e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edif**ações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações.
(Fonte Green Building Council Brasil)

Procel Edif**a
O Selo Procel Edif**ações, estabelecido em novembro de 2014, é um instrumento de adesão voluntária que tem por objetivo principal identif**ar as edif**ações que apresentem as melhores classif**ações de eficiência energética em uma dada categoria, motivando o mercado consumidor a adquirir e utilizar imóveis mais eficientes.
(Fonte: Procel)

Selo Casa Azul
O Selo Casa Azul é uma classif**ação socioambiental dos projetos habitacionais financiados pela Caixa. É a forma que o banco encontrou de promover o uso racional de recursos naturais nas construções e a melhoria da qualidade da habitação. A principal missão do selo é reconhecer projetos que adotam soluções eficientes na construção, uso, ocupação e manutenção dos edifícios.

São 53 critérios de avaliação, divididos em 6 categorias: Qualidade urbana, projeto e conforto, eficiência energética, conservação de recursos materiais, gestão da água e práticas sócias.

Benefício para as Incorporadoras imobiliárias: Taxas de juros diferenciadas para os empreendimentos certif**ados.
(Fonte Caixa econômica Federal)

Selo Solar
O Selo Solar é concedido para empresas ou instituições públicas e privadas que consumirem um valor mínimo anual de eletricidade solar, que varia conforme a quantidade total de energia consumida.

Artigo de: Rafael Pereira - Especialista em Energia Solar Fotovoltaica e Analista de GD.

Endereço

Alameda W DOIS
Castanhal Grande, PA
68741131

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 11:00

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