Professor Nilceu - Jornalista

Professor  Nilceu - Jornalista Página destinada ao jornalístico. A exposição de textos, e de imagens preenchem uma espaço qu Textos referentes aos mais diversos temas.

CONSCIÊNCIA NÃO É MERCADORIA======O pessoal que oprime evita discussões sobre temas polêmicos a todo o custo. É tabu fal...
20/11/2025

CONSCIÊNCIA NÃO É MERCADORIA
======

O pessoal que oprime evita discussões sobre temas polêmicos a todo o custo. É tabu falar, por exemplo, sobre educação e os efeitos.

Para os futuros delinquentes, trata-se de um assunto sinônimo de doutrinação. Eu classifico tal fala como medo, receio. E com muita boa vontade, desconhecimento!

A ordem é evitar que a sociedade num todo, se equipare em termos intelectuais. Não daria para subir um pouquinho a qualidade dos cidadãos; seria pedir ou sugerir muito?!

Outro: a turma não aceita discutir o tema ab**to e já quer engalfinhar o autor da proposta. O pior é que ela pratica e ele apoia, mas não podem expor as causas. "Agem debaixo de um quieto", como diria vovó.

Casamento gay é o cúmulo dos cúmulos para a gangue das hipocrisias. O pior é que satanizam condições e têm nas suas casas, grandes exemplos, pois
os filhos deles, em sua maioria são. Chegaram sugerir a "cura gay". Os filhos aprovaram? E você, ainda no armário!

O outro tema oportuno e pertinente é o preconceito. E quando se alia ao racismo, então, merece pensar em dose dupla e refletir em dose tripla! Os estragos são muitos e às vezes se agigantam caso as
respostas não cheguem.

Simpatizar ou gostar de um preto não é questão de afinidade, e sim, de interesses. Desde pequeno, quando surge oportunidade de um encontro das duas etnias, logo surge um embate: sentar ou não ao lado de um
branco e vice-versa?

As crianças já ouviram posicionamentos e comentários sobre as duas etnias. Alguns já leram sobre. Ficam na expectativa de que as situações melhorem.

Famílias também não costumam se "bicar" quando um deles é preto. Alegam que o branco vai sofrer de graça, pois não precisaria passar por constrangimentos: "o vizinho da rua de cima te ama e é branco; tente
gostar dele!". Desta forma, o aspecto ra***ta se estende.

O que você talvez nunca soube é que às vezes, a família do preto é contra o matrimônio entre as partes. Alegam que ser de pele branca e se unir a esse modelo de família é prejudicial: "não convém se casar com
alguém branco". Os motivos são diversos. Sabia disso? Até brigas entre as famílias ocorrem.

Às vezes o casal foge e reaparece com filhos. E daí, quem iniciará a briga?

Outra situação entre o cidadãos quanto etnias opostas ocorre no local de trabalho na hora do mérito: ambos exercem a mesma função, mas uma etnia merece receber um salário maior. Normalmente, o branco ou a branca
recebe mais. O preto ainda é colocado em segundo plano, o aprendiz. Não serve para ser chefe, segundo a mentalidade da empresa e dos seus jagunços que vigiam e criam narrativas contra a preta.

O tempo resolverá; ou está tudo de cabeça para baixo?

A criança preta deve estudar na mesma sala da branca? As pré-famílias dizem que não. Os filhotes de algumas não aprovam essa mistura, esse convívio. Uns se esbaldam com nutelas, outros só sentem o
cheiro. Uns utilizam sanitário com descarga automática, o outro vai ao banheiro e tem que puxar a cordinha.

Muitos utilizam papel higiênico de tripla ou quádrupla camada; outros, os de uma camada e simples. Mas vocês, ra***tas, esquecem que por debaixo das "vergonhas" todos somos pretos.

Com raríssimas exceções e talvez com a força da sua crença seja lilases com aspectos arroxeados.

A grande hipocrisia está em uma parte da sociedade que se gaba, promove ironias, pratica o negacionismo nu e cru, mas se esquece de olhar para si mesma. A ordem é desafirmar e ainda por cima, denegrir ricas ações
contra o fracassado plano de dominação social etníaca.

O povo preto representa a parte ungida de uma sociedade que parece não ter jeito, não ter capacidade para promover ações francas e inteligentes. Para isso, seria necessário aprender primeiro, a ser pessoas; e
em segundo, colocar em prática o que imaginam saber. Não sabem, não captam.

Discriminar deve fazer bem aos incultos, aos tortos, aos deformados. O caminho dos abutres costuma ser linear. O desfile do bando costume surgir do nada, sem destino aparente.

O que os ra***tas estufam o peito para enumerar defeitos dos pretos, acusá-los de tudo que é ruim, esquecem de perguntar aos ofendidos, se eles estão felizes ao lado da dominância branca.

Pela sua cabeça, você entende que todos os pretos adoram ficar, estudar, permanecer ao lado de seres pré-humanos brancos?

Será que é prazeroso ficar de frente para um abominável seja qual for a razão?

Deixe de ser ambígua, esclareça os fatos que você cria ou compartilha, procure ou tente procurar saber se a sua melhor amiga for preta e você considerada branca está, de fato, contente ao seu lado?

Os que realizam enlaces entre branco e preto para que talvez os filhos sejam "moreninhos" ainda pensam da mesma forma após alguns nascimentos entre vocês; estão felizes?

Será que valeu a pena trocar o tal amor pelo oportunismo, ou até mesmo pela condição financeira de um ou do outro? Ou apelo foi sexual?

É claro que o amor é possível entre os pares; mas a conveniência também. Os frutos talvez nao sejam resultados desses acordos.

Aprendam lições e respeitem o povo preto, vocês poder-se-ão necessitar de um ou de alguns. Não sei se dará tempo!

Consciência é incomprável. Não queira encontrá-la em lojas, botecos etc.
===========
Nilceu Francisco é professor, jornalista, escritor, poeta, ambientalista, vídeorrepórter,
fotojornalista

O BRASIL DAS FLORES ======O Brasil é considerado um dos maiores países que cultivam flores. Basta observar e considerar ...
12/11/2025

O BRASIL DAS FLORES
======

O Brasil é considerado um dos maiores países que cultivam flores. Basta observar e considerar
os anseios que emergem nos mais diferentes estados e cidades em busca desses formatos da natureza.

Há centenas de espécies das mais tradicionais plantas que florescem a cada minuto, dia, mês, ano.

Durante o ano todo, as estações, sucessivamente expandem grandezas naturais; aspectos que
ornamentam os mais caprichosos desfiles, conforme a estação.

Destaque para as quatro estações, principalmente à Primavera quando ressurgem numa determinada
época do ano as mais ricas e belas plantas e flores. Muitas são raras, nem por isso, deixam
de ser protagonistas.

Diversas espécies se renovam, modificam paisagens, promovem amores, inspirações e encantamentos;
alimentam sonhos e realizam efeitos que se espalham nos mais divinos espaços. Várias imagens
são observadas em todos os municípios desde os mais simples canteiros.

Não é difícil deparar com ruas floridas.

O Brasil é o país das flores e muitos dos envolvidos se especializam para promover e manter
as espécies nativas. É o ramo de atividade da maioria, o emprego de milhares de pessoas. E
muitos se especializam na área.

Há cursos, muitas aulas presenciais e algumas digitais. Vastos conteúdos são facilmente encontrados
em livrarias, lojas do ramo, em alguma escolas, bancas de jornais e revistas etc.

Não teríamos tantas flores das mais singelas espécies não fossem as plantas, desde os primeiros
cuidados como a preparação do solo, o zelo para com as sementes e as germinações.

É indispensável também saber a época, a lua endereçada a cada uma das espécies, a purificação
dos insumos, o aprofundar nas pesquisas.

Saber pesquisar e ouvir é fundamental para aprimorar conhecimentos sobre os aspectos que cercam
as modalidades florais como os tipos de adubos, fertilizantes, temperaturas, irrigações etc.

O conhecimento é primordial e facilita negociações, rende bons frutos financeiros, além
dos empregos físicos e digitais, onde milhares de pessoas investem na condição humana e nas
rendas capitalistas.

Plantações e exposições de flores estão sempre em alta no nosso país; os destaques vão
para alguns municípios paulistas onde, praticamente todas as cidades se envolvem, como em
Holambra-SP. A grandiosa exposição EXPOFLORA ocorre uma vez por ano. O tempo de duração é de
trinta dias. Antes do evento, realizam a preparação total; emergem muitos trabalhos.
O sucesso é absoluto.

Conjugam-se turismo e negócios. Antes da exposição anual, são abertos espaços para receber
empresários. Estes revendem os produtos nas suas regiões. Detalhe: novas espécies são apresentadas.

Quanto à comercialização: há vários modelos de negócios que envolvem as plantas e as flores. Além
das exposições, existem as floriculturas, as festas durante a estação Primavera.

A população de cada cidade faz a parte que lhe cabe: em quase todas as residências há pequenos
jardins, vasos dentro das mais diversas moradias etc.

E há os pequenos agricultores espalhados por todo o Brasil.

Flores enfeitam, decoram igrejas e templos singelos, embelezam espaços, aguçam curiosidades,
perfumam abundantemente, promovem admirações etc.

No estado de São Paulo existem festividades também em municípios como Jaguariúna, Santo Antônio
de Posse, Campos do Jordão e em outros menos citados.

Em alguns estados e cidades fora do estado de São Paulo como Manaus, Paraná (Curitiba), Rio
Grande do Sul (Gramado), Gravatá-Pernambuco, Foz do Iguaçu há constantes visitas de turistas em
busca de uma natureza mais saudável, florida e perfumada. Em Foz, por exemplo, existem as cataratas;
grande parceria!

As flores mais contempladas nas terras brasileiras, tipicamente nativas são: ipê amarelo é a
flor nacional brasileira (a árvore é o Pau Brasil); onze horas, helicônia, cipó de São João,
flor-de-maio, girassol, begônia, bromélia, primavera, gloxínia, jacarandá, amaranto, lírio, orquídeas,
camélia também se destacam.

Portanto, aproveite a natureza de forma mais saudável. O Brasil promissor está por vir. Será
espetacular!

=======
Nilceu Frncisco: Professor, jornalista, ambientalista, repórter, videorrepórter,
poeta, fotojornalista, articulista

COISA CHATA COISA BOA Reta final e início de ano é dessa forma que se apresenta: alguns caminhos e princípios de reflexõ...
31/12/2023

COISA CHATA COISA BOA

Reta final e início de ano é dessa forma que se apresenta: alguns caminhos e princípios de reflexões contundentes.

Muitos não gostam de badalações fantasiosas, retumbantes; preferem a simplicidade e os sentimentos remetidos
ao amor, e esperança por situações singelas.

O ano, nem sempre traduz exatamente o que foi para cada um, no aspecto individual; ou de modo amplo, quando
analisamos os fatos de forma geral.

Criamos narrativas espontâneas, queremos o melhor
para o ano seguinte; e desejamos o mesmo aos nossos semelhantes. Cá, entre nós, é difícil ser feliz, ao mesmo
tempo em que grande parte do mundo está em guerra.

Impossível dizer que alguém é absolutamente feliz se no próprio Brasil também deparamos com fomes, injustiças sociais,
perseguições pessoais, mortes de inocentes, racismos estruturais ou não, homofobia, desvios de
dinheiro (trilhões em reais e em dólares) oriundos de irresponsabilidades governamentais federais, estaduais e municipais;
em que promovem as mais diversas negociatas, uma delas: rachadinhas.

É impossível salientar que o Brasil está de parabéns e flui abundantemente para o bem. Sim; flui, brandamente;

no entanto, ainda enfrentamos as consequências da pandemia que segue em um grau bem menor.

Fez mais de um milhão de
mortes (as notificadas e as subnotificadas), graças aos diversos boicotes federais da família miliciana, imprensas
como rádios e tevês, governadores, ministros, senadores, evangélicos, a turma do Agro, a da Bala etc. O principal boicote: vacinas.

Um grande exemplo de Coisa boa é o de ter vivido mais um ano, comemorar e agradecer por mais essa conquista.
E não podemos chamar de Coisa chata ter recebido a respectiva graça. Seria incoerente.

Quando deixamos de expor e exaltar peculiaridades individuais promovidas durante um ano é porque não convém.
Não houveram muitos destaques positivos que merecessem protagonismos. E às vezes, por por algumas ações, não
há espaço para tantas festividades.

O que é tristeza para uns, tornam-se irrelevante para outros. Depende do grau de aproximação, de capacidade
sentimental e de hábito. As famílias não são uniformes e muito menos alinhadas ao que supostos objetivos. São
desalinhadas, tênues e justapostas. As grandes fraquezas estão ocultas.

Outra Coisa boa: o resultado das Eleições/2022; conseguimos bloquear os desvios de dinheiro, a compra de votos e jogar no lixo alguns
projetos insanos e fraudulentos através de privatizações para privilegiar invasores estrangeiros e financiadores de golpes.

A "Coisa chata" seria sinônima da mesmice, rotina, sempre as mesmas lembranças; enquanto a Boa, denotaria
algo em prol do sucesso, do progresso íntimo e coletivo, da renovação de aspirações, e que belos motivos
predominem.

Coisa boa ou coisa chata sempre teremos. Cabe a cada indivíduo, e ou a cada grupo familiar determinar o
básico esperançoso, ou seja, o grau de esperança cabível a cada um(a).

Se levar em conta que a vida é imprevisível, e o mundo, nem sempre par, resta se esforçar pela positividade
e deixar fluir o viver.

PERMITA SER FELIZ DE NOVO!

27/12/2023

CERIMÔNIAS DE CASAMENTOS
====

Foi o tempo em que festa de casamento representava a coroação de um enlace movido ao amor,
família, respeito, graça, leveza, sonho e compromisso.

O que presenciamos de uns anos para cá, é a exibição e necessidade de mostrar que para muitas
famílias, dinheiro não é problema. A partir desse pressuposto, digamos que isso denota solução para muitos
que gostam do desperdício, e fazem questão de demostrar desinteligências.

Não faz muitos anos em que festa de casamento era, de fato, um dos principais momentos do enlace,
onde eram reunidos não só familiares, mas também, amigos, colegas, vizinhos etc. Havia fartura,
ainda mais se fosse realizada na roça, devido à possibilidade de consumos de bovinos, suínos,
aves, doces e bolo gigante, com toda a gostosura!

O casamento, em si, pode ser realizado onde desejar os noivos, independente da crença. Inclusive,
em uma chácara, sítio, fazenda, praça, estádios, templos religiosos etc. Claro, além do chamado enlace em
cartório. Aos mais antigos, essa realização era a principal, onde surgia a denominada certidão no civil, era o único espaço
para tal objetivo. Hoje, muitas ações estão modificadas.

Adianta, mesmo, casar e promover uma festa de arromba sem amor: apenas para fugir do rótulo
solteirona (ão)? O mais importante não é o compromisso entre as partes, cujo adjetivo principal
deveria ser amar e ser amado? Não é uma questão de ordem, ou cumprir o "script", a regra; e sim, de sentimentos, cumplicidade, dignidade etc.

Casar não está mais na moda. É notório o desinteresse pelo altar e pelas alianças: muitos moram
juntos há anos e, na prática são casados. Outros, pretendem "juntar os panos" ou os ",
porque a sociedade ainda cobra satisfações. Alguns preferem dizer que trata-se de caretices,
pois, se vivem felizes sem o papel, quando casam, tudo muda para pior: separação, divórcio, brigas,
mortes.

Há casais que preferem o anonimato, o casamento sem badalação. Questão de economia, religião,
falta de recursos.

Em diversos casos, a realização desse sonho faz mais sentido aos pais: falam em tradição, também para dizer às amigas que a
própria família é perfeita, visto que os filhos estão otimamente casados. Grande parte dos noivos, às vezes, seguem o que
os amigos ditam, segundo a moda dos chamamos mais novos. A começar pelas mães solteiras, cujos
comportamentos variam: umas casam grávidas e exibem as barrigas; outra preferem escondê-las. Outra
parte prefere esperar pelo nascimento do bebê, para a realização do matrimônio. Poucas preferem casar
no início da gravidez. E muitos não se casam.

Enfim, para que casar, se está tão bom, sem subir ao altar? Para que realizar esse sonho, se
para muitas famílias está tudo muito caro? Para que promover festa badalada, se a incerteza do
amor de ambas as partes, impera?

Nilceu Francisco é Professor, Jornalista, Escritor, Poeta, Articulista, Ambientalista

27/12/2023

HOUVE UM TEMPO EM QUE SAPOS ERAM TRANSFORMADOS EM PRÍNCIPES

Os humanos especialistas em amor não se cansam de afirmar que a vida parece, mas não é um romance, devido às várias experiências adquiridas.

O mundo está bem diferente do universo de outrora: quase tudo mudou. E nem sempre para melhor, haja vista o desamor que escanteia diversas pessoas que até, então se consideravam românticas, e estavam afim de unir-se ao ser amado, para todo o sempre!

Há muitas teorias sobre felicidade, amizade, amor. Este, passa longe de muitos que ao invés de pensar positivamente sobre o assunto, preferem experimentar situações, antes de qualquer compromisso sério. Querem evitar sofrimentos.

Muitíssimos seres humanos já se machucaram ao acreditar no amor, lutar por ele; e não alcançar a glória amorosa. Por traição, por exemplo. O ser que tanto desejava, passou a admirar outra (o). O assunto veio à tona, surgiu a crise e o finalmente.

Diante de tantas tentativas e desajustes amorosos, há os que preferem ficar com as ocasiões, ou seja, sem compromisso. Os momentos são mais importantes, as dores são evitadas e o futuro está bem distante.

Acreditar no amor passou a ser devaneio, paranoia, sonho impossível, ufanismo, delírio. Ainda mais nos dias de hoje, em que a tecnologia está moderna demais, para quem prefere, ao invés de receber um cartão virtual, uma flor, mesmo que em estado pouco satisfatório.

Difícil é acreditar em amor, ainda mais virtual, sem calor, sem afeto, sem o frente a frente.

Existem várias frases, conhecidas também como ditados populares pertinentes ao assunto: "O amor não manda recado", "Cada caldeirão tem sua tampa", "O que tiver de ser, será", "Se tiver que acontecer, acontecerá". Cabe, na primeira citação, ressaltar que a realidade presencial é mais bonita,
além de calorosa, mandar recado não seria a melhor opção. O ímpeto do sentimento denominado amor é mais desejado e faz uma parceria ardorosa com o coração. Outra frase pronta: "Homem é tudo igual". Muitos discordam. E outra, desde quando radicalizar faz bem?

Apenas relembro o que já vi, vivi, vivenciei e ouço, de vez em quando, alguns que concordam com vários vocábulos escritos aqui, e também, os que discordam de falas e escritas, que poderiam levá-los ao amor.

Os sonhos amorosos existem, mas quem não acredita em sentimentos amplos, por vários motivos, não se entregam, não se arriscam, não se sentem aptos para amar, e muito menos para acreditar que são, ou podem ser amados.

Existem, de fato, muitos humanos que formam uma barreira ao redor de si: evitam falar sobre sentimentos, não contam o que ocorreu consigo em matéria de amor, dispensam quase todos que poderiam se aproximar etc. Preferem leituras ou conversar somente com os (as) colegas que pensam da mesma forma.

"O amor, praticamente, acabou. O que há de concreto é somente os interesses monetários"; milhares afirmam isso. As pessoas procuram alguém dotado de muito dinheiro. Não interessa se há amor; o mais importante é o momento, as aparências e as contas bancárias recheadas. E ao menos um cartão de crédito ilimitado.

Muitas pessoas desesperançosas preferem morar sozinhas: não precisam dar satisfação a quem quer que seja, liberdade total. Há os bastante ricos, em matéria de dinheiro, e não querem arrumar alguém que seja dependente, que não tenha posses, que não correspondem, portanto aos interesses dos improváveis parceiros.

Foi o tempo em que vários seres diziam que desejavam o enlace matrimonial para constituir família; mas hoje, nem precisa se casar para isso.

As situações para a fuga do casamento são cessam, em se tratando, por exemplo, da violência: tem se tornado rotina afirmar "se não for meu, não será de mais ninguém. E alguns cumprem a afirmativa, ao tirar a vida do (a) outro (a).

Sem amor tudo é mais simples: a vida, os recursos, os estudos etc. Até mesmo a solidão, visto que não é necessário olhar para alguém e contar algo, que na maioria das vezes eram inverdades, por exemplo. Ou que fez algo tão bisonho, que nem valeria a pena passar para alguém e em pouco e muito tempo ser cobrado.

Os homens de antigamente, não necessitavam ser belos e formosos: bastavam ter o dinheiro, o bom cartão. Tudo mudava e eram facilmente perdoados, mesmo que tivessem amantes.

O amor acabou, as parcerias amorosas estão apenas no papel e a necessidade de encontrar a outra "metade da laranja", fixou-se nos livros.

Os pais atuais não exigem netos, tampouco, que a filha case de véu e grinalda e virgem. Os conceitos são outros, as mentalidades, idem. Há exceções.

Se você ainda espera pelo ser amado, procure! Não diga que já desistiu de encontrá-lo, sem ao menos ter dado uma chance ao se coração! Se não encontrou e desistiu dessa luta, seja feliz do seu jeito!

Nilceu Francisco é Professor, Jornalista, Escritor, Poeta, Articulista, Ambientalista

27/12/2023

MÃE SOLO
====

Há pouco tempo, a mulher que criava filho sozinha, era considerada mãe solteira. A luta árdua contra esse rótulo, fazia parte do cotidiano de, praticamente todas.

A expressão "mãe solteira" é pejorativa, negativa, preconceituosa; acaba por ridicularizar, e às vezes, condenar a situação no aspecto social. A mulher nem sempre escolhe criar sozinha, os filhos. Se necessário, assume, exclusivamente as responsabilidades. Família monoparental.

A expressão "mãe solteira" caiu, aos poucos, em desuso, e passou a ser substituído por mãe solo. Suaviza bem melhor. Virou moda essa denominação.

Deve ser dificílimo conciliar profissão, casa, religião, planos, sonhos. A mãe, nessa condição, tem que lutar muito para que as ações caminhem bem. Ela parte do pressuposto, de que colocou a criança no mundo, portanto, tem que honrar e ser responsável pela criação, educação. Cuidadora e provedora do lar!

o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), são 57,3 milhões de mães solo; ou seja, o equivalente a 38,7% dos brasileiras que chefiam os seus lares.

Hoje, as mulheres têm a liberdade de escolha: algumas não querem compartilhar a criação dos filhos, com marido, por exemplo. Escolhem a singularidade. Outras, preferem não arriscar, por exemplo, colocar alguém ao lado dos filhos. Nem sempre é uma opção assertativa.

E saber que até 1962 as mulheres precisavam de autorização do marido para trabalhar fora: código civil de 1916. Atualmente, por escolher a solidão, em matéria de marido, e cuidar dos filhos, isoladamente.

Em se tratando de filhos, cujos pais fugiram das responsabilidades, as mães ficam sobrecarregadas, visto que acumulam funções e enfrentam problemas desafiadores.

Algumas mães solo contam com rede de apoio especializada. Outras têm os parentes como aliados, sogros, amigos, namorado etc. Grande parte não tem ajuda.

Portanto, é necessário respeitar as mães solo; se puder ajudá-las, será bom.
====
Nilceu Francisco é Professor, Escritor, Poeta, Articulista, Jornalista, Ambientalista

27/12/2023

A BOA EDUCAÇÃO INCOMODA
=====

Infelizmente, para os cidadãos do bem não chega a ser surpresa algumas atitudes canastras expostas pelo governador do estado de São Paulo. Uma delas: abolir livros didáticos das Unidades Escolares.

Além de cortar verbas das escolas, o governador atropela o Ministério da Educação, ao agir fora da lei. E ainda por cima, se vangloria por ser um boçal desatualizado. Quer investir em digitalidade! Claro, é para frente que devemos caminhar, porém, sem atropelar etapas. Ele tem a liberdade de escolher com quais
livros quer trabalhar, há catálogos com os nomes dos mesmos, descrições e são grátis, através do governo Federal. Por que pretende gastar se mal paga os professores, diretores, coordenadores e funcionários das escolas? Até hoje, veja só: não devolveram o montante que roubaram de nós; aquela porcentagem mensal para cobrir rombos direitistas criados por si mesmos, a ala do mal. Cadê a "grana"?

O "Coiso" II nada mais faz que ratificar o que o seu ídolo-mor havia prometido e demonstrado, durante aparecimentos politiqueiros pelo Brasil e também, exterior. Como aconteceu quando viajou a Londres para supostamente, homenagear a rainha Elisabete, então, falecida. Agora é a vez do tema Educação, e eles não suportam a ciência, a pesquisa, a evolução dos homens.

Uma das atitudes mais bestiais, do atual governador (Republicanos), vem ao encontro das decisões sonhadas pelos partidos que compõem um lado e jamais fizeram o que deveriam, em prol da população, principalmente à parte que sempre luta por dias melhores, sem fisgar seja o que for das semelhantemente pessoas.

A retirada dos livros das escolas, significa radicalismo, maldade, insanidade, em nome da barbárie intelectual, tão sonhada pela
turma que detestam a Educação. Retrógrados odeiam professores. Não desejam que os educandos aprendem a pensar por si sós. Para odiosos, a doutrina do sadismo, dos desrespeitos e do mal deve prevalecer (veja o que ocorre nas escolas militares).

Não é à toa, que o coro retumbante da ala denominada conservadora, uma vez que envolve religiosos, sanguinários, milicianos, sádicos, mentiras, racismo, homofobia, dinheiro vivo, rachadinhas, ausência de caráter etc. aplaudem devaneios propositais como este, porque vislumbram lucros fáceis: tira da população mais jovem, a possibilidade de crescer e amadurecer, mentalmente. Parece proibido sonhar e lutar por objetivos que interessam e venham a interessar a essa fatia humana.

Ao retirar os livros das escolas, não será necessário pensar em construir bibliotecas, tampouco, contratar, de maneira sóbria, funcionários. Não é mesmo? As que estão construídas, grande parte das vezes, permanecem mais fechadas que os pensamentos dos gestores que se dizem futuristas em épocas de campanhas políticas, cuja principal prioridade é (sempre dizem isto), a Educação. Em segundo plano, vem a Saúde. Daria para estudar sem estar bem de saúde?

Muitos conflitos são registrados em livros; estes, de fato, não necessitariam existir. Daí, os tais gestores de hoje escapariam oficialmente dos crimes que tanto haviam praticados. E jamais seriam cobrados. Tratar-se-iam de umas palavras contra outras.

Caso insista nessa ação esdrúxula, o que farão os alunos sem internet em casa; e as escolas que em algumas delas nem têm informatividade suficiente? Como o governador resolveria o problema das delinquências fora das escolas, se alguns alunos sofressem roubos dos aparelhos (tablets)? E como lidaria com os prejuízos educacionais; e os psicológicos?

Carregar livros nos braços, ou nos ombros, através de mochilas seria um fardo para muitos; e carregar tablets? Será que todos residem ao lado das escolas? Há segurança nas Unidades, e nas ruas; onde?

Que ideia mais insana e sem pé nem cabeça. Típica de quem jamais deve ter utilizado um livro todo e muito menos lido e compreendido um, por exemplo, de Literatura. É óbvio que muitos textos que estão nos didáticos saíram de ideias e de livros literários.

Nilceu Francisco é Professor, Escritor, Jornalista, Repórter, Ambientalista, Poeta e ....

27/12/2023

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
=======

A inteligência por si, só, já é um fenômeno intrigante. Imagine, quando o foco
é a versão artificial!

Há um bom tempo o assunto é debatido: primeiramente, discutiam o ser humano
capaz de pensar, raciocinar, decidir etc. A artificial existe, também há um
enorme tempo, a começar, por exemplo, pelas simples calculadoras e afins,
capazes de substituir pensamentos e cálculos humanizados!

Dá para se lembrar, muito bem, de pessoas que sempre preferiram utilizar
essas maquininhas, ao invés de pensar, para realizar problemas nada complexos.

Diziam que as pessoas deveriam utilizar a cabeça, antes de mais nada, pois,
corriam o risco de serem apenas pessoas incapazes, e para muitos, "burros". Já
que não sabiam resolver o mínimo das problemáticas, como denominá-los seres
inteligentes e pensantes?

A ciência encarregou-se de oferecer aos humanos, a possibilidade de pesquisar,
aprofundar nos estudos, enriquecer como humanos e realizar as mais poderosas
tarefas.

Em contrapartida, a tecnologia agigantou-se e propiciou aos, então, preguiçosos,
no tocante ao pensar, ferramentas para que suas atividades fossem realizadas
sem dor, cansaço, esforços: robotização. Foram oferecidas diversas abas para
que o instrutor de humanos direcionasse suas ambições, a fim de encontrar
resultados, no mínimo satisfatórios.

O tempo não permitiu que um ou outro lado parasse. Os bons humanos seguiam
firmes à busca de aperfeiçoamentos através de leituras, aulas físicas,
mentalidades sadias. As máquinas mecânicas foram adaptadas, moldadas e dentro dos
moldes. A presença dos exploradores e admiradores da preguiça ganharam pujanças
e se robotizaram, de verdade. Utilizam robôs em muitas situações.

Dá para elogiar feitos devido à influência artificial, como os aspectos virtuais
e suas disseminações abrangentes e as consequências na prática, no tocante aos bons
serviços proporcionados. É notória a satisfação em ouvir um texto, ao invés de
lê-lo. Às vezes, é melhor a segunda opção; dependerá do propósito de cada
interessado.

Outrossim, se comparar a qualidades das atividades referentes à mobilidade urbana,
não teremos tantos resultados significantes. A área urbana precisa ser melhor estudada;
e depende, abundantemente, em primeiro plano, de políticas públicas eficientes. Muitos
necessitam, de fato, de artificialidade, uma vez que, pensar e raciocinar não são
potencialidades ao alcance dos gestores,

A inteligência humana é inquestionável, é quase cem por cento insubstituível.
Dita, como sempre as regras básicas de civilização educada e criativa. A artificial
obedece aos sinais e são adaptadas, conforme as necessidades, principalmente dos
modelos empresariais; e exemplifico: um produtor agrícola, por exemplo,
prefere uma máquina mecânica, em detrimento de alguns funcionários humanos,
salvo aquele que lida ou lidará com a área tecnológica.

Há exemplos por todos os lados e o assunto, se aprofundado, trará certezas e
devaneios ao mesmo tempo. Tudo dependerá do ponto de vista, da rentabilidade
bastante lucrativa, das metas a serem atingidas para o bem ou para o mal etc.
O descarte da mão de obra, num momento como este, é simplesmente, absoleto.

Inteligência artificial poderá ser uma ótima aposta, mas não terá como comparar,
em igualdade de condições, com a humana: uma visa aos lucros, então, somente. A
outra necessita seguir com a própria sabedoria, para que todos sobrevivam, inclusive,
a que se intitula de grande feito a ser seguido.

Uma bela deixa, aos que vivem de feitos ilusórios, e uma tremenda frustração aos
que sempre imaginaram crescer mentalmente, para solidificar a sua capacidade de andar
com os próprios pés, e pensar com a própria cabeça!

Nilceu Francisco é Professor, Escritor, Jornalista, Ambientalista, Poeta.....

Endereço

Rua: Ana Turato Tessari, 144 Parque Itajaí 2
Campinas, SP
13058-033

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Professor Nilceu - Jornalista posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar