Geriatria Rosa de Saron

Geriatria Rosa de Saron ✨Santuário Sênior | Somos um residencial geriátrico que cuidamos e acolhemos idosos desde 2003.

Espaço destinado a receber idosos necessitados de cuidados paliativos. Possuímos uma estrutura multidisciplinar composta por MÉDICO, ENFERMEIRA, NUTRICIONISTA, TERAPEUTA OCUPACIONAL, PREPARADOR FÍSICO, TÉCNICOS DE ENFERMAGEM e CUIDADORAS.Além de lavanderia própria e cozinha funcionando 24 horas.

13/03/2023

Hoje é aniversário de Torquato Tasso, poeta italiano do séc. XVI e autor de Jerusalém Libertada, clássico publicado pelo Clube em março/2021.

08/03/2023

8 de Março | Dia Internacional da Mulher

Em especial, gostaríamos de enaltecer toda a força das mulheres residentes da nossa casa como também das profissionais que trabalham junto conosco!

Feliz dia das Mulheres💖

23/02/2023
14/02/2023

Olá meus amores ! Mais forte que nunca ...

Belíssima história de luta. Uma homenagem muito especial.
14/02/2023

Belíssima história de luta. Uma homenagem muito especial.

UMA MULHER QUE MERECE VIVER E AMAR COMO OUTRA QUALQUER DO PLANETA.

"Ela nasceu em 1918. Nasceu mulher, negra e pobre. Foi batizada como mais uma Maria: Maria do Carmo, mas ficou conhecida apenas por Carminha. Mal acabou o básico do ensino ofertado aos pobres, ainda uma menina, migrou de Minas Gerais para a cidade do Rio de Janeiro.

A Carminha tinha 1,63m de altura e, embora pequena, carregava a força das Marias, o dom das negras e a marca das mulheres. Maria Carmem. Esse era o seu nome.

Maria amava cantar, contam, àqueles que a conheceram, que seus grandes olhos castanhos e amendoados se fechavam sempre que ela cantava Ataulfo Alves. Mas na pobreza é preciso ter gana sempre, cantar era só um sonho, a vida e a fome falavam mais alto.

Em 1939, aos vinte e um anos, Carminha já lavava roupas para fora e cozinhava em casas de famílias cariocas. Trabalhava no que fosse preciso, jamais teve medo do serviço. Um dia, ela conseguiu um trabalho de "carteira assinada", foi parar na rua Conde de Bomfim, no bairro da Tijuca. Maria recebia o salário de 150 mil réis, era doméstica. Trabalhava numa pensão e a sua patroa se chamava Dona Augusta de Jesus Pitta.

No início de 1942, enquanto esperava o bonde na frente da pensão da Dona Augusta, Carminha conheceu um homem chamado João, ele era motorneiro, motorista do bonde da linha Tijuca. E uma paixão avassaladora tomou conta dos dois, nascia ali o amor entre Carminha e João.

Os dois se encontravam todos os dias após o trabalho. E num dia desses, Carminha ficou grávida. João não queria casar. Mas, ainda assim, casaram-se. Era a força da Maria se impondo sobre o machismo da época. Vai casar, sim!

Grávida, Carminha seguiu trabalhando com a Dona Augusta. E numa tarde, enquanto trabalhava na pensão, as dores do parto foram crescendo, até que seu bebê chegou. Nasceu ali, em um quarto da casa de Dona Augusta. Era um menino. E todos na pensão adoravam a criança. Mas num certo dia, Carminha e Dona Augusta se desentenderam, coisas da vida, e Carminha se demitiu do emprego.

Com a criança no colo, foi morar com a família de João, mudou-se para a favela Barreira do Vasco, que ficava na Baixada de São Cristóvão. Com saudades da criança, Dona Augusta resolver ir visitar Carminha. E chegando na maloca em que ela morava, em Barreira do Vasco, Augusta viu uma Carminha magra e uma criança igualmente mal nutrida. Dona Augusta pediu que Carminha voltasse com seu filho para Pensão. Ela não quis. Orgulhosa, preferia ficar ali, misturando a dor e a alegria. Carminha não vivia, apenas aguentava.

Aos vinte e cinco anos, Carminha contraiu tuberculose. Cada vez mais magra, começou à temer que seu pequeno filho também viesse a se contagiar. Então, por amor, abriu mão do filho, pediu para que o menino fosse levado de volta para a pensão. Augusta levou, cuidaria dele até Carminha melhorar.

Carminha voltou para a casa da mãe, queria se tratar em Minas. Mas chegou muito mal, extremamente magra e doente, passou a sangrar e a ter alucinações. Maria do Carmo não conseguiu viver e amar como qualquer mulher do planeta, morreu aos 26 anos, era 1944.

João, marido de Carminha, achou melhor que a Dona Augusta ficasse com a criança na pensão por um tempo. Ele nunca mais procurou o filho...

Um dia, a filha de Dona Augusta, Lília Silva Campos, estudante de piano, aos 22 anos, disse para toda a família que queria adotar o pequeno menino. Ela explicou que não podia ir embora e deixar aquela criança ali, sem uma mãe. Aconteceu. É que ela tinha se apaixonado, com a força do amor de uma mãe, pelo filho de Maria Carmem. E assim ela o fez. Pediu autorização para a avó, mãe de Carminha, que envolta em pobreza era incapaz de cuidar do menino. Pediu ao pai, o João. Lília virou mãe.

A criança foi morar com Lília na cidade mineira de Três Pontas, onde foi amado e cuidado. Cresceu vendo a mãe adotiva tocar piano na sala de casa, tinha na alma a herança de Carminha, era o seu canto, uma mania de ter fé na vida. Ele tinha os olhos da mãe Maria. E das tantas maneiras que acontecem, foi nos olhos que a mãe ficou para sempre em seu filho. Um olhar tão lindo. O menino cresceu, tomou o gosto pela música. Começou a cantar em bailes.

O filho da Maria, o filho da Lília, com o tempo ficou bastante conhecido. Hoje o chamam pelo nome de Milton Nascimento, o Bituca...

E eu duvido que agora, depois dessa história, você ouça a canção Maria, Maria da mesma maneira... "Maria é o som, é a cor, é o suor, é a dose mais forte e lenta, de uma gente que ri quando deve chorar. E não vive, apenas aguenta."

10/02/2023
10/02/2023

A vida é um presente.
Nas nossas memórias ficam as lembranças que com as oportunidades vão aparecendo.

O que será que ele estava pensando? Nas boas lembranças de uma vida que sem arrependimentos ele viveu e vive💙

Conheçam o Sr. Alexandre🥹🫶🏽

Triste Verdade
08/02/2023

Triste Verdade

28/01/2023

Nosso Santuário Senior frutificando. Graças a Deus atendendo a sua proposta de acolher amorosamente os idosos.

Endereço

Rua Albertina Albert, 1455/Aldeia Dos Camarás, Camaragibe/
Camaragibe, PE
54783-310

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