Feipol/ CON

Feipol/ CON A Embaixada do Policial Civil no Distrito Federal

17/06/2025

Diretores da FEIPOL-CON participam de reunião importante com o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha

Na manhã desta terça-feira (14), o Vice-Presidente da FEIPOL-CON, Marcus Monteiro, juntamente com o Diretor Financeiro da entidade, Eduardo Gonçalves, participaram de importante reunião com o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Na pauta estava o requerimento da FEIPOL-CON, protocolado ainda em 2016 no Congresso Nacional e reiterado por ofício pela última vez no ano passado, que versa sobre o uso indevido do Fundo Constitucional, junto a Comissão de Fiscalização e Orçamento da Câmara Federal.

Durante a reunião, o governador Ibaneis Rocha destacou os desafios de sua gestão por conta das questões que envolvem a pandemia do Coronavírus e tudo que isso tem trazido de consequências aos brasilienses, mas deixou claro a importância da soma de esforços para se resolver as questões referente ao Fundo Constitucional. “O governador entende a atuação da Federação e a preocupação da entidade com esse tema e se comprometeu em retomar essas discussões, tão logo os efeitos da pandemia fossem amenizados. É um tema muito caro para todos os policiais civis do Distrito Federal e, sendo assim, também importa muito para a FEIPOL-CON”, disse Monteiro.

Além dos documentos já protocolados e as reuniões realizadas, a FEIPOL-CON também tem buscado atuar politicamente buscando o apoio necessário para garantir a legítima e correta utilização do Fundo Constitucional que tem impacto direto na estrutura e remuneração dos policiais civis do Distrito Federal. “Em 2016 essa caminhada já era traçada. É um tema que tem grande repercussão no âmbito político e administrativo e quanto mais apoios construirmos mais condições teremos de reverter o quadro atual que, ocasiona prejuízos aos Policiais Civis”, destacou Gonçalves.

Em breve outros encontros serão realizados e a FEIPOL-CON manterá atualizado todos os policiais civis que tenham interesse sobre esse tema. “Não à toa temos feito um trabalho extenso aqui em Brasília. Já realizamos reuniões e conseguimos agendas com deputados, senadores, ministros e outros atores políticos sobre temas de relevância para os policiais civis de todo o Brasil e assim continuaremos a atuar, pois tudo que é importante passa pelo Congresso Nacional”, finalizou Monteiro.

Os policiais estão doentes, se matando e, “agora”, matando uns aos outrosPreciso explicar os motivos que fizeram a palav...
17/05/2023

Os policiais estão doentes, se matando e, “agora”, matando uns aos outros

Preciso explicar os motivos que fizeram a palavra “agora” estar entre aspas no título? Não, né? Mas vou explicar mesmo assim, pois esta “conversa” não estaria acontecendo se não fosse a tragédia de Camocim-CE.

Não é de agora que policiais estão doentes, física, metal e emocionalmente. Não é de agora que policiais são uma das classes trabalhadoras que mais cometem suicídio. E NÃO, muito embora com uma repercussão tremenda, não foi o primeiro caso onde um policial, seja civil, militar ou penal, assassina colegas de trabalho.

A questão é justamente essa, temas como este somente repercutem quando tragédias acontecem. A natureza insalubre e estressante da atividade policial faz com que 13% (treze por cento) do efetivo seja afastado, a cada ano, para tratamento de saúde. Isso não é normal, não deve ser concebido como natural e necessita de atenção, antes que mais tragédias aconteçam.

Ninguém procura uma delegacia para contar boas notícias. As pessoas procuram um policial para contar partes dolorosas de suas vidas. Falam com tristeza sobre bens roubados, sobre o terror de ter ficado sob a mira de armas, como foram agredidos, enganados, ameaçados, aliciados, violentados. Não se escuta, incólume, histórias como essas todos os dias. É impossível não ser afetado de maneira contundente por uma carga tão pesada de sofrimento e tragédia diária, mesmo que a história não seja sua... Até mesmo porque, quando essas histórias chegam até um policial, ele passa a ser parte dela. Seja qual resultado final se obtenha.

Acrescido ao que se ouve e se vivencia todos os dias, policiais são caçados por criminosos, simplesmente por fazerem seu trabalho. Em muitos lugares em nosso país, policiais não estendem sua farda ao sol, pois temem ser identificados, perseguidos e mortos. Um policial identificado durante um assalto será EXECUTADO, quase que em 100% das vezes que isso ocorrer. Isso acontece todos os dias. E não é de AGORA...

E não é somente a dor da vítima ou o ódio do criminoso, vivenciados diuturnamente, que tornam os policiais tão vulneráveis. Policiais são, também, os trabalhadores que mais sofrem assédio moral e são oprimidos em seus labores. Policial vive em “sobreaviso” eterno. Policial tem a obrigação de agir, mesmo de folga e estando em um passeio de família. Policial tem dedicação exclusiva e parece que o Estado passou a ter exclusividade sobre ele, também. Uma exclusividade tacanha, mesquinha, desprovida de zelo, amplamente irresponsável e completamente covarde. O Estado não cuida do policial, não se importa com os assédios sofridos, as perseguições contumazes ou a exploração desmedida, sendo seu único esforço em punir e vilipendiar.

Policiais estão adoecendo, policiais estão se matando, policiais estão matando uns aos outros...

Algo precisa ser feito!

O Estado fará?

Duvido!

A população se importa?

A população desconhece o problema em sua essência, mas a verdade é que, se importando ou não, os resultados dessa condição dos policiais refletem diretamente na qualidade de polícia que estamos tendo.

O que devemos fazer, então?

Devemos começar a cuidar uns dos outros. Estarmos atentos diante do sofrimento de um irmão ou irmã policial. Não sermos conviventes com exploração, perseguição, assédio ou qualquer outra atitude ilegal, imoral e que está nos consumindo como categoria. Devemos nos unir para que os cuidadores sejam cuidados... se não pelo o Estado ou pela sociedade, pelo menos um pelo outro... Sob o risco de a manutenção desse estado doentio nos consumir por completo... primeiro como profissionais, depois como cidadãos e, por fim, como seres humanos.

Os policiais estão pedindo socorro! Que ao cobrar do Estado e da sociedade alguma atitude, possamos ter a capacidade de por nós mesmos olhar para nossas feridas e cuida-las, olhar para nossos irmãos e irmãs e nos importarmos com cada um deles...

É um processo lamentável e excruciante esse definhamento que vive os profissionais da polícia... Parecemos inertes, passivos, acovardados... E essa inação está nos matando!

Marcilene Lucena
Presidente da FEIPOL-CON

Presidente da FEIPOL-CON fecha semanas de agendas em Brasília com reunião com o Presidente da Comissão de Segurança Públ...
04/05/2023

Presidente da FEIPOL-CON fecha semanas de agendas em Brasília com reunião com o Presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Federal

As duas últimas semanas foram marcadas por intensas agendas da Presidente da FEIPOL-CON, Marcilene Lucena, no Congresso Nacional. Além de visitas aos gabinetes de parlamentares na Câmara e no Senado, a Presidente visitou assessorias técnicas dos partidos buscando apoio para pautas importantes dos Policiais Civis. “O trabalho é intenso no Congresso Nacional. Temos pautas que nos afetam diretamente e outras que terão repercussão de alguma forma em nossas vidas funcionais e remuneratórias e precisamos estar atentos ao que acontece”, explicou a Presidente.

Um dos temas tratados com bastante atenção refere-se ao Projeto de Lei Orgânica Nacional que tramita em regime de urgência na Câmara Federal e cujo o relator já foi definido. O substitutivo apresentado no final do ano passado não contempla o consenso estabelecido entre as representações nacionais e o texto necessita de alterações para contar com os apoios dos Policiais Civis do Brasil.

O Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Deputado Sanderson, do Rio Grande do Sul, também recebeu a Presidente Marcilene, juntamente com o Presidente da COBRAPOL, Adriano Bandeira. Na discussão sobre a LONPC o Deputado colocou-se à disposição para discutir o tema, que para ele é muito importante para as Polícias Civis e para o próprio sistema criminal como um todo. “Importante esse contato com o Presidente da Comissão de Segurança. Além de Deputado, Sanderson é agente da Polícia Federal e conhece nossos desafios nas mesas de discussão e abriu a comissão que preside para esse debate, o que nos proporciona mais um canal para aperfeiçoarmos o texto, se necessário”, declarou a Presidente Marcilene.

Durante estas semanas, uma das agendas da Presidente da FEIPOL-CON foram visitas a gabinetes das assessorias técnicas das Lideranças de alguns partidos importantes da Câmara Federal, fundamentais para a construção de caminhos políticos mais sólidos para consolidação das pautas dos Policiais Civis. Alguns contatos estabelecidos visavam apresentar a propositura da PEC de acumulação de cargos, que permite policiais civis atuarem, fora de seu horário de expediente, tanto na educação quanto na saúde. “A proposta, que é de autoria do Deputado Sargento Portugal, com a intervenção do SINDPOL-RJ e SINDPOL-RR é importante e um bom “estágio” para verificar nossa competência em emplacar propostas legislativas e como tem sido árduo essa nossa busca por espaço”, declarou a Marcilene.

Durante sua visita aos gabinetes, a Presidente Marcilene também esteve com o Vice-Governador do Tocantins, Laurez Moreira e mais uma vez intercedeu por uma aposentadoria policial justa em seu Estado.

A FEIPOL-CON continuará com seus esforços em ampliar a influência política da entidade, fomentando discussões em todos os âmbitos da administração pública e apresentando os temas que são caros aos policiais civis representados.

Polícia é Polícia... Independente de Função... O bandido não escolhe brasão, a morte não respeita atribuiçãoZequinha, Es...
29/04/2023

Polícia é Polícia... Independente de Função... O bandido não escolhe brasão, a morte não respeita atribuição

Zequinha, Escrivão da Polícia Civil, estava passando pela delegacia que trabalhava, no município de Dois Irmãos -TO, para fazer um último serviço antes de viajar de férias com a família. Em sua passagem na unidade policial, foi acionado para verificar uma ocorrência na zona rural, cerca de 22 km de distância da cidade. Zequinha foi sozinho por acreditar que seria capaz de atuar no fato e também pela própria falta de efetivo na delegacia. Em 08 de agosto de 2014, o Escrivão Policial Zequinha foi morto por três golpes de facão e um tiro de espingarda.

Essa triste história é realidade em muitos locais Brasil afora... as vezes com finais trágicos, as vezes com êxito na diligência, mas o fato é que a atividade policial é, nas considerações da Organização Mundial de Saúde – OMS: “insalubre, perigosa, geradora de imenso estresse pelo período de contínuo esforço físico e da exigência intermitente de acuidade e higidez mental”.

Zequinha foi homenageado em seu Estado e o nome José Bonfim Nazareno Ribeiro dá título à Medalha de Bravura da Polícia Civil do Tocantins.

Recentemente, mais precisamente, ontem (28/04), matérias jornalísticas dão conta que juiz de direito do Estado de Goiás decidiu que candidatas ao cargo de escrivão, reprovadas em teste de aptidão física para o referido cargo, voltem ao concurso, pois, segundo arguição recepcionada pelo judiciário, o cargo de escrivão “é burocrático e administrativo, de forma que a capacidade física não apresenta nenhuma relevância à função de escrivã”.

Nada contra ao ato legítimo de uma concursando buscar seus direitos caso tenha se sentido lesada por qualquer dispositivo legal ou mesmo pela ausência deste. A preocupação que permeia minha mente, primeiro como Escrivã de Carreira e posteriormente como Líder Classista é a visão totalmente limitada, expressa em uma decisão judicial sobre a real natureza das funções de um escrivão e, principalmente, sobre o flagrante desconhecimento da realidade de uma unidade policial, seja na capital ou especialmente nos municípios do interior, onde Unidades Policiais são verdadeiras “Clínicas Gerais” e os profissionais nela lotados seus operadores.

Fazendo uma breve mea-culpa, eu já deveria estar por dentro deste entendimento jurídico, pois a decisão aborda jurisprudência datada do ano de 2017, formalizada pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ, que foi ainda mais “torturante” em seus argumentos: “Se no exercício do mister o servidor não necessita de qualquer teste físico, inconcebível é exigi-lo para o acesso por via de concurso. Exigir esforço físico do escrivão de polícia é patrocinar nítido desvio de função, na medida que tal vigor somente poderia ser exigido de agentes de polícia e delegados”.

Meu Deus! Ardeu nos meus olhos ler isso e arrepiaria minha alma se tivesse ouvido... como aquele som angustiante da ponta de um prego arranhando uma superfície de alumínio.

Não é drama! É desespero mesmo! Estamos falando de um órgão que compõe o Sistema Criminal como um todo, divagando sobre um cargo policial como se estivesse descrevendo uma secretária ou um atendente de call center.

Entendam 1... Se existe policial que com o passar dos anos decide não cuidar de sua capacidade física, este faz assumindo todo e qualquer risco que sua negligência corporal imponha ao exercício de sua profissão e à proteção de sua própria vida, mas não o exclui de tal necessidade, ou seja, de preparo físico adequado.

Entendam 2... Em uma delegacia de polícia não existe função que não seja de risco ou atividade desenvolvida que dispense preparo técnico, físico e mental. Não se trabalha apenas dentro da delegacia e todo e qualquer policial civil no local deve estar apto a atender uma ocorrência, cumprir uma missão, ou seja, SER POLÍCIA!

Permissão para “chover no molhado”... Aos policiais é imposto o DEVER DE AGIR diante de uma situação de flagrância delitiva. Não é uma criação minha... Está no Código Penal, mais precisamente no Art. 301, onde temos que: “qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes DEVERÃO prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”. Ora, a Lei não faz acepção de cargo ou função, ela apenas determina e muitos são os casos de punições a policiais que se omitiram diante de uma atividade criminosa.

“Ahhhh, mas isso não acontece todo dia!”... pode alguém estar pensando. Sim, eu garanto que acontece todos os dias, mesmo que não com o mesmo operador de segurança pública nem nesta constância, mas certamente ocorrerá durante a vida profissional de todos os policiais, em menor ou maior frequência e intensidade.

Excelentíssimos Senhores Juízes de Direito, Senhores Concursando e, especialmente, Caros Cidadãos e Caras Cidadãs... Não existe função policial sem risco. Todos os Policiais serão exigidos e testados em sua capacidade técnica, física, mental e emocional... Passar por estes te**es pode implicar na vida ou morte deste profissional ou da pessoa que ele esteja a servir.

Lidamos com a vida... Trabalhamos com coisas preciosas para as pessoas que buscam nossos serviços diuturnamente... Nós, Policiais Civis, Investigamos, Servimos e Protegemos e só isso já são argumentos suficiente para dizer que, sim, policial precisa estar preparado fisicamente para realizar suas atividades diárias... E, não... não será um entendimento jurídico que irá dissolver essa realidade. Assim como essa leitura rasa não pode trazer a vida do saudoso Zequinha de volta... ESCRIVÃO, POLICIAL, DEDICADO, CORAJOSO, HUMANO, MORTO e HOMENAGEADO.

Repito... Não é a questão do direito de um concursando reivindicar o que acha justo... não se trata da interpretação de um edital de concurso ou de uma lei específica que venha a reger a Polícia Civil em um determinado Estado... Muito menos se refere a superficial leitura de uma jurisprudência... A questão é a realidade nua e crua de quem serve e protege a população brasileira nas ruas e nas milhares de delegacias existentes no país... A realidade de que Polícia é Polícia... Independente de Função... O bandido não escolhe brasão, a morte não respeita atribuição.

FEIPOL-CON elege Nova Diretoria Executiva para o quadriênio 2022-2026Reunidos na manhã desta quinta-feira (07), durante ...
09/04/2022

FEIPOL-CON elege Nova Diretoria Executiva para o quadriênio 2022-2026

Reunidos na manhã desta quinta-feira (07), durante os trabalhos do XVII CONFEIPOL-CON, representantes dos Sindicatos filiados à Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis das Regiões Centro-Oeste e Norte e a Diretoria Executiva da entidade elegeram os novos membros para compor e gerir a Federação pelos próximos 4 (quatro) anos. As definições se deram por consenso e mantiveram a entidade sob a Presidência de Marcilene Lucena, que é escrivã do Estado do Tocantins, tendo, desta vez como Vice-Presidente, o Policial Civil de Goiás Antônio da Costa e 2º Vice-Presidente o Policial Civil Juliano Peterson, Presidente do SINDEPOJUC, entidade que representa os escrivães do Estado do Mato Grosso.

Depois de algumas horas de discussão os congressistas reunidos concluíram a composição de todo o grupo que liderará a FEIPOL-CON no próximo quadriênio e o entendimento é que o trabalho pode ser ampliado e aperfeiçoado com os novos que entram e com a experiências dos que permaneceram. “Democraticamente fizemos uma composição ainda mais forte, com o ingresso de novas entidades no processo eleitoral e renovando nossas energias para mais quatro anos de intensos trabalhos. Estou animada e tenho certeza que todos os eleitos estão determinados a fazer o melhor para nossa entidade continuar a crescer”, falou entusiasmada, a Presidente reeleita.

O XVII CONFEIPOL-CON trouxe grandes perspectivas sobre o futuro da FEIPOL-CON e sua influência nas lutas da categoria Policial Civil, tratando assuntos importantes como o Aperfeiçoamento da Gestão Sindical, Saúde Mental dos Profissionais da Polícia Civil, Importância dos Aposentados, dentre outros. Todos temas relevantes, que agregado aos temas do Congresso anterior, devem conduzir as ações da nova Diretoria e o Vice-Presidente eleito, Antônio da Costa comentou o assunto: “Não podemos perder de vista o que construímos nos últimos anos, mas precisamos ser ainda mais audazes para continuar avançando. Os últimos Congressos realizados nos trouxeram um direcionamento ainda maior para nossas ações e estou animado para mais essa missão. Agradeço a confiança do SINPOL-GO, na pessoa do Presidente Paulo Sérgio, na certeza que darei o meu melhor”, disse.

A FEIPOL-CON tem crescido em suas ações e na amplitude de seus trabalhos, muito por conta do ingresso de novas e importantes entidades. A filiação do SINPOL-GO e do SINDEPOJUC, ainda na gestão em curso, fez com que a entidade ganhasse ainda mais força em suas ações e encorpasse sua contribuição na luta nacional. “Muito feliz pela confiança depositada em minha eleição como 2º Vice-Presidente dessa entidade que aprendi a respeitar e valorizar. Estou determinado a contribuir de forma contundente com os trabalhos que iremos realizar, desta vez, não apenas compondo como entidade filiada, mas atuando junto a diretoria eleita”, disse Juliano Peterson.

A Diretoria Executiva eleita inicia seus trabalhos já a partir do dia 14 de abril e a tendência é que seja realizada, em breve, uma reunião com todos os eleitos para o alinhamento das ideias e planejamento das ações para o quadriênio. “Os próximos anos certamente serão desafiadores e precisamos estar preparados. A ideia inicial é termos ações coordenadas onde todos possam atuar e dar sua contribuição, com o intuito de termos ainda mais eficiência naquilo que nos propusermos a realizar”, finalizou a Presidente Marcilene.

Confira a lista dos Eleitos:

Presidente - Marcilene Lucena dos Santos

1º Vice-Presidente - Antônio da Costa e Silva Neto

2º Vice-Presidente - Juliano Peterson da Silva

Secretário Geral - Giancarlo Corrêa Miranda

1ª Secretaria Geral - Cecília Bastos Monge

Diretora Financeira - Heryka Simone Lopes Sales

1º Diretor Financeiro - Amaury José Pontes

Diretor Administrativo - Cléber de Souza Santos

1º Diretor Administrativo - Átila Ferreira de Lima

Secretário Executivo - Ubiratan Rebello do Nascimento

1º Secretário Executivo: Luciano Marinho de Moraes

Diretor Jurídico - Glaucio de Abreu Castañon

1º Diretor Jurídico - José Nascimento da Silva Sobrinho

Diretor Parlamentar - José Marcus Monteiro de Oliveira

1º Diretor Parlamentar - Charles Alessandro Pessoa

2º Diretor Parlamentar - Alexandre Barbosa da Silva

Diretor de Formação e Relações Intersindicais - Fábio Roberto Pereira

1º Diretor de Formação e Relações Intersindicais - Alessandro Jacometo

2º Diretor de Formação e Relações Intersindicais - Jader Soares Luz

Diretor de Imprensa, Comunicação e Divulgação - Darlan Sousa Silva

Diretor de Assuntos Trabalhistas, Previdenciários, Aposentados e Pensões - Kleyce Oliveira Silva

1ª Diretor de Assuntos Trabalhistas, Previdenciários, Aposentados e Pensões - Nadir Nunes Dias

2º Diretor de Assuntos Trabalhistas, Previdenciários, Aposentados e Pensões - Ernani Batista Lucena

Diretor de Esportes, Cultura e Lazer - Newton Reis dos Santos

1º Diretor de Esportes, Cultura e Lazer - Tito Rodrigues Lustosa

2ª Diretor de Esportes, Cultura e Lazer - Jaqueline Santana Santos

Diretor de Assuntos de Direitos Humanos e de Cidadania - Darcivaldo Melo de Souza

1º Diretor de Assuntos de Direitos Humanos e de Cidadania - Sadisley Damasceno de Andrade

Diretor Social de Saúde e Bem Estar - Eufrásia Oliveira Campos Mourão

Diretor Habitacional e Cooperativismo - Luciano Mendes de Azevedo

Conselho Fiscal

Presidente: Hélio Lopes de Souza

Secretário: Antônio Bianco Neto

Membro: Rubens Cyles Pereira

A leitura nos tira do ópio das mensagens rápidas dos textos de whatasapp.A leitura nos permite tomarmos nossas próprias ...
07/01/2022

A leitura nos tira do ópio das mensagens rápidas dos textos de whatasapp.

A leitura nos permite tomarmos nossas próprias conclusões e desfrutarmos de nosso próprio entendimento e não mais da superficialidade das meras opiniões alheias.

A leitura nos torna pessoas melhores ao passo que podemos ter o mundo de alguém - em palavras e atos nas páginas de um livro - sendo que, muitas vezes, a história desse alguém até se confunde com nossa própria história

A leitura pode fazer de um mero mortal, UM LEITOR.

07 de Janeiro – Dia do Leitor





A Gratidão é muito mais que um gesto e vai muito além da expressão de retribuição por algo que foi recebido ou por um fa...
06/01/2022

A Gratidão é muito mais que um gesto e vai muito além da expressão de retribuição por algo que foi recebido ou por um favor que foi realizado.

Gratidão é um modo de ver a vida, o mundo e as pessoas.

Gratidão é uma forma simples de torna a existência mais leve e prazerosa.

Gratidão pode ser transitória ou um estilo de vida.

O fato é que gratidão é uma escolha com poder de aperfeiçoar as pessoas e tornar o mundo um lugar muito melhor.

Exercite a Gratidão!

06 de janeiro – Dia da Gratidão




30/12/2021

O ano de 2021 foi repleto de grandes desafios.

Nesse vídeo, a Presidente da FEIPOL-CON, Marcilene Lucena faz uma retrospectiva do que foi enfrentrado ao longo dos meses de 2021 e reafirma o compromisso da entidade em continuar seus esforços para a manutenção de direitos e pela luta por reconhecimento e valorização dos Policiais Civis.

A palavra Gratidão expressa bem os sentimentos após tantos desafios superados e a quantidade de pessoas e entidades que se dedicaram durante todos o ano de 2021.

Com esse espírito e compromisso com cada um dos Policiais Civis que representamos, desejamos a todos um Final de ano próximo das pessoas que vocês amam, em um ambiente repleto de agradecimento e paz e um ano de 2022 com saúde para fazer o que é necessário em sua vida, buscando sempre seu aperfeiçoamento como ser humano, com muita prosperidade, segurança e amor.

Esses são os votos da Diretoria da FEIPOL-CON a todos.

Feliz 2022




2021 foi um ano de grandes ataques aos servidores públicos por meio das medidas financistas e covardes do banqueiro, Min...
27/12/2021

2021 foi um ano de grandes ataques aos servidores públicos por meio das medidas financistas e covardes do banqueiro, Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Dentre os ataques efetivados e motivo de grande Luta da FEIPOL-CON e demais representantes dos Policiais Civis, tivemos a PEC 186, agora Emenda Constitucional 109/2021.

Mesmo tendo sido promulgada, a PEC teve seus efeitos mais perversos contidos pela Luta travada pela FEIPOL-CON, por nossa Confederação e outras entidades de servidores públicos, com destaque às representações dos Policiais Civis em todo o Brasil.

Conseguimos barrar a redução de carga horária e consequente corte salarial. Evitamos que a referia Emenda Constitucional tivesse efeito imediato aos estados, que agora terão que fazer seus devidos textos a serem aprovado nas Casas Legislativas locais. A luta das entidades permitiu que os parâmetros para as políticas de austeridades que possam vir a ser implementadas não fossem tão cruéis aos policiais civis e demais servidores da segurança pública.

O Governo Federal jogou pesado para a aprovação dessa Emenda Constitucional, inclusive com a compra de votos por meio de emendas parlamentares prometidas aos deputados e senadores e, mesmo assim, podemos dizer que a atuação das representações dos Policiais Civis fora determinante para arrefecer os prejuízos, além de provocarmos grande mobilização o que fez com que o texto tivesse que retornar a casa de origem para adequações.

A FEIPOL-CON tem consciência da força dos Policiais Civis e reafirma seu compromisso em travar o bom combate pela valorização e manutenção dos direitos dessa importante categoria.

Foi assim em 2021, será assim em 2022.



24/12/2021

A Presidente da FEIPOL-CON, Marcilene Lucena, tem uma mensagem de natal super especial para você, neste vídeo com palavras de reflexão, esperança e amor, enaltecendo Aquele que é o motivo da existência do próprio Natal: Jesus Cristo.

Que todos possam ter um natal repleto de bons sentimentos, na presença das pessoas que amam.

Feliz Natal!!





A solidariedade é muito mais que reciprocidade ou se sentir responsável de forma mútua. Solidariedade vai além de doar a...
20/12/2021

A solidariedade é muito mais que reciprocidade ou se sentir responsável de forma mútua.

Solidariedade vai além de doar algo, passa por um compromisso particular de realizar, de fazer, de buscar e alcançar algo maior que interesses particulares e que vislumbre a dor não contada, a lágrima não exposta e que movimente de maneira firme e progressiva o amor.

20 de dezembro - Dia Internacional da Solidariedade Humana




O mal da pobreza traz consigo uma série de outros males. A fome, a falta de educação, saúde, saneamento básico. Fatos qu...
14/12/2021

O mal da pobreza traz consigo uma série de outros males.

A fome, a falta de educação, saúde, saneamento básico. Fatos que agravam a cada dia a condição de milhões de brasileiros que vivem até mesmo abaixo da linha da pobreza, vivendo vidas miseráveis e sem qualquer perspectiva de uma vida melhor.

Muitos sofrem e somente com muitos é possível ajudar, com cada um, individualmente, fazendo a sua parte.

Seja um entre milhões.

Que possamos ser melhores ao nos compadecer da dor das pessoas e todos os dias sejamos capazes de dar nossa contribuição para um mundo melhor.




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Brasília, DF
70346-090

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