Sala de Leitura do Culto à Ciência

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Lindo para refletir
02/11/2021

Lindo para refletir

Conheça o poema de Adélia Prado “O que a Memória Ama F**a Eterno”,mais uma poesia da série Poemas de Amor, interpretado por Nelson Freitas.Ele fala sobre a v...

Para vocês se inspirarem
01/02/2020

Para vocês se inspirarem

Dentre os quase 4 milhões de candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019, apenas 53 tiraram nota máxima na redação.

01/02/2020

Olá queridos
Como vocês sabem, moro em Pedreira e há três anos viajo todos os dias. Nesse ano iniciarei os meus trabalhos em uma escola aqui em Pedreira e por isso, deixarei a agradável companhia de todos vocês. Um beijo a todos.

Momento despedida
💋🥰
Saudades sentirei
De todos as conversas e risadas jogadas ao vento,
De tudo o que vivemos e passamos....
Neste tão curto tempo...
Mas o bastante, para mudar conceitos já pré-estabelecidos
E consolidar uma amizade....
Dividimos, não só uma sala, mas sim sorrisos, lágrimas e expectativas futuras...
Pode ser, que nos separemos....e que talvez nem nos reconheçamos daqui alguns longos anos...
Mas valeu a experiência de termos compartilhado momentos que f**arão para a vida toda....
Obrigada pela sua amizade.
Michelli Lenzii

Um fato!
21/01/2020

Um fato!

Um fato!
07/01/2020

Um fato!

Ler é bom demais, não é? Conta aí qual livro você está lendo atualmente.

Na Biblioteca Virtual do Senado Federal você tem acesso a livros digitais, obras raras e legislação http://bit.ly/2SZgo79

Simples assim
05/01/2020

Simples assim

15/12/2019

Este texto foi escrito pela professora Sonia Dodi. Vale a pena refletir sobre o que ela escreve. Boa Leitura!
Escrevi esse texto porque tenho f**ado incomodada com o mau uso que muita gente faz do celular, até sem perceber. Mas é também fruto de leituras e reflexões. Boa leitura!

Não. Não é a máquina que foi feita para o homem, mas sim, nós para ela.
Num futuro não muito distante, todas as nossas informações estarão contidas em máquinas, em arquivos como um DNA virtual que nos conhece mais do que nós mesmos: as coisas que consumimos, sejam alimentos, roupas, calçados, medicamentos, lazer, lugares que frequentamos; nossas contas bancárias, aplicações, nosso jeito de ser, nossas viagens, nossos gostos musicais... Nossas idiossincrasias, paixões, ódios, nudes (para quem faz), jeito de falar, nossos amigos, igrejas, propaganda direcionada, trabalho, estilo de escrever e ser.
Faremos nossas transações financeiras, nossos agendamentos de horários, nossas compras on line, nossos relacionamentos virtuais, nossas músicas, tudo virtual.
A máquina será a nossa mediadora entre o real e o virtual. Tudo passa por ela. O lazer, a pesquisa, a arte, a informação, a mídia, o marketing, a fé, os cursos, tudo on line.
E esse dia já chegou!
A máquina molda nossos cérebros, nossos desejos, nossas vontades, nosso ego, nossas neuroses e até psicoses.
A timeline infinita gera marcações no DNA, pois os olhos não se prendem a nada, pulando ora aqui e hora ali num vaivém que faz mal à retina e à autoestima. Tudo é feito para viciar, como num jogo de caça níqueis, como já li, porque a recompensa (no caso, as curtidas), é sempre variável e gera desejo de não parar, até obter a maior recompensa possível, que pode não vir e que vicia mais do que se viesse todo dia.
A incerteza é melhor que a certeza no jogo, porque leva a arriscar e a esperar sempre pelo melhor, a cada lance.
E como o melhor sempre está por vir, sempre se arrisca a dar uma olhada e se f**a preso a um mundo de tópicos curtos que, literalmente, giram em nossos olhos com uma gama de cores e chamadas atrativas para nos fisgar, como as garotas/garotos de programa, que têm de agir de modo diferente para fisgar os clientes de que necessitam para viver.
Li um artigo de revista que revela uma estatística que afirma que as pessoas pegam, em média, no celular, 221 vezes por dia! Uma ideia concebida por Steve Jobs em 2007 acabou criando as empresas mais valiosas do planeta: Apple, Google, Facebook, Huawei. Revolucionou o dia a dia com o Uber , o Google Maps, o I Food, entre outros.
Revolucionou a política com o advento das fake news que viralizam; (outro termo pós-moderno), hi tech na forma, mas medieval nas intenções e no conteúdo.
Esse mesmo artigo se refere ao vício do smartphone como sendo o novo cigarro. E eles explicam o porquê. É que o cigarro nas décadas de 30 a 80 era visto como um símbolo de liberdade, até de algo chique e elegante: fumar dava status e tornava as pessoas atraentes – basta ver os filmes das décadas de 60 ou 70, por exemplo, todos os atores fumavam desesperadamente... A partir da década de 90 e inicio desse século, o cigarro passou a ser visto como algo nocivo. A propaganda na TV foi proibida. Os maços de cigarro continham e contém fotos de pessoas morrendo com câncer, pneumonia etc. Os fumantes foram proibidos de fumar em certos lugares.
Pois bem, agora são os smartphones que fazem mal... Embora, assim como os ci****os na década de 70 fossem considerados glamurosos, o smartphone ainda é visto como tal. Todos querem trocar pelo mais novo modelo e se expõem, não só a certa dose pequena, mas diária de radiação (inofensiva, dizem, como toda radiação eletromagnética) e também à uma certa quantidade exagerada de luz em nossas retinas cansadas( é notável como vêm aumentando os casos de fotofobia e de hipersensibilidade à luz), além do tamanho reduzido das telas que faz com que forcemos nossos olhos para enxergar o que está perto o tempo todo, provocando um aumento grande nos casos de miopia, bem como a progressiva perda do campo de visão pois habituamos a colocar cercas em nossos olhos, para que caibam dentro da telinha; como também ao impulso libidinoso de uma criança na fase ge***al – que não tira o dedinho daquele lugar que dá prazer... Então as telas f**am ensebadas com os dedos ligeiros de uma criança em busca de seu fetiche. E, em média, as pessoas tiram o celular do bolso ou da bolsa 221 vezes ao longo de um dia, como já foi dito. Perdemos a visão do infinito e os músculos que movem nossos olhos tenderão a se atrofiar através da bitola eletrônica que nos mantém presos ao quadradinho. Temos a ilusão de que dominamos o mundo, mas é só o que o quadradinho me permite ver. Sobretudo, dificulta o raciocínio abstrato que é fundamental para a aprendizagem e para a sensibilidade. Tira a experiência concreta e o contato com a natureza.
Isso sem contar no aumento dos casos de TDAH em crianças e outras patologias pelo estímulo constante e incessante do cérebro na “babá eletrônica”. O uso excessivo do celular em adultos também está relacionado à dificuldade de concentração ou insônia, segundo pesquisa feita pela Deloitte, com 2000 brasileiros. Diz o artigo que uma pesquisa do Hospital Samaritano de São Paulo verificou que 8/10 motoristas usam celulares enquanto dirigem. Também se constatou que as taxas de ansiedade e depressão, além do déficit de atenção, inclusive com alterações na estrutura do cérebro começaram a aumentar... Dados do Grupo de Dependência Tecnológica do Hospital das Clínicas (USP).
Se você parar para pensar que o dia tem 24 horas e cada hora tem 60 minutos e cada minuto tem sessenta segundos; e que dormimos, em média, oito horas por dia, sobram 16 horas que passamos acordados. 221 vezes. Fez a conta? - a cada quanto tempo pegamos na “coisa” por dia? Ninguém nunca conseguiu fumar 221 ci****os por dia, até porque, se conseguisse , morreria em muito pouco tempo. Mas o celular não mata! Embora vicie mais do que o cigarro.
Ainda segundo o artigo da revista Superinteressante de outubro/2019, as gigantes da tecnologia fazem um esforço consciente para nos manipular, usando, como já disse acima, recursos da psicologia, da neurologia e até dos cassinos. “O smartphone é tão viciante quanto uma máquina de caça – níqueis” (Tristan Harris). E o caça-níqueis, destaca ele, é o jogo que mais causa dependência: vicia três a quatro vezes mais rápido do que outros tipos de aposta.
Reproduzo aqui um trecho interessante: “Estamos colocando a humanidade no maior experimento psicológico já feito, sem nenhum controle. A Internet é a maior máquina de persuação e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin. Raskin é famoso no Vale do Silício, isso porque, em 2006 ele inventou o que viria a ser um dos elementos mais fundamentais e viciantes dos smartphones: a “rolagem infinita”, que mexe com as nossas cabeças. “Se você não dá tempo para o seu cérebro acompanhar seus impulsos, simplesmente continua rolando para baixo.” (Raskin)
Ele não imaginava o poder viciante de sua criação, e hoje se arrepende dela. Ele se pergunta: “ Estamos programando apps ou pessoas?” “Só Deus sabe o que estamos fazendo com o cérebro das crianças”. (Sean Parker – um dos fundadores do Facebook) . “Nós Zuckerberg, Kevin Systrom (criador do Instagram) exploramos uma vulnerabilidade da psicologia humana”. “Entendemos isso conscientemente e fizemos mesmo assim.”
Quem quiser ler o artigo na íntegra, leia. Vale a pena.
O que seria de certas pessoas sem o Waze, o I Food, o Uber, o Instagram, o Twitter, o Google, o WhatsApp, entre outros?
Não decoramos mais números de telefone – se perdermos o nosso, não saberemos nem ligar para nossa mãe.
Sem o Google Maps não conseguiremos mais interpretar mapas de antigamente, que não diziam: “Vire cem metros à direita, vire à direita novamente, curva suave à esquerda...”
Sem o celular, não teremos os apps que necessitamos para comprar comida, medicamentos, fazer compras on line em sites como o Amazon, o Mercado Livre, entre outros.
O celular facilitou tanto a nossa vida que a complicou. Perder o celular é quase como perder a identidade e a conexão com o mundo.
Não há volta possível! E nem é esse o objetivo desse texto.
Apenas devemos tomar cuidado com o vício... Talvez, num futuro não muito distante, nos lembremos dessa época como nos lembramos das épocas de 60 e 70 através dos filmes fumarentos e empesteados de cigarro. E nos acharemos burros por termos utilizado algo tão perigoso como um brinquedo inofensivo.

15/12/2019

Felicidades a todos os formandos 2019

04/12/2019

Mais um vídeo mostrando a importância da leitura
Toda obra deve ser analisada de acordo com o seu contexto, as adaptações dos clássicos são muito importantes para que tenha acesso a qualquer leitor e que sua compreensão se torne mais fácil. Por isso é verdadeiro afirmar que a Língua é viva.
Veja a comparação entre os textos para atingir diversos públicos. O leitor deve ser capaz de entender em que contexto a obra foi produzida.

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