Comitê Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais e da Pobreza

Comitê Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais e da Pobreza O Comitê tem o objetivo de debater e lutar contra a criminalização dos Movimentos Sociais e da Po

23/02/2018

🏹 XIV Acampamento Terra Livre 🏹
das cinco regiões do 🇧🇷 se preparem para maior Mobilização Nacional Indígena que acontece no país. Momento onde reúnem povos indígenas organizações e suas lideranças em defesa dos Direitos constituídos .
Iniciem as articulações em sua comunidade/povo/organização/rede para somar forças e contribuir na Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas.
Quando ❓ 23 a 27 de abril.
Onde ❓ Brasília-DF.
Realização e organização: APIB - Articulação dos Povos Indígenas do Brasil


20/11/2017
13/09/2017

Nesta quarta-feira, dia 13 de setembro de 2017, indígenas da aldeia Guarani ocupam a estrada

UM CHAMADO PARA A LUTA DOS TRABALHADORES E USUÁRIOS DA SAÚDE MENTAL DE CAMPINAS-SPCampinas, 28 de agosto de 2017No dia 1...
30/08/2017

UM CHAMADO PARA A LUTA DOS TRABALHADORES E USUÁRIOS DA SAÚDE MENTAL DE CAMPINAS-SP
Campinas, 28 de agosto de 2017
No dia 17 de agosto a Prefeitura Municipal de Campinas (PMC) notificou o Cândido Ferreira, instituição que cuida de grande parte dos serviços de Saúde Mental de Campinas, que ocorrerá um corte de 600 mil reais/mês. Em resposta a este ofício, a gestão do Cândido Ferreira anunciou não ser possível manter a qualidade do serviço e já prevê sérios cortes com demissões redução da jornada dos farmacêuticos, cortes de insumos essenciais como alimentação, entre outras coisas.
No mesmo dia, o Jornal “Já” publicou que o prefeito Jonas Donizette anunciou uma verba extra de 20 milhões de reais recebido pelo governo do Estado de São Paulo para Secretaria de Saúde.
Nesta matéria está anunciado que uma das instituições contempladas por essa verba seria o Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, cujo contrato de prestação de serviços em saúde mental se dá via o financiamento do SUS. Observa-se que esta Informação é totalmente o oposto do que noticia a secretaria de saúde, a realidade é a de que haverá um corte de 600 mil reais/ mês.
Quem prestará esclarecimentos sobre isso? Para onde vai esse dinheiro? A população já sofre cotidianamente com os cortes e a falta de investimento do governo Jonas na saúde. Tivemos o fechamento do PA Centro, cortes no orçamento da Maternidade e do Hospital da PUC, entre outros exemplos que qualquer usuário do SUS poderia enumerar. Este município já vive a diminuição dos recursos em Saúde Mental. Recentemente foram fechados leitos de internação à população em grave sofrimento psíquico para serem abertos em hospitais gerais, mas o número de vagas abertas é bem abaixo das vagas fechadas.
Outro exemplo prático diz sobre a mudança no cuidado integral oferecido a população que frequenta os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Se antes era possível oferecer alimentação gratuita a estas pessoas, hoje estes serviços podem oferecer no máximo 20 marmitas por período, quando a portaria indica para Caps III fluxo diário de 60 usuários/dia. Os cortes anunciados pela prefeitura e o claro sucateamento dos serviços de saúde mental que estão sob gestão do Cândido Ferreira trazem um cenário caótico para a assistência em Saúde Mental de todo o município. Indignados, os trabalhadores do Cândido Ferreira decidem fazer um apelo aos órgãos pela fiscalização dos serviços de saúde de Campinas, o Conselho Municipal de Saúde, bem como a população que é usuária do SUS buscando unir forças para impedir o corte é construir a saúde que merece. No trabalho de saúde mental há uma aposta no vínculo e no cuidado que pode ocorrer na utilização da arte como recurso terapêutico, no cotidiano de residências terapêuticas, no trabalho desenvolvido em abrigos municipais, escolas e afins, na atenção a crise, nas famílias, com a população em situação de rua. Pedimos mais respeito as condições de trabalho das equipes contratadas para a atuação na saúde mental, inclusive pela complexidade. Estes profissionais assumiram um compromisso ético com cada paciente que está sob sua responsabilidade, e podem sim participar da tomada de decisões da instituição que os contratou.
Isto posto, convocamos a população, trabalhadores, usuários e familiares de nossos serviços para o ato público que acontecerá na quarta-feira (30/08) às 15:00hs, no Largo do Pará. Seguimos​ ​na​ ​caminhada​ ​com​ ​o​ ​apoio​ ​popular:​ ​por​ ​uma​ ​rede​ ​ampliada​ ​e​ ​nenhum​ ​direito​ ​a​ ​menos!

11/08/2017
A VII Semana do Audiovisual Campinas acontece de 05 a 13 de Agosto de 2017 e pautará o olhar e a visão para as latências...
24/07/2017

A VII Semana do Audiovisual Campinas acontece de 05 a 13 de Agosto de 2017 e pautará o olhar e a visão para as latências e fragmentações sociais. “Olha e Vê, quem tem coragem, se te carece, instiga, movimenta, não é um direito garantido, mas ainda é de graça” – olha e vê múltiplas realidades. Fragmentações que tentaremos reunir e remontar na VII SEDA. Provocar encontros de construções coletivas e suas lutas cotidianas. “disjunções inclusivas, conjunções nômades: uma transexualidade microscópica em toda parte, que faz com que a mulher contenha tantos homens quanto o homem, e o homem mulheres, capazes de entrar, uns com os outros, umas com as outras, em relações de produção de desejo que subvertem a ordem estatística dos sexos.” Queremos somos ser esquizos.

Gêneros e a presente, e cada vez mais próxima, violência contra a mulher; Raça e Classe, trazendo os genocídios contra o povo negro e as suas ínfimas formas de reparações possíveis; A verdadeira loucura de querer fazer desaparecer a complexa realidade das políticas de dr**as no país, a cracolândia e as políticas higienistas nossa de cada dia; As políticas religiosas pregadas e impostas nas políticas de governo das cidades; A necessidade de outras estruturas de comunicação e a reinvenção da imprensa; A questão da produção e circulação de saberes, a possibilidade de acesso e inclusão de outros conhecimentos; O encarceramento na infância e adolescência e os ciclos de violências institucionais que isso re-produz; A discussão da produção do cinema em sua intensa materialidade na vida das pessoas, imagem, som, estética, política, linguagem, acesso, tecnologia, hierarquia, meios de produção, difusão, debate e construção da opinião pública: cineclubismo, entre outras diversas TRANS-versalidades.

A SEDA Campinas é TRANS!!!! Trans-versal, trans-mitida, trans-itada, trans-gredida, trans-tornada, trans-passada, trans-mídia.

Veja a programação completa no link: http://midialivrevaijao.art.br/programacao-seda-campinas-sp/

Mais informações sobre a Semana do Audiovisual Campinas:

Os grupos, coletivos e espaços de cultura que há seis anos organizam a SEDA Campinas convidam todas e todos a participarem da construção da VII SEDA – Semana do Audiovisual Campinas. As reuniões organizativas são de portas abertas sempre às quintas-feiras, 19h00, no Museu da Imagem e do Som de Campinas.

A proposta é construirmos um festival colaborativo que paute as diversas demandas por humanidades que nos foram e nos tem sido negadas, através da exibição de filmes independentes, debates, oficinas, intervenções urbanas, teatro, dança e música. O golpe articulado no ano de 2016 continua em curso no ano de 2017, apresentando o desmonte de direitos básicos da população.

A SEDA é um festival multilinguagem, multimídia, mas sobretudo um festival cineclubista na cidade de Campinas-SP que pauta a democratização dos meios de comunicação no Brasil e novas plataformas de acesso e difusão de conhecimentos por meio do audiovisual.

Ocupar os espaços públicos da cidade, reivindicar a pluralidade de vozes que exigem o bem viver, para que seja possível rever e reinventar as maneiras de estar e ser no mundo é fundamental nesse momento. A SEDA traz a perspectiva da participação, composição e organização das temáticas sociais e populares dentro das potencialidades das linguagens multimídias e propõe a construção de um debate temático por meio dos atores e protagonistas da localidade e de outros lugares. Assim, ao passo que se amplifica e aprofunda os debates e pautas das diversas frentes temáticas, também se faz encontrar a identidade e pertencimento das questões sociais colocados entre grupos e a apropriação tecnológica e linguística de suas realidades.

Nesses seis anos de Semana do Audiovisual, passaram cerca de 6 mil pessoas pelo festival, mobilizando cerca de 600 produtores, realizadores e agentes culturais do setor, circulando cerca de 150 produções audiovisuais nacionais alternativos e/ou independentes.

O Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro é a maior festa organizada pela sociedade civil em Campinas e reg...
21/06/2017

O Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro é a maior festa organizada pela sociedade civil em Campinas e região, com a participação de cerca de 5000 pessoas. É uma festa julina de culturas afro-brasileiras, anual, com duração de 18h, que ocorre sempre no segundo sábado do mês de Julho. Em 2017 será no dia 08 de Julho, começando sábado, ao meio-dia (12h), na Casa de Cultura Fazenda Roseira, que também abriga o primeiro Centro de Referência Jongueiros do Sudeste - Comunidade Jongo Dito Ribeiro, do estado de São Paulo.

O nosso 14º Arraial Afro Julino é Patrimônio Cultural Imaterial de Campinas, é evento do calendário oficial turístico do Estado de São Paulo, é evento oficial no calendário da nossa cidade e abre as comemorações de aniversário da nossa amada Campinas-SP. Por fim, são 14 anos de trabalho e salvaguarda da nossa cultura ancestral, o jongo. Se programem... este será o último ano no formato da 12h as 06h da manhã.

A festa inicia tradicionalmente com o terço a São Benedito e depois segue com apresentações culturais e artísticas de grupos parceiros de diversas localidades do estado de São Paulo, entre outros estados, do segmento afro. Tem jongo, samba, maracatu, bateria, rap e outras manifestações culturais afro-brasileiras, além da disposição de barracas de comidas típicas da culinária afro, pratos juninos, vestuários e artesanato.

A Festa acontece na sede da comunidade a Casa de Cultura Fazenda Roseira, sede da comunidade jongueira instalada em uma antiga fazenda, na periferia de Campinas/SP. A entrada é 2kg de alimento não-perecível ou o valor de R$ 10,00 reais. Os alimentos serão doados para o banco de alimentos da prefeitura municipal de Campinas.

Toda a elaboração, desenvolvimento, divulgação e organização do Arraial é realizada pela própria

Comunidade, unindo gerações, amigos, parceiros e familiares no maior evento realizado pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro.

Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira -

Rua Domingos Haddad, n° 01 em frente ao Hospital da PUCC II, dentro do Residencial Parque da Fazenda - rua s/ saída.

Confira a Programação Completa http://fazendaroseira.blogspot.com.br/
Mais Informações https://comunidadejongoditoribeiro.wordpress.com/ ou no e-mail: [email protected] ou cel: 19 99134-3922 | 19 3227-5633 | 19 98106-7238 |

Programação:

Terço a São Benedito

Afoxé Ibaô Inã Ati Omi

Capoeira Semente do Jogo de Angola

Resistência Du Gueto

Grupo Urucungos

Bateria Alcalina

Aureluce Santos

Ilú Oba de Min

Forró Mandaçaia

Jongo do Tamandaré

Comunidade Jongo Dito Ribeiro

Dj Barata, JP, Chakal, Taynara, Mariana Boaventura

E muito mais

30/04/2017
Grupo Indígena Sabuká - Kariri Xocó faz temporada de atividades em CampinasO Grupo Indígena Sabuká - Kariri Xocó-AL, a R...
29/04/2017

Grupo Indígena Sabuká - Kariri Xocó faz temporada de atividades em Campinas

O Grupo Indígena Sabuká - Kariri Xocó-AL, a Rede de Apoio Xariri-Xocó em Campinas com o apoio da Pró-reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Campinas e outros coletivos, convidam à todas e todos para as atividades culturais com o grupo indígena na sua 5ª vinda à Campinas. Entre os dias 30 de abril e 19 de maio de 2017, o grupo estará realizando várias atividades e apresentando seus trabalhos em alguns espaços da cidade.

O grupo Kariri-Xocó – Sabuká – de Alagoas, que há quatro anos vem realizando trabalhos educacionais, culturais, vivenciais e de divulgação e fortalecimento de sua cultura na região, abre mais uma temporada de atividades em 2017 para dar continuidade na construção de laços de parceria e troca de conhecimentos estabelecidos entre escolas, grupos e centros culturais, universidades, entre outros. O trabalho do grupo, formado por 7 homens moradores da aldeia e, neste ano, quatro mulheres, consiste na realização de rodas de conversa, como forma de partilhar sua história, cultura e modos de viver e ver o mundo. Também são realizadas oficinas de pintura corporal de dança e de cantos – denominados Toré – exposição e venda de objetos patrimoniais- artesanatos.

Nestes encontros as crianças, jovens e adultos podem tirar suas dúvidas, vivenciar e aprofundar seus conhecimentos sobre a cultura Kariri-Xocó e sobre a história e a situação política dos povos indígenas nordestinos.

A Rede Kariri-Xocó é formada por pessoas que acompanham o trabalho do grupo em Campinas e apoiam na forma de elaboração de projetos de financiamento, alojamento, transporte, alimentação, agendamento com escolas e espaços culturais, registros audiovisuais e o fortalecimento político. É também um modo de aprendermos, trocarmos, fortalecermos e divulgarmos a riqueza de conhecimentos do povo Kariri-Xocó bem como de sua luta por direito, à sobrevivência, à dignidade e às suas terras demarcadas.

Saiba mais sobre a cultura, etnia e luta Kariri Xocó:
https://www.facebook.com/apoiokaririxoco/?fref=ts
http://www.karirixoco.com.br/2006/index.php

No próximo dia 07 de abril, Dia Mundial da Saúde, várias organizações e movimentos que pautam uma saúde pública e de qua...
05/04/2017

No próximo dia 07 de abril, Dia Mundial da Saúde, várias organizações e movimentos que pautam uma saúde pública e de qualidade no país estarão realizando um ato de protesto e reivindicações no centro da cidade. Convida tod@s para participar e ajudar a construir um debate e enfrentamento aos desmontes que vem acontecendo e sendo anunciados no município de Campinas-SP com apontamentos de terceirização, privatização, sucateamento e retirada de direitos básicos nos serviços de saúde municipais. A manifestação está sendo chamada para às 16h, com concentração e saída do Sindicato da Construção Civil de Campinas e Região.

Mais Informações:

O SUS em Campinas vive uma grave situação, seus serviços de saúde têm sido desmontados há alguns anos. Exemplos do descaso com a saúde pública é a falta de profissionais, medicações e insumos; além do fechamento da UPA Centro que superlotou ainda mais os Pronto Atendimentos e Hospital Mário Gatti.

Nos serviços de saúde mental, a situação não é diferente. A prefeitura decidiu "vender" a gestão dos CAPS, Centros de Convivência e serviços geração de renda da cidade, através de um chamamento público. O "leilão" começará em breve e haverá precarização das condições de trabalho, fragmentação da rede de serviços e demissões de trabalhadores do Cândido Ferreira, impactando na qualidade do cuidado.

Nós trabalhadores da saúde mental através de nossas assembleias e espaços de discussão ( como o do dia 30 de março na câmara municipal) para garantirmos os direitos dos usuários e trabalhadores da rede estamos juntos com movimentos sociais da saúde e dos usuários e seus familiares, movimento estudantil para compor juntos uma unidade em defesa da saúde de qualidade como um direito básico garantido e de responsabilidade do poder público.

É mais do que necessário que nesse momento nos coloquemos a repassar o cenário político aos usuários e nos colocarmos para além do debate, nesse sentido contamos com todxs para o *ato dessa sexta feira 07 de abril - dia mundial da saúde*, que acontecerá *às 16h* com *concentração no sindicato da construção civil* com oficinas de cartazes microfone aberto a partir das 15h. O ato irá em passeata até o paço municipal onde as 16:30 acontecerá uma reunião com a gestão.

Os repasses em reuniões de equipe e organização para esquema de plantões são alternativas para garantirmos o maior número de usuários e trabalhadores!

*VAMOS A LUTA!*

Endereço

Campinas, SP

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