Hora de Reagir - Renovar a Fenaj em defesa dos jornalistas

02/04/2019

Ainda não está certo se a ex-vereadora do Rio de Janeiro vai batizar uma rua, uma praça ou outro local. Proposta foi apresentada pela prefeita da capital da França e aprovada por conselheiros de direita e de esquerda, segundo agência.

24/09/2016

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Pra matar a curiosidade, veja como está ficando a nossa programação do Seminário e do Encontro.
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PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO
(pode sofrer alterações)

:: 13 de outubro

08h30 - Credenciamento

09h - Saudação da Organização

09h15 - O ajuste fiscal e os prejuízos à classe trabalhadora
- NILDO OURIQUES - professor do departamento de economia e Relações internacionais da UFSC e presidente do Instituto de Estudos Latino-americanos

10h - Os desafios da classe trabalhadora diante do novo momento político no País
Com integrantes da CSP-Conlutas (Joaninha), CTB, CUT (Janeslei), Força Sindical e Intersindical (Índio)

12h - Almoço

13h30 - A democratização da comunicação e o falso discurso da censura
- GUSTAVO GINDRE - jornalista, mestre em Comunicação e Cultura (UFRJ), integrante do Coletivo Intervozes, especialista em regulação do audiovisual, lotado na Agência Nacional de Cinema (Ancine).
- RACHEL BRAGATO - jornalista e doutora em Sociologia. Trabalha na área de internet e política, participação e teoria democrática. Fundadora do Intervozes e Soylocoporti, faz parte da Frente Paranaense pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão - Frentex/PR

15h30 - Intervalo

16h - Mídia alternativa e empoderamento popular
- LAURA CAPRIGLIONE - integrante da rede de Jornalistas Livres
- MARINA DIAS - coordenadora de comunicação da Agência Pública
- PEDRO CARRANO - coordenador do Jornal Brasil de Fato de Paraná

18h30 - Esquete “Vale tudo pela democratização da mídia” (FrentexPR e palhaços de Curitiba)

19h - Bate papo de articulação do Fórum Nacional pela Democratização da Mídia (FNDC) - (atividade opcional)

:: 14 de outubro

09h - A lei antiterrorismo e a criminalização dos movimento sociais
COM INTEGRANTES DO FES-PR, MTST E MST

10h45 - Intervalo

11h - Fazemos jornalismo sindical?
ANA PAULA BRANDÃO TATAJUBA - comunicóloga, coordenadora da Secretaria Nacional de Comunicação da CUT
GUILHERME CARVALHO - jornalista, doutor em sociologia e ex-presidente SindijorPR
HENRIQUE PEREIRA - publicitário e especialista em comunicação sindical. Fundador e diretor de Estratégia da Interlig Propaganda Solidária

12h30 - Almoço

14h - O uso de novas mídias nos sindicatos
- GUSTAVO BARRETO - professor e colaborador do Núcleo Piratininga de Comunicação e da Rede Nacional de Jornalistas Populares

15h30 - Intervalo

15h45 - Uso da imagem no jornalismo sindical
- JOKA MADRUGA - repórter-fotográfico freelancer, apoiador de causas populares, idealizador do site Terra Sem Males e diretor de Imagem do SindijorPR
- JOSÉ CÍCERO DA SILVA - fotógrafo e videomaker na Agência Pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo. Atuou como freelancer e prestou serviços para veículos de comunicação que abordam violações de direitos humanos

16h30 - Plenária Final

| NOITE LIVRE |

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2º ENCONTRO NACIONAL DE JORNALISTAS SINDICAIS

:: 15 de outubro

08h30 - Café
09h - Direitos dos jornalistas sindicais
- CHRISTIAN MANAS - advogado do SindijorPR

10h - Fazemos jornalismo ou assessoria?
- RENATA MAFFEZOLI - jornalista

12h30 - Almoço

13h30 - Interação entre jornalistas

16h - Troca de Experiências - apresentação publicação sindical

17h - Encaminhamentos

20h - Confraternização - Prêmio Sangue Bom e Baile dos 70 anos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná

Contra Carta de Goiânia aos jornalistas brasileirosNós, jornalistas que atuamos na oposição à atual diretoria da Federaç...
09/09/2016

Contra Carta de Goiânia aos jornalistas brasileiros

Nós, jornalistas que atuamos na oposição à atual diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e que participamos do 37º Congresso Nacional dos Jornalistas, realizado entre 25 e 27 de agosto em Goiânia, manifestamos nesta carta pública nossa posição diante dos rumos que têm tomado a luta pela nossa categoria nos últimos anos.

É cada vez mais evidente o ataque que o governo ilegítimo de Michel Temer vem fazendo aos direitos sociais e dos trabalhadores em benefício do setor empresarial e financeiro. O momento coloca para as entidades sindicais o desafio de unificar e fortalecer toda a classe trabalhadora em defesa de direitos e pela construção de um projeto político que represente os nossos interesses incondicionalmente.

No caso dos jornalistas, o desafio é ainda maior diante da crise de identidade dos trabalhadores com seus sindicatos e a categoria de jornalistas é um bom exemplo desse distanciamento. Isso tem sido evidente com a redução no número de sindicalizados na maioria dos estados e também dos que compareceram às urnas na última eleição da Fenaj, realizada em julho.

Entendemos que fortalecer a categoria passa por ampliar os espaços democráticos nos sindicatos e na Federação, incentivando a participação e não o contrário. O número de participantes do 37º Congresso Nacional dos Jornalistas ilustra, porém, que estamos num caminho inverso. Foram apenas 80 delegados participantes do evento. O número de teses e emendas enviadas ao Congresso também vem diminuindo, passando de 64, em 2014, para 34 neste ano.

A contribuição da direção da Fenaj ao debate no 37º Congresso foi insatisfatória e a condução dos trabalhos pecou, entre outras coisas, pela diferenciação na aplicação de regras entre os participantes. A situação reflete o autoritarismo da direção da entidade, cujo grupo se mantém no poder há mais de 20 anos.

Diante da conjuntura política, a Fenaj escolheu como tema uma discussão inerente à nossa profissão, que foi e sempre será debatida: ética. Diante do momento de graves ataques à categoria, será que era sobre esse tema que devíamos ter nos debruçado agora?

Pouco se avançou em lutas importantes para a categoria, como a democratização da mídia; Conselho Federal de Comunicação e do marco Regulatório da Mídia; a pressão em defesa da exigência de formação específica para jornalistas (diploma); e a unificação de uma pauta nacional de reivindicações dos jornalistas. Mais recentemente temos visto ataques à comunicação pública, com a tentativa de desmonte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Além disso, nenhuma referência à luta pela Democratização da Comunicação foi feita pela diretoria da Fenaj durante o evento. Assumindo o equívoco e sendo pressionada por este grupo de jornalistas, a proposta imposta pela diretoria aos delegados presentes foi acrescentar um parágrafo à tese de conjuntura. Aceitamos com críticas, afinal, seria melhor do que ignorar a importância dessa pauta, como havia feito a Fenaj até ali.

A Federação Nacional dos Jornalistas tem sido uma entidade meramente simbólica, sem força política, burocrática e que pouco tem avançado nas questões de interesse dos jornalistas, no dia a dia da nossa profissão. Sofremos diariamente diversos tipos de violência, como os assédios moral e sexual, desrespeito à autonomia profissional, às questões de gênero e étnico raciais, intolerância, preconceitos e agressões aos profissionais LGBT.

Com uma entidade enfraquecida, vemos dificuldade em organizar a categoria contra as medidas desse Governo em pautas urgentes, como a defesa da EBC; o aprofundamento das relações precárias do trabalho, com pejotização, multifunção, terceirização e até quarteirização; entre outros pontos.

A postura da direção da Fenaj em mais um Congresso Nacional, no qual os jornalistas com pensamentos diferentes não têm o direito de se manifestar sem ser atacados ao microfone pela Executiva da entidade, onde as bases sindicais não se pronunciam e os sindicatos regionais, sem autonomia, pouco apresentam as preocupações da classe, não tem contribuído em nada para a defesa dos interesses da nossa categoria.

O papel da Fenaj, enquanto entidade representativa da classe, vem se deteriorando a cada ano, refletindo-se nas suas ações e nos congressos esvaziados. Se pensarmos sobre qual campanha da Fenaj obteve visibilidade pública e social de interesse dos jornalistas nos últimos anos, chegaremos rapidamente a uma conclusão: muito mal a defesa do diploma.

É preciso recuperar o calor do debate, da manifestação livre, sem censura, sem imposições, consolidando cada vez mais o processo democrático. O fortalecimento da Fenaj passa por uma nova consciência crítica e uma nova postura política diante da própria conjuntura. Queremos uma Fenaj forte, representativa e que dialogue com os trabalhadores da base.

A verdadeira luta por um jornalismo ético e de qualidade, a defesa efetiva dos direitos dos trabalhadores da imprensa e o respeito ao direito social à informação dependem fundamentalmente da atuação da Federação Nacional dos Jornalistas; dependem da luta permanente e contínua; da organização de uma entidade forte, combativa e de base que, sobretudo, dialogue com a sociedade e demais movimentos sociais.

Por fim, este grupo de oposição manifesta repúdio ao recente ataque à democracia brasileira, com a deposição da presidente eleita Dilma Rousseff. Não reconhecemos o governo ilegítimo de Michel Temer como capaz dar prosseguimento aos avanços sociais dos últimos anos no país, nem capaz de governar atendendo aos interesses da grande massa da população brasileira.

Alessandra Lessa – GO
Amanda Nonato – RJ
Anderson Sandes – CE
Angela Marinho – CE
Alvaro Britto – RJ
Bia Barbosa – SP
Bruno Marinoni – RJ
Claudia de Abreu – RJ
Edmundo Continentino- RJ
Elias Santos – PA
Francisco Marés – PR
Gustavo Henrique Vidal – PR
Joana Darc Melo – DF
Jonas Valente – DF
Leandro Taques – PR
Leonor Costa – DF
Luana Soutos – MT
Manu Castro – SC
Marcos Urupá – DF
Mário Sousa – RJ
Michele da Costa – SP
Reginaldo Marcos Aguiar – DF
Salomão de Castro – CE
Samuel Tosta – RJ
Sérgio Caldiere – RJ
Waleiska Fernandes - PR
Wanderlei Pozzembom – DF

Encerrada a apuração das eleições da Fenaj. A Chapa 2 “Hora de Reagir – Renovar a Fenaj em Defesa dos Jornalistas” conqu...
23/07/2016

Encerrada a apuração das eleições da Fenaj. A Chapa 2 “Hora de Reagir – Renovar a Fenaj em Defesa dos Jornalistas” conquistou 1544 votos, de 40% dos jornalistas que participaram do pleito. É o melhor resultado da oposição nos últimos anos, mostrando que seguimos no rumo para transformar nossa representação nacional e construir uma Federação efetivamente de luta em nossa país. As urnas mostram que a categoria, apesar de todas as dificuldades que enfrenta, caminha para esta mudança.

O pleito, infelizmente, não ocorreu sem problemas. Ainda esperamos a documentação da Paraíba onde, pasmem, 100% dos eleitores aptos a votar compareceram às urnas e 98% manifestaram voto na Chapa 1. A média de votação nacional foi de 30%. São práticas como estas que sempre repudiamos e que desacreditam o sindicalismo e afastam os jornalistas, num momento tão importante de fortalecimento da nossa organização coletiva.

O movimento de oposição Luta Fenaj agradece imensamente os votos que recebeu de tantos colegas Brasil afora e os inúmeros e fundamentais apoios, que muito nos honram. Seguimos firmes adiante e aproveitamos para convocar toda a categoria a partipar do próximo Congresso dos Jornalistas, que acontecerá de 25 a 28 de agosto, em Goiânia, espaço fundamental para a definição das estratégias de luta que nos conduzirão no próximo período. Nos vemos lá!

21/07/2016

Encerrada a eleição da Fenaj. A votação, entretanto, pode não ter atingido o quorum mínimo de 30% dos sindicalizados em todo o país. A Chapa 1 apresentou recurso à Comissão Eleitoral Nacional pedindo que os aposentados não sejam considerados para efeito do quorum, apesar de terem votado normalmente, como todos os outros, no processo. A Chapa 2 se posiciona contrariamente a essa manobra, mas a maioria foi imposta pela Chapa 1 na Comissão Eleitoral. E assim começa a apuração dos votos...

 "Os grupos privados de comunicação vivem uma crise sem precedentes e, como de costume, os trabalhadores são os que paga...
21/07/2016



"Os grupos privados de comunicação vivem uma crise sem precedentes e, como de costume, os trabalhadores são os que pagam as contas. Cada vez, mais o sentido do interesse jornalístico é esvaziado em benefício de objetivos mercadológicos e da precarização da profissão. A Fenaj tem um papel fundamental nesse desafio, que consiste em reorganizar os profissionais de comunicação para defender o papel imprescindível que o jornalismo de qualidade possui na construção de uma sociedade democrática."

Jorge Pereira Filho, jornalista, coordenador de projetos da Fundação Rosa Luxemburgo

Hoje é o último dia das eleições da FENAJ!Vamos juntos reagir!
21/07/2016

Hoje é o último dia das eleições da FENAJ!
Vamos juntos reagir!

As eleições para a nova diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e membros da Comissões Fiscal e Nacional de Ética vão acontecer nos próximos dias 19, 20 e 21. Em alguns estados, ha…

 "Colegas, acredito que conhecemos muito das pessoas através de suas lutas e de suas bandeiras. E desde que fui colega d...
21/07/2016



"Colegas, acredito que conhecemos muito das pessoas através de suas lutas e de suas bandeiras. E desde que fui colega de Curso Abril e depois de redação da Bia Barbosa e hoje acompanhando sua trajetória, só posso aplaudir e apoiar. A Bia é forte e doce, brava e compreensiva, correta e assertiva. Está nas lutas certas, pelos motivos certos e conta com todo meu apoio pra Chapa 2".

Tatiana Chiari, jornalista na Máquina da Notícia, com passagem por redações da Editora Abril, TV Record e Record News.

20/07/2016

A jornalista Lucia Rodrigues, vencedora de diversos prêmios sobre direitos humanos e que já passou por diversas redações em São Paulo, também é Chapa 2 nessas eleições da Fenaj. Confira por que!

 "É urgente reorganizar minimamente os trabalhadores e trabalhadoras jornalistas para enfrentar o mais terrível plano de...
20/07/2016



"É urgente reorganizar minimamente os trabalhadores e trabalhadoras jornalistas para enfrentar o mais terrível plano de austeridade, cortes de direitos e empregos imposto pelos patrões na história brasileira. Por isso apoio a transformação da Fenaj em uma entidade realmente combativa."

Cristiano Navarro, editor do Le Monde Diplomatique Brasil

A direção da Record em São Paulo não autorizou nossa entrada e a representante da Chapa 1 "confiscou" (isso mesmo!) o no...
20/07/2016

A direção da Record em São Paulo não autorizou nossa entrada e a representante da Chapa 1 "confiscou" (isso mesmo!) o nosso material, levado para as diferentes redações da empresa por apoiadores da Chapa 2. Não tem problema! Teve panfletagem na porta na segunda e vai ter votação na Record nesta quinta-feira (21).

Para mudar e oxigenar a Fenaj, vote Chapa 2 "Hora de reagir"!

Endereço

Brasília, DF

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