20/05/2026
A democratização da informação não pode existir apenas no discurso.
Recentemente, acompanhamos processos seletivos nas áreas da Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e História marcados por baixíssima previsibilidade, curto tempo de circulação e ausência de condições reais de ampla concorrência.
O debate vai além de um caso isolado. Estamos falando sobre transparência ativa, acesso à informação, equidade nas oportunidades, responsabilidade institucional e ética nos processos conduzidos por instituições ligadas à memória, à cultura e ao patrimônio.
Não basta publicar uma chamada. É necessário garantir condições reais de acesso.
Quando processos públicos se tornam inacessíveis na prática, reforçam-se desigualdades, favorecimentos informais e exclusões silenciosas.
A Executiva Nacional dos Estudantes de Arquivologia entende que esse debate precisa ser ampliado coletivamente.
Convidamos todas e todos a participarem do nosso manifesto, colaborando com o abaixo-assinado “Manifesto pela Transparência e Democratização das Oportunidades nas Instituições de Memória e Informação” — um abaixo-assinado em defesa da ética pública, da ampla divulgação e do acesso democrático às oportunidades.
O link do Google Formulário está na bio.
Queremos ouvir estudantes, pesquisadores e profissionais que já passaram por situações semelhantes. Compartilhe seu relato e ajude a construir, coletivamente, uma discussão nacional sobre transparência ativa, democratização do acesso e ética institucional no campo da informação e da memória.
Porque acesso à informação também é direito.