Coletivo LGBT Nickolle Rocha

Coletivo LGBT Nickolle Rocha Coletivo LGBT Nickolle Rocha | Cachoeira do Sul - RS Além disso, apontamos resultados, notícias e dados sobre a questão LGBT+.

Coletivo LGBT Nickolle Rocha | Cachoeira do Sul - RS

Criado com o intuito de fortalecer o movimento e as causas LGBT+ na cidade e região, promovendo a igualdade sexual e de gênero entre os indivíduos, pautando as problemáticas que temos vivido e acompanhado durante todo transcorrer da história.

31/03/2026

31 de março – Dia Internacional da Visibilidade Trans

No Dia Internacional da Visibilidade Trans reafirmamos a importância da existência, da resistência e da luta cotidiana das pessoas trans em todos os espaços da sociedade, pois visibilidade é também garantir respeito, dignidade e o direito de viver plenamente, com acesso à educação, saúde, cultura, trabalho e participação social. Em nosso município de Cachoeira do Sul, essa data se torna ainda mais significativa quando fortalecemos os movimentos locais que constroem caminhos de inclusão e enfrentamento às desigualdades, especialmente o Coletivo LGBT+ Nicole Rocha, que atua como espaço de acolhimento, articulação e mobilização social, promovendo o diálogo, a conscientização e a defesa dos direitos humanos. A visibilidade trans não se limita a uma data no calendário, ela é um chamado permanente para combater a transfobia, ampliar políticas públicas e garantir que vozes historicamente silenciadas sejam ouvidas com protagonismo e respeito. É através da união dos movimentos sociais, da ocupação dos espaços públicos e da construção coletiva que avançamos rumo a uma sociedade mais justa e igualitária, onde cada pessoa possa existir com orgulho de sua identidade. Celebrar a visibilidade trans é reconhecer histórias de coragem, reafirmar a luta por direitos e fortalecer redes de apoio que transformam realidades, levando informação, empatia e consciência para toda a comunidade. Cachoeira do Sul tem um papel fundamental nesse processo, e o trabalho desenvolvido pelo Coletivo LGBT+ Nicole Rocha demonstra que a organização coletiva é uma ferramenta poderosa de transformação social, promovendo inclusão, respeito e cidadania para todas as pessoas. Por Cláudia Ellen de Araújo Teixeira, coordenadora do Coletivo LGBT+ Nicole Rocha. 🏳️‍⚧️✨🌈

24/03/2026

NOTA PÚBLICA DE PARTICIPAÇÃO

Eu, Cláudia Helen de Araújo Teixeira, mulher trans, pessoa com deficiência visual, ativista cultural e de direitos humanos, residente no município de Cachoeira do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, venho por meio desta manifestar minha participação no Encontro Nacional de Mulheres com Deficiência – Nossas Vozes, Nossos Direitos, que será realizado nos dias 26 e 27 de março de 2026, das 8h às 18h, no San Marco Hotel, localizado no Setor Hoteleiro Sul, Quadra 05, Bloco C, Asa Sul, em Brasília/DF.

Participo enquanto representante do Estado do Rio Grande do Sul, reafirmando meu compromisso com a defesa dos direitos humanos, da cultura, da inclusão e da acessibilidade.

Atuo como conselheira estadual de política cultural suplente, conselheira municipal de política cultural e conselheira municipal dos direitos das pessoas com deficiência, além de, neste ato, representar o Conselho Estadual das Pessoas com Deficiência do Rio Grande do Sul, fortalecendo a luta por políticas públicas efetivas, participação social e garantia de direitos.

Também represento o Coletivo LGBT+ Nicole Rocha, do município de Cachoeira do Sul, bem como o Coletivo Nacional Olhar de Gênero, reafirmando o compromisso com a defesa dos direitos da população LGBTQIA+, promovendo inclusão, respeito e cidadania.

Reafirmo a importância da representatividade legítima das pessoas com deficiência e da população LGBTQIA+ nos espaços de decisão, destacando a necessidade de construção de políticas públicas inclusivas, acessíveis e que respeitem a diversidade humana.

Cachoeira do Sul, 23 de março de 2026

Cláudia Helen de Araújo Teixeira
Coordenadora do Coletivo LGBT+ Nicole Rocha

13/03/2026

Mulheres trans e tr****tis são mulheres. Esta afirmação não é apenas uma posição política ou ideológica, mas o reconhecimento da diversidade humana e da pluralidade de existências que compõem a sociedade em que vivemos. Ao longo da história, muitas concepções sobre gênero foram construídas a partir de visões limitadas e excludentes, que não contemplavam a complexidade das identidades humanas. Hoje, cada vez mais compreendemos que a identidade de gênero é uma dimensão legítima da experiência de cada pessoa, e que o respeito a essa identidade é parte fundamental da construção de uma sociedade mais justa e democrática.

Pensamentos retrógrados que insistem em negar a existência e a legitimidade das mulheres trans e tr****tis precisam ser revistos, atualizados e transformados. A sociedade muda, evolui e aprende. Como já foi dito em reflexões que marcaram a luta feminista ao longo do tempo, não se nasce mulher, torna-se mulher. Essa compreensão amplia o olhar sobre o que significa ser mulher e abre espaço para reconhecer que há múltiplas formas de viver e expressar essa identidade.

Vivemos em uma sociedade diversa, plural e complexa. Mulheres não são um grupo homogêneo; são muitas histórias, corpos, trajetórias e realidades distintas. Dentro dessa diversidade, mulheres trans e tr****tis fazem parte da luta por dignidade, respeito e igualdade de direitos. Negar essa realidade não apaga essas vidas, apenas reforça estruturas de exclusão e violência.

O Brasil, infelizmente, carrega um dado alarmante e doloroso: há mais de 16 anos lidera o ranking mundial de assassinatos de pessoas trans, especialmente mulheres trans e tr****tis. Esse cenário revela não apenas a violência física, mas também a violência simbólica, social e institucional que atravessa essas existências diariamente. Cada vida perdida representa uma história interrompida, um sonho negado, uma humanidade que foi desrespeitada.

Diante dessa realidade, é urgente que a sociedade se atente, reflita e se mobilize. Não se trata apenas de tolerar diferenças, mas de reconhecer direitos, promover respeito e construir pontes de solidariedade. A união entre pessoas comprometidas com a dignidade humana é fundamental para enfrentar o preconceito, o ódio e a desinformação.

Reconhecer que mulheres trans e tr****tis são mulheres é também afirmar que todas as mulheres têm direito à vida, à segurança, ao respeito e à participação plena na sociedade. É compreender que a luta por direitos não exclui, mas amplia horizontes. É escolher caminhar em direção a um mundo onde a diversidade seja celebrada e onde nenhuma pessoa tenha sua existência negada ou ameaçada por ser quem é.

29/01/2026

Bom dia. Hoje, 29 de janeiro, celebramos o Dia Nacional da Visibilidade Trans e Tr****ti, uma data de extrema relevância para reafirmar a dignidade, a existência e os direitos das pessoas trans e tr****tis no Brasil. Este dia é um marco de conscientização social, política e humana, que nos convoca a refletir sobre a importância do respeito, da igualdade de oportunidades e do reconhecimento pleno dessas identidades em todos os espaços da sociedade.

A visibilidade trans e tr****ti não se resume à presença simbólica, mas se concretiza no acesso a direitos fundamentais, como educação, saúde, trabalho, cultura, segurança e participação política. Trata-se de reconhecer trajetórias historicamente marcadas pela exclusão e pela violência, mas também pela resistência, pela contribuição social e pela construção de saberes, culturas e afetos que fortalecem a democracia e a diversidade humana.

O Coletivo LGBT+ Nicolle Rocha ressalta a importância da representatividade legítima e do posicionamento ético de todas, todos e todes na defesa intransigente dos direitos humanos, do combate à transfobia e da promoção de uma sociedade mais justa, inclusiva e plural. A conscientização sobre esta data é um compromisso coletivo, que exige empatia, informação e ação contínua para que nenhuma pessoa trans ou tr****ti seja silenciada, invisibilizada ou privada de viver com dignidade.

Que este 29 de janeiro seja também um chamado à responsabilidade social, ao respeito às diferenças e à construção de caminhos onde a diversidade não apenas exista, mas seja reconhecida, valorizada e celebrada todos os dias.

05/01/2026

O mês da Visibilidade Trans é um período de afirmação da existência, da dignidade e do direito à vida das pessoas trans em uma sociedade que historicamente insiste em nos negar humanidade. É um tempo de memória, de luta e de reafirmação política, sobretudo quando essa visibilidade está diretamente ligada a histórias interrompidas pela violência, como a da mulher trans Nicole Rocha.

O nome do Coletivo LGBT Nicole Rocha não é apenas uma homenagem, mas um ato permanente de resistência e humanização. Nicole Rocha foi uma mulher trans assassinada em Cachoeira do Sul, no Parque da Fenarroz, em 11 de junho de 2016, vítima da transfobia estrutural que segue matando corpos trans no Brasil. Carregar seu nome é reafirmar que Nicole não será esquecida, que sua vida importa e que sua história segue mobilizando consciências e ações coletivas.

Neste ano, ao completar 10 anos de existência, o coletivo reafirma seu compromisso com a luta por direitos, pela construção de políticas públicas, pelo enfrentamento à violência e pela promoção do respeito à diversidade. A memória de Nicole Rocha atravessa cada ação, cada palavra e cada mobilização, lembrando que visibilidade não é apenas ser visto, mas ser reconhecido como sujeito de direitos.

A Visibilidade Trans não pode ser reduzida a uma data simbólica. Ela precisa ser cotidiana, concreta e comprometida com a transformação social. Enquanto mulheres trans continuarem sendo assassinadas, marginalizadas e silenciadas, falar de visibilidade é falar de sobrevivência. O Coletivo LGBT Nicole Rocha segue existindo para que histórias como a de Nicole não sejam apenas estatísticas, mas marcos de uma luta que exige justiça, respeito e vida digna para todas as pessoas trans.

30/12/2025

Em 2025, o Coletivo LGBT Nicole Rocha consolidou-se como um espaço de articulação, resistência e cuidado coletivo na defesa dos direitos da população LGBT+. O ano foi marcado por uma atuação contínua e comprometida com a promoção da visibilidade, o enfrentamento às violências e discriminações e a afirmação da dignidade, do respeito e da cidadania como princípios fundamentais da luta coletiva.

Ao longo do ano, o coletivo esteve presente em ações de mobilização social e política, participando de debates públicos, conselhos, conferências e demais espaços de controle social, reafirmando a importância da representatividade LGBT+ nos processos de decisão. Também integrou atos, campanhas e manifestações em defesa dos direitos humanos, da democracia e da vida, com especial atenção às pessoas LGBT+ em situação de maior vulnerabilidade.

A promoção de ações de conscientização e formação foi outro eixo central da atuação em 2025. O coletivo contribuiu para o diálogo permanente sobre diversidade sexual e de gênero, combate à LGBTfobia e respeito às identidades, compreendendo a educação e a informação como ferramentas essenciais para a transformação social e a construção de uma sociedade mais justa e plural.

O fortalecimento das redes de apoio e acolhimento também marcou o ano, por meio da escuta ativa, da orientação e de encaminhamentos, reafirmando o compromisso com o cuidado, a solidariedade e a criação de espaços seguros. As parcerias estabelecidas com outros coletivos, movimentos sociais, instituições e agentes culturais ampliaram o alcance das ações e fortaleceram a luta coletiva.

A retrospectiva de 2025 revela um ano construído com coragem, afeto e resistência. Que em 2026 possamos seguir fortalecendo a união e a coletividade, reafirmando o compromisso com a igualdade, a justiça social e o direito de existir com dignidade, consolidando um legado de ações que fortalecem a comunidade e apontam para um futuro de mais respeito e inclusão.

Coordenação do Coletivo LGBT Nicole Rocha

01/12/2025

Hoje, primeiro de dezembro, Dia Mundial de Combate à AIDS, é um dia de conscientização, informação e luta contra o preconceito. Existe prevenção e existe tratamento. Pessoas vivendo com HIV podem ter uma vida plena, e quando alcançam a carga viral indetectável, não transmitem o vírus. Precisamos eliminar o estigma e entender que o HIV não escolhe identidade de gênero, orientação sexual ou qualquer outra característica: qualquer pessoa pode adquirir o vírus. Também é fundamental divulgar a existência da PEP, que é a Profilaxia Pós-Exposição, um tratamento de emergência que deve ser iniciado até 72 horas após uma situação de risco para evitar a infecção, e da PrEP, a Profilaxia Pré-Exposição, um método preventivo contínuo que reduz significativamente as chances de transmissão. Informação salva vidas, combate o preconceito e fortalece a prevenção. Faça o teste gratuitamente.

Endereço

Cachoeira, RS

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